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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2026
Guilherme agrada como centroavante e vira nova opção no Corinthians

Guilherme agrada como centroavante e vira nova opção no Corinthians

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Guilherme agrada como centroavante e vira nova opção no Corinthians

Com dificuldades para encontrar um homem de referência para o seu ataque desde perder Vagner Love para o Monaco, da França, o Corinthians ganhou uma nova alternativa para o setor. Trata-se do meia Guilherme, que atuou avançado diante do Santa Cruz e correspondeu com dois gols na vitória por 4 a 2 de quarta-feira, na Arena Pantanal.

“O Guilherme iniciou a sua carreira no Cruzeiro nessa posição, jogando com o Adilson Batista. Ele era um atacante de referência, menos armador do que é hoje. É um jogador com uma qualidade técnica muito grande, importante para o grupo. Posso usá-lo como um 9 ou vindo de trás”, indicou o técnico interino Fábio Carille, que deverá ser substituído por Oswaldo de Oliveira nas próximas horas.

Guilherme chegou a ser testado como um falso centroavante em alguns momentos da atual temporada. Tite, no entanto, priorizava a utilização de André (já vendido ao Sporting, de Portugal) no setor. Luciano (agora no Leganés, da Espanha) também foi testado e não se mostrou o mesmo de antes de sua grave contusão no joelho. Já Gustavo, vindo do Criciúma para acabar com a carência, ainda não fez nem um gol sequer pelo Corinthians. O paraguaio Ángel Romero foi outro que teve as suas chances, porém prefere atuar como um ponta. E o jovem Isaac jamais estreou.

A utilização de Guilherme diante do Santa Cruz só foi possível porque enfim o atleta deixou o departamento médico corintiano – em outros clubes, as contusões eram problemas recorrentes para ele. O jogador já não sente mais um edema na panturrilha direita.

“Depois de 30 dias fora, ele virou uma opção muito importante. Precisamos qualificar o grupo, e ele é um jogador de qualidade”, repetiu Fábio Carille, que perdeu Gustavo em função de um desconforto muscular na coxa esquerda e não tinha Romero, defendendo o Paraguai, durante a rodada passada das Eliminatórias para a Copa do Mundo.

Guilherme também está feliz por ser novamente útil ao Corinthians, seja sob o comando de Carille ou de Oswaldo de Oliveira. “Graças a Deus, fiz um trabalho intensivo e voltei a jogar após ficar um mês fora. Ainda sinto um pouco dinâmica do jogo, o calor intenso, mas a gente não perde a qualidade. Fui feliz na conclusão e pude ajudar a minha equipe”, sorriu o candidato a titular como centroavante.

Botafogo marca nos acréscimos, vence o Figueirense e cola no G6

Botafogo marca nos acréscimos, vence o Figueirense e cola no G6

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Fogão marcou no último minuto e bateu o Figueirense por 1 a 0 em Florianópolis (Foto: Cristiano Andújar/AGIF)

Com um gol do volante Bruno Silva, marcado nos acréscimos, o Botafogo derrotou o Figueirense por 1 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis. O resultado fez o Alvinegro de General Severiano subir para a sétima posição, com 44 pontos ganhos, um a menos que o Atlético-PR, primeiro time do G6 do Brasileirão. O Figueirense, que fez grande campanha para atrair a torcida, segue em situação complicada na competição. O time catarinense é o 18º colocado com 31 pontos ganhos e segue ameaçado pelo rebaixamento.

O Botafogo não fez uma grande partida e foi dominado durante a maior parte do confronto, mas soube se defender com competência e teve a felicidade de conseguir marcar o gol da vitória aproveitando o descuido do adversário. O Figueirense teve mais posse de bola e desperdiçou algumas chances que poderiam ter modificado a história da partida.

Na próxima rodada, o Botafogo vai receber o Internacional, na Arena Botafogo, quarta-feira (12) às 21h45.  No mesmo dia, às 19h30, o Figueirense tem confronto direto contra o Coritiba, no Couto Pereira.

O jogo – Apoiado por sua torcida, o Figueirense começou a partida no ataque e, logo aos dois minutos, criou a primeira situação de perigo em chute de Rafael Moura que passou longe do gol defendido por Sidão. O Botafogo respondeu com cobrança de escanteio executada por Camilo que obrigou Gatito Fernandes a se esforçar para tirar a bola da pequena área. Alemão apanhou o rebote, mas mandou para longe.

O Figueirense tinha uma postura mais ofensiva com lançamentos constantes para Rafael Moura, enquanto o time carioca mantinha apenas Vinicius Tanque na frente.

Aos 12 minutos, Rafael Moura tabelou com Lins e entrou na área, mas adiantou a bola e o goleiro Sidão saiu para fazer a defesa. Armado com três volantes, o Botafogo ficava pouco tempo com a bola, mas se defendia com eficiência. O Figueirense tentava manter a pressão, mas não conseguia criar condições para concluir por causa da boa marcação da equipe carioca.

O Figueirense pediu a marcação de pênalti aos 22 minutos quando o atacante Lins invadiu a área e caiu ao ser desarmado por Enerson Santos, mas a arbitragem nada viu de irregular. Logo depois, Rafael Moura conseguiu invadir a área botafoguense, mas foi bloqueado quando tentou a conclusão.

O Botafogo continuava se defendendo muito bem e impedindo que o Figueirense chegasse com perigo na sua área. Só aos 41 minutos é que a torcida catarinense voltou a se agitar quando Dodô lançou Lins na corrida, mas o goleiro Sidão foi mais ágil e ficou com a bola.

Um minuto depois, o Botafogo teve a melhor chance para marcar. Após cobrança de escanteio, a bola ficou sobrando na área e Vinicius Tanque emendou de primeira, mas a bola encobriu o travessão.

O Figueirense voltou ainda mais ofensivo para o segundo tempo. Aos três minutos, Pará cruzou da esquerda, Rafael Moura cabeceou e a bola desviou em Emerson e saiu, dando grande susto no goleiro Sidão. Logo depois, o He-Man apareceu outra vez na área com outra cabeçada que levou muito perigo. Só aos nove minutos é que o Botafogo se livrou da pressão e chegou ao ataque com um chute despretensioso de Bruno Silva.

Disposto a aumentar o poderio ofensivo do Figueirense, o técnico Marquinhos Santos trocou o meia Elvis pelo atacante Everton Santos.

Aos 14 minutos, o Figueirense voltou a desperdiçar uma grande oportunidade de marcar o primeiro gol. Após cobrança de escanteio, a bola foi desviada e se ofereceu a Rafael Moura inteiramente livre, mas o atacante bateu para fora, quando tinha tudo para colocar a bola nas redes.

No Botafogo, o técnico Jair Ventura decidiu mudar o inofensivo ataque e trocou Neilton e Vinicius Tanque por Rodrigo Pimpão e Sassá. O time carioca voltou a se complicar aos 19 minutos quando Carli e Sidão hesitaram e quase que Rafael Moura aproveita a sobra. Um minuto depois, a equipe de General Severiano chegou na área catarinense com uma conclusão perigosa de Sassá.

O Figueirense seguiu pressionando em busca do primeiro gol, enquanto o Botafogo não conseguia se encontrar e pouco criava no setor ofensivo. O time de General Severiano só apareceu no ataque aos 29 minutos, quando o lateral Alemão arriscou um chute de longa distância e o goleiro Gatito Fernandes fez grande defesa, espalmando para escanteio.

Aos 35 minutos, Ayrton cruzou da direita e os atacantes Rafael Moura e Rafael Silva chegaram atrasados e perderam a chance de concluir.

O Botafogo teve ótima oportunidade de marcar o gol da vitória aos 42 minutos quando Rodrigo Pimpão tocou para o artilheiro Sassá na pequena área, mas o goleiro Gatito salvou com os pés .
Quando tudo indicava que a partida terminaria empatada, o Botafogo marcou aos 46 minutos, através do volante Bruno Silva que aproveitou um ótimo lançamento de Rodrigo Pimpão e bateu, de primeira, sem chances para o goleiro Gatito Fernandez.

FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 0 X 1 BOTAFOGO

Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 9 de outubro de 2016 (Domingo)
Horário: 17 horas (de Brasília)
Público: 12.325 pagantes
Renda: R$ 172.555,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Cartão Amarelo: Josa (Figueirense); Rodrigo Lindoso (Botafogo)

GOL:
BOTAFOGO: Bruno Silva, aos 46 minutos do segundo tempo

FIGUEIRENSE: Gatito Fernández, Ayrton, Werley, Bruno Alves e Pará; Josa, Renato (Michael Ortega), Elvis (Everton Santos) e Dodô; Lins (Rafael Silva) e Rafael Moura
Técnico: Marquinhos Santos

BOTAFOGO: Sidão, Alemão, Joel Carli, Emerson Santos e Víctor Luís; Aírton, Bruno Silva, Rodrigo Lindoso (Dudu Cearense) e Camilo; Neilton (Rodrigo Pimpão) e Vinicius Tanque (Sassá)
Técnico: Jair Ventura

Gazeta Esportiva

Palmeiras joga mal, mas faz o mínimo e mantém sobra na liderança

Palmeiras joga mal, mas faz o mínimo e mantém sobra na liderança

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Verdão fez 2 a 0 no América em Londrina e segue com vantagem na liderança (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

São Paulo (SP) – A nove rodadas do fim do extenso Campeonato Brasileiro, o torcedor do Palmeiras, que não sabe o que é erguer a taça de campeão desde 1994, já não deve estar preocupado com a atuação de seu time de coração, e sim com os resultados. Neste cenário, o palmeirense com certeza ficou feliz depois da vitória por 2 a 0 na tarde deste domingo. Os três pontos em cima do América-MG, lanterna da competição, mantém o Verdão na liderança com a sobra de uma rodada em cima do Flamengo.

Mas certamente aqueles mais racionais e principalmente a comissão técnica alviverde devem ter deixado Londrina, palco do confronto, no mínimo incomodados com o futebol apresentado pelo Palmeiras nesta 29ª rodada.

A venda de mando tornou o estádio do Café em casa palmeirense. E o time parecia disposto a retribuir tanto carinho. Em três minutos, Roger Guedes obrigou o goleiro João Ricardo a fazer um verdadeiro milagre e Tchê Tchê abriu o placar ao se posicionar com inteligência na entrada da área e acertar um chute rasteiro.

 

Flamengo faz 3 a 0 sobre o Santa Cruz e mantém caça ao líder Palmeiras

Flamengo faz 3 a 0 sobre o Santa Cruz e mantém caça ao líder Palmeiras

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Felipe Vizeu abriu o placar diante do vice-lanterna logo no início do jogo (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

São Paulo (SP) – O Flamengo não encontrou grandes dificuldades para conquistar a sua 17ª vitória no Campeonato Brasileiro e seguir como o principal concorrente do Palmeiras na disputa pelo título. Enfrentando o penúltimo colocado Santa Cruz, o time carioca fez a alegria dos seus milhares de torcedores que estiveram no Pacaembu na tarde deste domingo com um triunfo por 3 a 0. Os gols foram de Felipe Vizeu, no primeiro tempo, e Willian Arão e Marcelo Cirino, no segundo.

O resultado levou o Flamengo aos 57 pontos ganhos na tabela de classificação, ainda três atrás do líder Palmeiras, que ganhou por 2 a 0 do lanterna América-MG também neste domingo. Cada vez mais próximo do retorno à segunda divisão, o Santa Cruz totaliza apenas 23 pontos.

Flamengo e Santa Cruz voltarão a entrar em ação no meio de semana. O vice-líder fará clássico contra o Fluminense na quinta-feira, no Raulino de Oliveira, enquanto o vice-lanterna enfrentará o Corinthians um dia antes, na Arena Pantanal.

O jogo – Quando o locutor do estádio municipal de São Paulo impostou a voz para recepcionar o público com o seu tradicional bordão – “o seu, o meu, o nosso Pacaembu” – a torcida do Flamengo já se sentia em casa. Em grande número, os rubro-negros só deixaram de entoar as suas canções nos minutos que antecederam a partida contra o Santa Cruz para ofender Léo Moura, fazendo aquecimento.

O veterano lateral direito, que fez história no Flamengo e virou inimigo após ingressar na Justiça trabalhista contra o clube, tinha maiores motivos para preocupação no início do jogo. O time dirigido por Zé Ricardo aproveitou a atmosfera favorável para pressionar o Santa Cruz nos primeiros minutos, com bastante rotação entre Diego, Everton e Alan Patrick no meio-campo.

A primeira boa oportunidade de gol, contudo, foi da equipe pernambucana. Aos cinco minutos, Keno recebeu ótima enfiada de bola, correu entre a defesa do Flamengo e apareceu diante de Paulo Victor para abrir o placar. O goleiro saiu bem até a entrada da área e ficou com a bola, fazendo o público rubro-negro vibrar nas arquibancadas do Pacaembu.

No minuto seguinte, quando a torcida ainda gritava o nome de Paulo Victor, a comemoração foi maior. Everton recebeu a bola de Chiquinho na ponta esquerda e fez o cruzamento para a área, onde Felipe Vizeu se esticou para completar para dentro antes de se ajoelhar no gramado e celebrar, emocionado.

Com a vantagem no marcador e o passar do tempo, o Flamengo se acomodou e perdeu o seu ímpeto ofensivo. Os torcedores mais impacientes começaram a se manifestar contra a monótona troca de passes defensiva da equipe. A irritação aumentou quando os zagueiros falharam por desatenção, deixando Grafite em alerta. O centroavante assustou com um chute do lado de fora da rede e chegou a tentar uma conclusão quase do meio-campo, defendida por Paulo Victor.

Já próximo do intervalo, o Flamengo melhorou. E a melhor chance para ampliar o marcador foi inesperada, aos 39 minutos. Chiquinho emendou de primeira após uma inversão de jogo, na ponta esquerda, e quase surpreendeu a si mesmo ao perceber a bola ir na direção do gol. Edson Kolln fez uma defesa providencial para salvar o Santa Cruz.

Na segunda etapa, o Flamengo entrou em campo disposto a explorar melhor justamente as jogadas pelas laterais do campo. E não demorou a anotar o seu segundo gol. Aos 11 minutos, Alan Patrick cobrou escanteio da esquerda, e a cabeçada de Diego parou no goleiro Edson Kolln e na trave. Na sobra de bola, Willian Arão estufou a rede.

Com o público em êxtase – pulando freneticamente aos berros de “sai do chão, sai do chão, a torcida do Mengão” e com as lanternas de seus telefones celulares acesas –, Zé Ricardo teve tranquilidade para fazer uma alteração que muitos torcedores já pediam. Trocou Alan Patrick por Fernandinho, tentando combater quaisquer sinais do mesmo comodismo que havia acometido o seu time depois do gol do primeiro tempo.

Àquela altura, o Santa Cruz já não oferecia tanta resistência. O técnico Doriva ainda tentou reanimar o time visitante com as entradas de Mazinho, Marion e Bruno Moraes nos lugares de Uillian Correia, Arthur e Grafite, porém o abatimento com as situações complicadas na partida e na tabela de classificação já pesava contra os seus comandados.

Do outro lado, o Flamengo jogava solto. Tudo era motivo para festa – a substituição de Felipe Vizeu por Emerson Sheik, um cruzamento de letra de Everton, uma disputa de bola que Léo Moura perdeu para Chiquinho e agora até um longo recuo do mesmo lateral rubro-negro para o campo defensivo. Com esse clima, bastava à equipe de Zé Ricardo administrar o resultado, apesar de uma e outra investidas do Santa Cruz, nos minutos finais.

Mas houve tempo para mais um gol. Aos 40 minutos, Marcelo Cirino foi lançado por Emerson Sheik, fintou Edson Kolln com categoria e só empurrou para a meta vazia, fechando a contagem no Pacaembu e fazendo o “cheirinho de hepta” ser sentido por alguns também na cidade onde mora o concorrente Palmeiras.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 3 X 0 SANTA CRUZ

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 9 de outubro de 2016, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Alessandro Rocha de Matos (BA)
Público: 21.773 pagantes (total de 23.427)
Renda: R$ 1.103.380,00
Cartões amarelos: Alan Patrick (Flamengo); Allan (Santa Cruz)
Cartão vermelho: Allan (Santa Cruz)
Gols: FLAMENGO: Felipe Vizeu, aos 6 minutos do primeiro tempo; Willian Arão, aos 11, e Marcelo Cirino, aos 40 minutos do segundo tempo

FLAMENGO: Paulo Victor; Pará, Réver, Rafael Vaz e Chiquinho (Marcelo Cirino); Márcio Araújo, Willian Arão, Alan Patrick (Fernandinho), Diego e Everton; Felipe Vizeu (Emerson Sheik)
Técnico: Zé Ricardo

SANTA CRUZ: Edson Kolln; Léo Moura, Wellington, Luan Peres e Allan; Uillian Correia (Mazinho), Jadson e João Paulo; Arthur (Marion), Grafite (Bruno Moraes) e Keno
Técnico: Doriva

Gazeta Esportiva

Bauza admite situação preocupante após novo empate da Argentina

Bauza admite situação preocupante após novo empate da Argentina

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Os zagueiros Funes Mori e Otamendi foram advertidos com cartão amarelo nesta quinta-feira, contra o Peru (Foto: ERNESTO BENAVIDES/AFP)

A forte seleção da Argentina, primeira colocada no ranking da Fifa, novamente frustrou as expectativas e apenas empatou, pela segunda vez consecutiva, nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Edgardo Bauza considerou preocupante a ineficiência de sua equipe em controlar o jogo contra o Peru, situação que lhe custou a terceira colocação da tabela.

“No segundo tempo, o time jamais teve o controle do jogo. Se organizou, brigou e pudemos ter a vantagem com duas ou três jogadas muito boas, mas não tivemos o controle. É preocupante, porque temos jogadores para isso”, analisou o treinador. O Patón destacou que os argentinos até foram melhores no primeiro tempo, mas que viu seus comandados superados quando os peruanos jogaram com três atacantes ao mesmo tempo.

Agora na quinta colocação, com 16 pontos, a Argentina liga o sinal de alerta para não depender da repescagem. Bauza indicou, ainda, que deve avaliar nos próximos dias a convocação de um novo zagueiro, já que seus dois centrais, Nicolás Otamendi e Ramiro Funes Mori foram punidos com cartões amarelos diante do Peru.

Após o empate por 2 a 2 desta quinta, em Lima, o próximo desafio da Argentina é em casa, na próxima terça-feira, contra o Paraguai, no estádio Mario Alberto Kempes, às 20h30 (de Brasília) pela décima rodada das Eliminatórias.

Gazeta Esportiva

“Incansável”, Gabriel Jesus celebra gols com camisa 9 da Seleção

“Incansável”, Gabriel Jesus celebra gols com camisa 9 da Seleção

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Gabriel Jesus comemora seu gol chutando a bandeirinha de escanteio em Natal (Foto: Vanderlei Almeida/AFP)

Gabriel Jesus segue em ótima fase com a camisa da Seleção Brasileira. O atacante do Palmeiras foi um dos destaques na goleada por 5 a 0 sobre a Bolívia, na última quinta-feira, em Natal, pela nona rodada das Eliminatórias Sul-Americanas à Copa do Mundo 2018, ao marcar um gol, o quarto da noite, e dar assistência para Neymar abrir o placar na Arena das Dunas.

“Fico muito contente de estar podendo marcar com a camisa da Seleção. E mais contente de poder conquistar vitórias, que é o mais importante, é o que a Seleção precisa. Em se tratando de Seleção, vai ter sempre que conviver com vitórias e estar lá em cima na tabela”, comemorou o atacante.

Com apenas 19 anos, Gabriel Jesus mostrou grande vigor físico diante dos bolivianos mesmo tendo jogado na noite de segunda-feira, na vitória do Verdão por 3 a 2 sobre o Santa Cruz, no Recife, pelo Campeonato Brasileiro. Para estar inteiro a serviço da Seleção, o jogador contou com a ajuda de uma equipe de profissionais na comissão técnica de Tite.

“Incansável (risos). Tanto aqui na Seleção quanto no Palmeiras tem profissionais fisioterapeutas médicos massagistas todos que trabalham nessa parte de recuperação preparadores todos de alto nível muitos qualificados. Então, ajudam bastante os atletas e deixam a gente mais descansado. A gente tem que cuidar da alimentação, do descanso, da noite de sono. Junta tudo isso e dá para superar qualquer obstáculo”, bradou o atleta, que contabiliza três gols em três partidas com a Seleção, somando-se aos outros dois anotados contra o Equador, em setembro.

“Nunca na vida encarei nada como peso. Claro que se trata da camisa 9, que muitos craques já usaram e fizeram muitos gols. Eu trato como oportunidade de vestir ela e fazer gols também, ajudar a Seleção da melhor forma. Fico muito feliz por hoje poder ter essa honra de vestir a camisa 9 e de conquistar vitórias para o Brasil”, celebrou.

Com o triunfo sobre a Bolívia, o Brasil segue na vice-liderança das Eliminatórias Sul-Americanas, com 18 pontos, apenas um a menos que o Uruguai. O próximo compromisso da equipe nacional está marcado para esta terça-feira, às 21h30 (de Brasília), contra a Venezuela, em Mérida, pela 10ª rodada.

Gazeta Esportiva