Produtores de 16 estados, incluindo Mato Grosso do Sul, afetados por eventos climáticos ou pela queda de preços agrícolas, podem pedir a renegociação de dívidas do crédito rural para investimentos. A autorização veio do Conselho Monetário Nacional (CMN) e os pedidos devem ser feitos até 31 de maio.
No início deste mês, em reunião com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro e representantes do agronegócio de MS, o governador Eduardo Riedel falou da busca por uma solução: “A medida é necessária para superarmos o momento de dificuldade que o setor vive com baixa produtividade e queda de preços”.
Nesta safra foram cultivados em Mato Grosso do Sul cerca de 4,2 milhões de hectares de soja e a estimativa de produção é de 54 sacas por hectare. No entanto com a alta nos custos de produção e a estiagem, muitos agricultores estão colhendo menos que o previsto. Isso tem provocado grandes perdas que devem chegar a 40% na receita dos produtores e endividamento do setor.
De acordo com o secretário-executivo da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Rogério Beretta, neste momento “a safra de soja está perto dos 60% concluída no Estado”. A estimativa é colher 12,5 milhões de toneladas neste ano, abaixo dos 15 milhões do ano passado.
Em nota, o Ministério da Fazenda informou que na safra 2023/2024, o comportamento climático nas principais regiões produtoras afetou negativamente algumas lavouras, principalmente de soja e milho, reduzindo a produtividade em localidades específicas das regiões Sul, Centro-Oeste e do estado de São Paulo. O comunicado também destaca a queda no preço da soja, do milho, da carne e do leite em algumas regiões, além dos insumos caros.
Instituições financeiras poderão renegociar, a seu critério, até 100% do valor principal das parcelas com vencimento entre 2 de janeiro e 30 de dezembro deste ano. As linhas de crédito precisam ter sido contratadas até 30 de dezembro do ano passado, e o tomador deve estar em dia com as parcelas até esta data.
A renegociação abrange parcelas de linhas de crédito rural de investimento contratadas com recursos controlados (recursos equalizados, recursos obrigatórios e recursos dos Fundos Constitucionais do Nordeste, do Norte e do Centro-Oeste).
Todos os financiamentos deverão ter amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e dos demais programas de investimento rural do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), bem como das linhas de investimento rural dos fundos constitucionais.
Atividades produtivas e estados beneficiados:
• soja, milho e bovinocultura de carne: Goiás e Mato Grosso;
• soja, milho e bovinocultura de leite e de carne: Mato Grosso do Sul;
• bovinocultura de carne e leite: Minas Gerais;
• soja, milho e bovinocultura de leite: São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina;
• bovinocultura de carne: Rondônia, Roraima, Pará, Acre, Amapá, Amazonas e Tocantins;
• bovinocultura de leite: Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Estimativas – A renegociação abrange operações de investimento cujas parcelas com vencimento em 2024 podem alcançar R$ 20,8 bilhões em recursos equalizados, R$ 6,3 bilhões em recursos dos fundos constitucionais e R$ 1,1 bilhão em recursos obrigatórios.
Caso todas as parcelas das operações aptas à renegociação sejam prorrogadas, o custo será R$ 3,2 bilhões, distribuídos entre 2024 e 2030, sendo metade para a agricultura familiar e metade para a agricultura empresarial. O custo efetivo será descontado dos valores a serem destinados para equalização de taxas dos Planos Safra 2024/2025.
Danielly Escher, Comunicação Governo de MS (com informações da Agência Brasil)
É o que aponta o índice Benefício Econômico Total (BET) calculado pela instituição financeira cooperativa com base em metodologia do Banco Central
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com atuação em todo o Brasil, atingiu um marco significativo em 2023 de R$ 23,5 bilhões em benefícios econômicos gerados aos seus associados. É o que aponta o Benefício Econômico Total (BET), indicador calculado pela instituição cooperativa com base em metodologia do Banco Central, com objetivo de mostrar os benefícios econômicos tangíveis da sua atuação e reforçar o compromisso em oferecer serviços financeiros acessíveis e vantajosos. O valor representou uma economia média de R$ 3.119,91 no ano passado para cada um dos seus 7,5 milhões de associados no ano passado.
O cálculo do índice BET é formado por três indicadores: o Benefício Econômico de Crédito (BEC), que mensura a economia sobre operações de crédito por meio de taxas médias mais baixas em comparação a instituições do Sistema Financeiro Nacional; o Benefício Econômico do Depósito (BED), que mostra o ganho adicional com depósito por meio de remuneração mais elevada e os Benefícios Econômicos do Exercício (BEE), que mede a distribuição de resultados, o pagamento de juros ao capital e o valor revertido ao associado por meio de ações educacionais e sociais.
