jul 29, 2015 | Brasil

Governador apresenta Mato Grosso do Sul a empresários de 40 países durante Feira em São Paulo
O governador Reinaldo Azambuja participou nesta terça-feira (28) da abertura do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (Siavs), no Anhembi Parque, em São Paulo. O evento, o maior do setor no País, é uma iniciativa da Associação Brasileira de Proteína Animal, e contou com a presença de representantes de empresas nacionais e multinacionais de 40 nações, além de imprensa de pelo menos 17 países.
“Foi uma agenda extremamente positiva. Durante a Feira apresentamos Mato Grosso do Sul como uma opção de investimento, e voltamos com boas perspectivas de investimentos. Tenho certeza que a política de desenvolvimento do governador Reinaldo Azambuja vai acarretar em crescimento desse setor, que mesmo em momentos de crise tem feitos importantes investimentos”, destacou Jaime Verruck, titular da Semade (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico), que acompanha o governador na agenda em território paulista.
O evento, que acontece em uma área de mais de 10 mil m², tem a participação de agroindústrias produtoras de aves, ovos e carne suína, casas genéticas, empresas de equipamentos, fornecedores de insumos, logística, laboratórios, certificadoras e outros segmentos da cadeia de proteína animal.
Anfitrião do evento, o governador paulista, Geraldo Alckmin, destacou o que classificou de ‘empenho’ e ‘competência’ do setor organizou a feira. Para ele, o Estado precisa oferecer condições para ampliação da produção.
“Precisamos reduzir custo Brasil, se não, não teremos como competir e vamos acabar ficando no fim da fila. Dinheiro do governo é fruto do suor e do trabalho da população, cada custo que se cria, numa Câmara, Assembleia ou no Congresso é um tributo a mais pesando sobre a sociedade, dificultando a competitividade e limitando criação de empregos e riquezas”, afirmou Alckmin.
Ao todo, mais de uma centena de empresas participarão da exposição comercial do evento, ofertando novos produtos, tecnologias e oportunidades de negócios. Junto com a feira, a programação do Congresso Brasileiro de Avicultura e Suinocultura reunirá 76 palestrantes do Brasil e universidades e empresas de países das Américas e Europa, para tratar sobre os mais diversos assuntos técnicos e conjunturais da cadeia produtiva avícola e suinícola.
A promotora do Siavs, a ABPA, é a maior associação de proteína animal do mundo. É a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 130 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 10 b
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jul 28, 2015 | Brasil

Em Bela Vista, homem leva facada na não após discussão
Lesão corporal
Bela Vista. No dia (27/07), segunda-feira, por volta das 16h30min a Polícia Militar foi informada que deu entrada no Hospital São Vicente de Paulo um homem vítima de lesão corporal.
A vítima, ajudante de pedreiro 35 anos de idade, disse que estava trabalhando na fazenda São Francisco, distante 30 quilômetros de Bela Vista e após discutir com outro homem e este pegou um facão e desferiu um golpe contra a vítima, atingindo na mão direita (a vítima tinha corte nos dedos indicador e polegar).
A ocorrência foi repassada à DP de Bela Vista que irá apurar o ocorrido.
jul 28, 2015 | Brasil

Agronegócio: como e para quem investir? Por Ricardo Almeida*
A ministra da Agricultura Pecuária de Abastecimento, Kátia Abreu, comemorou em mídia social nas últimas semanas, a suspenção de embargos da carne brasileira na Argentina, Estados Unidos e China. Concomitante a sua publicação, acontecia na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul uma audiência pública que reuniu centenas produtores rurais, um indígena e autoridades estaduais, da Câmara Federal e Senado, que mais uma vez buscam alternativas para solucionar a disputa por terras na região. Já se aproxima de 90 o número de propriedades sul-mato-grossenses legítimas, invadidas por diversas etnias.
O cenário, que é estático, é de extrema contradição. Uma liberação história de mercado internacional, que exige cada vez mais por carne de qualidade, enquanto que a casa se encontra em desordem, a ponto de o produtor rural buscar financiamentos pelo Banco do Brasil, afim de maiores investimentos em genética, pastagem e infraestrutura e se depararem com o bloqueio de crédito, em virtude de sua propriedade, titulada, estar inclusa em relatórios desenvolvidos por um órgão federal indigenista, a Fundação Nacional do Índio (Funai).
Como investir se a propriedade consta em um laudo desenvolvido por uma única entidade, sem o menor crivo técnico, o que é suficiente para impedir o próprio Governo Federal de fornecer artifícios financeiros para o desenvolvimento da produção? E para quem investir, já que hoje temos a posse, mas amanhã centenas de indígenas, inclusive do país vizinho (Paraguai) poderão dominar o território, impossibilitando a harmonia, a ação legal e que os americanos, enfim, provem da nossa carne?
É sabido que Mato Grosso do Sul atualmente responde pela produção das melhores carnes bovinas e que as ações técnicas de entidades como a Embrapa Gado de Corte e Novilho Precoce, fazem do Estado referência em tecnologias voltadas para pecuária. Mas essas informações são insuficientes para se exigir um posicionamento da União, que se detém a marcar reuniões com o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, alimentar esperança de indígenas e pecuaristas e à omissão da presidente da República, Dilma Rousseff.
Segundo a senadora da República, Simone Tebet (PMDB), que participou da audiência pública em MS, duas medidas a serem tomadas para se solucionar parte desse impasse entre indíos, pecuaristas e poder público é a aprovação da PEC 71/2011, que garante a indenização da terra nua e benfeitorias, além da pressão sob Governo Federal, para que tomem medidas e impossibilitem que as terras invadidas possam ser demarcadas, amenizando assim os conflitos. Infelizmente, possíveis soluções a longo prazo, para um país que quer visibilidade e superávit econômico urgente.
Em Campo Grande (MS) ainda na terça-feira (7) um grupo de índios de etnia terena, ocuparam a sede da entidade que os representa ou deveria representá-los. O próprios caciques da região alegam falta de auxílio da Funai no Estado. A representação dos indígenas acontece pelas entidades apenas por meio de notas encaminhadas à imprensa, com informações tendenciosas e equivocadas, como as que colocam os pecuaristas como responsáveis pela mortes de indígenas na região, enquanto que a Secretaria de Segurança Pública do Estado, já alertou por meio de laudo que as mortes nas aldeias são de índios contra índios, estimulados pelo alcoolismo e outras práticas que ocorrem por falta de estrutura, orientação e assistência.
Diferentemente da senadora, apesar do convite, representantes do Ministério Público e do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), se pouparam da discussão, recusando o convite da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul a participar da audiência. O ato foi considerado pelos produtores rurais como um ‘desrespeito’ e os ausentes como ‘covardes’. Não faltaram adjetivos também para a União, considerada no ato público como ‘inerte’ perante a situação, que como consequência, empurram com a barriga fatos que fazem da comunidade índigena e produtores rurais vítimas do poder público.
*Ricardo Almeida Cordeiro, produtor rural em Mato Grosso do Sul e diretor da Rica Comunicação in Agribusiness
jul 23, 2015 | Brasil

Oi leva serviços de telecomunicações aos Postos de Fronteira do Exército
A Oi, através do projeto Ebnet Fronteiras, criado em cumprimento às exigências da Anatel para fornecer serviços de telecomunicações ao Exército Brasileiro, recebeu o título Amigo do Centro de Telemática, órgão de apoio setorial subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) responsável pela operação dos sistemas de informática e comunicações do Sistema de Comando e Controle do Exército.
O Ebnet é um serviço que inclui voz e dados para 66 pontos de presença localizados em 10 estados do país interligando-os à Rede Corporativa do Exército a nível nacional. A parceria foi reconhecida pela dedicação e qualidade das equipes da Oi envolvidas.
O trabalho de instalação da infraestrutura envolve a participação de profissionais especializados da Oi, que permanecem nas regiões de fronteiras por períodos programados de até 15 dias, em acampamentos militares, tendo que lidar com situações adversas típicas da floresta tropical como calor intenso, fortes chuvas e presença de animais e insetos. A conectividade dos militares do Comando Militar do Norte, instalados nos pontos de fronteira, com a rede do Exército é viabilizada pela rede de fibra ótica da Oi e sites satélites. A presença da Oi em pontos remotos do país reforça a contribuição da operadora para o fortalecimento da segurança nacional nas fronteiras brasileiras.
Cesar F Borges
jul 22, 2015 | Brasil

Encontro de gestoras no DF discute Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, com representante de MS
Brasília (DF) – A subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Luciana Azambuja, participa em Brasília de 21 à 23 de julho, da reunião das Gestoras do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, que terá a presença da ministra da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, Eleonora Minicucci. Em pauta está a apresentação das ações do Pacto Nacional que estão sendo executadas em cada unidade federativa e no Distrito Federal.
A pasta, ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), participará da discussão dos serviços da rede de atendimento e a Política Nacional de Atenção às Mulheres em situação de privação de liberdade e egressas do sistema prisional. Também serão abordadas ações referentes à Lei Maria da Penha, feminicídio e sistema de informações sobre violência contra as mulheres.
O encontro vai apresentar os objetivos, ações e gestão do “Programa Viver Sem Violência”, como a Casa da Mulher Brasileira e as unidades móveis de atendimento. A organização e humanização do atendimento às vítimas de violência sexual, os informes sobre a ampliação da Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), e a implantação dos Centros de Atendimento às Mulheres nas regiões de fronteiras seca.
Mato Grosso do Sul é vanguarda nas ações de combate à violência contra mulheres, sendo o primeiro estado brasileiro a implantar a Casa da Mulher Brasileira e será o primeiro a receber o Centro de Atendimento às Mulheres nas regiões de fronteiras secas com atendimentos integrados, com previsão em 2016. Os municípios contemplados serão Ponta Porã e Corumbá.
A Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres, pasta ligada à Sedhast, executa as ações do Plano Nacional articulando projetos, entre eles, o Roda de Conversa, que percorre secretarias de Estado, presídios, Centros de Convivências de Idosos, debatendo políticas para as mulheres e levando informações para casos de denúncias.
O Pacto – Consiste em um acordo federativo entre os governos federal, estaduais e municipais para o planejamento de ações que visem à consolidação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, por meio da implementação de políticas públicas integradas em todo o território nacional.
Solange Mori (Assessoria Vice-Governadoria e Sedhast)
jul 16, 2015 | Brasil

Cinco mulheres foram assassinadas a tiros em prostíbulo
O Rio Grande do Norte registra nas primeiras horas desta quarta-feira, 15 de julho, uma das suas maiores chacinas da história. Cinco mulheres foram mortas dentro de um bar aonde funcionava uma casa de prostituição no município de Itajá, Região do Vale do Assú.
Itajá, localizada no interior do Rio Grande do Norte, a 200 km de Natal, é uma cidade pequena de 7 mil habitantes e sem muitas ocorrências de crimes, mas na madrugada de hoje, quarta feira viu a tranquilidade ser quebrada com o registro de 5 assassinatos no mesmo local e horário. As vítimas da chacina são cinco mulheres.
Patrícia Regina Nunes de 37 anos de idade, natural de Fernando Pedroza, Maria Daiane Batista, 20 anos, natural de Itajá, Cassia Raiane Santiago, de 17 anos de idade, natural de Assú e residente no Alto São Francisco, além de outras duas mulheres identificadas apenas como Menininha e Ceiça, foram mortas.
No local funciona o cabaré de “Patrícia Sapatão” que também foi atingida e morreu no local.
Dois corpos foram encontrados em uma sala, outros dois na cozinha, enquanto a quinta vítima foi morta no banheiro de uma suíte.
Segundo informações, os pistoleiros estavam em um veículo tipo Celta de cor preta e utilizaram armas de diversos calibres.

Segundo informações, os pistoleiros estavam em um veículo tipo Celta de cor preta e utilizaram armas de diversos calibres.
O local do crime foi isolado por Policiais Militares da cidade de Itajá com reforço da cidade de Assú. A equipe de Plantão no Instituto Técnico e Cientifico de Polícia, Itep, Unidade Regional de Mossoró realizou os procedimentos e fez a remoção dos corpos para a base do órgão em Mossoró onde serão necropsiados.