fev 18, 2016 | Economia
Empresas investem cada vez mais em tecnologia modernizando processos e favorecendo o aumento do número de vagas no setor.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2015 teve o pior índice de desemprego desde 1992, o mais alto em 24 anos, resultado de demissões generalizadas em quase todas as áreas da economia. Contudo, enquanto a maioria dos setores promovem cortes, a área de Tecnologia da Informação caminha na direção contrária empregando 1,3 milhão de pessoas.
O crescimento de 44,2% no número de vagas do setor em 2015, conforme pesquisa divulgada pela Catho, confirma a tendência de que cada vez mais as empresas vão substituir processos manuais e papéis por ferramentas digitais.
Assim, cada vez mais a informação fica rápida e barata quando armazenada em computadores, reduzindo espaço e tempo, o que requer conhecimento tecnológico, que nem sempre a empresa possui, gerando a necessidade dos profissionais de TI.
“Em momentos de recessão econômica, as empresas tendem a investir em infraestrutura como forma de se preparem para quando os investimentos recomeçarem, aguardando o crescimento nas vendas e o período de recuperação. E um dos primeiros investimentos costuma ser em tecnologia, afinal, toda organização precisa de soluções para melhorar seus serviços ou vender seus produtos”, avalia Jorge Almoas, Analista de Marketing da DígithoBrasil, empresa especializada em desenvolvimento de softwares.
Conforme revelam os indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a crise está longe de iniciar uma trajetória de reversão e promete continuar provocando o fechamento de vagas, fazendo o índice de desemprego alcançar os 10% já no primeiro trimestre de 2016.
Enquanto o cenário não melhora para todos os setores, a contratação na TI continua e as oportunidades na área de tecnologia são cada vez mais atrativas.
fev 11, 2016 | Economia

Senai e Prefeitura de Maracaju disponibilizam curso de eletricista instalador residencial
O Senai de Maracaju, em parceria com a Prefeitura Municipal, inicia, segunda-feira (15/02), o curso gratuito de eletricista instalador residencial para atender uma demanda do mercado local. As aulas serão realizadas na sede do CISS (Centro Integrado Sesi Senai) do município, no período noturno e, ao todo, são 30 alunos, sendo que a previsão para o término do curso está marcada para 19 de abril.
Segundo o gerente do Senai de Maracaju, Antônio Carlos de Campos Faria, o curso terá 180 horas-aulas, com conteúdo programático que prevê a abordagem de temas como instalações elétricas e atitudes empreendedoras para o mercado de trabalho. “Essa parceria foi firmada em janeiro deste ano e deve oferecer outros cursos gratuitos”, afirmou.
Antônio Carlos ressalta que o curso de qualificação profissional de eletricista instalador residencial tem por objetivo o desenvolvimento de competências relativas à execução e manutenção de rede elétrica de baixa tensão em edificações. O profissional deve executar e manter as instalações elétricas em edificações atendendo aos requisitos técnicos de qualidade, saúde, higiene e segurança, e de meio ambiente.
“O eletricista instalador residencial tem, atualmente, um leque bem amplo de possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Há boas perspectivas para essa área, pois há uma demanda de eletricistas nos setores de construção civil, manutenções residenciais, telecomunicações e eletrônica”, pontuou o gerente do Senai de Maracaju.
Serviço – Mais informações no CISS de Maracaju, que fica na Rua Alcides Vieira Matos, 2.200, Bloco A, Centro, ou pelo email ecoelho@ms.senai.br
Daniel Pedra
fev 11, 2016 | Economia
Depois da avaliação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em que o Ministério do Trabalho divulgou as 466 mil demissões no ano de 2015, pecuaristas e agricultores destacam que desse mal, o agronegócio no Centro-Oeste brasileiro não sofre. Neste ano, o único setor com salto positivo prevê manter os empregos gerados, influenciados pelo avanço na produção, investimento em tecnologia, capacitação, além da taxa de câmbio, que favoreceu o volume das exportações.
Na cidade de Cáceres, em Mato Grosso, o diretor da Nelore Grendene, Ilson Corrêa, fechou o ano passado coordenando uma equipe de 140 trabalhadores rurais, e neste ano, os novos investimentos em lavoura e produção de genética, abrirão cerca de 15 vagas já no primeiro semestre. “Não tenho dúvida que a pecuária continuará firme. Com as oscilações econômicas, mantém necessária a cautela, mas crise não veremos”, destaca Corrêa, que junto a sua equipe, prepara 1000 touros por ano, para colocar no mercado, que no último ano foram comercializados por média de R$ 11.064,25, cada.
Já na agricultura o Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) destaca um cenário que preocupa, mediante ao preço dos insumos e às modestas perspectivas na produção de soja, em relação ao ciclo passado. “O crescimento da safra 2014/15 em relação a 2013/14 foi quase de quinze milhões de toneladas, isso gera mais empregos no campo, aumenta o volume de exportação, apesar de que em receita nós caimos, com um decréscimo de quase cinco bilhões de dólares, em função dos preços internacionais que estão mais baixos. Obviamente que a taxa de câmbio deu competitividade maior para que o Brasil pudesse exportar, e mesmo com esse excedente, em quantidade nas exportações, a receita foi menor devido ao preço ser balizado em dólar, e isso gera incertezas”, afirma o vice-presidente do CESB, Leonardo Sologuren.
Essa precaução, citada por Sologuren, junto a outros fatores, poderá proporcionar um cenário estabilidade, com comemorações mais tímidas. “Esse crescimento da produção primária, acabou impulsionando a cadeia como todo e, consequentemente, geramos mais empregos. Talvez em 2016 o saldo não seja tão positivo, já que a produção não deve crescer tanto, em função de limitantes de crédito, aumento do custo de produção e outros fatores”, enfatiza.
Na estado de Goiás, em que os números locais repetiram as taxas nacionais, com desempregos no ano passado em todos os setores, exceto no campo, o gerente de assuntos técnicos e econômicos da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faeg), Edson Novaes, defende que é possível repetir o cenário de empregabilidade rural, mas isso dependerá da parceria público-privada. “Este ano será desafiador, pela questão cambial, taxas elevadas e demanda reprimida. Mantermos os empregos no campo, já será uma vitória, mas para isso será necessário que tanto o Governo Federal, quanto Estadual, cumpram com o papel de incentivar o setor, sem elevação da carga tributária, apoio logístico e assistência técnica. Assim como em Goiás, as Federações dos outros estados terão papel fundamental na formação de mão de obra e na manutenção dos empregos”, acredita Novaes.
As quase 10 mil contratações em 2015 pelo agronegócio brasileiro, foram motivadas pelos elevados números da produção agropecuária e a participação do agro na balança comercial, segundo o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa).
fev 10, 2016 | Economia
Agravamento da crise econômica, resultando no enxugamento de postos de trabalho e um mercado de trabalho cada vez mais restrito e competitivo, fez crescer a procura do trabalhador por cursos de qualificação em Mato Grosso do Sul em 2016.
Somente no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a estimativa é que 30% das 23,6 mil vagas ofertadas para todo o primeiro semestre deste ano (entre qualificação técnica, aperfeiçoamento e treinamento e também de nível superior) pela instituição no Estado já estejam preenchidas.
Cenário semelhante também vem sendo observado na Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab), por meio da Casa de Qualificação. Atualmente, há 1,3 mil pessoas na fila de espera por um dos cursos oferecidos no espaço.
*Leia reportagem, de Daniella Arruda, na edição desta quarta-feira (10) do jornal Correio do Estado.
Correio do Estado
fev 4, 2016 | Economia

Patrícia inova o conceito de cafeteria em Três Lagoas
Em breve a cidade das águas será contemplada com uma Paneteria e Cafeteria diferente, a Pão Nosso. Com um conceito inspirado em cafeterias de São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande e outros grandes centros, o local, além de contar com uma arquitetura diferenciada, cada detalhe foi pensado para proporcionar tranquilidade ao cliente e também comodidade, contando com espaços para carregar celulares, ambiente climatizado e também wi-fi.
Para a empresária Patrícia Aleixo Ronda, que veio do Rio de Janeiro para trabalhar em Três Lagoas, “ vi uma oportunidade na cidade e resolvi investir junto com meu pai. Comprei uma padaria na João Dantas e vai fazer dez meses que estamos nesse ramo. Faz cinco anos que estamos aqui na cidade e vamos trazer uma cafeteria diferenciada”, ressalta.
Com uma gestão de pessoas voltada para a capacitação da equipe, Patrícia diz que as pessoas poderão esperar um pão de qualidade, diversas variedades de doces, pratos fitness e também café gourmet.
“Vamos ter cafés brends. Trata-se de um café gourmet que o processo inicia-se desde a escolha do grão em cada safra. Aspectos como a safra, o clima, ciclo de chuvas e sol, maturação, ponto de torra, entre outros fatores, influenciam diretamente no sabor e aroma do café”, reforça.
A Pão Nossa Paneteria e Cafeteria contará com serviço de barista, profissional que sabe diferenciar e extrair o melhor do café, assim como trabalhar a arte, por meio de belos desenhos. O estabelecimento fica localizado na Avenida Antonio Trajano, 1.085 – Centro. Em breve mais novidades sobre a inauguração.
Reportagem – Rafael Furlan
fev 2, 2016 | Economia
Os agricultores brasileiros compraram a ideia de expandir a produtividade da soja e se inscreveram no Desafio de Máxima Produtividade da Soja, safra 2015/16, realizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil – CESB. Foram 4.000 inscrições, 27,5% de inscrições a mais que a edição passada, quando 2.900 áreas foram avaliadas. Envolvendo mais de 11 mil profissionais, entre agricultores, agrônomos e consultores, o Desafio 2015/16 terá seu resultado oficial divulgado em evento que acontecerá em junho deste ano. O recorde de inscrições foi publicado oficialmente nesta terça-feira (1º), pelo CESB.
Segundo a comissão organizadora do Desafio, agricultores distribuídos por 799 municípios de 17 estados brasileiros concorrem ao prêmio de maior produtividade da soja na safra atual. “Recebemos inscrições de todas as regiões que se dedicam ao cultivo da oleaginosa. Tanto nas categorias de área irrigada e não irrigada o volume surpreendeu, e isso mostra que o agricultor brasileiro preza por inovação e que está produzindo cada vez mais e melhor”, pontua o presidente do CESB, Luiz Nery Ribas.
Segundo o diretor executivo do Comitê, Luiz Antonio da Silva, a próxima etapa será acompanhar as inscrições que receberão auditoria na propriedade, com avaliação durante a colheita. “Nosso objetivo principal é incentivar os sojicultores a ultrapassarem barreiras e inovarem nas técnicas de cultivo, a fim de que outras práticas sejam descobertas, contribuindo para o crescimento da produtividade e assim identificarmos e democratizarmos, junto ao sistema produtivo, estas inovações técnicas e estratégias empregadas”, destaca o diretor do CESB.
“O CESB desafia e incentiva o talento do produtor brasileiro no desenvolvimento de novas práticas de cultivo, que resultem na extração do potencial máximo da cultura de forma rentável e sustentável. Entendemos que se o produtor rural empregar boas práticas e conseguir produzir mais, ele garante maior rentabilidade para o seu negócio e credibilidade para o setor, que poderá exigir soluções mercadológicas com maior potencial”, enfatiza o gerente de marketing da BASF, Elias Guidini, representante de uma das 15 patrocinadoras do CESB.
A empresa responsável pela auditoria está sendo contatada pelos produtores via site do CESB, já agendando e auditando as áreas inscritas. Os vencedores serão divulgados na segunda quinzena de junho, em evento de âmbito nacional, que será organizado pelo Comitê.
Sobre o CESB
O CESB é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas, que se uniram para trabalhar estratégicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da sojicultura brasileira. O CESB é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2009.
Atualmente, o CESB é composto por 19 Membros e 15 entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, Stoller, TMG, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem, UPL do Brasil, Jacto, Mosaic, Aprosoja MT, Produquímica, Instituto Phytus e DuPont.
Reportagem – Diego Silva