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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 12 de Março de 2026
A abertura de novos mercados desafia a indústria, mas, principalmente, o pecuarista, afirma JBS

A abertura de novos mercados desafia a indústria, mas, principalmente, o pecuarista, afirma JBS

A potencialidade de comercialização da carne brasileira para a China e Estados Unidos se tornou um desafio para indústria

A potencialidade de comercialização da carne brasileira para a China e Estados Unidos se tornou um desafio para indústria

A potencialidade de comercialização da carne brasileira para a China e Estados Unidos se tornou um desafio para indústria, mas também para o criadores brasileiros que ampliam a responsabilidade de produzir animais, em maior volume e qualidade, na meta de atender mercados cada vez mais criteriosos. Segundo a JBS, dentro deste cenário, a falta de sincronia entre os pecuaristas pode não deve prevalecer e a região Centro-Oeste terá papel imprescindível, por se tratar da região com maior volume de produção e com níveis de qualidade a se elevar.

Segundo Eduardo Krisztán Pedroso, do setor de originação da multinacional, há um processo de produtividade com qualidade a ser superado e que atenda aos desafios. “Temos que mudar a fase da nossa produção de proteína, sair da carne ingrediente para alcançar a culinária e a gourmet. A evolução de mercado requer mudança de modelo mental. Há um longo caminho a ser seguido, ainda que tenhamos projetos de ponta em nossa pecuária, não há sincronia do campo”, sinaliza.

Entre as respostas para a frenética demanda por carne dentro e fora do País, o diretor geral do Grupo Nelore Grendene, Ilson Corrêa, aponta que há estratégias da porteira para dentro, mas concorda quanto à necessidade de sincronia entre os produtores rurais. “Realizamos, anualmente, o maior leilão de touros do mundo, com a finalidade de distribuir genética capaz de desenvolver outros plantéis com a mesma capacidade que a Fazenda Ressaca. Em contrapartida, verificamos que há produtores que não cumprem com o dever de casa e deixam de investir.  Isso estimula um decréscimo na qualidade, com impacto para toda classe produtora”, destaca Corrêa. “A busca por qualidade está na base. Cabe ao pecuarista empreendedor optar pela produção de carne de alto padrão e ter valorização do seu produto, ou então se manter em moldes arcaicos, oferecendo ao mercado uma carne sem muitos atributos, ignorando a genética disponível”, completa.

Como todo o mercado, independente do ramo, há o que se melhorar na pecuária nacional e não é diferente no Estado que concentra o maior rebanho do País, Mato Grosso. “Nós, e os pecuaristas, temos a responsabilidade de colocar, na mesa do consumidor, uma carne macia e saborosa, que será apreciada diariamente. A população está crescendo e dispondo de mais renda, isso aumenta o nosso trabalho, pois, a cada dia, haverá mais pessoas demandando um produto melhor, que vem de animais castrados, novilhas gordas ou animais inteiros, com idade máxima de dois anos e acabamento de gordura superior a três milímetros”, afirma Pedroso.

Dados que confirmam o cenário desenhado pelo diretor da Nelore Grendene foram levantados, recentemente, pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), no estudo sobre a imagem da carne brasileira no mercado externo. Das classificações possíveis entre carne ingrediente, culinária ou gourmet, a proteína animal produzida no Brasil ainda está no nível ingrediente, sob a ótica dos importadores, com destino prioritário para produtos industrializados, como embutidos, conservas e carne moída, ou seja, produto regular de mercado, sem valor agregado. “Existem oportunidades para melhoria dos resultados da cadeia produtiva da carne bovina, em geral. Para tanto, é necessário expandir a educação comercial do produtor, com foco na produção de carne de qualidade e atendimento das expectativas do consumidor”, garante Eduardo Krisztán Pedroso.

Há uma barreira a ser derrubada pelos criadores, segundo o JBS, que ao analisar os abates de animais no sudoeste de MT com o Brasil, detecta a oportunidade para reduzir a idade de abate e melhorar o acabamento das carcaças.

O Farol da Qualidade da JBS, matriz que aponta a qualidade das carcaças, considerando parâmetros de sexo, idade, peso e acabamento, revela que apenas 10% dos animais abatidos no Vale do Guaporé têm carcaças que se enquadram no Farol Verde, ou seja, possuem características desejáveis pelo mercado da carne. No Brasil, essa média é de 14%, percentual também considerado baixo. Carcaças no Farol Amarelo, com características toleráveis, são 54% no sudoeste do Estado, contra 53% de média nacional. Já as carcaças no Farol Vermelho, padrão indesejável pelo mercado, somam 36%, três pontos além do indicado na média brasileira, de 33%. Segundo a multinacional, os números mostram uma oportunidade de melhoria genética do rebanho da região, criando bezerros com potencial para maior ganho de peso e precocidade de acabamento. Isso se soma à disponibilidade de grãos, o que é necessário para a intensificação da atividade. Uma porta aberta para a região seguir evoluindo no tripé da produção animal: genética, nutrição e manejo.

Sobre o aumento da rentabilidade do produtor rural, que opta pela qualidade, e confirmando seu papel no potencial da carne consumida no mercado interno e externo, o JBS afirma que, no quesito preço, os protocolos de tipificação estão avançando rapidamente, fazendo com que surjam melhores oportunidades de remuneração ao pecuarista, vinculadas à qualidade das carcaças abatidas. Dentro da porteira, o pecuarista tem ferramentas para capturar tal valor e que estão em suas mãos, como aumento de produtividade, redução da idade de abate (forte impacto na demanda de capital de giro e custo financeiro), carcaças mais pesadas e de maior rendimento (conformação superior e animais precoces com acabamento de três a dez mm de gordura). “Fazendo uma analogia, a carcaça é a embalagem da pecuária e preenchê-la, adequadamente, significa aumento de produtividade e, por consequência, do faturamento por hectare da propriedade rural. Isso é aumentar a renda do produtor economicamente antenado,” enfatiza Pedroso.

Ao considerar o depoimento do representante do JBS, Corrêa se utiliza da Nelore Grendene como exemplo e aponta o que valorizou o plantel administrado por ele. “A inserção da propriedade em programas de melhoramento genético, o acompanhamento técnico-científico, a integração com outras culturas, que aumentam a produção de forma vertical e sustentável, e outras estratégias que podem ser facilmente adotadas por pecuaristas de todas as regiões, elevaram a margem de lucro anual e nos apresenta, atualmente, como referência na produção da raça nelore”, pontua. “Dentro deste mercado internacional, existe a necessidade da união dos pecuaristas brasileiros que prezam por genética de procedência, para que, posteriormente, por meio da indústria frigorífica, possamos apresentar o nelore como uma carne de excelência aos investidores estrangeiros, alcançando mercados ainda maiores, infinitos e valorizados”.

Contudo, apesar das inúmeras barreiras e passos largos a serem dados, o pecuarista brasileiro tem o que se comemorar, pois mercados se abrem e crescem conjuntamente à valorização do seu trabalho e produção. Com o Brasil consumindo 80% da sua produção de carne, o consumo não obedece a proporção natural dos cortes da carcaça, o que faz das exportações um importante regulador de preços de mercado do boi gordo. Nos primeiros meses de 2015, os principais destinos externos da carne brasileira passaram por crise econômica e, consequente, reduziram o poder de compra de suas moedas, como aconteceu com a Rússia, Venezuela e Oriente Médio. Do outro lado, a dificuldade da reposição força a alta dos preços do boi gordo e abate de animais mais pesados, mesmo que tardios.

Relacionando estes aspectos, Pedroso desenha um panorama bastante otimista, não só para os produtores, mas também para os consumidores. “Os preços elevados da carne nas gôndolas estão afetando a régua da demanda do mercado doméstico e a estabilidade do mercado no curto prazo. Mas as projeções são otimistas para o segundo semestre, com a recuperação dos volumes e abertura de novos mercados de exportação e seu equilíbrio com o mercado interno. É indiscutível a vocação brasileira para ocupar espaço na demanda crescente por carne bovina, projetada para as próximas décadas”, finaliza.

Exportação estadual de industrializados já acumula queda de 21,3% no ano

Exportação estadual de industrializados já acumula queda de 21,3% no ano

Exportação estadual de industrializados já acumula queda de 21,3% no ano

Exportação estadual de industrializados já acumula queda de 21,3% no ano

A receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul já acumula queda de 21,3% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, diminuindo de US$ 1,81 bilhão para US$ 1,42 bilhão, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. A redução nas vendas para o exterior foi motivada pelas quedas nos grupos “Extrativo Mineral”, “Complexo Frigorífico”, “Óleos vegetais”, “Couros e Peles” e “Papel e Celulose”, que proporcionaram, no comparativo com igual período de 2014, diminuição das receitas no total de US$ 428 milhões.

 Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, quanto à participação relativa do setor industrial sobre tudo o que foi exportado por Mato Grosso do Sul no acumulado do ano chegou a 60%. “Com receita equivalente a US$ 253,8 milhões, junho de 2015, registrou o segundo pior resultado para o mês dos últimos cinco anos da série histórica da exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul, reforçando o quadro de forte desaceleração das vendas externas de Mato Grosso do Sul em 2015”, pontuou.

Detalhamento

No período de janeiro a junho, 97,9% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior ficou concentrada, basicamente, em sete grupos: “Papel e Celulose”, “Complexo Frigorífico”, “Açúcar e Etanol”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Couros e Peles” e “Alimentos e Bebidas”. No caso do grupo “Papel e Celulose”, a receita totalizou US$ 516,2 milhões, indicando queda de 4,5% sobre igual período de 2014, quando as vendas foram de US$ 540,7 milhões. O resultado verificado teve como principal influência a diminuição das aquisições em importantes mercados compradores da celulose sul-mato-grossense, com destaque para a Holanda, Estados Unidos e Coreia do Sul, que, somados, compraram US$ 52,1 milhões a menos, quando comparado com igual período do ano passado.

No “Complexo Frigorífico”, a receita de exportação de janeiro a junho de 2015 alcançou o equivalente a US$ 423,7 milhões, apontando queda de 27,5% sobre igual período do ano anterior, quando a receita havia sido de US$ 584,7 milhões. A redução observada se deu, principalmente, por conta da forte diminuição das compras em importantes mercados para as carnes de Mato Grosso do Sul, com maior peso para a Rússia, que sozinha foi responsável por uma redução superior a US$ 142,7 milhões, enquanto na sequência estão Hong Kong, Venezuela, Arábia Saudita, Holanda, Japão e Chile.

Outros grupos

Já no grupo “Açúcar e Etanol” a receita de exportação de janeiro a junho de 2015 alcançou o equivalente a US$ 177,7 milhões, crescimento nominal de 37,3% sobre igual período do ano passado, quando as vendas foram de US$ 129,4 milhões. A elevação verificada se deu em função do forte crescimento no volume comercializado de “Outros açúcares de cana”, aumento de 61% ou quase 200 mil toneladas a mais que igual período do ano passado, tendo como os principais compradores até o momento Rússia, Bangladesh, China, Argélia, Índia e Nigéria.

Quanto ao grupo “Extrativo Mineral” a receita de exportação de janeiro a junho de 2015 alcançou o equivalente a US$ 99,7 milhões, indicando recuo de 62% sobre igual período de 2014, quando as vendas foram de US$ 262 milhões. Resultado fortemente influenciado pela queda de 57% observada no preço médio da tonelada do minério de ferro e, por fim, os minérios exportados por Mato Grosso do Sul tiveram a Argentina como principal destino com 98,6% do total ou US$ 98,3 milhões. No grupo “Couros e Peles”, a receita de exportação foi de US$ 65,2 milhões, indicando queda de 38,3% sobre o mesmo intervalo de 2014, quando as vendas foram de US$ 105,6 milhões. A queda verificada foi influenciada, basicamente, pela redução das compras efetuadas pela China, Itália, Hong Kong e Tailândia que, somados, proporcionaram receita inferior em US$ 34,8 milhões.

