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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 11 de Março de 2026

thumbs280x210x4-56e1f5da410aa6a2786fc7e73e5d10c5da0782a45cb9dA promotora Rosalina Cruz Cavagnolli ouve a partir das 8h desta sexta-feira (11) na sede do MP-MS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul) em Rio Brilhante, mais oito vereadores sobre o suposto esquema de “farra” das diárias na Câmara de Vereadores.

Esse grupo compõe todos os demais integrantes do legislativo, excluindo apenas aqueles que foram levados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) em condução coercitiva no final de fevereiro.

Os oito parlamentares foram notificados pela promotoria a comparecer ao local para prestar declarações e esclarecimentos, no âmbito do inquérito aberto pela promotoria que atua na área do patrimônio público, para investigar o desvio de verba pública relacionada a pagamento de diárias.

Neste caso, esses parlamentares não são “obrigados” a ir, diferente daqueles que foram levados em condução coercitiva pelo Gaeco.

Foram notificados para serem ouvidos nesta sexta Célio Soares Cândido (PMDB), o “Celinho”; José Maria Caetano de Souza (DEM), o “Nô”; Iliê Martins Vidal (Pros), o “Iliezinho”; Dinozete Silveira Marques (PDT), o “Jeto”; Maria Isabel de Alvarenga Madureira Barbosa (PMDB), a “Belinha” e Juraci Aparecida de Souza Silva (PT).

Já haviam prestado depoimento no dia 24 de fevereiro, em operação do Gaeco, o presidente da Câmara Sérgio Carlos Martins Rigo (Pros), o “Serginho Rigo”; o ex-presidente da Casa, vereador Dejair Gomes (Pros), o “Totinha”; e os vereadores Giancarlo Mariano da Rocha (PPS), o “Gi”; Aguinaldo Lima Pereira (PPS), o “Boiada”; e Ademar Luiz Schafer (PSDB), o “Ademar do União”.

Além de ouvir os cinco vereadores, o Gaeco ainda ouviu um servidor público da casa de leis que não teve o nome divulgado, em operação no final de fevereiro. Conforme divulgou o MP-MS na época, as seis pessoas foram “as que mais receberam valores em diárias de 2013 até o final de 2015”. A denúncia investigada pelo órgão é de que haja eventual prática de “desvio de verba pública, consubstanciada em recebimentos indevidos de diárias pelos vereadores e servidores” do legislativo.

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O Gaeco ainda saiu da Câmara de Vereadores em fevereiro com um calhamaço de documentos.

Segundo divulgou o MP-MS, foram apreendidos documentos originais e “outros elementos que, de alguma forma, possivelmente estejam relacionados aos pagamentos”.

Fonte: DouradosNews