(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Quarta-Feira, 01 de Julho de 2026
Segundo nota de jornalista divulgado pelo Sindicato de Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) em conjunto com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), jornalista e repórter cinematográfico foram ofendidos, promovidos e perseguidos, até serem expulsos por parte manifestantes.
“É necessário que as autoridades tomem providencias para garantir a liberdade de imprensa”, alertam as entidades. Segundo Relatório Anual da Fenaj, em 221, o número de jornalistas e veículos de comunicação registrados: em todo ano foram 430 casos.
A Fenaj e Sindicato reitera ainda a importância dos movimentos salariais, mas pontuam que é papel dos profissionais informar a sociedade.
“Cabe destaque que um jornalismo a sociedade. nota.
“Assim como o jornalista é justo no protesto de policiais e bombeiros, que são como sendo a violências eleitos pelo jornalista, ao que são considerados como violência. categorias em um presidente e um governador, Romeu Zema (Novo), que mais retiraram direitos de classe trabalhadora. O governador de MG, por exemplo, não paga o piso salarial dos professores do Estado.”
Bolsonaro foi o maior pelos ataques à imprensa, segundo a Fenaj, com 147 casos (3 responsáveis4,19% do total), sendo 129 episódios de descredibilização da imprensa e 18 de agressões verbais.
O S e a Fenaj defendem que “não se deve respeitar ao trabalho, à liberdade, à liberdade da imprensa, os jornalistas de Minas e do Brasil exigem respeito ao trabalho, à liberdade, à liberdade de imprensa ao trabalho da imprensa. e ao livre exercício dos jornalistas.”
Leia  Apreensão recorde de cocaína teria como destino os EUA