fev 11, 2021 | Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, na manhã desta quinta-feira (11), que o auxílio emergencial voltará a ser pago em março. Ai de acordo com o presidente, o benefício deverá ser dividido em três ou ou quatro parcelas.
A fala aconteceu durante uma agenda na Base de Alcântara, no Maranhão. O Estado é o que mais recebeu recursos do auxílio, R$ 13 bilhões, segundo o governo federal
“Não sabemos o valor. Quase com toda a certeza, a partir de março, em três a quatro meses. Isso está sendo acertado entre o Executivo e o Parlamento também porque temos que ter responsabilidade fiscal”, afirmou.
No entanto, no mesmo discurso, o presidente voltou a destacar o caráter emergencial do benefício.
“O nome é emergencial. Não pode ser eterno porque representará um endividamento muito grande para nosso país. E ninguém quer o Brasil quebrado”, afirmou.
Cobrança
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), cobrou do governo, também nesta quinta, uma alternativa para o auxílio emergencial.
Ele disse que a situação de trabalhadores afetados economicamente pela pandemia de Covid-19 “está ficando crítica”.
O governo federal tenta encontrar uma forma de pagar o auxílio sem piorar ainda mais as contas públicas, já fortemente impactadas pelos efeitos da pandemia.
Nos últimos dias, parlamentares e integrantes do governo têm conversado para tentar elaborar uma alternativa.
Lira afirmou que “urge” que o ministro da Economia, Paulo Guedes, encontre uma solução.
“Urge que o ministro Guedes nos dê, com sensibilidade do governo, uma alternativa viável dentro dos parâmetros da economia, como ele pensa e como a sociedade deseja. A situação está ficando crítica na população e a gente tem que encontrar uma alternativa”, acrescentou.
fev 2, 2021 | Brasil
A International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, está trabalhando em parceria com o banco cooperativo Sicredi Brasil Central (BRC) para apoiar micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) nas regiões de Mato Grosso do Sul, Goiás, Oeste da Bahia e Tocantins, no enfrentamento dos desafios colocados pela pandemia de Covid-19.
Os 319.451 cooperados da Central Sicredi BRC têm à disposição uma capacitação online, grátis, para ajudar na solução de temas práticos do dia a dia. A trilha de micro vídeos “O seu negócio não pode parar” possui dez episódios, que abordam dicas sobre controle de custos, elaboração de plano de negócios, empréstimos durante a pandemia, linha de crédito e mudança de perspectiva em meio à crise, entre outros assuntos.
O material foi elaborado a partir do conteúdo do Programa de Capacitação para MPMEs em Tempos de Crise, desenvolvido pela IFC para apoiar seus parceiros estratégicos no fortalecimento de capacidades de seus clientes durante a pandemia. O Programa está alinhado com a estratégia de Inclusão Financeira do Grupo Banco Mundial, cujo objetivo é expandir o acesso financeiro para pequenas e médias empresas, para promover seu crescimento e proteger empregos em mercados emergentes.
Os vídeos chegam aos cooperados por whatsapp e estão sendo exibidos nas redes internas de TV do Sicredi BRC e estão também disponíveis na plataforma youtube. A IFC e o Sicredi BRC trabalham em parceria desde 2013 em projetos de assessoria técnica e investimentos.
“Esses vídeos online gratuitos fornecem recursos práticos e conteúdo de qualidade para micro e pequenas empresas. Estamos muito satisfeitos com a parceria com a IFC, reiterando nosso compromisso com nosso país, suas comunidades, e apoiando as empresas a emergirem desta crise econômica causada pela COVID-19″, adiciona Leikson Junio de Faria, Assessor de Negócios da Central Sicredi Brasil Central. A série de vídeos online complementa o programa Eu Coopero com a Economia Local, que foi desenvolvido pelo sistema Sicredi para chamar a atenção para a valorização dos pequenos negócios como resultado das limitações causadas pela Covid-19 e direcionado à comunidade empresarial que requer suporte e assessoria especializada para reativar seus negócios.
Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que a pandemia impactou grande parte dos pequenos negócios no Brasil. O levantamento indicou que 31% das empresas – cerca de 5,3 milhões de empreendimentos -mudaram o funcionamento e precisaram se adaptar para manter a saúde financeira. Para outras 10,1 milhões de empresas (58,9%), a decisão foi interromper as atividades temporariamente.
