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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 10 de Setembro de 2026
Indústria de MS abre mais de 10 mil vagas e lidera geração de empregos formais em MS

Indústria de MS abre mais de 10 mil vagas e lidera geração de empregos formais em MS

O conjunto da atividade industrial de Mato Grosso do Sul registrou abertura de 10.125 vagas formais entre janeiro e julho de 2026. Esse foi o segundo maior saldo da série histórica do Novo Caged para o período e o segundo resultado consecutivo acima de 10 mil novos postos. Os dados são do Observatório da Indústria do Sistema Fiems.

Com esse desempenho, a atividade industrial mantém a liderança na geração de empregos formais no Estado, respondendo por 53% do saldo total de empregos formais registrado em Mato Grosso do Sul em 2026.

O resultado reflete, em grande medida, o avanço dos investimentos bilionários em obras de construção e ampliação de fábricas no Estado, que seguem movimentando o mercado de trabalho e ampliando a demanda por mão de obra.

A atividade industrial de Mato Grosso do Sul é formada pelos ramos da Transformação, Construção, Serviços Industriais de Utilidade Pública e Extrativo Mineral.

As atividades com maior saldo de empregos são:

  • Montagem industrial (+2.015)
  • Construção de edifícios (+1.487)
  • Construção de rodovias e ferrovias (+1.219)
  • Instalação e manutenção elétrica (+787)

Já no ramo industrial da transformação, os maiores saldos ficaram por conta dos segmentos:

  • Fabricação de álcool (+1.108)
  • Abate de suínos (+533)
  • Abate de aves (+273)
  • Fabricação de açúcar (+185)
  • Abate de bovinos (+176)

Quanto aos municípios, os maiores saldos de contratação no ano foram registrados em:

  • Inocência (+4.691)
  • Campo Grande (+1.659)
  • Três Lagoas (+998)
  • Dourados (+544)
  • Rio Brilhante (+474)
  • Aparecida do Taboado (+313)
  • Corumbá (+196)
  • Itaquiraí (+184)
  • Mundo Novo (+169)
  • Fátima do Sul (+166)

Mais de R$ 1,6 bilhão do FCO ainda não virou crédito em MS

Mais de R$ 1,6 bilhão do FCO ainda não virou crédito em MS

Mais de R$ 1,6 bilhão dos R$ 3,028 bilhões previstos pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para Mato Grosso do Sul, em 2026, ainda não foi liberado. Até a reunião mais recente do Conselho Estadual de Investimentos do FCO, cerca de R$ 1,4 bilhão havia avançado para contratação, deixando pouco mais da metade do orçamento anual disponível para novos financiamentos nos últimos meses do ano.

Os recursos são destinados a empresas e produtores rurais e podem financiar desde a compra de máquinas e equipamentos até a expansão e modernização de atividades. Do total previsto para Mato Grosso do Sul, R$ 1,514 bilhão está reservado ao FCO Empresarial e R$ 1,514 bilhão ao FCO Rural.

O cenário ocorre em um momento de maior pressão sobre o caixa das empresas e propriedades rurais, com juros elevados, aumento do endividamento e margens mais apertadas. Na prática, a existência de dinheiro disponível para financiamento não significa que todo o volume será necessariamente contratado.

Para o economista Fábio Ferreira Júnior, diretor da Agricon Consultoria, a decisão de buscar o recurso precisa considerar a situação financeira de cada negócio.

“Estamos vivendo um cenário nacional que exige muito cuidado do empresário e do produtor. Endividamento, inadimplência, pressão sobre as margens e redução da confiança não podem ser ignorados”, afirma.

Segundo o economista, a contratação de um financiamento precisa estar ligada à capacidade de pagamento e ao retorno que o investimento poderá gerar.

Entre os pontos que devem ser avaliados estão o fluxo de caixa, o nível atual de endividamento, o valor da nova parcela e a capacidade de o investimento aumentar a produtividade, reduzir custos ou gerar receita.

“Crédito não resolve um negócio que não tem viabilidade. Mas o crédito certo, no momento certo e para o projeto certo pode ser uma ferramenta muito poderosa de crescimento”, diz.

O FCO financia projetos de setores como agropecuária, indústria, comércio e serviços. Em MS, os recursos também estão relacionados ao movimento de expansão de atividades ligadas ao agronegócio, à agroindústria e à indústria de celulose.

R$ 3 bilhões
O orçamento de R$ 3,028 bilhões destinado ao Estado foi dividido igualmente entre as linhas Empresarial e Rural. Até agosto, aproximadamente R$ 1,4 bilhão havia sido aprovado, enquanto cerca de R$ 1,6 bilhão permanecia disponível.

Fonte: Correiodoestado – Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

 

 

Indústria de MS bate recorde ao gerar 9,5 mil vagas de emprego no 1º semestre de 2026

Indústria de MS bate recorde ao gerar 9,5 mil vagas de emprego no 1º semestre de 2026

A indústria sul-mato-grossense bateu recorde no primeiro semestre de 2026 com a criação de mais de 9,5 mil vagas de emprego. Segundo o Observatório da Indústria da Fiems, este é o melhor resultado da série histórica do Novo Caged para o primeiro semestre.

O resultado supera em 6% o saldo registrado no mesmo período de 2025, quando foram criados 8.944 postos de trabalho, e também ultrapassa o antigo recorde para o primeiro semestre, registrado em 2023, com 9.008 novas vagas.

O setor industrial encerra o mês de junho com um contingente superior a 181 mil trabalhadores formais diretamente empregados, sendo 122,9 mil na Indústria de Transformação, 44,7 mil na Indústria da Construção, 8,7 mil nos Serviços Industriais e 4,8 mil na Indústria Extrativa Mineral.

Além de atingir marcas expressivas, o setor se consolidou como o principal motor da geração de empregos em Mato Grosso do Sul no ano, respondendo por 51% de todos os postos de trabalho criados no Estado no período.

Segundo o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende, esse desempenho reflete o avanço dos investimentos bilionários em obras de construção e ampliação de fábricas no Estado, que seguem movimentando o mercado de trabalho e ampliando a demanda por mão de obra.

As atividades com maior saldo de empregos são:

  • Montagem industrial (+1.700)
  • Construção de edifícios (+1.156)
  • Fabricação de álcool (+1.147)
  • Construção de rodovias e ferrovias (+983)
  • Instalação e manutenção elétrica (+625)
  • Frigorífico – Abate de bovinos (+610)
  • Frigorífico – Abate de suínos (+527)
  • Frigorífico – Abate de aves (+251)

Quanto aos municípios, os maiores saldos de contratação no ano foram registrados em:

  • Inocência (+3.848)
  • Campo Grande (+1.817)
  • Três Lagoas (+727)
  • Dourados (+653)
  • Rio Brilhante (+434)
  • Nioaque (+288)
  • Itaquiraí (+193)
  • Aparecida do Taboado (+187)
  • Corumbá (+187)
  • Mundo Novo (+172)

 

Declarar o IRPF no início ou no fim do prazo: qual compensa mais?

Declarar o IRPF no início ou no fim do prazo: qual compensa mais?

abertura do período de prestação de contas com a Receita Federal sempre traz o mesmo dilema aos contribuintes: correr para entregar a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) ou aguardar os últimos dias do prazo? A escolha interfere diretamente no calendário de restituição e pode impactar até mesmo na rentabilidade do valor a receber.

Para quem precisa de liquidez imediata, a regra é simples: declarar cedo aumenta as chances de receber primeiro. O cronograma de restituições segue, em regra, a ordem de entrega das declarações. Assim, quem envia o documento logo nos primeiros dias costuma ser incluído nos lotes iniciais, tradicionalmente pagos a partir de maio, conforme o histórico dos últimos anos.

Essa alternativa é ideal para contribuintes que contam com o dinheiro da restituição para equilibrar o orçamento, quitar dívidas ou realizar pagamentos programados ainda no primeiro semestre.

Já para quem não tem urgência, esperar pode ser uma estratégia financeira interessante. O valor da restituição é corrigido pela Selic, a taxa básica de juros da economia. Isso significa que, quanto mais tarde o pagamento, maior tende a ser o valor final recebido.

Com projeções indicando a Selic em torno de 12,5% ao longo de 2026, receber nos últimos lotes funciona, na prática, como um investimento conservador e automático. Enquanto o dinheiro permanece com o governo, ele é atualizado mensalmente, garantindo ganho real ao contribuinte.

Como funciona a fila de prioridades

Mesmo declarando logo no início, é importante lembrar que a legislação estabelece grupos com prioridade no recebimento da restituição. A ordem geralmente segue os seguintes critérios:

  • Idosos com 80 anos ou mais;

  • Idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou com doenças graves;

  • Contribuintes cuja principal fonte de renda seja o magistério;

  • Quem utilizou a declaração pré-preenchida e/ou optou por receber via Pix;

  • Demais contribuintes, conforme a data de entrega.

Planejamento evita surpresas

O valor da restituição não costuma ser uma surpresa. Durante o preenchimento da declaração, o próprio programa da Receita Federal informa se há imposto a pagar ou a restituir, apresentando uma simulação. Ainda assim, o resultado pode ser alterado caso o Fisco identifique inconsistências ou dados incorretos.

Antes de decidir quando enviar a declaração, o contribuinte pode usar simuladores oficiais para planejar melhor suas finanças e escolher a estratégia mais vantajosa para o seu perfil.

No fim das contas, declarar cedo ou esperar até o final do prazo não é uma questão de certo ou errado, mas de prioridade financeira. O essencial é respeitar o prazo e garantir que todas as informações estejam corretas para evitar problemas futuros com o “Leão”.

Acordo UE-Mercosul beneficia agro, indústria, comércio, bens e serviços: confira os avanços em 13 pontos

Acordo UE-Mercosul beneficia agro, indústria, comércio, bens e serviços: confira os avanços em 13 pontos

Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) foi aprovado nesta sexta-feira (9) pelo Conselho da EU. Com a previsão de ser assinado no dia 17 em Assunção, Paraguai, o tratado estabelece as bases da maior zona de livre comércio do mundo, envolvendo cerca de 700 milhões de pessoas.

Embora celebrado por governos e setores industriais, o acordo ainda enfrenta resistência de agricultores europeus e ambientalistas, que criticam possíveis impactos sobre o clima e a concorrência agrícola. A implementação será gradual e os efeitos práticos devem ser sentidos ao longo de vários anos.

Após a assinatura formal, o acordo ainda precisará ser aprovado pelo Parlamento Europeu.Partes que extrapolam a política comercial, como acordos técnicos, exigirão ratificação nos parlamentos nacionais da UE, o que pode alongar o cronograma e abrir espaço para disputas.

Confira os principais pontos do acordo:

1. Eliminação de tarifas alfandegárias

  • Redução gradual de tarifas sobre a maior parte dos bens e serviços;
  • Mercosul: zerará tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos;
  • União Europeia: eliminará tarifas sobre 95% dos bens do Mercosul em até 12 anos.

2. Ganhos imediatos para a indústria

  • Tarifa zero desde o início para diversos produtos industriais.

Setores beneficiados:

  • Máquinas e equipamentos;
  • Automóveis e autopeças;
  • Produtos químicos;
  • Aeronaves e equipamentos de transporte.

3. Acesso ampliado ao mercado europeu

  • Empresas do Mercosul ganham preferência em um mercado de alto poder aquisitivo;
  • UE tem PIB estimado em US$ 22 trilhões;
  • Comércio tende a ser mais previsível e com menos barreiras técnicas.

4. Cotas para produtos agrícolas sensíveis

  • Produtos como carne bovina, frango, arroz, mel, açúcar e etanol terão cotas de importação;
  • Acima dessas cotas, é cobrada tarifa;
  • Cotas crescem ao longo do tempo, com tarifas reduzidas, em vez de liberar entrada sem restrições;
  • Mecanismo busca evitar impactos abruptos sobre agricultores europeus;
  • Na UE, as cotas equivalem a 3% dos bens ou 5% do valor importado do Brasil;
  • No mercado brasileiro, chegam a 9% dos bens ou 8% do valor.

5. Salvaguardas agrícolas

UE poderá reintroduzir tarifas temporariamente se:

  • Importações crescerem acima de limites definidos;
  • Preços ficarem muito abaixo do mercado europeu;
  • Medida vale para cadeias consideradas sensíveis.

6. Compromissos ambientais obrigatórios

  • Produtos beneficiados pelo acordo não poderão estar ligados a desmatamento ilegal;
  • Cláusulas ambientais são vinculantes;
  • Possibilidade de suspensão do acordo em caso de violação do Acordo de Paris.

7. Regras sanitárias continuam rigorosas

  • UE não flexibiliza padrões sanitários e fitossanitários.
  • Produtos importados seguirão regras rígidas de segurança alimentar.

8. Comércio de serviços e investimentos

Redução de discriminação regulatória a investidores estrangeiros.

Avanços em setores como:

  • Serviços financeiros;
  • Telecomunicações;
  • Transporte;
  • Serviços empresariais.

9. Compras públicas

  • Empresas do Mercosul poderão disputar licitações públicas na UE;
  • Regras mais transparentes e previsíveis.

10. Proteção à propriedade intelectual

  • Reconhecimento de cerca de 350 indicações geográficas europeias;
  • Regras claras sobre marcas, patentes e direitos autorais.

11. Pequenas e médias empresas (PMEs)

  • Capítulo específico para PMEs;
  • Medidas de facilitação aduaneira e acesso à informação;
  • Redução de custos e burocracia para pequenos exportadores.

12. Impacto para o Brasil

  • Potencial de aumento das exportações, especialmente do agro e da indústria;
  • Maior integração a cadeias globais de valor;
  • Possível atração de investimentos estrangeiros no médio e longo prazo.

13. Próximos passos

  • Assinatura prevista para 17 de janeiro, no Paraguai;
  • Aprovação pelo Parlamento Europeu;
  • Ratificação nos Congressos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai;
  • Entrada em vigor apenas após conclusão de todos os trâmites;
  • Acordos que extrapolam política comercial precisam ser aprovados pelos parlamentos de cada país.
Atenção MEI: calendário empreendedor de 2026 traz novos prazos para regularização

Atenção MEI: calendário empreendedor de 2026 traz novos prazos para regularização

O sucesso dos pequenos negócios também está diretamente ligado ao cumprimento de compromissos e responsabilidades que entram em vigor a partir de 1º de janeiro, quando tem início o calendário empreendedor no país. Com foco na orientação dos Microempreendedores Individuais (MEIs) de Mato Grosso do Sul, o Sebrae/MS apresenta dicas e prazos para 2026, com atenção especial às regularizações e atualizações necessárias ao longo do ano.

Para a coordenadora de atendimento territorial do Sebrae/MS, Andréa Barrera, estar atento aos prazos é essencial para garantir a continuidade dos benefícios da categoria empreendedora. “O MEI regular permanece emitindo notas fiscais, pagando menos tributos e tendo os mesmos benefícios de uma pessoa jurídica. Mas, caso não esteja atento e perca o prazo, a sua empresa fica fora do regime diferenciado, estando sujeita aos tributos e obrigações de uma Microempresa, e, por isso, precisará contratar um contador e arcar com os demais registros e impostos necessários à modalidade empresarial”, destaca a coordenadora, que ressalta ainda que, para as microempresas, a contratação de um contador é uma exigência legal, enquanto o Microempreendedor Individual (MEI) é isento dessa obrigatoriedade.

Confira os prazos:

Reajuste

Até o dia 20 de cada mês, o valor da contribuição mensal do MEI – Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), deve ser recolhido pela guia – que, com o aumento do salário-mínimo para R$1.621, tem variação entre R$81,05 e R$87,05, dependendo da atividade exercida pelo profissional. Para o MEI Caminhoneiro, a contribuição mensal está entre R$194,52 e R$200,52. A primeira guia a considerar essa mudança vence em fevereiro de 2026, pois o recolhimento é sempre com relação ao mês anterior.

Regularização e adesão

Os empreendedores que receberam o Termo de Exclusão do Simples Nacional, pelo Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional, precisam regularizar os débitos em um prazo de 90 dias após a visualização do documento. O prazo para contestação do Termo de Exclusão permanece de 30 dias após a ciência. Essa exclusão resulta em perda de benefícios fiscais para os pequenos negócios que terão dificuldades para emitir notas fiscais, entre outras complicações.

Assim, até 30 de janeiro, os pequenos negócios (MEIs ou empresas ME e EPP) que foram excluídos do Simples Nacional, ou que inclusive estavam em débito com a Receita Federal, podem aderir novamente a esse regime de tributação, regularizando-se. No mesmo período, os MEIs que ultrapassaram o teto de faturamento de R$81 mil serão automaticamente desenquadrados da categoria de Microempreendedor Individual. Nesse caso, devem solicitar a permanência no Simples Nacional.

Declaração Anual

Até 31 de maio, a Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) está disponível para o preenchimento, e mesmo quem não teve faturamento no ano anterior precisa fazer essa declaração. O documento reúne as informações sobre as contribuições e o faturamento da empresa em 2025 e de empregados (se for o caso).

Mutirão do MEI

Para ajudar os microempreendedores individuais a começarem o ano com as pendências resolvidas, o Sebrae/MS promove, entre os dias 12 e 30 de janeiro, o Mutirão do MEI. São 85 pontos de atendimento em todas as regiões de Mato Grosso do Sul, distribuídos entre as unidades do Sebrae e parceiros, como Salas do Empreendedor e Associações Comerciais, abrangendo 59 municípios do estado. Durante o atendimento, são disponibilizados gratuitamente serviços como: regularização de débitos; orientação sobre reenquadramento e permanência no Simples Nacional; informações sobre prazos e obrigações fiscais; emissão de documentos e formalização. Além disso, empreendedores com qualquer tipo de dúvida podem procurar os postos para esclarecimentos.

Entre os pontos de atendimento, algumas opções são as unidades do Sebrae. Em Campo Grande, há a Sede, o Sebrae Parati/Aero Rancho e o escritório localizado no Pátio – o Shopping do Centro, das 8h às 17h. Já nas unidades do interior (Bonito, Corumbá, Coxim, Dourados e Três Lagoas), o atendimento será das 8h às 12h e das 14h às 17h. Dúvidas também podem ser esclarecidas pela Central de Relacionamento do Sebrae, no telefone 0800 570 0800, inclusive, para consultar se a sua cidade tem ponto de atendimento.