jul 6, 2015 | Economia
O trabalho do comércio aos domingos e feriados é um dos fatores responsáveis pela desestabilização da família e da constante e consequente perda de filhos e filhas (de trabalhadores) para o mundo da violência, das drogas, da prostituição e da marginalidade. A opinião é da nova diretoria da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS, entidade que representa mais de 100 mil trabalhadores no Estado, empossada na sexta-feira e que quer mudar esse quadro, acabando com o trabalho no comércio nesses dias em que a família poderia ficar unida para se fortalecer.
“Lamentavelmente, nos dias de hoje, dificilmente pais e filhos se encontram nos finais de semana para se integrar e aparar qualquer ameaça à sua estabilidade. O pior, é que a sociedade e principalmente as nossas autoridades, ainda não se deram conta disso e, portanto, não entendem a gravidade desse esfacelamento da família que o comércio, mais que qualquer outro segmento, provoca”, afirmou Pedro Lima, o novo presidente da Fetracom/MS, durante a sua posse, na presença de autoridades do Estado e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC.
Levi Fernandes Pinto, presidente da confederação (CNTC) e Lourival Figueiredo Melho, 1º secretário da entidade, vieram para a solenidade de posse. O fim do trabalho aos domingos é uma das bandeiras de luta da confederação e que será empunhada com mais garra, a partir de agora, pela FEtracom/MS, garante Pedro Lima.
A entidade pretende desenvolver campanhas de conscientização da opinião publica sobre a importância de acabar com o trabalho aos domingos. “Acreditamos que alguns segmentos são necessários, mas o comércio não, pois estudos comprovam que as pessoas que fazem compras aos domingos e feriados, poderiam muito bem fazê-lo em qualquer outro dia da semana. Ou seja, não procede a informação de que as vendas aumentam com a abertura do comércio aos domingos”, afirmou Lima que preside também o Sindicato dos Empregados no Comércio de Dourados.
Pedro Lima lembra que a família é a célula da sociedade e que o trabalho, o lazer e outras atividades existem para seu fortalecimento. O problema é que há muito tempo o trabalho vem afastando o marido, a mulher e os filhos, a cada dia. “Nossas autoridades deveriam ver isso e procurar ajudar a reverter esse processo e impedir, consequentemente, o aumento da marginalidade em nossas cidades e estados brasileiros”, apelou o novo presidente da Fetracom/MS.
POSSE – Além de Pedro Lima a Fetracom/MS empossou os seguintes diretores: Idelmar da Mota Lima, diretor tesoureiro; Dorival Pereira, diretor secretário; Estevão Rocha dos Santos, diretor de Patrimônio; Douglas Rodrigues Silgueiro, diretor social; Clodoaldo Fernandes, diretor de Recreação e Cultura; Orlando Terredor, diretor de Assuntos Econômicos; Divino José Martins, diretor de Legislação Sindical; Daniel de Araújo Ramalho, diretor de Legislação de Trabalho e Rubia Maria Nascimento Santana, diretora de Legislação Previdenciária. Pedro Lima e Idemar da Mota Lima, serão delegados junto à CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio).
Entre os presentes à solenidade no salão cultural do Clube de Campo do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande, estavam Levi Fernandes Pinto, presidente da CNTC; Lourival Figueiredo Melo, 1º secretário da confederação; José Lucas da Silva, presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias de MS e MT e o ex-superintendente regional do Trabalho e Emprego (SRTE/MTE) em Mato Grosso do Sul.
Reportagem – Wilson Aquino
jul 3, 2015 | Economia
Como oportunidades para as indústrias moveleiras e do vestuário e têxtil de Mato Grosso do Sul, a CNI (Confederação Nacional da Indústria), com o apoio do Sistema Fiems, por meio da Assessoria Sindical, está incentivando a participação de empresas no processo de oferecimento de bens e serviços necessários para a organização, planejamento e execução das Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016 na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
As empresas do segmento do vestuário e têxtil têm até o dia 11 de julho para se inscrever, enquanto as indústrias moveleiras podem fazer sua inscrição até o dia 14 de julho, conforme a assessora do PDA (Programa de Desenvolvimento Associativo) da Assessoria Sindical da Fiems, Aline Cardoso. “Este trabalho é de extrema importância, pois envolve as indústrias nacionais e dá oportunidade para as que estão instaladas em todos os Estados”, declarou.
De acordo com a CNI, as principais oportunidades estão nos setores gráfico, químico, de produtos médicos, telecomunicações e metalmecânico, segundo o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Para vencer a concorrência, a empresa deve se inscrever nohttp://portaldesuprimentos.rio2016.com/ e, em seguida, lançar propostas para os editais abertos.
As Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro serão realizadas de 5 a 21 de agosto de 2016 (Jogos Olímpicos) e de 7 a 18 de setembro de 2016 (Paraolímpicos), reunindo mais de 500 mil turistas, cerca de 10 mil atletas de mais de 200 países e mais de 88 mil profissionais, entre funcionários, voluntários e terceirizados. Para tornar esse evento possível, serão investidos, em despesas com compras cerca R$ 3 bilhões para a organização e realização dos dois eventos nos mais variados setores, sendo 10%, ou aproximadamente R$ 300 milhões, destinados às micro e pequenas empresas.
A indústria pode participar em diversas atividades, como no processo de fornecimento de bens e serviços necessários para a organização, planejamento e execução dos eventos. Verifique se sua empresa se enquadra no projeto e não perca a chance de participar dos primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos da América do Sul. Acesse o Portal de Suprimentos Rio 2016 (http://portaldesuprimentos.rio2016.com/) e conheça as regras de participação e quais segmentos e categorias serão demandados, bem como o plano de compras dos itens relacionados e as datas previstas para aquisição.
Acordo
No fim do ano passado, a CNI firmou um acordo de cooperação com o Comitê para divulgar as oportunidades ao setor produtivo e incentivar, também, micro e pequenas empresas a participar como fornecedoras dos jogos. Como o padrão de qualidade exigido é alto, conseguir um contrato pode mudar a trajetória de uma empresa.
“A indústria brasileira tem a chance de entrar no mercado não apenas de outras edições dos Jogos Olímpicos, como de outros grandes eventos internacionais. Acaba sendo uma vitrine”, avaliou o gerente-executivo de política industrial da CNI, João Emílio Gonçalves. O gerente-geral de suprimentos do Rio 2016, João Saravia, complementa: “Uma vez tendo entregue em alto nível para os Jogos, o fornecedor é visto como uma empresa de confiança, consistente, e está apta a participar desse mercado, que cresce ano a ano”.
Serviço – Mais informações podem ser obtidas na Incubadora Sindical da Fiems por meio do telefone (67) 3324-1963
Reportagem – Daniel Pedra
jun 30, 2015 | Economia
O anúncio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta segunda-feira (29) sobre a liberação de Mato Grosso do Sul e outros 13 estados para exportar carne in natura para os Estados Unidos estimula os pecuaristas, mas também os desafia, uma vez que terão de apresentar grande volume, com lotes padronizados e qualidade de excelência. Para ampliar as exportações e agradar os norte-americanos, a aposta de criadores e pesquisadores está na apresentação da raça Nelore, com a possibilidade de abate precoce, além do cruzamento industrial que propricia homogeneização da carne.
Para atender o novo mercado, o criador da Camapuã, Bruno Grubisich, aposta no cruzamento industrial de raças europeias com a Nelore. “Há algum tempo olhamos para esse nicho de produção de carne premium, mas com a abertura dos Estados Unidos, fica mais evidente e urgente a demanda de proteína com grau de sangue taurino mais acentuado. No Brasil já existe uma demanda considerável que nos direcionou na seleção genética apurada que agora tem total potencial de atender o paladar americano”, destaca Grubisich.
Segundo o pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Leonardo Nieto, os americanos habituados ao consumo de carnes nobres poderão se surpreender com a pecuária brasileira, mas isto dependerá do empenho do profissional no campo. “A aceitação vai decorrer do desempenho do produtor rural brasileiro em desenvolver e apresentar os melhores cruzamentos. Uma das soluções que Mato Grosso do Sul pode apresentar para agradar ainda mais o mercado externo é o abate precoce de Nelore, por exemplo, raça produzida em grande escala que se destinada à indústria ainda jovem, apresenta uma carne macia e saborosa”, considera o pesquisador.
Nieto alerta ainda que os criadores sul-mato-grossenses se destacam e devem ofertar uma proteína vermelha que subirá no conceito dos Estados Unidos. “Já há algum tempo que os criadores da região se preparam para o desenvolvimento de animais precoces, o que acarreta em maior qualidade em curto espaço de tempo, diminuindo o desafio desta região em atender outros países”, enfatiza o pesquisador da Embrapa.
Visualizando as altas exportações de carne dos Estados Unidos nos últimos anos, que causou queda do rebanho daquele país, o criador de Nelore Ciclo Curto (NCC), Rubens Catenacci, se apresenta como preparado para qualquer demanda. “A raça nelore precisa ser apresentada com todo o seu potencial para os americanos. Por meio da suplementação conseguiremos oferecer carne de qualidade e em grande escala, garantindo rentabilidade, estabilidade do setor e satisfação dos clientes exteriores”, salienta o proprietário da Fazenda 3R, que alimenta seus bezerros com pastagem e ração específica, alimentação capaz de aumentar em até 1,2 quilos por dia o peso do animal.
Para o zootecnisa Marcelo Fedrizzi Pinto, Mato Grosso do Sul está apto para atender diversos mercados, mas no Brasil ainda falta a linearidade da produção americana. “Em toda propriedade visitada nos Estados Unidos há uma semelhança bastante considerada na qualidade de estrutura dos animais, bem como cobertura de gordura, rendimento de carcaça e outras características que no Brasil oscila muito de uma fazenda para outra. Temos de focar em questões técnicas como essa para entrarmos fortemente em novos mercados, sem data marcada para sair”, pontuou o zootecnista durante o Circuito ILPF em Camapuã.
Dentro deste cenário, o empresário e produtor rural, Ricardo Almeida Cordeiro, considera que além do trabalho no campo há necessidade de um primoroso trabalho de marketing interno entre os pecuaristas do País, que deverão se unir para alcançar resultados significativos. “Só atingiremos o topo das exigências de nossos clientes externos com uma boa apresentação e homogeneização dos nossos produtos. A partir de agora é essencial que o marketing institucional coloque a proteína brasileira como referência para outros países e que fidelize o mercado com nosso novo cliente”, finaliza Cordeiro, proprietário da Rica Comunicação in Agribusiness.
jun 27, 2015 | Economia
Professor dá dicas de como educar o bolso para evitar prejuízos no futuro
Em ano de crise, a palavra “controle” deve aparecer com mais frequência no vocabulário do campo-grandense. E a maneira de cuidar das finanças pessoais vai determinar a qualidade de vida no futuro.
Para o professor de Contabilidade da Anhanguera-Uniderp, Pedro Alves, “as pessoas necessitam saber exatamente o quanto tem, o quanto devem e o quanto tem a receber. A partir daí, é preciso tentar economizar alguma quantia todos os meses, mesmo que seja pouco, e, se possível, tentar investir também”. Quem economiza hoje poderá chegar à aposentadoria com uma situação mais confortável no bolso e mais tranquilidade à mente.
Diante de uma economia estagnada, crescimento do desemprego, juros e inflação em alta, não resta dúvida que é preciso mudar os hábitos de consumo. “Agora mais do que nunca é imperativo cortar gastos, só manter as despesas essenciais como: saúde, educação e alimentação. Começar a fazer reservas, isto é, guardar dinheiro”, afirma o professor da área contábil-financeira.
E onde apertar o cinto?
Confira as dicas selecionadas pelo professor, Pedro Alves.
· Comece cortando supérfluos, diminuindo as saídas a bares e restaurantes, por exemplo. Procure evitar também a compra por impulso. Repense, na loja, se aquele item é realmente importante;
· Crédito disponível não significa que deva ser usado sem extrema necessidade ou quando não houver outra alternativa;
· Na hora de pagar as contas é preciso priorizar as que tenham uma maior importância no dia a dia, como a conta de luz, por exemplo, que acarretará em outros transtornos. Dívidas com juros altos vêm em seguida;
· É importante evitar endividamento em longo prazo. O ideal é fugir de parcelamentos, caso não seja possível faça uma simulação do quanto pode pagar ao mês sem comprometer na renda. Lembre-se: quanto mais se alonga uma dívida mais cara ela fica! Os juros estão altos demais – cartão de crédito 360% e cheque /especial 232% ao ano -, se possível procure negociar a dívida com o credor a taxas menores, propondo uma antecipação do pagamento, por exemplo. Busque o crédito consignado para pagar as dívidas com juros mais altos, pois geralmente os juros nessa modalidade são mais baixos.
Protegido na crise – Na visão do professor, o investimento em capital intelectual é a principal solução para diminuir os prejuízos da crise. “Capacitação, aperfeiçoamento nunca são demais”, afirma.
Mesmo com uma formação profissional, seja técnica ou superior, é importante a atualização constante e a internet oferece possibilidades de baixo custo ou até mesmo gratuitas. “Quanto mais habilidades, mais chances as pessoas tem de se inserir no mercado de trabalho, mesmo com esse mercado no início de uma recessão”, analisa o professor da Anhanguera-Uniderp, Pedro Alves.
Ensinamentos em literatura – Nesta quinta-feira (25) foi lançado, na Livraria Leitura, em Campo Grande, o livro “Educando o bolso – com noções de contabilidade e matemática financeira”, assinado pelo contador e matemático Pedro Alves.
A obra apresenta um breve histórico das tentativas recentes de implantação do tema Educação Financeira nas escolas brasileiras, traz direcionamentos sobre o uso correto do dinheiro e reúne dicas de boas práticas das finanças pessoais. Também é possível encontrar alternativas democráticas de investimentos disponíveis no mercado, orientações sobre como usar melhor o crédito e dicas de economia doméstica. “Temas como a carreira, o empreendedorismo e a importância do investimento nos estudos também podem ser encontrados no livro”, finaliza o professor.
O livro pode ser encontrado nas principais livrarias de Campo Grande, ao preço sugerido de R$ 39,90.
jun 26, 2015 | Economia
Com apoio da Fiems e do CRT (Conselho Temático Permanente de Relações de Trabalho) da Fiems, o IEL realiza, no dia 2 de julho, das 8 às 12 horas, no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, em Campo Grande (MS), o 2º Fórum RH Indústria 2015 – A Discussão que a Indústria Precisa. O evento foi promovido pela primeira vez em março deste ano em Três Lagoas (MS), quando possibilitou a criação de um canal direto de comunicação com as indústrias da região para debater assuntos que impactam na produtividade e competitividade das empresas.
O presidente do CRT da Fiems, Altair da graça Cruz, que participou da primeira edição do evento, destacou que recebeu muitas demandas das indústrias referente a diversos temas nessa região e, por isso, a importância de criar esse ambiente favorável para discussões. “Foi um trabalho voltado especificamente para o setor de recursos humanos das indústrias e acredito que tenha sido muito positivo para todos”, disse.
Já nesta segunda edição o objetivo é debater com as indústrias da região de Campo Grande as melhores práticas desenvolvidas na gestão de recursos humanos, oportunizando a discussão de temas que impactam diretamente no desenvolvimento de pessoas na gestão industrial. De acordo com a técnica do IEL, Patrícia Landolfi, o Fórum pretende tratar de questões fundamentais relativas ao desenvolvimento de pessoal e estratégias na área de recursos humanos, tendo em vista a crescente demanda de profissionais para atender o crescimento da indústria.
“Serão debatidas questões relativas à carreira, treinamento, relações trabalhistas, ambiente de trabalho, retenção de talentos, entre outros”, afirmou Patrícia Landolfi. Os gestores de recursos humanos serão estimulados a apresentar suas práticas, abordagens metodológicas e seus diferenciais, compartilhando experiências acerca de temas, desafios e dos resultados inerentes às suas atividades. Esta é uma estratégia diferenciada, inovadora, única, em que reuniremos as áreas de recursos humanos do segmento industrial em Mato Grosso do Sul.
Serviço – Mais informações podem ser obtidas pelo email eventos@ms.iel.org.br ou pelo telefone (67) 3044-2112
Reportagem – Daniel Pedra
jun 24, 2015 | Economia
Durante reunião realizada nesta terça-feira (23/06) no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, apresentou ao presidente do Conselho Nacional do Sesi, Gilberto Carvalho, o novo modelo de gestão do Sesi de Mato Grosso do Sul na área de saúde e segurança do trabalho. “Esse plano de ação será uma grande contribuição para o Sesi Nacional e também para o País. Para isso, pretendo nacionalizar essa experiência realizada em Mato Grosso do Sul”, disse Gilberto Carvalho.
Sérgio Longen reforçou que o novo modelo de gestão do Sesi na área de saúde e segurança do trabalho passa a prestar um serviço de consultoria às empresas com a indicação de mecanismos que mostram resultados efetivos, tratando questões como a redução do absenteísmo (faltas ao trabalho por inúmeras razões) com o acompanhamento e análise mensal de atestados de acordo com a CID (Classificação Internacional de Doenças), entre outras ações. “A intenção desse novo Sesi é impactar diretamente da vida do trabalhador com a humanização do trabalho e trazendo as melhores práticas com resultados para o empresário, trazendo um canal de comunicação entre a empresa e o Sesi”, pontuou.
O superintende do Sesi de Mato Grosso do Sul, Bérgson Amarilla, que também participou da reunião, destacou que as ações visam contribuir para a melhoria das áreas de educação e saúde e que a atuação do Sistema Fiems compreende uma ação integrada do Sesi e do Senai. “O nosso objetivo é unir as expertises para melhor atender nosso público que são as indústrias”, afirmou.
Já o diretor-regional do Senai de Mato Grosso do Sul, Jesner Escandolhero, apresentou o Programa Senai de Ecoeficência (PSE), que classifica a eficiência ambiental das indústrias, permitindo a ampliação em até 5% do percentual do benefício fiscal já concedido pelo Governo do Estado. “Adotando medidas responsáveis e ecológicas, as empresas ganham benefícios mediante a efetividade do plano técnico de sustentabilidade ambiental”, disse, destacando que a execução do PSE conta com a parceria do Sesi por meio do EcoSesi Observatório Socioambiental de Bonito.
Reportagem – Daniel Pedra