O Brasil conta com mais de 17,5 milhões de pequenos negócios, que contribuem com 27% do PIB do país e empregam cerca de 44,8% da mão de obra formal, de acordo com dados do Sebrae. Diante da crise, a sobrevivência desse segmento é um vetor importante para a preservação de empregos e desenvolvimento socioeconômico do país.
Para Rogerio Santos, executivo da IFC responsável por Instituições Financeiras no Brasil e no Cone Sul, “apoiar as micro e pequenas empresas é uma prioridade estratégica para a IFC, pois elas são um importante motor de criação de empregos e de desenvolvimento socioeconômico do país a médio prazo. Iniciativas como essa série de micro vídeos online são ferramentas que as empresas precisam para enfrentar a atual crise econômica”.
A IFC investe no setor privado do Brasil desde 1957, endereçando os desafios mais críticos para o desenvolvimento do país, incluindo os de urbanização, inclusão social, saúde, educação, competitividade e produtividade e gerenciamento de recursos naturais.
Sobre a IFC
A IFC—organização do Grupo Banco Mundial—é a maior instituição global de desenvolvimento voltada para o setor privado nos mercados emergentes. Trabalhamos em mais de 100 países, usando nosso capital, conhecimento técnico e influência para criar mercados e gerar oportunidades nos países em desenvolvimento. No exercício financeiro de 2020, investimos US$ 22 bilhões em empresas privadas e instituições financeiras nos países em desenvolvimento, alavancando o poder do setor privado para erradicar a pobreza extrema e aumentar a prosperidade compartilhada. Para mais informações, visite www.ifc.org.
jan 30, 2021 | Brasil

A primeira edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital começa neste domingo (31). O exame será aplicado de forma piloto para um número reduzido de participantes, mas já poderá ser usado para concorrer a vagas no ensino superior. Ao todo, estão inscritos 93 mil estudantes em 104 cidades. Embora seja feito pelo computador, os candidatos deverão ir até os locais de prova e, assim como no Enem impresso, levar caneta esferográfica de cor preta.
Neste primeiro dia de aplicação, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo dia, que será no dia 7 de fevereiro, os candidatos farão as questões de matemática e ciências da natureza. O número de questões objetivas (90 por dia), o tempo para fazer as prova e os horários de aplicação serão os mesmos do Enem impresso: cinco horas e meia no primeiro dia e cinco horas no segundo. Os portões abrem às 11h30 e fecham às 13h (horário de Brasília).A diferença é que a prova será feita pelo computador. As questões objetivas serão todas marcadas na tela, e os participantes não precisarão preencher o cartão-resposta à mão. A redação, no entanto, será escrita à mão, por isso a caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, é obrigatória.
O tema e os textos motivadores estarão na tela. A correção também será feita da mesma forma que o Enem impresso.No segundo dia de exame, a caneta também poderá ser usada. Os participantes receberão uma folha de rascunho para fazer os cálculos das provas de exatas à mão, caso desejem.O que levarA lista do que pode ou não também é semelhante ao Enem impresso. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Enem terá regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista.É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.
Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem imprimir, na Página do Participante, a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha.A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.É importante lembrar que participantes que estiverem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao exame. A medida é necessária para que o vírus não se espalhe e mais pessoas sejam contaminadas. Nesses casos, os candidatos poderão fazer a prova na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro.
Para isso, poderão fazer o pedido pela Página do Participante. A data para que isso seja feito ainda será divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Vídeo explicativo
Os locais de prova estão disponíveis no cartão de confirmação de inscrição, na Página do Participante. Também está disponível um vídeo que explica em detalhes como será o exame. Para garantir a segurança, os participantes receberão, no dia da prova, um código que precisarão digitar na tela antes de começar o exame e também quando finalizarem as provas.
Os computadores só terão acesso às provas. Os candidatos não terão acesso, por exemplo, à internet ou à calculadora. Na tela, quando a prova começar, aparecerão todas as questões. Será possível clicar em qual deseja acessar. O sistema também permite que o candidato escreva na tela com o mouse e que marque as questões para depois poder voltar nelas, por exemplo.Em entrevista à Agência Brasil, o diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais do Inep, Camilo Mussi, reforça a importância de que os participantes vejam o vídeo com antecedência.“É importante que todos vejam esse vídeo com calma, mais de uma vez, para que cheguem na prova com tranquilidade. O sistema é muito interativo e muito amigável, mas se tiver visto o vídeo antes, vai ser muito melhor”, diz.Chegar cedo no Enem digital também pode fazer diferença.
