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Integração: Obras no Corredor Bioceânico avança pelo chaco Paraguaio

Obras no Corredor Bioceânico avança pelo chaco Paraguaio. (Foto. Toninho Ruiz)

Neste final de semana, precisamente no sábado 31, a reportagem do Fronteira News percorreu a denominada “Ruta Bioceânica”, que corta boa parte do chaco paraguaio no Departamento do Alto Paraguay, essa via faz parte do complexo do corredor que rodoviário que vai chegar aos portos chilenos de Antofagasta e Mejillones no Pacifico.

O corredor abrange o Mato Grosso do Sul através de Porto Murtinho, cruza o rio Paraguai via Carmelo Peralta e segue às cidades de Loma Plata, Filadelfia chega à rotatória de Mariscal Estigarribia, em seguida segue pela “Picada 500” até Cruce Dom Silvio em seguida chega a Pozo Hondo fronteira com Argentina, nesse local cruza sobre a ponte sobre o rio Pilcomayo e chega à localidade de Mission La Paz ai segue a cidade de Tartagal, depois San Juan de Jujui em seguida se chega a Paso de Jama, fronteira entre Argentina e Chile, nesse local tem as aduanas integradas para se fazer os tramites burocráticos, daí segue a cidade emblemática cidade de San Pedro de Atacama, fincado em pleno deserto de Atacama, em seguida a cidade de Calama e depois se chega aos portos de Antofagasta e Mejillones. A distância de Porto Murtinho e os portos chilenos e de 1.895 km.

O corredor abrange o Mato Grosso do Sul através de Porto Murtinho, cruza o rio Paraguai via Carmelo Peralta e segue às cidades de Loma Plata, Filadelfia chega à rotatória de Mariscal Estigarribia. (Foto Toninho Ruiz),

Esse corredor vai oferecer competitividade nos escoamentos dos produtos brasileiros, principalmente do Centro Oeste brasileiro e parte da região norte, por este corredor se economizará a distância de 8.290 km com os países asiáticos.

No lado argentino e chileno o corredor já esta totalmente pavimentada, falta somente no lado paraguaio concluir a obra de pavimentação que o governo de Mario Abdo Benites, o Marito, prometeu entregar em três anos junto com a obra da construção da Ponte sobre o rio Paraguai ligando Porto Murtinho a Carmelo Peralta.

A Obra que compreende 277 km esta a cargo do consorcio CBV que compõem as empresas brasileira Queiróz Galvão e a paraguaia Ocho A, a obra avança em duas frentes, uma que sai de Carmelo e a outra que vem desde Loma Plata.

Essa obra esta movimentando a economia da região porque esta oferecendo cerca de dois mil empregos diretos e indiretos, em todo o trecho percorrido pela reportagem testemunhou homens e maquinas trabalhando 13 horas por dia para aproveitar o período da estiagem.

Essa obra será um marco na logística sulamericana onde vai integrar Brasil, Paraguai, Argentina e Chile. O presidente do Paraguai em visita recente a região classificou o corredor como “novo canal do Panamá”, em referencia ao canal de passagem do país citado onde o pedágio e muito caro e diminui a competitividade dos produtos brasileiros.

A Obra que compreende 277 km esta a cargo do consorcio CBV que compõem as empresas brasileira Queiróz Galvão e a paraguaia Ocho A. (Foto. Toninho Ruiz)

Reportagem e foto: Toninho Ruiz