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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 29 de Junho de 2026
Caiado e Lupion virão a MS palestrar sobre o papel do agronegócio na crise econômica

Caiado e Lupion virão a MS palestrar sobre o papel do agronegócio na crise econômica

Veterinário, Miguel Miranda, sen. Ronaldo Caiado, pref. de Figueirão Rogério Rosalin, sec. de habitação do Paraná, Abelardo Lupion e o dep. Pedro Lupion

O senador da república Ronaldo Caiado dividirá palco com o eleito deputado federal, atual secretário de habitação do Paraná, Abelardo Lupion, em Costa Rica (MS), durante o 1º Circuito de Desenvolvimento da Tríplice Fronteira. Ambos vão debater com um público, estimado em 1000 pessoas, o papel do agronegócio e as estratégias econômicas para o desenvolvimento de municípios de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. O evento será no próximo sábado (12), em Costa Rica, o Espaço Gold Eventos, a partir das 8h.

“Durante o evento quero discutir o que nós queremos para a pecuária brasileira e quais as perspectivas que o Governo Federal nos aponta. O produtor rural precisa conhecer a sua importância, mas ainda mais primordial, é que os outros saibam o que o homem do campo significa para a economia brasileira”, destaca o integrante da Frente Parlamentar do Agronegócio (FPA), Abelardo Lupion.

De acordo com a comissão organizadora o objetivo do 1º Circuito de Desenvolvimento da Tríplice Fronteira é interagir mais os municípios envolvidos, com ações conjuntas. “Há uma lacuna econômica a ser preenchida e muitas ações aleatórias que poderiam ter maior força se unificadas”, afirma o prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, integrante da comissão organizadora. “Unindo as estratégias e estudando o real potencial dessa região, com demandas ao Governo Federal e apoio do senado, chegaremos a soluções que beneficiam todos, sejam elas relacionadas à logística, linhas de crédito e outros segmentos”, enfatiza Rosalin se referindo aos 33 municípios envolvidos na Tríplice Fronteira.

Logística, empreendedorismo e o atual cenário da pecuária em MS, bem como a ociosidade frigorífica, serão temas tratados no evento organizado pela Câmara Municipal de Costa Rica, que reunirá produtores rurais, empresários, consultores, representantes da indústria, profissionais liberais, estudantes e técnicos de diversos setores.

Diego Silva – Assessoria de Comunicação
Educação e ambiente familiar: chave para a juventude escapar das estatísticas da violência

Educação e ambiente familiar: chave para a juventude escapar das estatísticas da violência

Educação e ambiente familiar: chave para a juventude escapar das estatísticas da violência

O Centro-Oeste é uma das regiões com maior índice de homicídios entre jovens do Brasil. A soma de esforços entre família e educadores é uma das esperanças para mudar essa realidade.

De acordo com o Mapa da Violência 2015, estudo de autoria do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz e divulgado neste ano pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o homicídio é a principal causa de mortes de adolescentes no Brasil. Esta estatística coloca o País em terceiro lugar na taxa de homicídios de adolescentes de 15 a 19 anos, entre 85 países avaliados. Uma realidade que preocupa especialistas, famílias e educadores.

A região Centro-Oeste fica atrás apenas do Nordeste quando se trata dos maiores índices. Neste cenário, especialistas se perguntam o que está acontecendo com a juventude e, principalmente, como mudar essa realidade que aos poucos se torna comum. Já é sabido que variáveis como a participação da família na vida dos filhos e ambiente escolar propício para o aprendizado não só profissional, mas também de cidadania, estão diretamente relacionados ao atual comportamento dos jovens.

Para Lúdio Silva, coordenador pedagógico do Colégio Dom Bosco, a mudança que a juventude precisa para escapar das estatísticas apontadas no documento da Unesco só será alcançada quando família e escola voltarem a somar esforços. Para ele, é preciso que as experiências vividas no dia a dia sirvam de base para a construção de cidadãos com a habilidade do respeito ao próximo. “A introdução de valores começa nos primeiros ensinamentos, limites e exemplos dos pais, que em seguida contam com o ambiente escolar para apoiar essa criação com práticas pedagógicas de socialização, dialogo e princípios como honestidade, colaboração e respeito”, ressalta.

Crys Oliveira Dutra, psicopedagoga, entende que não é tarefa fácil transmitir valores em tempos de grande acesso à informação, velocidade dos fatos e tantos avanços tecnológicos, mas que não se pode abdicar do desafio, pois ele é a base para uma sociedade saudável. “A juventude espera inovação e novas experiências. Compete aos pais, com o apoio de educadores, proporcionar situações de crescimento pessoal às crianças e adolescentes constantemente, inserindo nelas novos valores”, acrescenta.

 Assessoria de Imprensa

Evento vai debater estratégias econômicas para municípios de MT, MS e GO

Evento vai debater estratégias econômicas para municípios de MT, MS e GO

 

​Senador Ronaldo Caiado, palestrante do 1º Circuito de Desenvolvimento da Tríplice Fronteira

Integrar 33 municípios e debater estratégias econômicas para o avanço da fronteira entre Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, é o objetivo do 1º Circuito de Desenvolvimento da Tríplice Fronteira. Com a estimativa de reunir cerca de 500 pessoas dos três estados, a programação inclui a participação do senador da República, Ronaldo Caiado, que utilizará estatístisca do agronegócio para tratar do atual cenário econômico do país e as perspectivas dos municípios envolvidos no evento, que acontecerá no dia 12 de setembro, às 8h, em Costa Rica (MS), no Espaço Gold Eventos.

Com a palestra “Soluções para o momento de crise”, junto com a autoridades locais, Caiado vai traçar táticas para lidar com a inflação e juros expressivos.  “Quero discutir os desafios e novas possibilidades da agropecuária brasileira, o papel deste setor para os municípios envolvidos no evento, e também buscar alternativas para o momento em que está passando o país, diante dessa crise tão grave que assola e que aflige todos nós”, pontua o senador.

Emprrendedorismo, Atual cenário da Pecuária de MS, Agronegócio do Brasil, e Soluções para momentos de crise, são as palestras que contemplam a programação. Além do senador Caiado, o secretário de habitação do Paraná, Abelardo Lupion, o prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa, e o proprietário da Fazenda 3R, Rubens Catenacci, integram a mesa de debatedores do evento, que terão como objetivo apresentar alternativas para o desenvolvimento da tríplice fronteira.

De acordo com a comissão organizadora o objetivo principal do 1º Circuito de Desenvolvimento da Tríplice Fronteira é interagir mais os municípios envolvidos com ações conjuntas. “Há uma lacuna econômica a ser preenchida e muitas ações aleatórias que poderiam ter maior força se unificadas”, afirma o prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, integrante da comissão organizadora. “Unindo as estratégias e estudando o real potencial dessa região, com demandas ao Governo Federal e apoio do senado, chegaremos a soluções que beneficiam todos, sejam elas relacionadas à logística, linhas de crédito e outros segmentos”, enfatiza Rosalin.

Organizado pela Câmara Municipal de Costa Rica, o Circuito reunirá produtores rurais, empresários, investidores, consultores, representantes da indústria, profissionais liberais, estudantes e técnicos de diversos setores.

 

Projeto do senador Moka obriga preso rico a pagar despesas na prisão

Projeto do senador Moka obriga preso rico a pagar despesas na prisão

Projeto do senador Moka obriga preso rico a pagar despesas na prisão

O senador Waldemir Moka (PMDB) apresentou projeto de lei que obriga o preso rico a ressarcir o Estado das despesas de sua manutenção durante o tempo em que estiver cumprindo pena em estabelecimento prisional.  O texto altera a Lei de Execução Penal 7.210, editada em 11 de julho de 1984.

De acordo com a matéria, o preso que tiver condições financeiras, como, por exemplo, os condenados por corrupção, lavagem de dinheiro ou crimes financeiros, deve devolver ao Estado o custo de sua manutenção. “Os presídios têm custo elevado e entendo que os apenados em boas condições devem arcar com suas despesas”, afirma o senador.

