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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 26 de Junho de 2026
Uma mudança, umas fotos e uma empresa antifrágil

Uma mudança, umas fotos e uma empresa antifrágil

*Juliana Brito, empresária, CEO e cofundadora da Indie Hero e da GJ+

Aproveitei um pouco minha “folga” de final de ano para fazer algo que eu vinha enrolando há algum tempo: arrumar minhas fotos antigas, de criança. Sempre nessa época do ano, fico bastante emotiva. E memórias também nos remetem a fortes emoções.

Enfim, foram mais de duas horas arrumando fotos e muitas lágrimas, por diversos motivos. Fotos da minha família, familiares que não estão mais aqui. Uma coisa curiosa: as fotos que mais me emocionaram foram dos meus momentos na natação.

Nadadora durante 12 anos, o esporte ensinou muitas coisas na minha vida pessoal e profissional. Lembro que eu ganhei diversas medalhas, mas a única coisa que realmente importava era o resultado final do time. Quando íamos para uma competição nacional, só pensava no troféu maior, dado para o time vencedor.

O treino não é fácil. Você fica lá, sozinho, com a cabeça na água, nadando para um lado, para o outro. Literalmente contando ladrilhos. Ninguém acha isso divertido. Mesmo assim é um esporte com muita aderência.

Outro fator interessante na natação é de como estamos em um ambiente antifrágil. Todo dia, você quer ser 1% melhor. Nem todo dia você consegue. Muitas vezes, sua performance é um lixo. Em outras, seu treino é maravilhoso e você ganha forças para voltar lá e continuar melhorando.

Nas competições, é a mesma cena. Lembro-me bem dos campeonatos em que ia mal. Mas sempre tinha meus companheiros torcendo por mim e me apoiando, quando eu saía da água. Independente do resultado, era uma comemoração de todo o esforço que nos levou àquela competição. Ao mesmo tempo, sempre tinha alguém que se superava. E isso também era muito comemorado.

No final do dia, isso é um ambiente antifrágil. É quando você tem pessoas ao seu redor, para quando as coisas vão mal, para você sair mais forte disso. Isso é um time de natação. Isso também é uma empresa bem-sucedida.

O mais importante para a vida é como você consegue aprender a aproveitar a jornada e o dia a dia. É estar presente naquele momento e não focar somente no resultado! Os números são apenas consequência.

Olhar para trás me fez lembrar muito de focar na jornada e construir ambientes antifrágeis. É isso o que eu espero construir dentro das minhas empresas, um lugar onde as pessoas possam falhar, errar e sair por cima. Não é ser complacente com os erros, mas permitir que eles existam.

Às vezes, o resultado vai ser muito bom. Em outras, nem tanto. Mas, na média, a empresa vai estar sempre crescendo. Continue acreditando em si e no potencial da sua equipe para superar qualquer barreira.

(*) Juliana Brito é empresária, CEO e cofundadora da Indie hero e da  GJ+, empresas focadas no desenvolvimento do ecossistema de jogos no brasil com ativações em eventos como Rock in Rio, rio Innovation week, Innova Summit, Casa Brasil Israel e Rio2c. fellow YLAI. Além disso, é mentora de pitch, negócios e games em eventos como innovativa Brasil, NASA talks, DNA empreendedor, startup weekend etc. Instagram: https://www.instagram.com/jsibrito/.

Agência Drumond – Assessoria de Comunicação – Joyce Nogueira

O que é necessário para empreender em 2024?

O que é necessário para empreender em 2024?

Você acha que para empreender precisa de uma grande ideia? Que é necessário pensar em algo excepcional? Muitas pessoas fantasiam muito a questão de ser empreendedor. Na verdade, são pessoas normais, porém o grande diferencial delas é que estão preparadas quando aparece uma oportunidade. É válido ressaltar que muitas viram empreendedoras por necessidade ou após uma demissão, como aconteceu durante a pandemia.

Para começar a empreender em 2024, ou nos próximos anos, é importante que você seja alguém proativo e curioso em verificar o que está acontecendo no mercado e no mundo, além de enxergar quais são as necessidades do seu público-alvo.

Uma coisa que gosto de salientar para quem deseja empreender é que não se pode ficar “esperando” o momento certo para agir. Perceba que o momento ideal é agora. Logo, não perca tempo.  Coloque suas ideias em prática e não fique postergando, saia de sua zona de conforto.

Tenha um objetivo e trace metas concretas para alcançá-lo. Além disso, tire suas ideias do papel e comece a agir.  Busque se organizar e persevere para não acabar desanimando.

Adiar suas ações e tomadas de decisão apenas atrasarão o seu processo. Comece agora mesmo, use o que tem nas mãos e busque sempre se aprimorar e aperfeiçoar. Você não precisa fazer tudo de uma vez, mas precisa começar a fazer.

Não se deixe dominar pelo medo e pela insegurança. Infelizmente, isso é muito comum acontecer. Portanto, entenda que que muitos desafios vão surgir pelo caminho, assim como as críticas. Mas não dê ouvidos. Tenha fé, trabalhe duro e reflita que cabe somente a você seguir o rumo em direção aos seus objetivos.

(*) Leonardo Chucrute é Gestor em Educação, CEO do Zerohum, Professor de matemática, ex-cadete da AFA e autor de livros didáticos.

Agência Drumond – Assessoria de Comunicação – Joyce Nogueira – Foto: Tiberius Drumond

Um dos maiores desafios de 2024: Wilson Aquino*

Um dos maiores desafios de 2024: Wilson Aquino*

O Brasil, com sua vastidão territorial e inúmeras riquezas, naturais e fruto do trabalho de um povo aguerrido, paradoxalmente enfrenta desafios persistentes que o mantêm em um estado de subdesenvolvimento. A indagação frequente sobre o porquê de um país tão abençoado em recursos abundantes e ainda conviver com a pobreza e a desigualdade social, é uma reflexão que precisa ser abordada de maneira mais profunda.

A disparidade entre a riqueza potencial do Brasil e a realidade de muitos de seus cidadãos vivendo em condições precárias, destaca a existência de problemas estruturais e sistêmicos. A falta de acesso a serviços básicos como água tratada, energia elétrica, educação e saúde de qualidade e estradas funcionais evidenciam as lacunas que persistem no desenvolvimento do país. Mesmo sendo um celeiro global, alimentando diversas nações, a realidade é que a fome persiste em muitos lares de famílias brasileiras.

Uma análise criteriosa nos leva à conclusão de que, em grande medida, a responsabilidade por esse cenário lamentável recai sobre o próprio povo, na sua má escolha de seus representantes políticos. A ausência de uma fiscalização efetiva e de uma cobrança rigorosa por parte da população permite que muitos políticos atuem de maneira descomprometida com o bem-estar coletivo.

Esses representantes, nas esferas do poder democrático, na maioria das vezes priorizam seus interesses pessoais e partidários em detrimento do povo que deveriam representar. A falta de responsabilização por suas ações cria um ciclo vicioso em que promessas eleitorais são esquecidas assim que o poder é conquistado.

É deplorável que, mesmo diante de escândalos de corrupção que abalam a nação, os mesmos políticos corruptos, ladrões, que acumulam dinheiro em cuecas, malas, apartamentos, sítios etc. sejam reeleitos. Esse fenômeno reflete a apatia de uma população que, por vezes, parece resignada diante da má gestão e da corrupção sistêmica. A necessidade urgente de uma mudança de mentalidade é evidente, especialmente à luz das eleições que se aproximam em 2024.

O ano novo oferece uma oportunidade crucial para os cidadãos brasileiros exercerem seu poder nas urnas de maneira consciente e informada. A escolha criteriosa de líderes comprometidos com o bem comum deve ser acompanhada por uma vigilância constante sobre suas ações. A participação ativa da sociedade é fundamental para garantir que aqueles que não cumprem suas promessas e responsabilidades sejam afastados do poder de maneira definitiva.

A mudança, tão almejada, começa com a conscientização individual de cada cidadão. É imperativo que a sociedade se organize, exigindo transparência, responsabilidade e eficiência de seus representantes. A avaliação constante do desempenho dos políticos, aliada a uma postura firme e atuante, é o caminho para criar uma cultura política mais saudável e ética.

O Brasil tem potencial para se tornar um país melhor, mas essa transformação depende da ação coletiva e da escolha criteriosa de seus governantes. Em 2024, é hora de romper com a inércia e conduzir o país em direção a um futuro mais promissor, onde a corrupção não seja tolerada, as punições sejam céleres e justas e a riqueza nacional seja preservada para o benefício de todos os brasileiros. Basta de desvio do dinheiro público.

O desafio que se impõe não é apenas uma mudança de atitude durante as eleições, mas sim um comprometimento contínuo com a vigilância cívica. É vital que a população não se esqueça de seu poder após o processo eleitoral. A construção de uma nação mais justa e ética demanda um engajamento perene, uma cultura de responsabilidade coletiva que transcenda os ciclos eleitorais.

Além disso, é preciso destacar a importância da educação política. Capacitar os cidadãos desde cedo, no lar, nas escolas e na sociedade, sobre seus direitos, o funcionamento do sistema político e a importância do voto consciente é uma estratégia fundamental para fortalecer as bases da democracia. Uma população informada, engajada e alicerçada nos bons princípios morais e espirituais, com Deus acima de tudo e de todos, é a base para a consolidação de uma nação mais justa e próspera.

Por fim, é necessário ressaltar que a mudança desejada não se restringe apenas aos cargos políticos mais visíveis. A atenção e a exigência por transparência devem alcançar todos os níveis do poder público, desde os órgãos (legislativo, executivo e judiciário) municipais até as esferas federais (principalmente). A fiscalização constante e a responsabilização efetiva dos gestores em todos os âmbitos são pilares essenciais para uma transformação genuína e duradoura no panorama político do país. Que 2024 seja um marco na luta anticorrupção no poder público, com o levante de um povo guerreiro, consciente, preparado e determinado a construir um Brasil melhor. Com as bênçãos de Deus!

 

*Jornalista e Professor

Não tema 2024. Ouse sonhar e realize:  Wilson Aquino

Não tema 2024. Ouse sonhar e realize: Wilson Aquino

Ao nos depararmos com o final de 2023, é compreensível que muitos estejam exaustos e desanimados. No entanto, é crucial não sucumbir a esses sentimentos e, em vez disso, abraçar a verdade universal de que a vida é uma jornada repleta de desafios, cheia de pedras e espinhos para todos. Reconhecer essa realidade nos fortalece e nos capacita a perseverar em 2024 na luta pela materialização até mesmo dos mais ousados projetos de crescimento pessoal.

A busca por auxílio divino revela-se uma fonte inesgotável de força e consolo. Aqueles que se ajoelham em busca de orientação divina, dirigindo suas preces a Deus e a Jesus Cristo, encontram a segurança e a alegria necessárias para enfrentar os desafios cotidianos. As palavras consoladoras de Cristo ecoam em nossos corações: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt. 11:28). Essa promessa nos encoraja a persistir em nossos esforços e a acreditar na realização de nossos sonhos no novo ano.

É inegável que os desafios parecem se multiplicar a cada ano, especialmente diante das transformações políticas que moldam o Brasil e o mundo. Contudo, a fé em Deus e a compreensão do Seu Plano de Salvação nos concedem a certeza de que estamos aqui por uma razão específica. Em tempos desafiadores que antecedem a segunda vinda de Cristo, somos escolhidos para enfrentar as adversidades com a confiança de que Deus acredita em nossa capacidade de superá-las.

Além de nos prepararmos para os desafios iminentes de 2024, devemos estender a mão ao nosso próximo, compartilhando nossa fé e incentivando amigos, familiares e até mesmo desconhecidos a encontrarem a mesma segurança espiritual. Ao fundamentarmos nossa jornada em princípios morais e espirituais, alicerçados por sua vez nos ensinamentos e mandamentos de Deus, tornamo-nos capazes não apenas de vencer obstáculos gigantescos, mas também de guiar outros em direção à verdadeira felicidade e realização.

A resistência e a perseverança são essenciais para alcançar o sucesso na vida, e quando combinadas com a fé em Deus e Jesus Cristo, tornam-se a força mais poderosa para conquistar tudo o que é bom, saudável e gratificante. Em 2024, cada um de nós pode inspirar-se na convicção de que, com a orientação do Senhor, somos capazes de transformar sonhos em realidade, moldando um ano repleto de conquistas e plenitude de alegria. Portanto, não tema 2024. Ouse sonhar e realize!

Nos momentos desafiadores da jornada da vida, as Escrituras Sagradas nos oferecem um manancial de esperança e força. Como está escrito em Isaías 41:10, “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.” Essa promessa divina ecoa através dos tempos, nutrindo nossa coragem e confiança para enfrentar os desafios de cada dia.

Além disso, o Salmo 27:1 proclama: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem me recearei?” Essas palavras ressoam como um bálsamo para a alma, lembrando-nos de que, com a presença e proteção de Deus ao nosso lado, podemos trilhar nossa jornada com determinação, sabendo que Ele é nossa luz e amparo inabaláveis. Assim, munidos dessa fé e esperança, encaramos 2024 com a certeza de que sairemos vitoriosos, guiados pela luz divina em nosso caminho.

Oportuna as palavras recentes do Élder Clement M. Matswagothata, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias: “Alguns de vós podem estar preocupados e ansiosos acerca do seu futuro; alguns até completamente apavorados. O apóstolo Paulo, falando ao seu jovem amigo Timóteo, ensinou: ‘Deus não nos deu espírito de temor’ (2 Timóteo 1:7). Aprendi com o tempo que o adversário usa o medo e o desânimo, ao contrário de um amoroso Pai Celestial que espera que avancemos com fé”.

Que este novo ano nos encontre não apenas preparados, mas fortalecidos pelas lições do passado, unidos não somente pela vontade de enfrentar desafios, mas pela determinação de transformá-los em oportunidades de crescimento. Que estejamos imbuídos não apenas de esperança, mas de uma confiança inabalável no poder da perseverança e da fé em Deus.

Jornalista e Professor

Coluna politica Amplavisão: Papai Noel troca a Lapônia pelo STF

Coluna politica Amplavisão: Papai Noel troca a Lapônia pelo STF

NO BRASIL a ética não resiste aos encantos do poder.  Pasmem! O ex-governador Beto Richa (PSDB) absolvido nos processos da Lava Jato por decisão do ministro Dias Tóffoli.  Noutra decisão dele – a poderosa J&F teve suspensa a multa de R$10 bilhões.  Detalhe: Roberta Rangel, advogada da empresa é a mulher do ministro Tóffoli.:  Papai Noel existe sim!!!

CUIDADO: Cruéis as câmeras dos celulares. Viralizam nas redes sociais as imagens de José Luiz Datena e da deputada Tabata Amaral ignorando a presença de um pedinte cadeirante quando chegavam para o evento de filiação ao PSB. O episódio soa como alerta aos candidatos nas eleições de 2024. Uma pisada em falso põe tudo a perder.

DOURADOS: Senti firmeza nas suas afirmativas. Líder nas pesquisas, o ex-deputado Marçal Filho confirma ao colunista: após ter desfiliado do PP aguarda a passagem das festas de final de ano para se filiar ao PSDB, atendendo ao convite do ex-governador Reinaldo Azambuja e do governador Riedel para disputar a prefeitura de Dourados.

INELEGÍVEL?  A Suprema Corte Americana é composta de 9 membros, 5 dos quais conservadores. Trump indicou 3 deles e assim terá maioria para reformar a decisão da Suprema Corte do Colorado que o condenou ao infringir a seção 3 da Emenda XIV de 1868. Com a política infiltrada na justiça (também lá), ele será candidato a presidente.

MACHISMO: As pessoas ouvem as mulheres quando falam sobre questões de mulheres de uma forma que não as ouvem quando falam de economia…Pensamos nas estruturas de poder como masculinas, fazemos com que as mulheres se encaixem, que mudem de comportamento ao chegar ao poder. Acabam interpretado o roteiro…O poder do homem está relacionado com sua capacidade de silenciar as mulheres…” (do livro ‘Mulheres e Poder: Um manifesto’ – de Mary Beard)

SOBRE O PODER:   O filósofo e pensador inglês John Gray defende: ‘A crença no progresso é uma ilusão…  O conhecimento não liberta o homem, apenas aumenta o seu poder, e esse poder pode ser usando tanto para os mais benignos objetivos quanto aos mais desastrosos…Quando o conceito de progresso é aplicado à ética e à política, ele é uma ilusão perigosa…”

VERDADE:  O filósofo Max Weber (guru de Fernando H. Cardoso) diz que todo homem que se entrega à política aspira ao poder, seja porque o considera como instrumento a serviço de consecução de outros fins, ideais ou egoístas, seja porque deseje o “poder pelo poder” para gozar o sentimento de prestígio que ele confere. ”

NA MÍDIA: . Os vereadores, nas missões oficiais e ‘congressos’ aprendem com seus professores em Brasília. Na Câmara Federal em 2023 foram 361 autorizações ao custo e R$ 6 milhões em viagens. Em todas sessões da   Assembleia Legislativa o presidente da casa anuncia a visita dos ilustres visitantes motivados pelas suas ‘diárias’. Brasil mostra sua cara!!

POSITIVO: Acompanhei a rápida trajetória de João C. Mattogrosso como deputado estadual. Postura equilibrada, coerente, de manifestações com conteúdo condizente aos debates em pauta. Ele reconhece que aprendeu muito nestes meses – o que vai encorajá-lo para continuar na vida pública partidária. Um bom exemplo da juventude na política.

TUDO PODE: “A aplicação do abuso do poder religioso como fundamento para uma condenação na seara eleitoral não é tarefa fácil. De um lado temos a liberdade religiosa, a liberdade de expressão e livre consciência, todos preceitos insculpidos no texto constitucional. Do outro, não menos importante, está a soberania popular, pilar da existência do Estado Democrático de Direito que garante ao cidadão todos os direitos acima citados. ”  (Júlio C. Meirelles)

1-HISTÓRIA: Lendo “O Ouro de Cuiabá” (Paulo Setubal), deparei com um episódio genial: Em pleno sertão rumo a Cuiabá (1730) a ‘bandeira de Manuel de Campos topou com a ‘bandeira’ de Bartolomeu Bueno. Ambos levavam 2 filhos ainda meninos. O filho de Bartolomeu com 12 anos; o de Manuel de Campos com 14 – foi depois na História do Brasil o épico Anhanguera e o filho de Manuel foi depois o Antônio Pires de Campos, o façanhudo bandeirante.

2-HISTÓRIA:  Recordo – o fundador de Cuiabá (08/04/1710) foi o paulista Paschoal M. Cabral. Imagine sair de São Paulo pelo rio Tietê, descer o Paraná, subir o rio Pardo, vencer o espigão (Camapuã) carregando as canoas, atingir as águas do Coxim,Taquari, Paraguai, São Lourenço e do Cuiabá. Bandeirantes, gente chucra pouco reconhecida na história.

3-HISTÓRIA: D. João V não reconheceu Paschoal M. Cabral por tanto ouro que ele proveu à insensível Coroa Lusa.  Em 10 de novembro de 1724 o bandeirante paulista de família tradicional, morreu pobre em Cuiabá aos 60 anos, sepultado “sem lamentações públicas e missas pomposas, como o último dos mineiros”, conforme relata o  escritor paulista na obra – edição de 1950.

PESQUISAS:  Valem mesmo as chamadas ‘qualitativas’, onde se medem vários fatores (inclusive a rejeição) sobre essa ou aquela candidatura.  Aqui na capital – por exemplo – o ex-governador Puccinelli (MDB) – pelo alto índice de rejeição –não agrega e seria carta fora do baralho no 2ª turno. De protagonista a coadjuvante. Tudo passa…

DÚVIDAS  Com o país dividido politicamente como mostram as pesquisas sobre o desempenho do Governo Lula, aumentam as chances das eleições municipais refletirem nas urnas esse sentimento. Direita contra a esquerda? Mas como ficaria a questão da pessoalidade dos candidatos à prefeito? Complicado. Há despreparados nos dois lados.

BELEZA!  Presidente Gerson Claro comemora o desempenho da Alems. Em 2023 foram 523 projetos apresentados, dos quais 22 aprovados, 70 rejeitados e 163 sob análise das comissões. Tivemos 143 sessões, 31 audiências públicas, 15 seminários e 40 visitas institucionais. E mais: 6.442 proposições e 479 votações em plenário. Um recorde.

ANÁLISE:  Na Assembleia Legislativa o nível dos debates, das proposições e das manifestações na tribuna foi considerado bom neste ano, mesmo dentre os deputados estreantes. Esses foram cautelosos em suas ações, não avançaram o sinal. Destaque para a desenvoltura gentil do deputado Gerson Claro no seu primeiro ano na presidência da Casa. Só elogios: solícito e simples nas relações. Agrada!

TARTARUGA: Impressiona o andar dos atos ligados ao serviço público/político no país. Tudo passa pela malvada burocracia. Leio na mídia que os investimentos na BR-163 devem começar (será?) só após abril de 2024. Claro, depois virão outros atos burocráticos.  O significado do termo ‘após’ é vago dando margem a dúvidas e conclusões diversas.

ARREMATE:  Só agradecer por estar vivo com saúde junto a família, fazendo o que mais amo. Poucos tem o privilégio de fazer da profissão uma atividade prazerosa.  É neste clima que desejo aos meus leitores das dezenas de sites da capital e interior, os votos de Feliz Natal e 2024 com saúde, em paz, sem inveja, soberba e ódio. Sempre ‘de leve’.

 

PILULAS DIGITAIS:

 

Sinal dos tempos: até funerária fazendo promoção de black Friday.

O Brasil não tem povo, tem público. (Lima Barreto)

Ironia é a capital da Argentina se chamar Buenos Aires. (Carlos Castelo)

O que realmente enriquece um homem não é a experiência: é a observação.

Para candidatos, Papai Noel só será recebido em outubro do ano que vem

Cada um de nós é um grão de pó que o vento da vida levanta e depois deixa cair.  (Fernando Pessoa)

Lula e Bolsonaro continuam se xingando. Democracia é isso: uma discussão num balcão de boteco sórdido das quebradas. (na internet)

Todo homem nasce original e morre plágio. (Millôr)

Jogos de azar, jogo do bicho, sequestro de celebridade…os anos 90 voltaram!

 

O verdadeiro sentido natalino! Wilson Aquino

O verdadeiro sentido natalino! Wilson Aquino

O desrespeito e a ingratidão para com nosso Salvador Jesus Cristo atingem níveis alarmantes, especialmente durante as celebrações de Natal, quando deveríamos refletir sobre o nascimento do Filho de Deus, o evento mais significativo da história da humanidade. Infelizmente, trocamos a adoração a Cristo pela idolatria a Papai Noel, um personagem sem qualquer relação com o verdadeiro significado do Natal.

É lamentável perceber que, mesmo após mais de 2.000 anos, persistimos em negligenciar o sacrifício de Jesus na cruz por nossos pecados. Em vez de reconhecermos Sua importância, permitimos que o consumismo e a distração nos afastem Dele, substituindo-O por uma figura criada pelo marketing comercial.

A negligência em ensinar às crianças sobre o verdadeiro sentido natalino é uma triste realidade. Muitos lares omitem a narrativa do nascimento de Cristo, cedendo à ignorância generalizada sobre a grandiosidade que Ele representa em nossas vidas. É imperativo que, como sociedade, retomemos o compromisso de transmitir aos mais jovens a verdade sobre o Natal e o Plano Divino de salvação.

O afastamento de Cristo é um sintoma de uma sociedade imersa no corre-corre desenfreado do consumismo, onde o foco está em presentes, viagens e celebrações festivas, negligenciando o verdadeiro aniversariante do Natal. Este comportamento contradiz os ensinamentos da Bíblia, que nos alerta contra a ingratidão ao Criador.

A Segunda Epístola de Paulo a Timóteo nos adverte sobre tempos difíceis e a propagação da falsa doutrina. Hoje, vivemos em uma época em que a sã doutrina é desprezada em favor de fábulas e entretenimentos passageiros. É crucial, como nos exorta a Bíblia, permanecermos firmes na verdade e proclamarmos a Palavra de Deus, mesmo diante das adversidades.

A epístola dá ênfase ao poder que advém de termos um testemunho de Jesus Cristo (ver 2 Timóteo 1:7–8). Ela também contém uma profecia sobre os “tempos trabalhosos” que aconteceriam tanto na época de Paulo e Timóteo como agora, nesses últimos dias:

“Conjuro-te, pois diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino,

Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, corrijas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo coceira nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;

E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.

Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério”.

Em paralelo, assim como o Natal, a Páscoa também foi desvirtuada. Em vez de refletirmos sobre a Ressurreição de Cristo, a sociedade trocou essa verdade por símbolos como coelhos e ovos de chocolate, perpetuando mentiras em detrimento da mensagem divina.

Diante desse cenário, é urgente um retorno ao Senhor, redescobrindo o verdadeiro sentido das festividades e restaurando a fé que transforma vidas. Que possamos, como sociedade, abandonar as distrações efêmeras e nos voltar para o Salvador que nos oferece a verdadeira alegria e salvação eterna. Que a celebração do Natal seja um momento de reflexão, gratidão e renovação espiritual, reconhecendo Jesus Cristo como o verdadeiro motivo para celebrar.

*Jornalista e Professor