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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 12 de Março de 2026
Com receita em queda livre, prefeituras travam investimentos em Mato Grosso do Sul

Com receita em queda livre, prefeituras travam investimentos em Mato Grosso do Sul

FPMCom a receita em queda livre como consequência da fraca transferência de recursos, principalmente referente ao FPM (Fundo de Participação dos Municípios), a maioria dos prefeitos de Mato Grosso do Sul está sendo obrigada a travar os investimentos e, por conta disso, corre o risco de comprometer a reeleição em 2016.

O próprio presidente da Assomasul (Associação dos Municípios), prefeito de Nova Alvorada do Sul, Juvenal Neto (PSDB), tem advertido os colegas, orientando-os a promover corte nos gastos diante da ‘rédea curta’ que boa parte deles convive por causa da crise financeira.

Dados da Assomasul revelam que computando as previsões de repasse do FPM nos meses de junho e julho o prejuízo será de R$ 28% em relação a maio.

Para o dirigente, assa diferença negativa deixa os gestores públicos em alerta, principalmente por não haver expectativa de verbas extras nos cofres das prefeituras em razão do contingenciamento anunciado recentemente pela presidente Dilma Rousseff.

Em maio, as 79 prefeituras dividiram R$ 95,281 milhões em FPM, incluindo R$ 2,895 milhões de transferência da chamada “estimativas de receitas”, cujo repasse é efetuado uma vez por ano como resultado de diferenças de valores acumuladas a cada mês.

Pelas previsões da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), junho deve fechar em R$ 82,883 milhões ou 10% a menos dos valores repassados no mês anterior, o que representará um prejuízo de R$ 15,623 milhões aos cofres públicos.

A queda prevista para julho em relação ao mês atual é de R$ 16,9%. De acordo com a entidade, está prevista uma pequena recuperação da receita, em torno de 25%, em agosto.

CORTES NO ORÇAMENTO

Em 22 de maio, o governo anunciou corte de R$ 69,9 bilhões no Orçamento deste ano. O contingenciamento tem por objetivo manter equilibradas as contas públicas, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Na prática, o corte vai retirar quase metade dos investimentos federais em Mato Grosso do Sul previstos para este ano, já que o Estado vai perder 39,7% (R$ 207,3 milhões) dos R$ 522,1 milhões estimados, restando apenas R$ 314,8 milhões.

Juvenal Neto alega que um dos fatores para o agravamento da crise é o endividamento das prefeituras  por conta dos programas criados pelo governo federal e que elas é que são obrigadas a desembolsar para mantê-los .

Um dos exemplos, segundo ele, é o PSF (Programa Saúde da Família), cujo gasto por equipe é de R$ 50 mil por mês. No entanto, a União libera apenas R$ 10 mil.

Para o presidente da Assomasul, isso gera um impacto muito grande na arrecadação municipal, fora as quedas constantes nos repasses constitucionais como consequência da política econômica imposta pelo governo federal.

Reportagem – Willams Araújo

 

Indústria estadual mantém saldo negativo na geração de emprego

Indústria estadual mantém saldo negativo na geração de emprego

EconomiaO setor industrial de Mato Grosso do Sul, composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, encerrou o mês de maio com mais uma redução líquida de postos de trabalho, apresentando saldo negativo de 453 vagas, enquanto no acumulado do ano o total de vagas encerradas nas atividades industriais do Estado sobe para 1.012, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Os segmentos industriais que apresentaram as maiores reduções no mês de maio foram indústria de produtos alimentícios e bebidas (-278), indústria têxtil e do vestuário (-150) e indústria mecânica (-102).

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, no conjunto da economia estadual, foram criadas 534 vagas no mês de maio, enquanto no acumulado do ano, o resultado aponta a abertura de 2.205 postos de trabalho. “Contudo, a média para o período, considerando o intervalo de 2005 a 2015, é 14.572 vagas abertas. Ou seja, o desempenho de janeiro a maio deste ano é 85% menor que o resultado médio historicamente obtido para o mesmo intervalo”, pontuou.

No conjunto das atividades industriais, Mato Grosso do Sul encerrou maio de 2015 com um contingente de 132.603 trabalhadores formalmente empregados, queda de 0,31% em relação a abril. “A indústria segue respondendo pelo segundo maior contingente de trabalhadores formais empregados no Estado, com participação de 20,7% sobre o total, ficando atrás somente do setor de serviços, que emprega formalmente 185.078 trabalhadores com participação equivalente a 28,9%”, detalhou Ezequiel Resende.