Antes de começar o exame, os participantes terão que ler uma série de instruções na tela. “O participante, chegando com antecedência, sentando no computador, terá a opção de ler as instruções da prova já. Não poderá acessar a prova, mas poderá, com calma, ler as instruções”, acrescenta Mussi.Enem 2020O Inep vai divulgar os cadernos de provas do Enem digital logo após o fim das aplicações, no dia 31 e no dia 7 de fevereiro. Eles estarão disponíveis no site do Inep.
Ao contrário do Enem impresso, já que a prova será no computador, os participantes não poderão levar os cadernos de prova. Os candidatos podem, no entanto, anotar as respostas na folha de rascunho. Os gabaritos oficiais serão divulgados até 10 de fevereiro.O Enem 2020 tem uma versão impressa, que foi aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma versão digital. Cerca de 2,5 milhões de estudantes fizeram as provas do Enem impresso, o que corresponde a menos da metade dos inscritos. A aplicação piloto do Enem digital deverá ser o início de mudanças no exame nacional.
A intenção é que o exame seja totalmente digital até 2026.O exame, tanto o impresso quanto o digital, foi suspenso no estado do Amazonas e o impresso foi suspenso em Rolim de Moura (RO) e em Espigão D’Oeste (RO) devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na data de reaplicação. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais, em todo o país, contrárias à realização do exame.Edição: Denise Griesinger
Agência Brasil
jan 25, 2021 | Brasil
O Projeto Produtor de Água do Ribeirão Pipiripau (um dos afluentes do rio Paranaíba no Distrito Federal) é o representante do Brasil num importante concurso internacional: o Water ChangeMaker Awards. Promovido pela Global Water Partnership (GWP), organização respeitada internacionalmente com mais de 30 anos de história e com sede na Suécia, o prêmio reconhece iniciativas mundiais que promovem mudanças socioambientais por meio de questões relacionadas à água.
O concurso recebeu 350 inscrições de 80 países e já passou por três estágios de julgamento. O projeto Produtor de Água do Pipiripau é um dos 12 finalistas e o escolhido será decidido por meio de votação popular que está em andamento e se encerra nesta segunda-feira, 25. O vencedor será anunciado nesse mesmo dia durante a Cúpula de Adaptação do Clima 2021, evento que acontecerá on-line.
Nesta fase final, o projeto concorre com ações realizadas em Bangladesh, Bolívia, Butão, Canadá, Egito, Equador, Filipinas, Honduras, México e Quênia. Para participar da votação basta um clique no ícone localizado abaixo do projeto na página gwp.org/vote. O regulamento do concurso permite que a mesma pessoa vote novamente a cada 24 horas. O projeto do Pipiripau até o momento é o segundo mais votado.
“Esse prêmio traz visibilidade para um projeto importante não só para o DF, mas também para o Brasil. Entre os benefícios já gerados estão o reflorestamento de áreas degradadas, o cerceamento de nascentes e áreas de preservação permanente, adequação de estradas rurais, conservação do solo e controle de erosão e a melhoria da infiltração da água e da sua quantidade e qualidade em nascentes e cursos d´água”, explica o diretor da Adasa e pesquisador da Embrapa, Jorge Werneck. “Esse trabalho é um sucesso e tem mudado a realidade dos produtores rurais da região. É tido como exemplo para embasar as políticas nacionais de pagamentos por serviços ambientais. Não é à toa que é um dos finalistas desse concurso”, ressalta a pesquisadora da Embrapa Fabiana Aquino.
O projeto produtor de água na bacia do ribeirão Pipiripau foi iniciado em 2010 e é coordenado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). Os trabalhos contam com a participação de 17 organizações, dentre instituições públicas e privadas, sendo uma delas a Embrapa. O objetivo é minimizar os conflitos de água na bacia do Pipiripau por meio de boa governança, gestão integrada de recursos hídricos e implementação de boas práticas de gestão e conservação do solo e da água. A bacia do ribeirão Pipiripau ocupa uma área de 23.527 hectares a nordeste do DF na divisa com o município de Formosa (GO).
O projeto é uma iniciativa promovida pelo Programa Produtor de Águas criado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 2001 com o objetivo de promover e apoiar iniciativas de revitalização ambiental de bacias hidrográficas em todo o Brasil. Os trabalhos apoiados são executados por meio da participação voluntária de instituições e colaboradores que atuam em suas próprias regiões para recuperar mananciais nas áreas rurais. Para atingir seus objetivos, os projetos associam a execução de práticas de reflorestamento, conservação de solo e saneamento rural com a política de pagamentos por serviços ambientais (PSA). O PSA é financiado por instituições e comunidades usuárias de água que remuneram os produtores rurais pelos serviços ambientais hídricos prestados.
Votação e mais informações:
acesse o site gwp.org/vote e clique no coração abaixo da descrição do Projeto.
Conheça mais sobre o Projeto em http://www.produtordeaguapipiripau.df.gov.br
ou acesse aqui o livro “A experiência do Projeto Produtor de Água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão Pipiripau”
jan 23, 2021 | Brasil
Nesta segunda-feira (25), os Correios comemoram 358 anos de serviço postal no Brasil, dedicando também o dia a um dos profissionais responsáveis pela credibilidade e reconhecimento da população à instituição: o carteiro.
Nas palavras do presidente da estatal, Floriano Peixoto, “estes profissionais, com seu trabalho na linha de frente, representam os Correios, mostrando à população que responsabilidade, compromisso com o resultado, respeito às pessoas e integridade são valores que definem os quadros da empresa”.
A comemoração da data reveste-se da singularidade que acompanha a empresa desde o início da pandemia do novo coronavírus: os Correios e seus empregados demonstraram o quão essenciais são esses serviços para a população, no momento em que ela mais precisou.
Nesse cenário, os empregados tiveram um papel determinante: o de continuar levando aos cidadãos brasileiros suas correspondências e encomendas, aproximando pessoas em um momento em que muitos precisaram ficar em casa e dependeram da nossa logística, mais do que nunca. Para as empresas, os Correios também se mostraram, em muitos casos, como a única alternativa para continuar movimentando as vendas.
No último ano, os Correios entregaram cerca de 3,8 bilhões de objetos postais em todos os cantos do país. Houve um significativo crescimento nos índices de qualidade operacional, superando as metas mês a mês, chegando a entregar mais de 96% das encomendas no prazo no mês de dezembro.
Ainda em 2020, a estatal foi premiada com o selo Bronze pelo EMS Performance Awards, em virtude de seu excelente desempenho operacional no ano de 2019. A premiação internacional é dada pela Cooperativa EMS (Express Mail Service) com o intuito de reconhecer os membros pela qualidade do serviço prestado durante o ano.
Com o prêmio, os Correios fazem parte de um grupo exclusivo da rede de serviço expresso internacional, que reúne países com performance operacional de expressiva relevância.
Patrono dos Correios – O mensageiro Paulo Bregaro, considerado o primeiro carteiro do Brasil, entregou a D. Pedro I, no dia 7 de setembro de 1822, correspondência da Imperatriz Leopoldina informando sobre novas exigências de Portugal com relação ao Brasil. Ao recebê-la, às margens do Riacho do Ipiranga, D. Pedro reagiu às imposições da Corte e declarou no ato a Independência do Brasil, associando assim os Correios a um dos mais importantes momentos brasileiros. Por seu feito, Paulo Bregaro é o patrono dos Correios.
jan 21, 2021 | Brasil
Fonte: Agência Senado
A posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, na tarde desta quarta-feira (20), foi comemorada por senadores. Além de destacar a importância do processo democrático, eles elogiaram o tom pacificador do discurso, focado na união e no combate ao extremismo e à violência. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse esperar que Brasil e Estados Unidos estejam abertos para o diálogo e o entendimento.
“Em nome do Parlamento brasileiro cumprimento e desejo êxito ao presidente do Estados Unidos, Joe Biden, e à vice-presidente, Kamala Harris. Que os nossos países possam manter abertos os canais do diálogo e do entendimento, sempre buscando o equilíbrio”, disse Davi pelo Twitter.
Na mesma linha, o líder do PSDB, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), falou do fortalecimento das relações bilaterais. “Cumprimento Joe Biden pela posse no cargo de presidente dos Estados Unidos. Desejo-lhe êxito na condução do seu país e que as relações bilaterais entre os povos Brasil-EUA se fortaleçam ainda mais”, disse.
Fernando Collor (Pros-AL) destacou os interesses comuns de Brasil e Estados Unidos: “Um novo governo toma posse hoje nos Estados Unidos. Brasil e Estados Unidos são países de enorme importância mútua, interesses comuns e muitos pontos de convergência. Estou confiante que continuaremos trabalhando juntos em benefício de brasileiros e norte-americanos. Êxito à nova administração”, publicou o senador nas redes sociais.
Vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), o senador Marcos do Val (Podemos-ES) desejou um bom governo ao empossado: “Como vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional desejo toda benção para o novo governo dos EUA e ainda melhores relações com o Brasil”.
Democracia
Para Alessandro Vieira (Cidadania-SE), a posse de Joe Biden é resultado do processo democrático. “A posse de Joe Biden e Kamala Harris mostra a beleza da democracia. Não é perfeita, dá muito trabalho, mas é a melhor forma de solucionar os problemas da sociedade. Não está satisfeito com seus representantes? Trabalhe e seja a mudança. Só reclamar em redes sociais não muda nada”, destacou o senador pelo Twitter.
O líder do MDB e da maioria no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), classificou o dia de hoje como emocionante. Para ele, o mundo inteiro estava com os olhos voltados para a posse do novo presidente. O senador disse torcer para que o governo de Biden seja o marco de uma nova era de mais tolerância, diálogo, responsabilidade política e maior compromisso com o meio ambiente.
“Joe Biden fez um apelo, em seu discurso de posse, pela união e pelo diálogo. Disse que, independente de ideologias ou preferências políticas, as pessoas precisam se unir em prol da liberdade, do respeito e da verdade. Devem se unir para combater o ódio, o extremismo, a violência, a doença e o desemprego. Um recado que serve muito bem para todos nós, brasileiros. Viva a democracia!”, comemorou.
A líder do Cidadania, senadora Eliziane Gama (MA), disse esperar que o povo dos estados unidos possa iniciar “um novo ciclo de desenvolvimento humano, fortalecimento da democracia e realinhamento diplomático com o Brasil, com base em interesses mútuos”.
Já a senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) comemorou pela rede social o simbolismo da posse de Kamala Harris. “Kamala faz história. Kamala Harris foi empossada como vice-presidente, a primeira mulher e a primeira negra a chegar à Casa Branca. Sua ascensão tem caráter histórico e também acena para o futuro da mulher na política mundial”.
Trump
Além do tom de união usado por Biden, os senadores também fizeram referências ao fim do governo de Donald Trump e criticaram as posições do ex-presidente dos Estados Unidos. Para o líder do PT, senador Rogério Carvalho (SE), as palavras de Biden podem inspirar o Brasil a vencer o medo da “sombra que nunca acaba”.
“A gente se livra hoje de um negacionista irracional que estimulava a divisão artificial da humanidade, através do preconceito, do racismo, do populismo barato a fim de reforçar as desigualdades que já não cabem mais nesta era. Que a luz deste grande dia ilumine o Brasil!”, comemorou.
Fabiano Contarato (Rede-ES) declarou que o mundo respira aliviado com o fim da era Trump. “Com a diversidade de seu governo, Biden e Harris acenam à reconciliação do povo americano. Que não percam de vista a ‘América Esquecida’: assim, as cicatrizes na democracia fecharão por si mesmas. Que esse dia chegue para o Brasil!”, publicou o senador.
Cid Gomes (PDT-CE) afirmou que o que ocorreu nos Estados Unidos pode servir de exemplo para o Brasil: “Os EUA acabam de virar uma página opaca da própria história. A democracia é assim, possibilita o erro e a correção dentro das regras. Essa é principal lição que fica: a esperança de que chegue a nossa hora de corrigir um erro catastrófico, afastando esse presidente incompetente”.
Já Humberto Costa (PT-PE) afirmou que Trump já foi embora e que o próximo deve ser Jair Bolsonaro. “Trump saiu hoje pela porta dos fundos. Espero que em breve Bolsonaro siga o exemplo do seu grande amigo”.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado