mar 17, 2016 | Economia
Campo Grande (MS) – O Procon/MS, órgão ligado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), divulgou nesta quarta-feira (16) pesquisa contendo preços de itens de páscoa em estabelecimentos da Capital.
Uma caixa de bombom, com 400 gramas, pode ser encontrada por R$ 7,89. O ovo de páscoa mais barato, também com o peso de 400 gramas, sai por R$ 66,80. Uma diferença de quase nove vezes com produtos do mesmo peso. Estabelecendo uma comparação somente com ovos, o preço pode variar em mais de 90% de uma loja para outra.
Com tamanha alteração de valor entre produtos de mesmo peso a superintendente do Procon/MS, Rosimeire Cecília da Costa, orienta o consumidor a considerar o peso dos ovos ao invés da numeração. “Cada empresa possui uma numeração de seus ovos, mas o peso é único. O consumidor deve ficar atento, pois um ovo número 15 do ano passado, pode estar com menos peso esse ano, ou seja, quem olhar só para o tamanho pode ficar no prejuízo”, alerta.
Dentre os sete locais pesquisados foram colhidos preços dos mesmos produtos em seus diferentes pesos e ainda realizada a comparação com cada estabelecimento constatando o maior e o menor preço.
Peixes
A maior variação entre o pescado é de 203,65% do Bacalhau do Porto com a média de R$ 64,52 o quilo. A menor variação, de 5,35%, foi observada no quilo do salmão inteiro com a média de R$ 30,64. Foram pesquisados mais de 30 itens em 16 estabelecimentos da Capital.
De acordo com o Procon/MS, no caso dos pescados é importante sempre verificar se o peixe apresenta uma carne firme, olhos salientes e brilhantes, guelras avermelhadas e escamas que não soltem facilmente. Já os pescados secos como o bacalhau, não podem ter manchas úmidas ou avermelhadas, nem umidade, o que pode indicar presença de bactérias. Se o sal grosso estiver se desprendendo, isso significa que o bacalhau não está úmido.
As duas pesquisas foram realizadas de 7 a 10 de março e podem ser conferidas nos links abaixo:
Pesquisa de ovos de chocolate
Pesquisa de peixes
mar 9, 2016 | Economia

Após 12 meses, as exportações de industrializados de MS voltam a registrar alta
Passados exatos 12 meses, a receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul registrou, em fevereiro deste ano, alta de 42% em relação ao mesmo período do ano passado, saltando de US$ 170,8 milhões para US$ 242,7 milhões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Já na comparação do acumulado de janeiro e fevereiro de 2016 com o acumulado de janeiro e fevereiro de 2015 o aumento é 8%, saindo de US$ 450,3 milhões para US$ 486,2 milhões.
Em relação ao volume, na comparação de fevereiro deste ano com fevereiro do ano passado, o crescimento foi de 68,76%, saindo de 420.022 toneladas para 708.817 toneladas, enquanto no acumulado do ano de 2016 a alta foi de 12,47% na comparação com o mesmo período de 2015, aumentando de 1.279.122 toneladas para 1.438.620 toneladas. Além disso, nos dois primeiros meses deste ano os produtos industrializados representaram 69% de tudo que foi exportado pelo Estado, enquanto em fevereiro de 2016 esse percentual chegou a 63%.
Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, fevereiro de 2016 registrou o 2º melhor resultado para o mês de toda a série histórica da exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul. “De janeiro a fevereiro de 2016 as maiores evoluções na receita foram registradas nos grupos Papel e Celulose e Óleos Vegetais, que proporcionaram, no comparativo com igual período de 2015, aumentos de US$ 54,8 e US$ 31 milhões, respectivamente”, analisou.
Ele acrescenta ainda que importantes segmentos da exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul continuam com fortes perdas neste início de ano. “Na comparação com o mesmo período de 2015, as vendas ao exterior dos grupos Açúcar e Etanol, Complexo Frigorífico e Extrativo Mineral apresentaram receitas menores em US$ 18,9, US$ 15,6 e US$ 15,1 milhões, respectivamente, totalizando uma queda de US$ 50,9 milhões”, informou.
Desempenho
De janeiro a fevereiro, os principais destaques ficaram por conta do “Papel e Celulose”, “Complexo Frigorífico”, “Óleos Vegetais”, “Açúcar e Etanol”, “Couros e Peles” e “Extrativo Mineral”, que, somados, representaram 97,7% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior. As exportações do grupo “Papel e Celulose” tiveram como principal destaque a celulose, que registrou, de janeiro a fevereiro, receita equivalente a US$ 215,1 milhões ou 98,1% da receita total do grupo, indicando crescimento de 39% em relação ao mesmo período de 2015, quando o valor foi de US$ 154,2 milhões.
Os principais compradores até o momento são China com 45,5% ou US$ 99,7 milhões, Itália com 17,7% ou US$ 38,8 milhões, Holanda com 11,8% ou US$ 25,9 milhões, Estados Unidos com 5,4% ou US$ 11,8 milhões e Coreia do Sul com 4,1% ou US$ 8,9 milhões. No “Complexo Frigorífico”, a receita de exportação de janeiro a fevereiro de 2016 alcançou o equivalente a US$ 123,4 milhões, apontando queda de 11,2% sobre igual período de 2015, quando o total ficou em US$ 139,0 milhões, sendo que a redução observada se deu, principalmente, por conta da forte diminuição das compras em importantes mercados para as carnes de Mato Grosso do Sul, com destaque para Hong Kong, Egito, Arábia Saudita, Venezuela, China, Japão e Rússia, que somados apresentaram uma redução equivalente a US$ 28,9 milhões.
Já o grupo “Óleos Vegetais” fechou o período de janeiro a fevereiro de 2016 com receita equivalente a US$ 47,4 milhões, indicando aumento de 188% sobre o mesmo intervalo de 2015, quando o resultado ficou em US$ 16,5 milhões, tendo como principais destinos Tailândia e Indonésia que, somados, compraram o equivalente a US$ 42,8 milhões ou 90,0% do total. No grupo “Açúcar e Etanol” a receita de exportação de janeiro a fevereiro de 2016 alcançou o equivalente a US$ 46,5 milhões, redução nominal de 28,9% sobre igual período do ano passado, resultado das quedas ocorridas no volume e preço médio de comercialização de 13% e 18%, respectivamente.
Quanto ao grupo “Couros e Peles” a receita de exportação alcançou US$ 23,2 milhões, indicando redução de 5,7% sobre igual período de 2015, resultante da diminuição das aquisições de importantes compradores como os Estados Unidos, Hong Kong e Taiwan, bem como pela redução de 34% no preço médio da tonelada do couro exportado por Mato Grosso do Sul. Por fim, no grupo “Extrativo Mineral” a receita de exportação acumulada alcançou o equivalente a US$ 15,2 milhões, indicando recuo de 49,8% sobre o mesmo período de 2015, quando as vendas foram de US$ 30,2 milhões, resultado fortemente influenciado pela queda de 42% no preço médio da tonelada do minério de ferro, bem como pela redução de 6% no volume comercializado do produto.
Daniel Pedra
mar 9, 2016 | Economia

Programa ‘Terra Boa’ deve incrementar 12 bilhões no valor bruto da produção de Mato Grosso do Sul
Campo Grande (MS) – Centenas de pessoas acompanharam na tarde desta terça-feira, 8 de maio, a apresentação do Programa Estadual de Recuperação de Pastagens Degradadas, que o Governador Reinaldo Azambuja, através da Secretaria de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf), lança objetivando recuperar e manter a capacidade produtiva de áreas com pastagens atualmente degradadas que, incluindo os diferentes graus de degradação, estima-se ser da ordem de 7 a 8 milhões de hectares em Mato Grosso do Sul.
Para promover o aumento da produção e da produtividade, ampliar a competitividade do agronegócio, fortalecendo as cadeias produtivas, além de reduzir os eventuais passivos ambientais e mitigar a emissão de Gases de Efeito Estufa – GEEs o programa, que leva o nome de ‘TERRA BOA’ tem como meta recuperar, em cinco anos, dois milhões de hectares de pastagens degradadas por meio da integração pecuária-lavoura, pecuária-lavoura-floresta, pecuária-floresta e pela renovação da pastagem pela pastagem.
O Governo do Estado como indutor do processo de desenvolvimento sustentável, atuará direta ou indiretamente, em um conjunto de iniciativas que constituem os componentes do programa: mobilização e capacitação, assistência técnica, financiamento, infraestrutura e logística e incentivos fiscais da ordem de R$250 milhões. Para isso serão aportados recursos financeiros da ordem de R$12,46 milhões ao longo dos cinco anos de execução do programa, estando previsto somente para 2016 recursos da ordem de R$3,23 milhões.
Os impactos econômicos esperados, entre outros, são: aumento da capacidade de suporte das pastagens de 0,8UA para até 2,4UA/ha; incremento da produção de 7,6 milhões de toneladas de grãos e 768 mil toneladas de carne, resultando em um incremento do valor bruto da produção da ordem de 12 bilhões.
Como impactos sociais espera-se a geração de 9.000 empregos e qualificação de mão de obra; aumento da renda nas propriedades rurais; melhoria da qualidade de vida e melhoria do IDH nas regiões de economia deprimida.
Em termos ambientais, espera-se recuperação do potencial produtivo dos recursos naturais; redução, em cinco anos, da emissão de gases de efeito estufa – GEEs da ordem de 20 milhões de toneladas de CO2 equivalente e redução da demanda pelo crescimento horizontal da ocupação das áreas do Estado.
O programa terá dez coordenações regionais que terão, entre outras atividades, o papel de articulação e mobilização de produtores rurais, agentes técnicos, financeiros, fornecedores de insumos e prestadores de serviços de apoio à produção.
O produtor rural interessado em participar do programa, deverá indicar o técnico que elaborará o projeto e que prestará a assistência técnica e, ambos, deverão cadastrar-se, por meio eletrônico, junto à Secretaria de Estado de Fazenda – SEFAZ (ICMS transparente). Outras informações sobre o programa podem obtidas na Sepaf, pelo telefone 3318-5000.
Kelly Ventorim – Assessora de Imprensa
mar 1, 2016 | Economia

È quase fim de tarde, e Sandra ainda não atendeu um cliente. Sentada na escada, ela mexe no celular para passar o tempo. Espera a chuva, o frio e a crise irem embora. Há tempos, a garota de programa não vê o antigo hotel, no centro de Taguatinga, tão vazio. “Está muito difícil. O mercado está parado. Não é mais como antigamente. Estamos até fazendo desconto para ver se o cliente fica”, conta a mulher de 31 anos. Para ela, 2015 foi o ano menos lucrativo desde que entrou para o mercado do sexo, há nove anos. “A crise atingiu a todos”, salienta.
Sandra lembra que, há dois anos, conseguia lucrar, no mínimo, R$ 6 mil por mês. Agora, lamenta: “Se eu faço R$ 3,5 mil é muito”. Segundo a garota de programa, os clientes estão sem dinheiro e pedem descontos. E, para não perder freguês, ela negocia: “Se for cliente antigo, faço mais barato. Por exemplo, normalmente, são R$ 65, com quarto no hotel, por uma hora. Se for uma pessoa antiga, amiga, digamos assim, tenho feito por até R$ 50. O que não dá é para perder os clientes”.
Site de acompanhantes
E na tentativa de não ficar para trás no mercado, Sandra apelou para sites que oferecem acompanhantes. Mas, para ela, não deu certo. “Eu estava em um que nos oferecia só R$ 50. Só que, em site, acaba saindo mais caro, porque tem o táxi, o motel. Mas eles insistiam em dar só R$ 50 . Então, saí de lá, tirei meu perfil”, fala. O jeito foi voltar para as ruas, onde, segundo ela, perde-se menos dinheiro. “Aqui não tem no que gastar. O que vem é só para mim”, diz.
Apesar de não haver dados oficiais revelando o quanto as profissionais desse mercado foram afetadas pela crise econômica, fato é que Sandra não é a única a reclamar. Quem está começando assegura que o mau momento econômico do País está, sim, afetando a libido dos brasileiros. “Os clientes preferem ‘carne nova’ e, mesmo assim, está bem complicado. Faz uns dois meses que comecei e, sinceramente, não sei se vou conseguir juntar dinheiro como queria”, desabafa Letícia, 29 anos.
Natural de Goiás, a garota de programa conta que “Brasília tinha fama de ser um bom lugar para esse serviço”. Mas, por enquanto, a capital não a impressionou. “Esperava mais. Vim para cá achando que tiraria, pelo menos, R$ 5 mil. Meu máximo foram R$ 4 mil”, revela. Diferente de Sandra, ela não faz descontos. “A gente deve ser mais exigente. Ou tem ou não tem”, opina a acompanhante, que oferece seus serviços por meio de sites.
Anúncios em sites e jornais e cartão de crédito
Outra garota de programa, que também trabalha por meio da internet, conta que “a clientela está mais reservada”. Segundo Mariana, de 38 anos, “as pessoas não estão mais querendo gastar com sexo. Querem pechinchar”, conta. Com os descontos, revela, o maior problema é que elas perdem valor de mercado. “Se a gente não ceder, acaba ficando sem. Mas tem cliente que quer descer tão baixo que, se cedermos, fazemos de graça. A crise realmente nos afetou”, completa.
Para competir e não perder clientes, conta Mariana, o jeito foi colocar anúncios em sites e jornais. “Ou passar no cartão de crédito. Isso foi uma opção boa para mim”, revela. Os preços variam de R$ 150 até R$ 1 mil. “ A gente tem que se virar. Antes, eram R$ 2 mil determinado programa. Hoje, é mais barato. Tenho um agente que faz divulgação em sites, pelo Whatsapp. A gente procura diversificar”, ressalta.
Segundo a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira, apesar de 2015 ter sido um ano de conquistas para a categoria, a crise atingiu bastante o mercado do sexo. “Enfrentamos desafios e, para superar, investimos em parcerias como o uso da máquina de cartão de crédito. Hoje, um programa pode ser parcelado também, já facilita”, aponta. Em Minas, ela conta que há semanas promocionais. “A gente orienta as meninas a negociarem. Os dias de desconto atraem mais clientes”, explica. Mas, para ela, não dá para acompanhar a inflação e o aumento de gastos.
Sex shops lançam novos produtos
Uma outra área dentro do mercado do sexo também teve que se reinventar para enfrentar a crise sem perder a margem de lucro: os sex shops. De acordo com a presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), Paula Aguiar, em 2015, o ramo conseguiu ultrapassar, pelo menos, 3% de crescimento, o que é positivo diante do cenário do País.
“Nós usamos a criatividade em 2015. Foram criados muitos produtos novos, inspirados no filme Cinquenta tons de cinza. Teve ainda a linha evangélica. Essa nova categoria de produtos comestíveis eróticos, com pó, bebidas e gotas, também deu uma reacendida”, conta.
Para ela, justamente por conta da crise, muitos casais precisaram “fazer as pazes” durante o ano. Por isso, o setor investiu na reconciliação dessas pessoas. “Quando tem crise, há muito divórcio. Nós investimos para apoiar os casais nesse momento, preservando a intimidade e os ajudando a esquecer os problemas”, salienta a presidente da associação, Paula Aguiar.
Vendas online
Para ela, o trabalho na internet também ajudou a salvar o ramo. “As revendedoras dos produtos focaram em vendas online. Isso foi relevante. Tivemos também um importante lançamento do energético erótico. Ele está fazendo muito sucesso e aumentou bastante as vendas do ano passado”, diz.
A linha comestível erótica, destaca, foi a que mais vendeu em 2015. “Tivemos crescimento de 120% entre 2013 e 2015 nessa categoria de produto”, aponta.
Lojistas usam criatividade para crescer
Mesmo com os números oficiais apontando um crescimento na área dos sex shops no Distrito Federal, quem está dentro das lojas assegura que o ano não foi tão fácil assim e que perdeu, em termos de lucro, para 2014.
“Eu esperava mais. No Natal, por exemplo, tinha uma expectativa maior de vendas. Continuamos vendendo, sim, especialmente esses produtos menores, como géis, óleos, entre outros”, afirma Grazi Freire, de 30 anos, proprietária de uma boutique sensual no Sudoeste.
Alternativas
Segundo a empresária, o jeito foi investir também na criatividade. Aí, começaram as vendas online.
“Comecei a oferecer os produtos em um site e isso ajudou bastante. Além disso, faço chá de lingerie na própria loja. Comecei a focar mesmo em eventos. E, graças a Deus, deu certo”, comemora.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
fev 25, 2016 | Economia
#PrazerEmCriar um sanduíche feito especialmente para você
O dia 23 de fevereiro marca um novo capítulo na história do McDonald’s no Brasil, pois é a data em que a companhia apresenta ao público uma novidade que amplia sua plataforma de sanduíches e proporciona uma experiência inédita e cheia de sabor a seus consumidores. Essa data marca o lançamento da plataforma de sanduíches Signature com a criação do ClubHouse.
O ClubHouse será servido em um inédito pão tipo brioche. O tomate e a cebola caramelizada dão mais frescor ao sanduíche, já a alface, responsável por um toque a mais de crocância, é proveniente de pequenos produtores hortifrutigranjeiros integrantes de uma cadeia sustentável de produção. Uma nova versão mais suave do queijo cheddar, o favorito de nossos clientes, foi criada para harmonizar perfeitamente com os demais itens. O bacon rústico, mais grosso e com um corte mais artesanal, intensifica o sabor do ClubHouse. A carne, 100% bovina, é acompanhada do icônico e mundialmente famoso molho especial do Big Mac, que acentua os sabores dos demais ingredientes do sanduíche. E com o objetivo de destacar ainda mais a qualidade dos ingredientes, o ClubHouse será o primeiro sanduíche da história do McDonald’s no Brasil a ser servido em uma embalagem aberta.
“Olhamos para o cliente e para os hábitos de consumo e percebemos que esta é uma boa oportunidade para apresentar uma categoria de hambúrgueres mais artesanais, criados especialmente para cada cliente, ressaltando o #PrazerEmCriar. Mas, vamos fazer isso sem perder a atenção em nossos clássicos, como o Big Mac, o Cheddar e o Quarterão, tão queridos por nossos consumidores. Com inclusão da linha Signature em nosso cardápio, vamos dar uma nova opção para quem já tem seu sanduíche clássico favorito, e também atrair o consumidor que busca novidades no mercado de hambúrgueres”, afirma Roberto Gnypek, Vice-Presidente de Marketing do McDonald’s Brasil.
O ClubHouse é o primeiro sanduíche da plataforma Signature, que ao longo de 2016 contará com mais novidades.
Sobre a Arcos Dorados
A Arcos Dorados é a maior franquia McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.100 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site:www.arcosdorados.com/ir
fev 22, 2016 | Economia
Rebanho bovino de MS, que tem encolhido nos últimos anos, registrou ligeira variação positiva em 2015, de 0,54%, diz Iagro (Foto: KELLY VENTORIM/Iagro-ms
Apesar de sinalizar recuperação, a pecuária bovina de Mato Grosso do Sul ainda deve sentir, neste ano, os impactos da retração do rebanho e da perda de mercado. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estima queda superior a meio bilhão de reais no montante a ser movimentado pela atividade em 2016. O valor bruto da produção (VBP) da pecuária bovina sul-mato-grossense, segundo projeta o Mapa, será de R$ 8,018 bilhões neste ano, recuo de 6,36% na comparação com a cifra de 2015, de R$ 8,563 bilhões. Em números absolutos, o decréscimo é de R$ 545,25 milhões.
Depois de quedas contínuas, o rebanho bovino de Mato Grosso do Sul apresentou leve variação de 0,54% no ano passado, fechando em 20,65 milhões de cabeças, de acordo com a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro/MS). Em relação a 2010 (22,135 milhões), a redução é de 6,7%. O Estado chegou a ter um rebanho perto de 25 milhões de bovinos – em 2003, eram 24,983 milhões de animais, pelos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A queda do rebanho bovino de Mato Grosso do Sul nos últimos anos ocorreu em um cenário de expansão de áreas de outras atividades, como soja e floresta. A área de plantio da oleaginosa cresceu 34% da safra 2009/10 (1,712 milhão de hectares) para a safra 2014/15 (2,3 milhões de hectares), conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Já a área de eucalipto mais que dobrou de 2009 a 2014 (de 352.550 para 764.350 hectares na comparação entre as safras de inverno de 2009/10 e de 2013/14), segundo dados do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga), do Sistema Famasul.
A trajetória de encolhimento do rebanho bovino foi quebrada no ano passado, mas seus efeitos ainda permanecem. O titular da Superintendência Federal de Agricultura no Estado (SFA/MS), Celso de Souza Martins, estima que a recuperação ainda demore de um a dois anos. “Não temos registrado, atualmente, movimentação de queda [do rebanho bovino], mas há uma diminuição da exportação da carne e do [volume de] abate”, afirmou o superintendente. “Há alguns anos, houve redução do rebanho com aumento dos abates de matrizes, mas isso vem caindo e começa a se estabilizar”, acrescentou.