Detalhamento

Em Mato Grosso do Sul, conforme o Radar Industrial da Fiems, no período de janeiro a maio de 2015, ao todo 97 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 3.365 vagas. Entre as atividades industriais com saldo positivo de pelo menos 70 vagas destacaram-se fabricação de açúcar em bruto (+566), fabricação de álcool (+374), abate de suínos, aves e outros pequenos animais (+325), obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações (+272), distribuição de energia elétrica (+247), coleta de resíduos não-perigosos (+90), fabricação de calçados de material sintético (+82), fabricação de alimentos para animais (+80) e curtimento e outras preparações de couro (+73).

Por outro lado, no mesmo período, 107 atividades industriais apresentaram saldo negativo em Mato Grosso do Sul, proporcionando o fechamento de 4.377 vagas. Entre as atividades industriais com saldo negativo de pelo menos 70 vagas destacaram-se abate de reses, exceto suínos (-1.110), obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (-775), construção de edifícios (-307), construção de rodovias e ferrovias (-293), produção de ferro-gusa (-119), confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas (-104), fabricação de produtos de carne (-103), serviços especializados para construção não especificados anteriormente (-94), captação, tratamento e distribuição de água (-94), extração de minério de ferro (-93) e catering, bufê e outras comidas preparadas (-73).

Em relação aos municípios, constatou-se que em 41 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a maio de 2015, proporcionando a abertura de 2.351 vagas, com destaque para São Gabriel do Oeste (+410), Angélica (+408), Rio Brilhante (+214), Costa Rica (+141), Nova Andradina (+128), Maracaju (+121), Dourados (+118), Itaquiraí (+112), Iguatemi (+80) e Chapadão do Sul (+78). Por outro lado, no mesmo período, em 34 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 3.363 vagas, com destaque para Três Lagoas (-878), Campo Grande (-552), Caarapó (-442), Nova Alvorada do Sul (-241), Aparecida do Taboado (-193), Naviraí (-166), Bataguassu (-121), Água Clara (-119), Ribas do Rio Pardo (-110), Corumbá (-104), Coxim (-98), Cassilândia (-76) e Paranaíba (-70).

Reportagem – Daniel Pedra

Operadoras criam site para esclarecer os planos de internet móvel

Operadoras criam site para esclarecer os planos de internet móvel

A intenção é tentar diminuir as reclamações referentes à internet móvelFoto: DivulgaçãoConforme um acordo firmado com a Anatel em abril deste ano, as operadoras de telefonia móvel Algar Celular, Claro, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo lançaram um site para esclarecer a forma como seus planos de internet móvel funcionam. O acordo previa que as empresas tornassem as regras de consumo mais transparentes, explicando os motivos pelos quais o acesso dos clientes é cortado quando o limite da franquia contratada é atingido.

O conteúdo do site é constituído de texto, vídeos e ilustrações que explicam os termos técnicos utilizados pelas empresas nos contratos, como “dados”, “franquia de dados”, “internet móvel” e vários outros. Há ainda algumas informações em áudio para o internauta ouvir.

As operadoras também vão veicular na televisão o vídeo que encabeça esta postagem com o objetivo de informar os clientes sobre seus planos de dados. A intenção é tentar diminuir as reclamações referentes à internet móvel, o que tem gerado seguidas penalizações da Anatel sobre as empresas do setor.

Você pode acessar o site, que se chama “Navegar é Preciso”, através deste link e conferir todo o conteúdo publicado por lá.

Ministro do Trabalho aposta na qualificação para manutenção do emprego

Ministro do Trabalho aposta na qualificação para manutenção do emprego

Ministro do Trabalho aposta na qualificação para manutenção do emprego Ao divulgar os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) durante visita a Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (19/06), o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, destacou a importância da qualificação profissional oferecida pelo Sistema Fiems, por meio do Sesi, Senai e IEL, para a manutenção do emprego e alavancar a geração de novos postos de trabalho. “O desafio não é só manter os empregos, mas também como melhorá-los. Por isso, temos de investir agora, como prioridade, na qualificação profissional, na melhoria da qualidade do emprego”, declarou em entrevista coletiva realizada na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, em Campo Grande (MS).

Manoel Dias criticou ainda a campanha exagerada de pessimismo com relação ao momento em que o País está passando. “Precisamos ressaltar o que estamos realizando de bom, investindo muito na qualificação para criar competitividade”, afirmou, citando que, nos últimos meses, o setor da indústria é um dos que mais vem demitindo e por isso precisa urgentemente de políticas que busquem sua modernização e inovação para poder competir.

Nesse sentido, ele anunciou que, na próxima semana, será instaurado um comitê interministerial, composto pelo MTE, MDIC e Ministério da Fazenda, para iniciar um processo de discussão da modernização do parque industrial brasileiro. “Vamos discutir a desburocratização dos entraves e a modernização, além da NR 12, que é uma das reclamações recorrentes do setor industrial”, apontou.