Já o grupo “Óleos Vegetais” fechou o período de janeiro a junho de 2015 com receita equivalente a US$ 105,8 milhões, apontando queda de 27,7% sobre o mesmo intervalo de 2014, quando as vendas foram de US$ 146,3 milhões. O desempenho foi fortemente influenciado pela queda de 57% nas compras realizadas pela Tailândia e Holanda, sendo que os dois países eram os principais destinos das vendas de Mato Grosso do Sul, com participação equivalente a 65,0%. Por fim, o grupo “Alimentos e Bebidas” fechou o intervalo de janeiro a junho de 2015 com receita equivalente a US$ 10,8 milhões, uma redução de 23,4% na comparação com igual período de 2014, quando as receitas foram de US$ 14,1 milhões. A queda foi influenciada, basicamente, pela redução das compras em importantes mercados como Bolívia e Alemanha que, somados, proporcionaram receita inferior em US$ 8,43 milhões.

 Reportagem – Daniel Pedra

Fiems defende aumento do consumo de diesel para manter alíquota do ICMS em 12%

Fiems defende aumento do consumo de diesel para manter alíquota do ICMS em 12%

Fiems defende aumento do consumo de diesel para manter alíquota do ICMS em 12%

Fiems defende aumento do consumo de diesel para manter alíquota do ICMS em 12%

Ao participar da primeira reunião da Comissão Especial de Acompanhamento dos Resultados da Redução do ICMS do Diesel em Mato Grosso do Sul, realizada nesta quarta-feira (08/07), na Assembleia Legislativa, em Campo Grande (MS), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, defendeu o aumento do consumo do combustível para manter a alíquota do ICMS em 12%. A estimativa é de que os postos de combustíveis do Estado tenham um incremento de pelo menos 40% nas vendas de diesel para que o Governo possa evitar perda de receita e, dessa forma, manter a alíquota menor do imposto.

“Para se alcançar o objetivo de manter a alíquota em 12%, é necessário o acompanhamento da comissão em todos os sentidos. Precisamos avaliar os grandes consumidores e buscarmos ganhar volume de produtos consumidos aqui no Estado para que a perda da receita não seja grande e consigamos manter a alíquota”, avaliou Sérgio Longen, reforçando que o setor produtivo estadual deseja a manutenção dessa alíquota competitiva para o diesel.

Ele acrescenta ainda que o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa cederam e, agora, o setor produtivo tem de buscar transferir para a sociedade uma informação clara de que é preciso manter essa redução de pelo menos R$ 0,15 no preço final do combustível. “Assim teremos condições de sermos competitivos”, declarou.

O presidente da Fiems disse também que pontualmente alguns postos já reduziram o valor na bomba, enquanto outros, por terem adquirido o combustível no mês anterior, ainda não o fizeram. “Precisamos primeiro acompanhar em todos os sentidos e buscarmos companhias de petróleo para que elas também compreendam que precisam colaborar para que Mato Grosso do Sul ganhe volume necessário para que a perda de receita não seja um empecilho para manter a alíquota de 12%”, analisou.

Na compreensão do deputado estadual Paulo Corrêa, que preside a Comissão, todos os atores estiveram representados na primeira reunião feita com ata e pauta e que a próxima já ficou agendada para 5 de agosto. “Diante dos números apresentados precisamos de incremento de 40% na venda de diesel e isso não é brincadeira, por isso precisamos nos unir e atrair os grandes consumidores, transportadoras para que abasteçam em nosso Estado e assim poder aumentar a galonagem vendida em Mato Grosso do Sul. Temos números de que Três Lagoas está com R$ 0,50 a menos por litro, Dourados redução de R$ 0,28 por litro e Campo Grande R$ 0,17 a menos. O que queremos é uma grande  campanha de conscientização para que aqueles consumidores de diesel também cobre a redução de pelo menos R$ 0,15”, declarou.

Para o secretário-adjunto da Secretaria Estadual de Fazenda, Jader Julianelli, aumentar o consumo do diesel no Estado é o grande desafio da medida. “O maior desafio para que o Estado possa manter essa medida é justamente esse aumento de consumo, que nós temos que ter um aumento de consumo suficiente para que ele possa dar o mesmo valor de arrecadação esperado em relação à pauta antiga e à alíquota antiga. Os principais caminhos para isso é que esse preço, essa diferença da alíquota seja realmente percebida no preço final de bomba, no preço final de venda ao consumidor e que isso permita que o consumidor, tanto os individuais quanto os grandes consumidores possam adquirir mais o diesel dentro do Estado”, declarou.

Ele lembrou que a própria lei já foi feita e justificada que teria vigência nessa alíquota de 12% até 31 de dezembro deste ano. “Aí sim se verificará que este consumidor adicional foi percebido ou não, em não havendo, provavelmente, automaticamente a alíquota já retorna a 17%. Então isso o governo analisará ano que vem porque a lei ela já foi feita dessa forma, vigência até 31 de dezembro de 2015. Ano que vem o governo irá analisar se os objetivos foram cumpridos”, finalizou.

 Reportagem – Daniel Pedra

Em Juti, Agricultura Familiar será destaque na 11ª edição da Feira de Sementes Crioulas

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Ministro cita agricultura como vetor de desenvolvimento para o Brasil Central

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Empresários vão promover na Capital a 1ª Feira de Calçados, Couros e Vestuário de MS

Empresários vão promover na Capital a 1ª Feira de Calçados, Couros e Vestuário de MS

feira de calçadosUm grupo formado por 58 empresários ligados às indústrias de calçados, couros e vestuário de Mato Grosso do Sul vai promover, de 18 a 23 de julho, no Armazém Cultural, localizado na antiga Estação Ferroviária de Campo Grande (MS), a 1ª Feicc-MS (Feira de Calçados, Couros e Vestuário de Mato Grosso do Sul), um evento voltado exclusivamente para os lojistas de calçados e confecções do Estado.

Segundo o presidente do Sindical/MS (Sindicato das Indústrias de Calçados de Mato Grosso do Sul), João Batista de Camargo Filho, a Feira é um sonho antigo do segmento de calçados e confecções do Estado. “Ao todo serão 58 expositores e temos a previsão da participação de 400 lojistas do Estado e alguns convidados de países vizinhos, como Paraguai, Bolívia, Chile, Equador, Uruguai e Argentina”, informou.

Ele completa que as feiras regionais são realizadas atualmente em todo o Brasil e vêm crescendo a cada edição. “Nesse sentido, Mato Grosso do Sul não poderia ficar de fora dessa tendência de mercado. A Feicc está sendo elaborada nos mesmos padrões de eventos semelhantes realizados em grandes centros, como São Paulo e Rio Grande do Sul”, reforçou.

Já o organizador operacional da 1ª Feicc-MS, Sergio Rocha, explica que no dia 18 de julho será promovido o lançamento oficial do evento, às 19 horas, com desfile da coleção Primavera-Verão 2015/2016, com modelos infantis e adultos (masculino e feminino), além de uma apresentação do cantor sertanejo Nader Safa. “De 19 a 22 de julho a Feira será realizada das 8 às 20 horas, enquanto no dia 23 de julho será das 9 às 18 horas, sendo que os lojistas interessados em participar podem obter mais informações pelo site www.feiccms.com ou pelo telefone (67) 9830-7572”, informou.

Reportagem – Daniel Pedra