“Os índices de benefícios econômicos são importantes para avaliar o desempenho das cooperativas de crédito no Brasil, pois calculam a economia proporcionada aos associados em comparação aos custos dos mesmos serviços de crédito e depósitos das outras instituições do Sistema Financeiro Nacional (SFN). É fundamental que as cooperativas de crédito permaneçam vigilantes para garantir a continuidade na oferta de benefícios por meio de crédito com taxas justas e remuneração mais atrativa dos depósitos, mantendo-se fiéis ao seu propósito de gerar valor para seus membros e para a sociedade”, avalia Alexandre Barbosa, diretor executivo de Sustentabilidade, Administração e Finanças do Sicredi.
O Sicredi registrou crescimento significativo do índice Benefício Econômico Total (BET) nos últimos anos. Em 2023, os R$ 23,5 bilhões representaram um aumento de 13% em relação ao ano anterior, que registrou BET de R$ 20,8 bilhões. Em 2021, o valor do BET do Sicredi foi de R$ 12,7 bilhões.
Do montante total de R$ 23,5 bilhões, as contribuições do Sicredi para seus associados em 2023 incluíram R$ 16,2 bilhões provenientes de benefício econômico de crédito (BEC), R$ 3,9 bilhões de benefício econômico de depósitos (BED) e R$ 3,4 bilhões em benefício econômico do exercício (BEE), composto por juros, distribuição de resultados e destinação via Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES). Os dados foram auditados pela Ernst & Young.
“O significativo aumento no Benefício Econômico Total (BET) em 2023 é um indicativo claro do nosso compromisso e diferencial de gerar benefício aos associados. Esse desempenho não apenas reforça a eficácia do modelo cooperativo, mas também ressalta o papel fundamental das cooperativas de crédito em contribuir no desenvolvimento das comunidades”, conclui Barbosa.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 7,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.700 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.
O governador Eduardo Riedel formalizou junto ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em visita oficial ao Palácio dos Bandeirantes, pleito pela reativação da ferrovia Malha Oeste e da ampliação da hidrovia Tietê-Paraná. Acompanhado do vice Barbosinha e do secretário Jaime Verruck (Desenvolvimento), o chefe do Executivo destacou a importância estratégica da diversificação de modais de transporte para o impulsionamento das cadeias de produção.
Geração de emprego e renda e outros projetos que estão na base das políticas públicas dos dois estados também estiveram na pauta dos líderes. “O Brasil elegeu governadores como o de São Paulo, muito comprometidos com o resultado, com políticas públicas mais efetivas e o trabalho direcionado para o cidadão e a cidadã”, destaca o governador Eduardo Riedel.
Tanto a Malha Oeste como a Tietê-Paraná são dois eixos de transporte que dão nova dinâmica para a infraestrutura econômica sul-mato-grossense. A divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo é a de segunda maior extensão entre as cinco unidades da federação limítrofes ao território sul-mato-grossense, e também é a de maior contingente populacional.
Governador paulista recebeu presente de sul-mato-grossense
“Conversamos para fazer um alinhamento de necessidades de investimento para revitalizar a Malha Oeste, em especial quanto ao volume de carga de Mato Grosso do Sul para o Porto de Santos. Faremos em breve uma agenda junto ao ministro [dos Transportes] Renan Filho para buscar um alinhamento estratégico entre o Governo Federal e os governos de São Paulo e Mato Grosso do Sul”, explica o secretário Jaime Verruck.
Ainda segundo Verruck, o encontro ainda encaminhou investimentos no trecho sul-mato-grossense da Malha Oeste, onde a linha férrea será de bitola larga, além de uma avaliação no trecho paulista, onde há um menor volume de embarques, mas pode receber trens intermunicipais.
Já quanto a hidrovia Tietê-Paraná foi debatido o avanço das obras no município paulista de Avanhadava. São elas que tornarão a hidrovia navegável também a partir de Mato Grosso do Sul. A informação repassada pelo governador Tarcísio de Freitas é que o trabalho ali está em andamento, com previsão de conclusão para o ano de 2026.
Fora as conversas sobre infraestrutura e logística, a comitiva de Mato Grosso do Sul também falou sobre a possibilidade de um convênio relativo a títulos de cota de reserva legal, inclusive com a possibilidade de Tarcísio vir ao Mato Grosso do Sul em breve para agenda pública, e sobre questões de interesse nacional e pautas que interessam aos estados.
“Tive a oportunidade de discutir com o governador Tarcísio pautas nacionais e questões que interessam tanto a São Paulo quanto a Mato Grosso do Sul. Há muita convergência em uma gestão de desenvolvimento e crescimento para os estados, muito atrelado à criação de oportunidades de emprego e renda a toda sociedade”, frisa Eduardo Riedel.
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS Fotos: Marcelo S. Camargo/Governo de SP
Com destaque para a indústria da celulose no Brasil e em Mato Grosso do Sul, reportagem do Valor Econômico – site de jornalismo especializado em economia, finanças e negócios –, publicada nesta segunda-feira (25) com o título “Papel e celulose terão R$ 67 bi em aportes”, destaca os investimentos da indústria de base florestal, em especial no Estado.
O momento econômico favorável do setor em Mato Grosso do Sul foi amplamente detalhado no material, demostrando o comprometimento do Governo do Estado na geração de emprego e renda, com atração de indústrias e qualificação da mão de obra. A reportagem informou sobre a instalação e início das atividades da Arauco e Suzano, em diferentes municípios do Estado.
Um dos destaques do material é a construção da unidade da Arauco em Inocência, em 2028 – último ano do ciclo de investimentos conhecido, o Projeto Sucuriú – quando a indústria planeja colocar em operação a sua primeira fábrica de celulose no País. O grupo chileno, que tem investimento de aproximadamente R$ 3 bi, poderá produzir inicialmente 2,5 milhões de toneladas por ano na unidade localizada no município sul-mato-grossense.
Outro ponto importante é que a reportagem mostra a continuidade dos investimentos após 2028, com previsão de investimentos de R$ 28 bilhões e 5 milhões de toneladas por ano, após o início da operação da segunda linha em Inocência, em 2032.
Já a Suzano, com o projeto Cerrado – maior em andamento atualmente – em construção no município de Ribas do Rio Pardo, também pode receber uma segunda linha. Com previsão de começar a operar em junho e produção inicial prevista em 2,55 milhões de toneladas por ano – de celulose e eucalipto – o projeto é orçado em R$ 22,2 bilhões, um dos maiores investimentos privados realizados no País.
Outro ponto em destaque na reportagem do Valor Econômico é que a Eldorado Brasil tem projeto de expansão, que pode duplicar a capacidade da fábrica já instalada e em funcionamento no município de Três Lagoas.
E por último o material destaca a Bracell, da Ásia, que busca matéria-prima em Mato Grosso do Sul, para atender a megafábrica de celulose de Lençóis Paulista (SP). A empresa é responsável por investir R$ 5 bi – um dos maiores em curso da indústria – em outra fábrica também no município do interior de São Paulo.
A reportagem trouxe uma avaliação do secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Estado de meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Invação), sobre o atual momento de Mato Grosso do Sul no cenário de investimentos do setor e como destaque nacional na área. “O jogo da celulose, nos próximos anos, ocorre muito focado em Mato Grosso do Sul”, afirmou Verruck para o Valor Econômico.
“De fato, Mato Grosso do Sul deve se manter como destino dos próximos projetos de celulose, por dispor de recursos hídricos e ao menos 7 milhões de hectares com baixo teor de argila e já degradados, porque foram pastagens, que podem receber mais plantio de eucalipto. A meta é char a 2025 com 2 milhões de hectares plantados de eucalipto, superando Minas Gerais na liderança da área cultivada”, afirma a reportagem.
Além de destacar as qualidades técnicas para atender a indústria da celulose em Mato Grosso do Sul, o Valor Econômico ainda trouxe uma análise sobre as condições gerais que o Estado proporciona para o setor em relação a logística e ainda a relação da proteção ambiental, mesmo diante do crescimento industrial e econômico.
“Há uma década, o Estado entendeu que celulose poderia ser ainda mais interessante que outras commodities agrícolas, por vir acompanhada de vultosos investimentos industriais. Por isso, passou a oferecer licenciamento facilitado para a cultura do eucalipto, sem abrir mão de exigências ambientais. Hoje, 91% da base plantada no Estado tem o selo FSC (Forest Stewardship Council)”, diz a reportagem, pontuando ainda o interesse do Estado em atrair investimentos no ele seguinte da cadeia de valor, o beneficamento da celulose.
‘Os valores que nos movem – a cooperação no centro das nossas ações’ foi tema do encontro presencial com jovens lideranças da área de atuação da Cooperativa
O Workshop “Os valores que nos movem – a cooperação no centro das nossas ações”, ministrado pelo doutor em Educação, Rafael Pressoto, abriu as atividades de 2024 do Comitê Jovem da Sicredi Centro-Sul MS/BA – instituição financeira cooperativa. O evento aconteceu dia 15 de março, em Dourados, e reuniu diversas jovens lideranças da área de atuação da Cooperativa.
