fev 3, 2017 | Brasil

Senador diz que prioridade é reformar ensino, previdência e leis trabalhistas
Brasilia (DF) – O senador Pedro Chaves (PSC/MS) assegura que a prioridade do Congresso Nacional no ano legislativo, iniciado nesta quinta-feira (02), é apreciar e votar três propostas que vão impactar diretamente no cotidiano dos brasileiros, as reformas do Ensino Médio, Previdência e Trabalhista.
“Esses temas, sem sombra de dúvida, vão dominar os debates no Senado e na Câmara nos próximos meses, mobilizando a atenção não só de deputados e senadores, mas do governo e de toda a população. A curto prazo, provavelmente ainda na primeira quinzena de fevereiro, vamos votar no Plenário do Senado o Projeto de Lei de Conversão 34/2016, que deriva da Medida Provisória 746 e trata da Reforma do Ensino Médio, do qual sou relator. A ideia é aprová-lo rapidamente, para que as mudanças comecem a ser implantadas ainda este ano. Enquanto isso a Câmara inicia o debate sobre a Reforma da Previdência, que depois chegará ao Senado. A Reforma Trabalhista será enviada pelo governo ao Congresso na forma de projeto-de-lei, para tramitar em regime de urgência”, adiantou o senador ao participar da solenidade de abertura dos trabalhos em Brasília.
Presidente – Pedro Chaves ficou satisfeito com a eleição do senador Eunício Oliveira (PMDB/CE) para a presidência do Senado. ”Ele é um político muito experiente, que foi deputado federal por três mandatos, ministro de estado por 6 anos, líder do PMDB na Câmara e também no Senado, sempre com uma postura republicana e um relacionamento suprapartidário. Prova disso é a rapidez com que foi eleita a Mesa do Senado. Ele vai ajudar muito o Executivo nas negociações com o Congresso e eu não tenho dúvida que todos os partidos, independentemente do tamanho, terão espaço na gestão dele”, afirmou.
O senador sul-mato-grossense observou que Eunício Oliveira é um parlamentar rigoroso e pontual e vai dar celeridade às votações dos temas de interesse do país.
“Ele conhece bem o Senado e fará uma gestão para otimizar o funcionamento do Congresso, reduzindo custos e enxugando os gastos. Não tenho dúvida de que vai investir cada vez mais em transparência para que qualquer pessoa possa acompanhar livremente o trabalho dos senadores, fazendo as críticas que julgar necessárias. Além disso, vai evitar assuntos extra pauta, para que não ocorram surpresas”, destacou.
Pedro Chaves acredita ainda que o novo presidente terá uma relação harmoniosa com o Executivo e o Judiciário, aproximando os poderes para evitar atritos “que não interessam a ninguem e só prejudicam a sociedade brasileira”, concluiu.
fev 3, 2017 | Brasil
Assinatura ocorre nesta sexta-feira com o Colégio Status em Campo Grande
Nesta sexta-feira, dia 03 de fevereiro, pela manhã em Campo Grande, a Sicredi União MS/TO assina contrato do Programa União Faz a Vida com o Colégio Status.
O programa é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, que completará 22 anos em 2017, seguindo o lema que inspirou sua criação e seu principal objetivo: promover a cooperação e a cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo com a educação integral de crianças e adolescentes. Por meio de uma metodologia de projetos, os estudantes deixam o papel de receptores de conhecimento e tornam-se protagonistas do processo de aprendizagem.
“Estamos ansiosos com o início do programa em nossa cooperativa, essa é a primeira escola e temos muita expectativa com a execução do União Faz a Vida”, declara o presidente da Sicredi União MS/TO, Celso Régis.
O Programa foi desenvolvido, em 1995, para ampliar o conhecimento das comunidades sobre o cooperativismo e a natureza das sociedades cooperativas. Sua proposta foi construída a partir de exemplos internacionais e da parceria com o Centro de Desenvolvimento e Pesquisa sobre Cooperativismo da Universidade do Vale do Rio do Sinos (Unisinos – São Leopoldo/RS). Os projetos cooperativos são desenvolvidos pelos alunos nas escolas, com o apoio de educadores, pais e da comunidade.
As expedições investigativas são o ponto de partida da metodologia do Programa. Com a participação de educadores, os estudantes percorrem os locais onde vivem, rompendo os limites da escola. A partir disso, são definidos os temas que serão trabalhados em sala de aula, alinhados ao currículo escolar e com a comunidade de aprendizagem. E começa a ser construída, de forma colaborativa, uma nova maneira de ver o mundo e de agir coletivamente.
Em 2016, o Programa esteve presente em 249 cidades de seis estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás e Mato Grosso), contava com 17.807educadores em 1.368 escolas e atingiu 215.752mil crianças e adolescentes. Para participar do Programa A União Faz a Vida, as prefeituras, por meio das secretarias de educação, devem entrar em contato com a cooperativa Sicredi da sua cidade.
As inciativas são compartilhadas na página do Programa A União Faz a Vida no Facebook (www.facebook.com/auniaofazavida) e no site www.auniaofazavida.com.br.
Formação dos educadores
O Programa A União Faz a Vida também promove a formação continuada dos educadores, por meio de encontros orientados pelas assessorias pedagógicas e intensificadas, no universo educacional do município, com as práticas de cooperação e cidadania. A proposta está alicerçada em uma rede de compromisso atuante, formada pelo Sicredi, prefeituras, assessoria pedagógica e apoiadores e pela comunidade.
O primeiro Workshop “Educar a Ação”, ocorre dia 04, na sede da cooperativa e tem o objetivo de promover reflexões sobre educação e motivar os professores para o trabalho de 2017 e terá Paulo Brum como palestrante do workshop.
fev 3, 2017 | Brasil

Malu Falangola fala de sua cena mais difícil em entrevista com Luca Moreira
No ar na atual temporada de “Malhação – Pro Dia Nascer Feliz”, a pernambucana interprete da personagem Sula, participou recentemente de uma entrevista exclusiva ao assessor e entrevistador Luca Moreira, com quem revelou detalhes inéditos tanto de seu trabalho como de seu dia-a-dia.
O bate-papo entre os dois foi publicado no site do Almanaque Mídia e divulgado no Twitter e no Instagram de Luca uma hora depois de ir ao ar.
(Foto: Reprodução / Instagram)
fev 2, 2017 | Brasil

Rodrigo Maia (DEM-RJ), que concorre ao cargo de presidente da Câmara, em Brasília (DF) – 02/02/2017 (Marcelo Camarg)
O deputado, que já ocupava o cargo desde a cassação de Eduardo Cunha, foi reeleito em primeiro turno com 293 votos
O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito presidente da Câmara dos Deputados na tarde desta quinta-feira em primeiro turno. Maia, que foi eleito para um “mandato-tampão” após renúncia do deputado cassado Eduardo Cunha, obteve 293 votos com apoio do Planalto e de 13 partidos.
O deputado Jovair Arantes (PTB-GO) recebeu 105 votos, André Figueiredo (PDT-CE) 59, Julio Delgado (PSB-MG) 28, Luiza Erundina (PSOL-SP) 10 e Jair Bolsonaro (PSC-RJ) 4. Cinco deputados votaram em branco. Os votos são secretos e, ainda nesta quinta, será decidido quem serão os outros seis deputados na Mesa Diretora da Câmara, que farão parte da chefia administrativa da instituição.
A candidatura de Maia à reeleição foi marcada por impasses. Em 20 de janeiro, o juiz federal substituto Eduardo Ribeiro de Oliveira, da 15ª Vara Federal em Brasília, acolheu ação popular que pedia a suspensão da candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados.
No entanto, no dia 23 de janeiro, o presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, desembargador Hilton Queiroz, suspendeu a liminar alegando que a Constituição é clara ao dizer que a recondução para o mesmo cargo só é vedada a eleitos para mandatos de dois anos, e não se aplica no caso de um “mandato-tampão”, como ocorreu com Maia, que assumiu a presidência da Câmara em julho do ano passado.
Já às vésperas da eleição, nesta quarta, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello decidiu liberar a candidatura de Maia. Mello julgou ação na qual o deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), um dos derrotados por Maia na disputa, que contestava a legalidade da candidatura.
fev 2, 2017 | Brasil
São Paulo (SP) – O corpo da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, de 66 anos, que teve morte cerebral declarada na manhã de hoje (2), será velado no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Ainda não se sabe qual o horário de início da cerimônia.
Marisa Letícia foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês do dia 24 deste mês, depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico.
Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, na manhã de hoje foi realizado um doopler transcraniano que identificou a ausência de fluxo cerebral na paciente. A família autorizou a doação de órgãos.
Marisa Letícia foi acompanhada pelas equipes coordenadas pelos médicos Roberto Kalil Filho, Milberto Scaff, Marcos Stávale e José Guilherme Caldas.
fev 1, 2017 | Brasil
O jornal cearense O Povo passou a integrar o Projeto Credibilidade, consórcio de mídia que busca refletir sobre a fragmentação das notícias no ambiente virtual e elaborar técnicas que identifiquem e promovam um jornalismo digital confiável e de qualidade.
O movimento tem como inspiração o The Trust Project, financiado pelo Google. Único veículo nordestino a integrar o projeto, o jornal participa ao lado da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), das agências Lupa e Aos Fatos, da Folha de São Paulo, Jornal da Cidade, Jornal de Jundiaí, Nexo, Estadão, O Globo e Zero Hora, Nova Escola, Piauí e do portal UOL.
O consórcio, coordenado pelos jornalistas Angela Pimenta e Francisco Rolfsen Belda, definiu uma série de atividades, como reuniões, testes e palestras, que devem cooperar no processo de distinção entre informação de qualidade e ruído.
Entre junho de 2016 e este mês, o Projeto Credibilidade aplicou com profissionais da comunicação uma pesquisa empírica para identificar conjuntos comuns de valores e características atribuídas ao campo do jornalismo.
O estudo indicou que 42,5% dos jornalistas acreditam que a profissão representa preocupações e dá voz a todas as pessoas. Outros 49,8% acreditam que o jornalismo oferece uma narrativa verdadeira dos eventos num contexto que explica os seus significados.