O artigo 29, da Lei de Execução Penal, já estabelece responsabilidades dos presos, como a retenção de parte da remuneração do trabalho no sistema prisional para ressarcir o Estado. No projeto, Moka deixa claro que essa possibilidade só deve ser aplicada aos condenados comprovadamente pobres.

O senador argumenta que, somente transferindo para o preso o custo de sua manutenção, é que o sistema penitenciário poderá melhorar e, ao mesmo tempo, proporcionar destinação de mais recursos para outras áreas, como os serviços públicos de saúde e educação.

Dados do governo federal mostram que a manutenção de um preso custa, em média, entre dois e cinco salários mínimos. “É um fábula, se levarmos em conta que há em torno de 600 mil presos. Se, parte mínima desses custos fosse transferida aos condenados ricos, haveria um desafogo nos caixas da União e dos Estados”, diz o autor do projeto.

Em 2011, Moka foi eleito o terceiro melhor senador do país em um estudo realizado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), dada a relevância dos projetos apresentados. Em 2014, o senador sul-mato-grossense ficou em oitavo lugar nesse mesmo levantamento.

Sorriso de família é capaz de vencer falta de amor, diz Papa

Sorriso de família é capaz de vencer falta de amor, diz Papa

Sorriso de família é capaz de vencer falta de amor, diz Papa

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 2, o Papa Francisco apresentou uma de suas últimas reflexões no contexto das catequeses sobre a evangelização na família, com ênfase em um aspecto particular.

“Voltemos nosso olhar sobre o modo com o qual a família vive a responsabilidade de comunicar a fé, de transmitir a fé, seja ao interno dela ou ao externo”, destacou. O Papa recorda que, quando Jesus afirma o primado da fé em Deus, não encontra uma comparação mais significativa para expressar essa vivência do que a afetividade em família.

“Estes laços familiares, dentro da experiência de fé e do amor de Deus, são transformados, são ‘preenchidos’ de um sentido maior e são capazes de ir além deles mesmos para criar uma paternidade e uma maternidade mais amplos, e para acolher como irmãos e irmãs também aqueles que estão à margem de qualquer vínculo”, refletiu.

A gramática da família

Neste contexto, o Papa lembrou do trecho do evangelho de Marcos no qual Jesus responde, apontando para seus discípulos, que ali está sua mãe e seus irmãos e não do lado de fora.

“A sabedoria dos laços que não se compram e não se vendem é o dom principal da família. Em família, aprendemos a crescer naquela atmosfera dos laços. A gramática se aprende no seio da família, caso contrário é bem difícil aprendê-la. É justamente esta a linguagem por meio da qual Deus se faz compreender por todos”, sublinhou.

Ao afirmar que a difusão de um estilo familiar nas relações humanas é uma benção para os povos por trazer outra vez a esperança para a Terra, o Papa reforçou um convite especial.

“O chamado a colocar os laços familiares no âmbito da obediência da fé a da aliança com o Senhor não os mortifica; ao contrário, os protege, os desvincula do egoísmo, os cuida do degrado, os coloca a salvo para a vida que não morre”.

O Santo Padre acrescentou dizendo que quando os laços familiares se deixam converter ao testemunho do Evangelho, se tornam capazes de coisas impensáveis, que fazem tocar com as mãos as obras que Deus realiza na história, como aquelas que Jesus fez para os homens, as mulheres que as crianças que encontrou.

O agir de Deus

Ao recordar o mistério da ação de Deus neste mundo, Francisco elevou dois aspectos importantes nos quais os homens se relevam instrumentos de amor.

“Um só sorriso milagrosamente saído do desespero de uma criança abandonada, que recomeça a viver, nos explica o agir de Deus no mundo mais do que mil tratados teológicos. Um só homem e uma só mulher, capazes de arriscar e de se sacrificar pelo filho do outro, e não somente pelo próprio, nos explicam coisas do amor que muitos cientistas não compreendem mais”, disse o Papa.

Protagonismo da família

O Papa “animou” para que a família seja restituída, a partir da Igreja, o protagonismo de poder responder ao chamado de Jesus e ser maestra do mundo com base na aliança do homem e da mulher com Deus.

“Pensemos ao desenrolar deste testemunho, hoje. Imaginemos que o leme da história (da sociedade, economia, política) seja entregue, finalmente, à aliança do homem e da mulher, para que o governem com o olhar voltado às gerações futuras. Os temas da terra e da casa, da economia e do trabalho, tocariam uma música muito diferente”, idealizou o Pontífice.
Desertificação da sociedade

Francisco concluiu sua catequese com uma apelo à vida em comunidade ao afirmar que a aliança da família com Deus é chamada hoje a contrastar a desertificação comunitária da cidade moderna.

“As nossas cidades estão desertificadas pela falta de amor, pela falta de sorriso. Tanta diversão, tantas coisas para perder tempo e rir, mas o amor falta. O sorriso de uma família é capaz de vencer esta desertificação. Esta é a vitória do amor, da família”, disse.

Ao retomar a catequese, o Papa disse: “Nenhuma engenharia econômica e política é capaz de substituir esta contribuição das famílias (…) Devemos sair das torres e dos quartos blindados das elites para voltar a frequentar as casas e os espaços abertos das multidões”.

E finalizou: “Rezem por mim, rezemos uns pelos outros, para que sejamos capazes de reconhecer e apoiar as visitas de Deus. O Espírito trará uma bagunça saudável às famílias cristãs, e a cidade do homem sairá de sua depressão”.

Apelo pela paz

Ao final da Audiência geral, o Papa fez um apelo pela paz ao recordar que, nestes dias, também o Extremo Oriente recorda o fim da Segunda Guerra Mundial. Ao renovar suas fervorosas orações ao Senhor para que, por intercessão de Nossa Senhora, o mundo de hoje não precise mais experimentar os horrores e os assustadores sofrimentos de tais tragédias, o Papa reiterou o pedido de seus predecessores: “Guerra nunca mais”.

Rádio Vaticano

Sicredi presente na Bienal da Agricultura

Sicredi presente na Bienal da Agricultura

Sistema é um dos apoiadores do evento

Sistema é um dos apoiadores do evento

A Bienal aconteceu nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande e foi promovida pelas federações da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Mato Grosso (Famato), Goiás (FAEG) e do Distrito Federal (Fape -DF). Esse evento foi a vitrine do agronegócio e se firmou pela participação de patrocinadores, apoiadores e parceiros que fazem o setor acontecer, incluindo o Sicredi.

Segundo o presidente da Sicredi União MS/TO, Celso Régis, a dinâmica do cooperativismo está diretamente ligada ao agronegócio e vem se fortalecendo e profissionalizando proporcionalmente. “Acreditamos na relevância da Bienal para o desenvolvimento do agronegócio regional, por possibilitar atualizações econômico-financeiras do setor e de articulações políticas que proporcionarão ao produtor rural melhores resultados em seus negócios”, considera. O Sicredi é apoiador do evento e também está presente no estande do Sistema OCB Centro Oeste TO.

Nesta edição, foram abordados temas que têm como objetivo o desenvolvimento do agronegócio, como o aprimoramento do trabalho no campo, as conexões da atividade rural com a realidade urbana e a qualidade de vida de toda a sociedade.

A sustentabilidade foi pano de fundo para as discussões dos gargalos do setor e para as atividades desenvolvidas durante a 3ª edição da Bienal dos Negócios da Agricultura Brasil Central.

A abertura oficial do evento ocorreu dia 31 de agosto, que contou com a presença de diversas autoridades. O objetivo do evento foi evidenciar a potencialidade da região Centro-Oeste, considerada eixo do agronegócio e que atualmente é responsável por 48,5% da produção nacional de soja.

Foram oferecidos eventos paralelos como o Dia de Campo sobre ILPF realizado na Embrapa Gado de Corte, Simpósio de Jornalismo Agropecuário, Seminário Nacional Soja Plus, Premiação da CESB – Comitê Estratégico Soja Brasil, no dia 31, segunda-feira. Além disso, estavam programadas para terça-feira: palestras, workshops e painéis de discussão abordando temas específicos nas áreas da agricultura, pesquisa, ciência, tecnologia, clima e educação.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3 milhões de associados e 1.360 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 96 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

Reportagem – Gabriela Borsari |