ago 11, 2020 | Brasil
Os pré-candidatos às eleições municipais deste ano não podem, a partir desta terça-feira (11), participar de programas de rádio e televisão como apresentadores ou comentaristas.
O descumprimento da norma pode sujeitar a emissora ao pagamento de multa e no cancelamento do registro de candidatura dos envolvidos, de acordo com a Lei das Eleições (9.504/97).
O prazo já leva em conta o adiamento do das eleições em função da pandemia do novo coronavírus. A alteração da data do pleito ainda vai repercutir em vários outros eventos do processo eleitoral.
Leia a íntegra da determinação:
Art. 45. Encerrado o prazo para a realização das convenções no ano das eleições, é vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal e em seu noticiário:
I – transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados;
II – usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito;
III – veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação, a seus órgãos ou representantes;
IV – dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação;
V – veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, mesmo que dissimuladamente, exceto programas jornalísticos ou debates políticos;
VI – divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, ainda quando preexistente, inclusive se coincidente com o nome do candidato ou com a variação nominal por ele adotada. Sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgação, sob pena de cancelamento do respectivo registro.
Fonte: R7
ago 8, 2020 | Brasil

Entregador humilhado por homem de condomínio de luxo recebe apoio e ganha vaquinha
Como forma de solidariedade e estímulo, apoiadores organizam arrecadação de fundos que já ultrapassa os R$ 100 mil
O motoboy Matheus Pires Barbosa, de 19 anos, ganhou a atenção do país nas últimas 24 horas, após a divulgação de um vídeo em que foi humilhado por um morador de um condomínio de luxo de Valinhos, em São Paulo. A cena trouxe à tona mais um episódio de racismo e preconceito de classe no Brasil e sensibilizou internautas que passaram a se organizar em solidariedade ao entregador, que agora ganhou uma vaquinha virtual.
A ideia dos mobilizadores é arrecadar fundos para viabilizar uma estabilidade financeira para Matheus durante a pandemia, momento em que muitos trabalhadores perderam o emprego e acabaram se tornando entregadores de aplicativo como forma de automanutenção. A vaquinha tem como meta a marca de R$ 150 mil e, neste sábado (8), ultrapassou os R$ 109 mil, com a ajuda de 2.181 apoiadores. O caixa atual já representa 73% do horizonte do grupo, que ainda tem 15 dias para chegar ao montante desejado.
Em meio à repercussão do caso, o entregador também ganhou novos adeptos nas redes sociais. Neste sábado, o perfil de Matheus no Instagram, por exemplo, chegou a 1,4 milhão de seguidores. Diferentes internautas postaram mensagens de estímulo ao trabalhador. “Sucesso na vida. Você merece isso e muito mais”, disse um deles. “A sua humildade foi sua grande riqueza, parabéns. Continue sempre com essa calma e inteligência”, comentou outro.
Na noite de sexta (7), ele publicou uma postagem em que agradeceu pelo apoio. O motoboy também exibiu vídeos de amigos que atuam como entregadores e relatam dificuldades relacionadas ao tratamento de determinados clientes durante o trabalho.
“[É] pro pessoal do Brasil inteiro saber como é a vida dos motoboys e entregadores no Brasil. Só apareceu tudo isso porque foi filmado, mas isso acontece todo dia, toda hora e ninguém faz nada”, disse um trabalhador não identificado no vídeo. “Dessa vez foi o Matheus, mas que isso seja divulgado o máximo possível e que as pessoas tenham consciência que somos pais de família”, afirmou outro motoboy também sem identificação.
A cena de humilhação que envolveu Matheus Pires Barbosa ocorreu no último dia 31, mas veio à tona esta semana, com a divulgação do vídeo nas redes sociais. A filmagem ganhou destaque na mídia nacional e mostra Matheus sendo humilhado pelo contador Mateus Couto, 31, com termos como “preto”, “favelado” e “pobre”. O morador também destacou o “tênis furado” do entregador e disse que ele teria “inveja disso aqui”, em referência à pele branca do contador.
O caso foi registrado numa delegacia de polícia de Valinhos e resultou num boletim de ocorrência por injúria racial. De acordo com informações divulgadas pela imprensa, o agressor deu prosseguimento às ofensas na unidade policial. Ao comparecer à delegacia, o pai de Couto disse que o filho seria um paciente psiquiátrico e faz tratamento para esquizofrenia.
Edição: Marina Selerges
ago 8, 2020 | Brasil
Nesta sexta-feira (7), a Lei Maria da Penha completa 14 anos desde a sanção. A norma, que foi aprovada para dar proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, passou por mudanças ao longo dos anos, apesar de ser considerada uma legislação avançada em relação ao tema. Senadoras ouvidas pela Agência Senado consideram que mais mecanismos de proteção ainda podem ser incorporados e acreditam também que leis apenas não são o suficiente para o combate aos criminosos: é preciso investimento em educação.
A Senadora Zenaide Maia (Pros-RN) lembrou que o Brasil tem uma das três legislações mais modernas do mundo, por isso é preciso valorizá-la e colocá-la em prática. Mas, para ela, não adianta uma norma progressista se não houver engajamento social.
— A violência doméstica aumentou muito na pandemia. No Rio Grande do Norte, por exemplo, o número assusta: 258% a mais de casos de agressões contra mulheres entre março e maio, em comparação com 2019. Isso não pode continuar, não adianta lei avançada se não houver engajamento de toda a sociedade nesta luta — avaliou.
A parlamentar destacou a necessidade de mais proteção e lembrou que foi relatora do PL 2.510/2020, aprovado recentemente no Senado, que obriga síndicos e vizinhos a informarem autoridades sobre casos de violência doméstica dentro dos condomínios. A proposta é do senador Luiz do Carmo (MDB-GO) e agora aguarda votação na Câmara dos Deputados.
Crianças
A senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) é outra que não acredita que leis somente deem conta da gravidade da situação. Na opinião dela, o trabalho de conscientização deve começar cedo, com as crianças, dentro de casa e nas escolas.
— Temos muito mais a fazer. Temos que fazer uma combativa conscientização para que a sociedade não se omita. Não tem que ficar no silêncio, pois o silêncio é conivente. Não se pode aceitar que seres iguais sejam tratados com tanta discriminação e violência. Chegamos até aqui e vamos adiante, mas temos que fazer da educação um instrumento de luta para conscientização dentro dos lares, ensinando às crianças. São 14 anos de um caminho percorrido, mas temos muito a fazer para acabar com essa odiosa aceitação cultural de que o homem pode agredir uma mulher e tratá-la com tanta arrogância e desrespeito — avaliou.
Luz na escuridão
Embora reconheça que há falhas a serem corrigidas, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), acredita que a Lei Maria da Penha jogou luz num problema gravíssimo, demonstrou a importância de se denunciar o agressor e ajudou a conscientizar a população de forma geral e na elaboração de politicas públicas.
— É claro que há falhas no processo que precisam ser corrigidas. Mulheres continuam morrendo e sofrendo com a violência doméstica. As medidas protetivas muitas vezes não protegem a vítima; algumas delas cedem a pressões e retiram as queixas; algumas penas se tornam brandas. Reconhecemos que não é perfeita, mas temos que comemorar a existência desta norma tão essencial — avaliou.
Desconfiança
A falhas na aplicação da lei foram percebidas pela população. A pesquisa Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher – 2019, realizada pelo DataSenado, em parceria com o Observatório da Mulher contra Violência, aponta que quase sete em cada dez mulheres brasileiras acreditam que a Lei Maria da Penha não as proteja contra a violência doméstica e familiar (21%), ou que as proteja apenas em parte (47%). Somente 30% se sentem protegidas pelo diploma legal. Dois por cento não sabem ou não quiseram responder.
Neste início de agosto, o observatório divulgou o Boletim Mulheres e seus Temas Emergentes, com uma análise sobre os 14 anos da norma. O documento lembra outro levantamento do DataSenado, de 2019, segundo o qual 11% das entrevistadas conheciam nada a respeito da Lei Maria da Penha, e 68% conheciam pouco.
“Como uma mulher poderá reivindicar seus direitos sem ao menos conhecê-los? Adotar a educação como recurso estratégico na remoção de obstáculos à igualdade de gênero tem dupla função. Por um lado, empodera a mulher no trilhar da sua própria proteção e consolida o arcabouço de estruturas de proteção que lhe são oferecidas. Por outro lado, incute nos homens, não apenas a consciência para não realizar os atos de violência, mas o compartilhamento da responsabilidade pelo seu enfrentamento”, diz o documento.
O boletim chama atenção também para a necessidade de melhoria das ações governamentais. Enquanto 100% dos municípios com mais de 500 mil habitantes apresentam ao menos um serviço especializado para atendimento a mulheres em situação de violência, esse percentual cai para 30% nas cidades com população de 20 mil a 50 mil habitantes e é de menos de 4% nas localidades com menos de 5 mil moradores.
“Dados trazidos pelo IBGE por intermédio da Pesquisa de Informações Básicas Municipais, mostraram que no ano de 2018 apenas 20% dos municípios brasileiros apresentavam em sua estrutura administrativa um órgão executivo, como secretaria, diretoria ou mesmo coordenadoria, voltado à gestão de políticas específicas”, acrescenta o documento.
Desafios
Diante deste cenário, o Observatório aponta três desafios a serem enfrentados pela sociedade brasileira nos próximos anos: fortalecer a rede de atendimento às mulheres em situação de violência; priorizar a educação como instrumento de conscientização e assegurar a produção e oferta de dados e informações que possam servir de insumo para o aprimoramento do funcionamento dessa rede.
Fonte: Agência Senado
ago 5, 2020 | Brasil
A influenciadora digital Virginia Fonseca, nova namorada do cantor Zé Felipe (filho do cantor Leonardo), está dando o que falar na web, com as postagens que compartilha com seus 9 milhões de seguidores apenas no perfil do Instagram e ao todo com mais de 18 milhões de seguidores entre todas as suas redes sociais.
Na tarde desta última terça-feira (04), Samara Martins, profissional e extensionista da Pink Lash, líder do mercado brasileiro de extensão de cílios, saiu da cidade de São Paulo e foi exclusivamente até Goiânia onde Virginia reside, para realizar o procedimento estético na influenciadora.
O sertanejo assumiu o novo relacionamento com a youtuber de 21 anos, há cerca de um mês e desde então tem mexido com o coração do cantor, que ficou admirado com o procedimento estético e acompanhou tudo de perto, rasgando elogios, dizendo que a namorada ficou ainda mais linda.
Extremamente vaidosa, esta foi a primeira vez que Virginia deixou ser fotografada sem cílios, e fez uma foto comparação do antes e depois do acessório que mexe com a cabeça de toda mulher.
“Gente o trabalho realizado por elas é realmente sensacional. Sem dizer que saíram de São Paulo só para vir atender a gente aqui em Goiânia. Eu amei muito!”, disse Virginia encantada enquanto se olhava no espelho balançando os novos cílios”.
A Pink Lash transforma crise pandêmica em catalisador de inovação e resultados. É uma empresa jovem, moderna, baseada em cuidado e autoestima. Estes são os valores que transformaram a marca em líder do mercado brasileiro de extensão de cílios.
Afinal as clientes buscam mais do que apenas um procedimento de beleza. E sendo assim, o acompanhamento dos padrões de qualidade é fundamental. As mulheres buscam uma experiência diferente e agradável, querem se sentir lindas com segurança e normas assíduas de higiene, que já existiam, foram reavaliadas.
A partir disso, um novo protocolo de biossegurança foi criado. Nele estão previstas ações de higienização dos ambientes contra micro-organismos patogênicos — bactérias, vírus e outros —, com o auxílio de um equipamento específico e produtos de alta tecnologia, aprovados pela Anvisa e pelo Centro de Vigilância Sanitária, além de distribuição de máscaras e álcool gel.
Crédito das Fotos: Divulgação / Renato Cipriano
ago 5, 2020 | Brasil
Entre clicks e muitos flashes, o fotógrafo mineiro Vinny Nunes, vem galgando sua trajetória com muito talento e criatividade, e foi assim que conquistou o carinho e admiração de diversos famosos.
Seja nos ensaios fotográficos, nas campanhas publicitárias ou nos eventos, Vinny é atualmente o fotógrafo mais requisitado pelas celebridades. É com um carinho todo especial que ele atende seus clientes famosos que não pensam duas vezes antes de acioná-lo e suas potentes câmeras fotográficas.
Este é o caso da bela Nicole Bahls, do apresentador David Brazil, da repórter e dançarina Adriana Bombom, do ator Rodrigo Pavanello, entre tantos outros clientes, além de conceituadas marcas que são fiéis aos cliques do gabaritado fotógrafo.
Atualmente Vinny mora no Rio de Janeiro e aproveita como fundo de cenário para seus clicks, as lindas paisagens da cidade maravilhosa, como por exemplo as belezas naturais das encantadoras praias, além de parques e praças, para suas produções, que resultam em fotos espetaculares digna de um cartão postal.
Muito mais que um profissional que realiza a captação de imagens, Vinny possui um olhar visionário, que mescla o seu toque de arte com o talento adquirido, e deixa qualquer um encantado, como podem ser conferido nos clicks que foram produzidos para ilustrar centenas de matérias, ensaios e muitos outros trabalhos artísticos e profissional.
Crédito das Fotos: RL Assessoria / Divulgação
ago 4, 2020 | Brasil
O boletim divulgado na sexta-feira, 31 de julho, pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), registra 415 padres diocesanos contaminados com o novo coronavírus, um aumento de mais de 11% em relação ao último levantamento publicado dois dias antes que registrou 368 padres contaminados. O boletim informa ainda que 21 religiosos faleceram em decorrência da covid-19.
Os dados foram consolidados com base em consulta aos 18 regionais da CNBB, que abarcam 278 circunscrições religiosas do país (dioceses e arquidioceses). Os números, contudo, podem ser maiores, uma vez que o levantamento focou apenas nos padres diocesanos. No levantamento, não consta os padres ligados às congregações religiosas.
O regional Sul 1 da CNBB, que compreende o Estado de São Paulo, com 45 circunscrições religiosas, registrou o maior número de padres, 72, infectados pelo novo coronavírus, mas com apenas 1 morte. O regional Norte 2 da CNBB, que compreende os estado do Pará e Amapá, registra o maior número de mortes, ao todo 6, em decorrência da doença.