Durante as dinâmicas com os membros do Comitê, Rafael Pressotofalou da importância do afeto sobre o que se é construído ao longo da vida, seja na área pessoal, familiar e profissional e também do estabelecimento de uma abordagem eficiente para se chegar até as pessoas. Nas dinâmicas, o professor destacou a importância do trabalho em equipe, da força, confiança, coragem e cooperação que movem as ações, além do autocuidado para o fortalecimento de si próprio.
Rafael elencou os 12 valores da cooperação e na dinâmica de leilão fez entender a importância de cada item, incluindo a participação, o compromisso, a cooperação, a sensibilidade, o respeito, o amor, a solidariedade, a responsabilidade, a honestidade, a ética, a liberdade e a perseverança.
A gerente de relacionamento da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Renata Camargo, destacou a importância do Comitê Jovem para a instituição, principalmente pela sua possibilidade de mudança de realidades e lembrou que o espaço é de liberdade para novas ideias. “Cada membro tem esse papel de levar nosso modelo cooperativista para mais pessoas, onde a cada 1 real investido, 4 reais retornam para a comunidade gerando empregos e trazendo prosperidade e desenvolvimento. O Sicredi acredita que essa geração é capaz de transformar o mundo. Aqui vocês têm espaço para inovar e liderar”, destacou.
Neste ano, o Comitê Jovem ainda terá quatro encontros presenciais sobre os temas: Voluntariado; Empreendedorismo; Mentor e Mentorado e Encerramento. Atualmente, fazem parte do movimento 20 lideranças jovens dos municípios berço do cooperativismo da área de atuação da Cooperativa em Mato Grosso do Sul.
Para o presidente da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Paulo Roberto Neves, o Comitê Jovem forma e capacita jovens lideranças dentro do modelo cooperativista para atuação na comunidade, fortalecendo os princípios do cooperativismo da Educação, formação e informação e o princípio do Interesse pela comunidade.“Por meio do Comitê, esses jovens fortalecem suas capacidades de liderança e tornam-se protagonistas sociais na região onde moram. Há fomento para iniciativas de crescimento individual, coletivo e profissional dos associados jovens, com objetivo de estimulá-los para uma participação ativa no cooperativismo, oportunizando espaço para mudanças, desenvolvimento, empreendedorismo e liderança”, enfatizou.
Sobre a Sicredi Centro-Sul MS/BA
A Sicredi Centro-Sul MS/BA é uma instituição financeira cooperativa que possui 49 agências e área de atuaçãoem 38 municípios do Mato Grosso do Sul e 54 municípios da Bahia. A Cooperativa oferece mais de 300 soluções para o seu dia a dia e para o dia a dia do seu negócio, te envolvendo nas decisões, fortalecendo a região onde atua, dividindo os resultados.
O atendimento a todo associado é feito presencialmente, via WhatsApp (51) 3358-4770 ou pelos telefones 3003-4770 ou 0800 724 4770.
Conheça a Cooperativa pelo site www.sicredi.com.br/home e pelas redes sociais no Instagram @sicredicentrosulmsba e no Facebook @SicrediCentroSulMSBA
Com a atuação de um sistema de alta pressão atmosférica, este sábado (16) tem previsão de tempo firme principalmente nas primeiras horas do dia. De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), ainda podem ocorrer pancadas de chuvas e, pontualmente, tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento.
Tais instabilidades atmosféricas ocorrem devido a combinação de calor e umidade. Além disso, o avanço de cavados em médios níveis da atmosfera favorecem a formação de nuvens e chuvas, com destaque nas regiões Sul, Sudeste e Leste do estado. Apesar da probabilidade de chuvas, tanto as temperaturas mínimas quanto máximas permanecem elevadas.
Em Campo Grande, a mínima é de 25°C e a máxima de 35°C. Os termômetros em Dourados marcam 26°C inicialmente e atingem 38°C. Nas regiões Sul-Fronteira e Cone-Sul, Ponta Porã e Iguatemi apresentam mínimas de 26°C e máximas de 35°C e 37°C, respectivamente.
Paranaíba, no Bolsão, amanhece com 25°C e chega aos 36°C à tarde; na mesma região, Três Lagoas tem mínima de 26°C e máxima de 38°C. No Norte do Estado, Coxim e Camapuã registram temperaturas semelhantes, com valores entre 25°C e 34°C.
Na região pantaneira, Corumbá tem mínima de 29°C e máxima de 36°C, já Aquidauana marca 27°C pela manhã e 37°C nos horários mais quentes. Na região Sudoeste, Porto Murtinho apresenta variação entre 29°C e 39°C.
Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado Foto: Saul Schramm