Caged

Pelos dados do Caged, o País voltou a perder vagas de empregos formais no mês de maio e teve uma redução de 115.599 postos de trabalho. Esse é o pior resultado para meses de maio desde o início da série histórica do indicador, em 1992. No acumulado do ano, a queda registrada no emprego atingiu o montante de 243.948 postos de trabalho, ou seja,0,59% e, nos últimos 12 meses, ocorreu a redução de 452.835 empregos.

Os setores que registraram as maiores perdas foram da indústria da transformação, com baixa de 60.989 postos, o setor de serviços com queda de 32.602 empregos e o setor da construção civil com menos 29.795 postos. O desempenho do setor da indústria da transformação originou-se da queda de todos os ramos com destaque para a indústria de produtos alimentícios (-8.604 postos), indústria mecânica (-8.373 postos), indústria metalúrgica (-7.861 postos) e indústria de material de transporte (-7.715 postos).

Apesar da crise, Mato Grosso do Sul foi um dos Estados que apresentou desempenho positivo em relação ao comportamento do emprego, seguido por Goiás, Acre e Piauí. Em contrapartida, os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais foram os principais responsáveis pela perda do emprego no mês de maio.

Setor industrial de MS

O emprego formal na indústria sul-mato-grossense encerrou mais um mês com redução liquida de postos de trabalho. Em maio, o conjunto das atividades industriais (indústria de transformação, indústria da construção, indústria extrativa e SIUP) apresentou saldo negativo de 453 vagas. No acumulado do ano, o total de vagas encerradas nas atividades industriais do Estado sobe para 1.012. Por fim, nos últimos 12 meses, o resultado é de 9.998 postos de trabalho fechados.

Com o resultado o conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou maio de 2015 com um contingente de 132.603 trabalhadores formalmente empregados, queda de 0,31% em relação a abril. Os segmentos industriais com pior desempenho em 2015 são indústria da construção (-1.194), indústria metalúrgica (-191), indústria de produtos alimentícios e bebidas (-186) e indústria do vestuário e têxtil (-145).

“O resultado do Caged, infelizmente, só confirma o cenário de ajuste recessivo pelo qual a economia brasileira passa em 2015. Outros levantamentos como a Sondagem Industrial e Índice de Confiança do Empresário da Indústria já adiantam há algum tempo a fragilidade e a falta confiança existentes no ambiente econômico nacional e estadual”, analisou Ezequiel Resende Martins, coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.

Ainda de acordo com Ezequiel Resende, o nível de atividade não deve apresentar uma melhora de desempenho no curto prazo em Mato Grosso do Sul. “Especialmente no atual cenário, marcado pelo crescente desemprego, queda da renda do trabalhador, maiores restrições em relação ao crédito e, para finalizar, inflação em alta mesmo com a atividade em queda”, afirmou.

Reportagem – Daniel Pedra  

Longen destaca esforço do Governo de reduzir alíquota do ICMS em prol da competitividade

Longen destaca esforço do Governo de reduzir alíquota do ICMS em prol da competitividade

Longen destaca esforço do Governo de reduzir alíquota do ICMS em prol da competitividade Para o presidente da Fiems, Sérgio Longen, a entrega do projeto de lei que reduz a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre a comercialização do óleo diesel de 17% para 12% à Assembleia Legislativa e a intenção de encaminhar outros projetos de lei para atender os demais setores com o benefício da redução tributária são sinais claros do Governo do Estado de promover as mudanças necessárias para fazer o setor produtivo sul-mato-grossense mais competitivo.

“Ao tomar essas medidas, o Governo do Estado demonstra preocupação com o desenvolvimento econômico do Estado. Um posicionamento que já tinha ficado evidente com a adesão ao Movimento Brasil Competitivo (MBC), que viabilizou um acordo de cooperação técnica entre o Estado e o Movimento para garantir uma gestão comprometida em alcançar resultados expressivos, desenvolver a atuação das secretarias estaduais, recuperar a situação econômica e melhorar os serviços básicos prestados à sociedade”, recordou Sérgio Longen.

Ao avaliar a redução da alíquota do ICMS sobre o óleo diesel e a possibilidade de estender o benefício a outros setores, o presidente da Fiems reconhece o esforço do Governo do Estado. “Acreditamos que caminha para ser atendida a nossa proposta de reduzir de 17% para 12% a alíquota do ICMS sobre a energia durante a vigência do sistema de bandeiras tarifárias, que indica se a energia custa mais ou menos em virtude das condições de geração de eletricidade”, analisou.

Pela proposta do setor produtivo, representado pela Fiems, Famasul, Fecomércio, Faems e FCDL, entregue no dia 10 de março deste ano ao governador Reinaldo Azambuja, a alíquota do ICMS seria reduzida de 17% para 12% sobre a tarifa de energia elétrica durante o período de bandeira tarifária vermelha para a agropecuária, indústria, comércio e serviços. A solicitação feita pelas federações representativas do setor produtivo é respaldada pelas conclusões que demonstram estudo onde ficaram evidenciadas as graves consequências para as quais caminha o setor produtivo em decorrência da alta de até 46,27% para os consumidores de alta e média tensão.

