(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Terça-Feira, 30 de Junho de 2026

Carille ignora gritos de campeão da torcida após triunfo em Chapecó

O técnico Fábio Carille não escondeu a satisfação pelos três pontos conquistados no 1 a 0 diante da Chapecoense, na noite desta quarta-feira, na Arena Condá, em partida válida pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mas, após deixar o gramado aos gritos de “é campeão” da torcida corintiana, presente ao setor visitante, o treinador preferiu segurar a empolgação dos seus aficionados.

“Hoje (quarta-feira) era um jogo para fazer com segurança pelo resultado que tivemos em casa. A gente tinha que levar pontos, um ou três, e fomos abençoados no final do jogo. Mas ainda tem 51 pontos em disputa, temos de estar focados sempre no próximo jogo”, analisou o comandante, que reconheceu a dificuldade do Timão em criar jogadas frente à forte defesa catarinense.

“Erramos passes, mas foi mais por conta do desentrosamento, normal, a gente sabe que as coisas não acontecem como têm que acontecer normalmente. Sabemos que o time deles é um time de competição, primeiro tem que competir para depois jogar”, observou, elogiando a atuação da Chape.

“As oportunidades foram muito iguais, tivemos chance e eles também, a gente construindo mais as jogadas e a Chape na base da força. A competição é difícil, a Chapecoense ganhou do Palmeiras lá dentro do estádio deles”, avaliou Carille.

O técnico ainda explicou porque preferiu escalar Marquinhos Gabriel em vez de Clayson, que entrou apenas no segundo tempo. “Eu precisei jogar com o Romero daquele lado por causa da força do lado direito deles. O Clayson atua pela esquerda e não tem essa mesma força na recomposição que o Romero tem. Não foi equivocado nada, mas foi pensado por isso”, avaliou.

Leia  Parceria com a FFMS - Federação de Futebol de MS já distribuiu mais de 50 bolas de futebol em Bela Vista.

Carille ainda fez questão de dizer que não teve qualquer mistério para recolocar o grupo dentro de campo após a surpreendente derrota para o Vitória, no último sábado, dentro de casa. De acordo com o estrategista, não foi feito nada de diferente do que já vinha sendo executado na campanha corintiana.

Fonte: Gazeta esportiva