set 24, 2020 | Brasil
Energisa alerta que o uso correto dos equipamentos de eletrodomésticos ajudam a equilibrar a conta de energia
O verão ainda nem chegou e já é notável o quanto a temperatura subiu. E sem previsão de chuvas contínuas a solução para amenizar a temperatura é buscar alento com o uso de ventiladores e condicionadores de ar, ação que pode gerar um aumento brusco no consumo de energia elétrica e elevar o valor das faturas.
De acordo com dados da Energisa, que mostram uma variação histórica nos últimos anos, as famílias sul-mato-grossenses consomem, em média, 33% mais energia por mês entre os meses de agosto e novembro do que no restante do ano.
Helier Fioravante, gerente de Serviços Comerciais da Energisa, pontua que uma boa opção para entender essa variação é observar o histórico do consumo que está na conta de energia, ou no aplicativo Energisa On. “É importante, no momento que analisar esse histórico, olhar também como foi o consumo no mesmo período do ano anterior, quando as condições climáticas eram parecidas, pois as alterações de temperatura fazem a diferença na conta. Temos que usar a energia de forma econômica durante todo o ano, mas nos dias de muito calor o cuidado precisa ser redobrado”, pondera Helier.
Não é somente a quantidade de equipamentos que pode impactar no aumento do consumo neste período do ano, mas também os hábitos das pessoas nesse período de baixa umidade do ar, calor e a um novo cenário, a pandemia causada pelo Covid-19, o que pode agravar ainda mais a administração do consumo em casa. “Com as famílias em casa durante esse período de forte calor, é fundamental que a utilização dos aparelhos eletrodomésticos seja bem administrada, e o uso se faça de forma consciente, para que isso não pese na conta no fim do mês”, lembra Fioravante.
Segundo o gerente da Energisa, alguns pontos são fundamentais para ajudar a usar de forma mais econômica a energia. Conheça alguns:
· Busque sempre que possível a compra de equipamentos com selo do Programa Brasileiro de Etiquetagem preferencialmente classe A, pois são energeticamente mais eficientes;
· O aparelho de ar-condicionado deve ser comprado com o correto dimensionamento para o ambiente a ser utilizado. Quanto maior o ambiente, mais potente precisa ser o aparelho;
· Se o equipamento for antigo, dê preferência pela substituição de um equipamento novo, com maior eficiência;
· Ao usar o ar-condicionado, garanta que as janelas e portas do ambiente estejam fechadas;
· Utilize o ar-condicionado na temperatura entre 21°C e 24°C e ao ficar muito tempo fora do ambiente, desligue o equipamento;
· Limpe sempre os filtros do ar condicionado. E faça uma higienização completa com uma empresa especializada conforme determina o manual do fabricante. A sujeira dificulta a passagem do ar e reduz a eficiência do equipamento.
· Instale sua geladeira longe de locais ou equipamentos de aquecimento como, forno elétrico, fogão, churrasqueira e micro-ondas;
· Realize a instalação do equipamento preferencialmente fora do alcance da irradiação solar direta;
· Procure reduzir a abertura da geladeira, assim a conservação da temperatura interna será mantida com menor uso do compressor;
· Não guarde alimentos quentes;
· Não use a parte de trás de geladeiras e freezers para secar roupas ou sapatos. Isso reduz a eficiência do equipamento;
· Não desligue o equipamento à noite para ligá-lo na manhã seguinte.
· Verifique constantemente se a vedação do equipamento está em boas condições.
No site www.energisa.com.br é possível conhecer outras dicas de economia e também um simulador de consumo que permite estimar o custo em reais de cada equipamento, dependendo da potência e do período utilizados.
set 23, 2020 | Brasil
Cooperativas do Sicredi em 22 estados e no Distrito Federal contam agora com uma estratégia nacional para formação do Comitê Mulher, iniciativa que tem como principal objetivo a maior participação de mulheres nos cargos de liderança das cooperativas
Para potencializar a pauta da inclusão e diversidade em toda sua estrutura, o Sicredi lançou neste mês o programa Comitê Mulher Sicredi em nível nacional. Indo além da formação de grupos de discussão sobre estes temas, a iniciativa engloba um conjunto de ações que buscam promover a equidade de gênero, o empoderamento e a capacitação de mulheres para que elas possam participar da gestão em todos os níveis da organização e aumentar sua representatividade no cooperativismo de crédito. O lançamento nacional do programa coloca as questões de equidade de gênero no centro das discussões estratégicas da instituição e cria diretrizes para que todas as mais de 100 cooperativas de crédito integrantes do Sistema possam desenvolver a iniciativa localmente
O programa tem como causa o desenvolvimento pessoal e profissional, assim como o crescimento e fortalecimento das participantes, por meio de capacitações e encontros periódicos. Os comitês podem ser formados em todas as cooperativas do Sicredi, sendo compostos por mulheres associadas à instituição, de forma voluntária.
“Buscamos ser uma instituição financeira cooperativa cada vez mais comprometida com o desenvolvimento econômico e social dos associados e das comunidades. Para que isso seja alcançado de maneira sustentável e coerente, entendemos ser imprescindível reforçar o debate sobre inclusão e diversidade em toda a organização. Nesse sentido, um dos nossos objetivos é proporcionar espaços para que as mulheres sejam ainda mais atuantes em nossas cooperativas de crédito, participando ativamente dos comitês e do quadro social das entidades.”, afirma Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu (sigla em inglês para Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito).
Cada Comitê Mulher tem como abrangência a área de atuação de sua cooperativa, possui um plano de ação claro e objetivo, que será acompanhado pelo Conselho de Administração da própria cooperativa. Esse plano tem por base os direcionadores de sustentabilidade do Sicredi: relacionamento e cooperativismo, desenvolvimento local e soluções responsáveis. Ao longo do ano, as membras cumprem uma agenda de interações entre si, com encontros locais, regionais e nacionais para troca de experiências.
“Queremos ampliar a participação feminina no cooperativismo de crédito, buscando aumentar a presença de mulheres em cargos de liderança. Iniciamos esse movimento no Sicredi em 2016, quando cada cooperativa criava suas iniciativas. Agora, com o programa Comitê Mulher institucionalizado, a nossa estratégia certamente será potencializada. Somos pioneiros no setor por termos introduzido o nosso modelo de negócio no país, e também passaremos a ser reconhecidos por abrir as portas do cooperativismo à maior participação feminina nele”, explica João Tavares, diretor presidente da Fundação Sicredi.
Integração global
Inclusão e diversidade são temas debatidos em empresas de diversos perfis no mundo todo e vêm tendo sua implementação impulsionada por meio da agenda 2030 do Pacto Global da ONU e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
O programa Comitê Mulher Sicredi atende a três deles: “Educação de Qualidade” (ODS 4), que visa assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; “Igualdade de Gênero” (ODS 5), alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas; “Trabalho Decente e Crescimento Econômico” (ODS 8), promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todos.
A iniciativa também está alinhada à criação da Rede Global de Mulheres Líderes, criada em 2009 pelo Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês) para oferecer às mulheres oportunidade e recursos de desenvolvimento de carreira nas cooperativas de crédito em que trabalham.
“Com o programa Comitê Mulher Sicredi queremos dar as ferramentas para aumentar a equidade de gênero em todos os níveis de gestão das cooperativas, empoderando as mulheres para que possam liderar, empreender e promover o desenvolvimento sustentável do cooperativismo de crédito no Brasil e no mundo”, reforça Gisele Gomes, associada do Sicredi e embaixadora da Rede Global de Mulheres Líderes, iniciativa apoiada pelo Sicredi no Brasil.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
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set 22, 2020 | Brasil

Flaviane da Conceição, de 40 anos, é mãe solteira de três crianças e sustenta a família com o Bolsa Família. Durante a pandemia, ela passou a receber auxílio emergencial, mas não sabe o que fazer quando o benefício acabar, já que o dinheiro não é suficiente para sustentar a alimentação dos filhos. (Photo by Bruna Prado/Getty Images)
A área da assistência social foi uma das mais afetadas durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, com expressivos cortes orçamentários e omissão do Ministério da Cidadania, em um momento de crise causada pela covid-19. O cenário econômico, diante da queda no PIB brasileiro e aumento de desemprego, deve aprofundar as desigualdades e a pobreza.
Na última semana, o presidente descartou criar o Renda Brasil, programa estudado pela equipe econômica para substituir o Bolsa Família quando acabar o pagamento do auxílio emergencial aos mais afetados pela pandemia de covid-19.
A União não conseguiu prever fontes de recursos para custear o novo programa sem furar o teto de gastos – emenda à constituição aprovada em 2016 que proibiu o governo de aumentar seus gastos além da inflação.
No entanto, Bolsonaro autorizou o Congresso Nacional a criar um novo programa de assistência social pós-pandemia que deve ser incluído no orçamento de 2021.
Por outro lado, o principal programa social do país, o Bolsa Família, vive um momento de enxugamento. Em 2019, cerca de 500 mil famílias estavam na fila de espera do programa.
RENDA BRASIL
Na avaliação da secretária municipal de Assistência Social de São Luís (MA), Andreia Lauande, essa discussão ilustra a falta de conhecimento do atual governo na área e o descaso com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), composto por vários tipos de serviços.
“A criação do Renda Brasil é um soco no estômago da área social. Você destrói o maior programa de transferência de renda da América Latina, que é o Bolsa Família, tira a equipe técnica da formulação, que acontece fora do SUAS, sem entender as bases do programa e, agora, ainda joga a responsabilidade para o Congresso”, afirma.
Andreia Lauande, que é presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), vê um caráter eleitoreiro na criação de um novo programa de transferência de renda e defende melhorias no Bolsa Família.
“O presidente quer um programa para chamar de seu. Mas poderia melhorar o Bolsa Família, porque ainda tem muita gente que precisa de fora. Dizem que zeraram a fila, mas alguns inscritos ainda aguardam para serem inseridos. Além disso, querem tirar recursos dos pobres para dar para os mais pobres”, diz.
Integrantes da equipe econômica do governo afirmaram que havia a possibilidade de congelamento de aposentadorias ou redução em programas como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) como forma de viabilizar financeiramente o Renda Brasil.
“O BPC atende idosos e deficientes em situação de vulnerabilidade, com um salário mínimo, que eles gastam basicamente com alimentação e remédios. Tirar ou reduzir esse benefício é sentenciá-los à morte”, argumenta Lauande.
Em paralelo ao estudo do Renda Brasil, a equipe econômica analisava a manutenção do auxílio emergencial.
O pagamento do benefício no valor de R$ 600, por três meses, foi proposto pelo Congresso, e o dinheiro destinado às camadas mais pobres da população aumentou a popularidade de Bolsonaro.
Por isso, o governo pretendia incluir o Renda Brasil no orçamento para 2021, para que o benefício começasse a ser pago em janeiro, quando acaba o pagamento do auxílio emergencial aos afetados pela pandemia.
Entretanto, Andreia Lauande lembra que o auxílio emergencial também não teve a participação dos gestores do Sistema Único de Assistência Social. “O pagamento do benefício foi construído fora do SUAS, não pudemos nem opinar. Mas quando apareceram os problemas, tentaram responsabilizar os municípios e até a alegar que a culpa era do fechamento das unidades do CRAS”, diz ela.
Como exemplo, a gestora cita que, para recorrer ao auxílio emergencial negado, o Ministério da Cidadania encaminhou os interessados para a Defensoria Pública da União, para formalizarem assistência jurídica, em vez de utilizar as unidades de Assistência Social, que poderiam auxiliar às pessoas com informações ou no preenchimento de dados.
“A DPU não tem capilaridade. E os CRAS são referência para a população”, pondera.
“CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA”
O governo federal também tem defendido a revisão e cortes de benefícios irregulares do Bolsa Família e do BPC. Esse discurso, na opinião da presidente do Congemas, acaba por “criminalizar a pobreza”.
Fonte: Yahoo
set 22, 2020 | Brasil

O vereador no Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos), reconhecido pelo modo agressivo com que utiliza as redes sociais, voltou à carga na segunda-feira (21), para insultar as organizações ambientais e defender o governo do pai, Jair Bolsonaro.
Depois de passar um período com publicações mais amenas, Carlos recorreu ao velho estilo e disparou ofensas. Por meio de uma postagem no Twitter, escreveu que “todas as ONGs vagabundas” estariam, segundo ele, “se organizando nas redes sociais para orquestrar panelaço contra o presidente amanhã em seu discurso para a ONU”. O presidente abre, nesta terça-feira, a 75ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).
Pressionado por organizações internacionais pelas queimadas recordes na Amazônia e no Pantanal, Bolsonaro usará o discurso de abertura para rebater críticas de que o governo brasileiro segue inerte na questão ambiental.
“Este tipo de MOVIMENTO ORQUESTRADO jamais será investigado e nem será motivo de inquérito, óbvio! O LÍDER ELEITO DA NAÇÃO é alvo!”, escreveu o filho do presidente.
O vereador também disparou contra as investigações da Polícia Federal, que apura financiamento e realização de atos antidemocráticos.
“Atos antidemocráticos são meus ovos na goela de quem inventou isso! Milhares vão às ruas espontaneamente e devido a meia dúzia esculhambam toda a democracia. Tentam qualificar a vontade popular como algo temerário”, escreveu no Twitter.
set 21, 2020 | Brasil

Naiara Azevedo esbanja corpo sarado em clique de Biquíni
Cantora ostentou barriga sarada em publicação feita em rede social; na legenda, ela brincou sobre quem exagerou na comida no final de semana
A cantora Naiara Azevedo tem ostentado suas belas curvas. Desde que realizou uma lipo HD, que garante melhores resultados que a comum, ela tem exibido o tanquinho nas redes sociais.
Nesta segunda-feira (21), não foi diferente. Ela posou na piscina de sua casa usando um biquíni com estampa de morangos. “Quem aí comeu igual uma capivara raivosa esse fim de semana e deixou pra começar a dieta hoje? Eu“, brincou ela na legenda.
Pelo registro poderoso, Naiara recebeu diversos elogios. “Menina mais gata da vida! Te amo“, comentou Solange Almeida. “Começar dieta hoje? Não, semana que vem eu começo“, respondeu uma seguidora ao questionamento.
set 19, 2020 | Brasil
O chamado alto escalão do funcionalismo público está na mira de deputados dispostos a ampliar o alcance da reforma administrativa, que prevê alterações na forma como os servidores públicos são contratados, promovidos e demitidos.
Mudanças como limitar as férias de todos os agentes públicos a 30 dias por ano, inclusive para juízes, além do fim de privilégios, como aposentadoria compulsória como punição para quem já está trabalhando, estão entre as emendas (sugestões de alterações do texto) que devem ser incluídas na tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC).
As emendas propostas não afetariam o atual alto escalação dos outros Poderes.
Vão valer para quem entrar no serviço publico a partir da eventual promulgação da PEC, caso as emendas sejam incluídas.
Entregue há duas semanas, depois de muita espera, o texto do governo foi considerado tímido por alguns parlamentares. Um dos motivos é que juízes, promotores, procuradores, desembargadores, deputados e senadores ficaram de fora das mudanças propostas.
Como os novos membros do Judiciário e Legislativo não serão atingidos, eles manterão benefícios que devem ser extintos para os futuros servidores, como as férias superiores a 30 dias, licença-prêmio (direito a três meses de licença para tratar de assuntos de interesse pessoal a cada cinco anos) e adicionais por tempo de serviço.
Isso significa, por exemplo, que um juiz não poderá ser atingido, mas o servidor da área administrativa de um tribunal terá de obedecer às novas regras.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirma que a apresentação dessas emendas ao texto abre caminho para incluir o Judiciário e o Ministério Público ao debate. “Todos os Poderes estão com distorção e precisam se modernizar e é preciso construir um caminho”, afirmou Maia.
Parlamentares. “Sou a favor tanto de ampliar para outras categorias como também para os atuais servidores.
Principalmente, na parte das vedações, não tem porque os atuais e demais Poderes ficarem de fora”, disse o deputado Tiago Mitraud (Novo-MG), coordenador da Frente Parlamentar da Reforma Administrativa.
Segundo ele, as emendas devem ser incorporadas ao texto pela pressão da sociedade à “blindagem” dessas categorias.
Já os parlamentares ficaram de fora da reforma administrativa porque são cargos políticos eletivos, com duração fixa (oito anos para senadores e quatro anos para deputados federais, estaduais e vereadores).
As emendas sugeridas pelo Podemos limitam os benefícios às carreiras de Estado (que devem ser definidas em um segundo momento, mas incluem, por exemplo, auditores fiscais e membros do Ministério Público).
O Novo vai apresentar cinco emendas para “preencher as lacunas deixadas no texto”.
Além da inclusão de membros do Judiciário e do Ministério Público, o partido quer que os servidores que já estão na ativa também passem a cumprir as novas regras, mantendo os “direitos adquiridos”. Também quer estipular o teto (hoje em R$ 39,2 mil) como o limite das remunerações, incluindo verbas indenizatórias e seleção para cargos de confiança e proibição da venda de férias.
Da base do governo, a deputada Caroline de Toni (PSL-SC) vai na mesma linha, para inclusão de políticos, juízes e membros do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público na reforma.
Em sua justificativa, afirma que essas categorias não podem passar ao largo das novas regras: “Não há elemento razoável para se supor que as categorias listadas estejam liberadas de dar sua cota de sacrifício para que a máquina administrativa seja mais eficiente e menos onerosa.”
Os deputados precisam ainda reunir 171 assinaturas para cada uma das emendas, para que os pedidos possam ser analisadas pelo relator da PEC.
A equipe econômica tem se defendido de não ter incluído membros de outros Poderes na reforma sob o argumento de que a Constituição não permite ao Executivo propor nova regra para membros de outros Poderes.