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Bela Vista-MS Domingo, 21 de Junho de 2026
Potencial da fronteira: a indução da vitivinicultura na Campanha Gaúcha

Potencial da fronteira: a indução da vitivinicultura na Campanha Gaúcha

Pesquisa, investimento e sinergia entre produtores: como a Campanha Gaúcha agregou valor à região fronteiriça por meio de vinhos finos

A região da Campanha gaúcha está localizada no extremo sul do país, em áreas fronteiriças com Uruguai e também com a Argentina. Por séculos, a principal atividade econômica sempre foi agropecuária. Mas, a região descobriu uma nova vocação e tem se destacado no cenário nacional e internacional: o setor vitivinícola.

A história de desenvolvimento do setor na região, que sempre foi mais conhecida pela produção de grãos como arroz e soja e pela pecuária, passa por, basicamente, 3 períodos: A primeira vinícola registrada no Brasil é da cidade de Candiota, em 1880, a J. Marimon & Filhos. Também houve produção de uva e vinho em Uruguaiana e a imigração italiana reforçou a produção. Aos poucos, foi-se abandonando a vitivinicultura. Já nos anos de 1970, a Vinícola Almadén instalou-se na região.

Um vitivinicultor da Universidade de Davis, na Califórnia, procurava locais ideais pelo mundo para a plantação de uvas viníferas e, junto com técnicos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) escolheu a região da Campanha (hoje, a Almadén pertence ao grupo Miolo). Já no final dos anos 1990 e início dos anos 2000 é que a maior parte das vinícolas foi criada: estudos da Embrapa Uva e Vinhos e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) apontavam a região e também determinados tipos de uvas com as características ideais para a produção.

Outro acontecimento importante para a região foi a conquista do selo de “Indicação de Procedência (IP) Campanha Gaúcha”, conquistado em 2020. Foto: Dandy Marchetti / Associação Vinhos da Campanha

Pedro Candelária, atual Presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha, destacou: “A Embrapa Uva e Vinhos, a Unipampa e demais universidades, os produtores, enólogos e as pessoas daqui se uniram para formar a Associação. Todos os resultados que temos hoje são fruto do trabalho realizado de forma conjunta”.
Outro acontecimento importante para a região foi a conquista do selo de Indicação de Procedência (IP) Campanha Gaúcha, conquistado em 2020. Segundo o que explica o Engenheiro Agrônomo e atual Diretor do Conselho Regulador da IP na Associação, Afrânio Moraes Filho, atualmente, são 36 variedades de uvas viníferas catalogadas. Das uvas tintas, as mais cultivadas na região são a Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon. Das brancas, são a Chardonnay, Sauvignon Blanc, Gewurztraminer e Riesling.

“A conquista da IP identifica a região como única e forma um efeito cascata: beneficia o turismo, a hotelaria, a gastronomia, o artesanato, enfim, vários outros setores se desenvolvem”. Afrânio explica como acontecem as validações da IP, realizadas anualmente. “São feitas 4 avaliações sensoriais por ano, para cada tipo de vinho, junto a técnicos e enólogos da Unipampa. Os vinhos são degustados e os profissionais avaliam se eles estão com as características que nós descrevemos na IP. Se for recomendado, os produtores podem utilizar o selo”. Segundo Afrânio, desde 2020 já foram mais de 5 milhões de litros de vinho avaliados e recomendados. “São mais de 7 milhões de garrafas. Na última avaliação tivemos 20 amostras. A Campanha Gaúcha tem quase 30% dos vinhos finos do Brasil”.

Hoje, são 19 vinícolas associadas. Das bebidas, cada vez mais famosas e com qualidade reconhecida, destacam-se os espumantes, vinhos tintos, vinhos brancos, vinhos nobres e vinhos licorosos. A vitivinicultura também tem promovido a expansão de outro setor: o enoturismo, com a “Rota Vinhas e Vinhos”. A região dos vinhos tem 4,1 milhões de hectares e se destaca também pela gastronomia e pelas paisagens. A Presidente da Associação do Pampa Gaúcho de Turismo (APATUR), Clori Peruzzo, ressaltou que o turismo é outra potencialidade da região que está em plena expansão. “Essa diversificação trouxe muitas riquezas para a região. Além do vinho, em que hoje temos 10 espaços de vinícolas com visitação de turistas, temos a produção de azeite, em que também estamos criando um roteiro. Com relação aos hotéis, observamos investimentos de pequenos e grandes grupos e inclusive com hospedagens diferenciadas, como pousadas rurais”. Clori explica ainda que em relação aos visitantes, quase a totalidade são brasileiros. “Ainda temos alguns visitantes do Uruguai, da Argentina ou de outros países, mas a maior parte são brasileiros”.

Todos estes movimentos, indutores ao desenvolvimento de atividades econômicas e sustentáveis em regiões de fronteira, são exemplos de como as potencialidades de cada local podem ser destacadas. Luciano Stremel Barros, Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), reforça: “É muito louvável o empenho dos produtores, empresários e demais trabalhadores e das associações de produtores em fortalecer a expansão da Campanha Gaúcha, uma área de fronteira cuja produção de vinhos finos é um dos principais cases de desenvolvimento do país”.

Desafios para a região

Todo este cenário de diversificação de culturas, crescimento econômico e expansão das atividades da região fronteiriça também apresenta desafios. Os produtores têm sinalizado a preocupação quanto à ocorrência indiscriminada de deriva de agrotóxicos hormonais, principalmente aqueles com princípio ativo 2,4-D, utilizado em áreas de plantio de lavouras e pastagens. Uma das características deste composto químico é sua extrema volatilidade e deslocamento, ou seja, se espalha facilmente além da área de aplicação em razão do vento, calor, umidade, técnicas inadequadas de aplicação, entre outros fatores.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em resposta a e-mail enviado pelo IDESF, já existem restrições no uso do produto. “É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal (…) para os residentes em áreas próximas de plantações: obrigatoriedade de redução da deriva, ou seja, uso de equipamento ou alteração na formulação que altere a dispersão do produto para fora da lavoura”.

O produtor Valter Potter, Ex-presidente da Associação e Sócio-proprietário da Vinícola Guatambu, afirma que além do prejuízo na produção de uvas, tal problema tem afetado a plantação de novos vinhedos. “Temos de 15% a 30% de prejuízo de produção por ano na Campanha Gaúcha, o que representa 1 milhão de quilos de uva. Isso tem que ser resolvido. Administrativamente nós esgotamos todas as instâncias. O Estado criou normativos para a utilização do 2,4-D em determinados municípios da Campanha Gaúcha, mas funcionam só no papel. Na prática, seguimos tendo deriva todos os anos. Em Jaguari já estão com prejuízo de 40% de perda de parreiras e muitos têm desistido da atividade”.

Não são somente os parreirais que são afetados pela substância. Em carta enviada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Estado do Rio Grande do Sul em maio deste ano, a União Brasileira de Viticultura (UVIBRA) junto a outras 11 organizações, solicita a suspensão do uso e aplicação dos herbicidas hormonais com princípio ativo 2,4-D no estado, “até que se estabeleça zona de exclusão de uso ou implemente sistema seguro e efetivo e monitoramento e fiscalização integral do seu uso e aplicação, sob pena de inviabilizar definitivamente as culturas sensíveis, e prejudicar ainda mais a produção de quem vem acumulando perdas decorrentes das derivas”.

A carta destaca outras culturas sensíveis e afetadas pelo 2,4-D, como maçã, hortaliças, nogueiras, oliveiras e ervas-mate, dentre outros. A Unipampa também fez um posicionamento público sobre tal problemática e os produtores têm buscado soluções. Valter explica que depois de esgotadas todas as possibilidades de negociação e vendo as perdas de produção aumentarem ano após ano, foi feita a judicialização do processo. “Foi ajuizada uma ação civil pública pela Associação dos Vinhos da Campanha Gaúcha e pela Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), em que o Estado do Rio Grande do Sul foi acionado juridicamente solicitando a suspensão das aplicações dos herbicidas hormonais com princípio ativo 2,4-D no estado enquanto não forem tomadas medidas efetivas para evitar a deriva”.

Valter também destacou as conquistas realizadas nos últimos anos e falou sobre as expectativas em melhorar a infraestrutura (aeroportos, estradas, mais hotéis e restaurantes na região). “Precisamos de incentivos para melhorias de infraestrutura e acesso dos turistas”.

César Gioda Bochi é eleito diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi

César Gioda Bochi é eleito diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi

O Conselho de Administração da Sicredi Participações S.A (SicrediPar), holding do Sicredi, elegeu, em 24/08, César Gioda Bochi como novo diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi e diretor executivo das empresas situadas no Centro Administrativo Sicredi (CAS). Bochi ocupava a posição interina de ambos os cargos desde 11 de julho, após a saída de João Francisco Sanchez Tavares, que teve uma trajetória de 24 anos no Sicredi.

“Inicio essa nova etapa feliz, motivado e ao mesmo tempo ciente da grande responsabilidade que é ser uma das lideranças de uma instituição financeira cooperativa com uma jornada de quase 120 anos, que hoje conta com mais de 6 milhões de associados e está presente em todo o Brasil, atuando de forma próxima e ativa para transformar as comunidades onde atua junto com nossas Centrais e Cooperativas”, afirma Bochi.

Há mais de 27 anos na instituição, passando por diversas áreas e cargos de liderança, Bochi atuava desde setembro de 2017 como diretor executivo de Administração do Banco Cooperativo Sicredi e desde fevereiro de 2019, acumulava também a função de diretor vice-presidente do Banco Cooperativo Sicredi.

O executivo é mestre em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Tem MBA em Gestão de Projetos pela Escola Superior de Propaganda e Marketing; e em Finanças pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possui ainda formação na Harvard Business School, Insead Business School e Tel Aviv University em áreas de estratégia, governança e inovação.

Alexandre Englert Barbosa foi indicado para assumir como diretor executivo de administração do Sicredi

Alexandre Englert Barbosa foi indicado para assumir como diretor executivo de administração do Sicredi, cargo anteriormente exercido por Bochi. Englert é doutor em Ciências Econômicas, tem mais de 20 anos de experiência no mercado, dos quais 15 no Sicredi, onde exercia a função de Tesoureiro Executivo. A indicação do executivo ainda passará por homologação do Banco Central.

Como parte importante da governança do Sicredi, o Centro Administrativo do Sicredi (CAS), com sede em Porto Alegre é o conglomerado de empresas responsáveis pelo desenvolvimento de soluções, produtos e serviços, tecnologia e processos que atendem as necessidades de todas as 108 cooperativas e cinco centrais regionais. No CAS estão sediadas, além do Banco Cooperativo Sicredi e suas empresas controladas, a Confederação Sicredi, a Fundação Sicredi, a Sicredi Fundos Garantidores e a holding, SicrediPar. O processo que definiu do novo diretor presidente do Banco Cooperativo Sicredi e diretor executivo do CAS, contou com o apoio da consultoria Spencer Stuart e ocorreu conforme as normas de governança estabelecidas pelo Conselho. Esse novo mandato integra a estratégia de evolução contínua do modelo de gestão e marca mais uma importante etapa para o Sicredi.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.300 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.

Site do Sicredi: www.sicredi.com.br

Redes Sociais: Facebook |Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube

Contato para imprensa: imprensasicredi@agenciafr.com.br

Covid-19: Brasil registra 18,2 mil novos casos e 164 óbitos

Covid-19: Brasil registra 18,2 mil novos casos e 164 óbitos

O Ministério da Saúde divulgou hoje (26) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil registrou, em 24 horas, 18,2 mil novos casos da doença e 164 óbitos.

Desde o início da pandemia, o país acumula 34,3 milhões de casos confirmados e 683,3 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 33,3 milhões.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados, com 6 milhões de casos e 174 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,8 milhões de casos e 63,4 mil óbitos); Paraná (2,7 milhões de casos e 45 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,7 milhões de casos e 40,8 mil óbitos).

Vacinação

Conforme o vacinômetro do Ministério da Saúde, 476,3 milhões de doses de vacinas contra contra a covid-19 já foram aplicadas, sendo 179,1 milhões da primeira dose; 160,3 milhões da segunda dose, além de 106,4 milhões da primeira dose de reforço e 20,4 milhões da segunda dose de reforço.

– CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS – Foto: Agencia Brasil

Brasil se consolida como maior exportador global na avicultura

Brasil se consolida como maior exportador global na avicultura

No Dia do Avicultor, segmento aponta desafios e perspectivas 

No dia 28 de agosto o Brasil celebra o Dia do Avicultor e da Avicultura, para relembrar os esforços dos agricultores que iniciaram a atividade no país. E realmente há muito o que comemorar: há anos o Brasil está consolidado como o maior exportador global de carne de frango, registrando recorde em 2021. Foram 4,6 milhões de toneladas, com alta de 9% comparado a 2020, de acordo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,828 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022, informa a ABPA. Em receita, houve aumento de 20,7%, com US$ 892 milhões neste ano, contra US$ 739,2 milhões em 2021. Os Emirados Árabes Unidos são líderes nas exportações de carne de frango do Brasil, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho, número 11% superior ao alcançado no mesmo período de 2021.  A China, no segundo posto, importou 37,5 mil toneladas. Em terceiro lugar, a Árabia Saudita importou 37,2 mil toneladas.

No Mato Grosso do Sul, a Bello Alimentos se destaca no ramo, com uma média de abate de  320 mil aves por dia, num total de 70 toneladas de produtos sendo processados e comercializados diariamente. A empresa, que iniciou suas atividades em Itaquiraí, no interior do estado, hoje atua em Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Santa Catarina, sendo parceira do Grupo Pereira. Em Campo Grande, está presente em todas as unidades do Fort Atacadista e da rede de Supermercados Comper. “A atividade é rentável e possui diversas linhas de crédito, está entre os segmentos que mais crescem dentro do agronegócio”, afirma Edson Carlos Block, gerente da Bello Alimentos.

O ovo também tem parte significativa no aumento da avicultura no Brasil. “O ovo foi por muito tempo um grande vilão, mas hoje é sinônimo de saúde, afinal, é o segundo alimento mais completo do mundo, depois do leite materno”, lembra o presidente da Mantiqueira, Leandro Pinto.

As exportações de ovos (entre in natura e processados) aumentaram 21,1% no período de janeiro a maio de 2022, se comparado com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a ABPA. Em receita, houve incremento de 59,3%, com US$ 11,1 milhões em 2022, contra US$ 7 milhões em 2021.

Há 62 anos em atividade, a cooperativa Camva conta com 170 colaboradores e mais de 1 milhão de aves em produção. “Temos desafios como o alto custo da matéria prima, custo da embalagem, e o principal: mão de obra”, enumera o diretor operacional, Alex Heijiro Esaki. Mas a empresa, que começou com um grupo de imigrantes japoneses, hoje prospera e é uma das líderes do segmento.

Para Hudson Oliveira, Diretor Comercial do Fort Atacadista, o consumo de frango e ovos ganhou aumento durante a pandemia de Covid-19. “São proteínas versáteis e mais baratas que carnes bovinas e suínas, então encontram preferência nos lares brasileiros”.

Para o futuro, as marcas estão investindo em sustentabilidade e selo verde, uma exigência de consumidores cada vez mais atentos à cada etapa da produção do que compram. A Mantiqueira, por exemplo, está lançando a  N.OVO, uma linha de produtos à base de plantas e 100% vegetal, enquanto a Camva vai expandir sua produção com galinhas criadas livres. “Sou otimista com o futuro e vejo o Brasil como um elefante amarrado em um pé de alface”, brinca Leandro, da Mantiqueira. “Na hora que ele decidir levantar e andar, ninguém será capaz de segurá-lo”.

Joelma detalha sequelas da Covid-19: “Meu sangue estava coagulando”

Joelma detalha sequelas da Covid-19: “Meu sangue estava coagulando”

Joelma está na estrada com a turnê para comemorar os maiores hits de sua carreira e os 22 milhões de discos vendidos até hoje. Entre a nova série de shows, a artista de Belém do Pará chegou a ser diagnosticada com Covid-19 pela quarta vez e chamou a atenção pelas sequelas da doença.

Logo após filmar o DVD da turnê, “Isso é Calypso na Amazônia”, a artista virou assunto nas redes sociais ao aparecer com o rosto inchado durante um show em Parauapebas, no Pará. “Foi onde começaram as sequelas do Covid, justamente quando cheguei em Manaus. Depois que gravei o DVD, fui internada”, contou no “The Noite”, que vai ao ar nesta terça-feira (23) no SBT.

“Na verdade, eu já estava muito mal lá no DVD. Quarto Covid. Não é só o rosto, o corpo todo que incha”, explicou a cantora. “Essa sequela é quando eu ando de avião, acho que pela pressão, e quando eu começo a dançar e o sangue começa a esquentar. Descobri que era meu sangue que estava coagulando”.

A artista disse a Danilo Gentili que está redobrando os cuidados com a saúde nesse momento: “Minha alimentação é muito regrada, sei o que posso comer. Levo uma pessoa para cozinhar para mim. É muito legumes, verduras, peixe”.

Nesta nova fase da carreira, Joelma resgatou os maiores sucessos, os figurinos marcantes e famosas coreografias para a turnê “Isso é Calypso”. Falando da celebração dos grandes sucessos, afirma: “Fiz as réplicas de figurinos, as mesmas passagens de uma música para outra…. Ficou bem interessante. Acho que senti um pouco o que os fãs sentem, porque eu só fiz, eu não vivi. Agora estou curtindo”.

Na nova turnê, Joelma também está trabalhando com a filha, Yasmin, que integrou sua equipe no posto de backing vocal. “Bom demais. É maravilhoso porque eu passo mais tempo com ela. A gente fica grudada o tempo todo”, comemorou. “Ela quer ser produtora musical, não quer ser cantora. E canta muito. Ela já está me ajudando nos meus projetos e dá cada toque legal”.

Fonte: Yahoo

Em Ponta Porã, Mandetta defende construção de hospital binacional

Em Ponta Porã, Mandetta defende construção de hospital binacional

Para o candidato ao Senado, saúde, educação e emprego são pilares do desenvolvimento do país

Dando largada a sua candidatura ao Senado por Mato Grosso do Sul, Luiz  Henrique  Mandetta  participou na noite desta quarta-feira (17) de duas reuniões com a presença de mais de 600 pessoas em Ponta Porã. Junto com Rose Modesto, candidata ao Governo do estado e candidatos do município aos cargos de deputado estadual e federal, Mandetta falou dos três pilares do seu mandato: saúde, educação e emprego.

“Sabemos que os homens e mulheres devem trabalhar, que os empresários devem progredir, que as cidades precisam crescer. Vamos batalhar para que todos tenham uma vida digna, com emprego e renda, saúde e educação de qualidade”, disse.

Mandetta lembrou o quanto a pandemia foi prejudicial aos alunos e as dificuldades de acesso à educação no meio rural.

“Tem criança do 4⁰ ano do ensino fundamental que não sabe ler e nem escrever. Cerca de 30% dos alunos do ensino médio não voltaram às aulas e tem alunos da área rural que passam mais tempo dentro do ônibus do que em sala de aula. Acordam quatro ou cinco horas da manhã para chegar às 7h, muitos sem ter se alimentado.  É o caso dos alunos da Itamarati, que depois têm de pegar mais duas horas e meia de transporte de volta. Para começar, deveríamos oferecer para essas crianças do meio rural o ensino em tempo integral”, sustentou.

Para Mandetta, é urgente a construção de um hospital binacional que atenda as demandas da fronteira. “Doença não respeita fronteira, mosquito também não. Se estão construindo uma ponte binacional em Porto Murtinho, porque não podemos construir um hospital também em Ponta Porã para atender a região?”, questionou.

Em seu discurso, Rose Modesto lembrou sua origem em Fátima do Sul e as dificuldades que passou para estudar, trabalhar, e concluir os estudos. “Quando me perguntam se estou preparada para ser governadora, respondo que minha história me preparou para este desafio, porque eu já passei pelas dificuldades que vocês passam, eu vivi isso”, disse.