Reportagem – Daniel Pedra    

Alunos da Rede E-TEc de Dourados vivenciam prática em aula realizada no projeto Fazendinha

Alunos da Rede E-TEc de Dourados vivenciam prática em aula realizada no projeto Fazendinha

O encontro presencial está previsto no cronograma do curso Técnico em Agronegócio oferecido pelo Senar/MSAs três turmas de alunos do curso Técnico em Agronegócio, oferecido pelo programa Rede e-Tec, do Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, finalizam este mês o primeiro semestre de estudos. O curso é oferecido na metodologia EaD – Ensino à Distância e conta com polos presenciais nos municípios de Dourados, Inocência e Maracaju onde acontecem as aulas e plantões de dúvidas.

No sábado (13), os alunos de Dourados participaram da primeira aula prática sobre “Técnica de Produção Vegetal”, no espaço Fazendinha, localizado no Sindicato Rural e puderam vivenciar como são feitas as etapas produtivas de plantio, sistemas de cultivo, análise e interpretação do solo.

Para Fernando Cazarin Mendes, 30 anos, que é funcionário de uma usina sucroalcooleira da região, a aula ofereceu uma oportunidade de complementar o conteúdo teórico e demonstrar na prática alguns segmentos de trabalho do setor. “Já atuei na área comercial de agricultura e hoje trabalho em uma usina, mas ainda não tinha tido este contato inicial do sistema produtivo. Por isso, fiquei satisfeito em aprender mais informações que me auxiliarão na escolha do segmento no qual poderei investir profissionalmente”, analisa.

O administrador de empresas, José Carlos Méda, 58 anos, revela que este é o segundo curso que frequenta na modalidade EaD, na qual já possui experiência. “Trabalho há 35 anos na agropecuária e resolvi participar da qualificação, depois de fazer outros cursos oferecidos à distância pelo Senar. Como meu trabalho exige muitas viagens foi a maneira que encontrei para estar sempre atualizado, tendo a opção de horários flexíveis”, argumenta.

Na opinião da estudante Denise Rafaele Gzik, 23 anos, o curso oferecido pelo Senar/MS foi a oportunidade que encontrou para aliar o interesse pela agropecuária, com uma qualificação que ampliasse as opções de trabalho no setor. “Meu objetivo é trabalhar no setor e atualmente concilio a faculdade de Administração de Empresas com Técnico em Agronegócio, ambos à distância. Confesso que o curso profissionalizante superou minhas expectativas e o aprendizado tem sido gratificante”, revela.

Avaliação profissional – O engenheiro agrônomo e instrutor do Senar/MS, Dorly Scariot Pavei, ressalta que a exposição prática terá mais uma etapa, mas, os alunos já demonstraram no primeiro encontro dedicação e interesse pelo trabalho no campo. “A participação foi ativa e a turma teve oportunidade de sanar dúvidas e questionar temas que não conheciam. O que mais me chamou a atenção foi o desejo de aprender e a experiência de alguns, que compartilharam suas experiências profissionais”, pontua.

Pavei comenta que o espaço colaborou bastante para o sucesso da aula, pois, como foi realizado no Sindicato Rural, localizado no Parque de Exposições de Dourados, propiciou ainda o contato com algumas máquinas utilizadas no manejo da lavoura. “Mostramos aos participantes algumas máquinas como as semeadeiras e plantadeiras e ainda, no espaço Fazendinha, analisamos algumas culturas como milho e fruticultura”.

De acordo com o superintendente regional do Senar, Rogério Beretta, a tecnificação do segmento rural comprova porque o agronegócio continua a ser o setor mais produtivo do país e aponta para uma mudança na oferta de vagas de trabalho. “O estabelecimento e importância do agronegócio são comprovados por resultados na economia nacional, já que foi o único setor a apresentar crescimento no PIB – Produto Interno Bruto no primeiro trimestre do ano, de 4,7%, segundo dados divulgados pelo IBGE. Em razão disso, o resultado não poderia ser diferente e muitas pessoas que saíram da área rural para estudar e construir uma profissão estão voltando para o campo, por perceber a oportunidade de conseguirem melhores opções de trabalho”, considera.

No cronograma do curso com carga horária de 1.200 horas/aulas e dois anos de duração estão previstas aulas práticas realizadas conforme a disciplina oferecida na plataforma online, ministradas por profissionais do Senar/MS e de instituições reconhecidas no setor.

Sobre o Sistema Famasul – O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.

O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul