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Bela Vista-MS Sábado, 31 de Outubro de 2026
MS chega ao fim do ano com projeção de crescimento econômico

MS chega ao fim do ano com projeção de crescimento econômico

Mato Grosso do Sul chega ao fim de 2020 com bons indicadores econômicos mesmo diante da crise causada pela pandemia de coronavírus. O Estado que é o sétimo em geração de empregos no Brasil, no acumulado de janeiro a outubro deste ano, deve ter em 2021 o melhor desempenho do País no crescimento da economia, conforme estudos do Instituto Tendências Consultoria Integrada.

Para o governador Reinaldo Azambuja, o cenário econômico favorável é fruto de um arranjo construído desde 2015.

“Para falar de 2020, temos que fazer um retorno lá em 2015, quando começamos algumas reformas estruturantes em Mato Grosso do Sul. Iniciamos com uma grande reforma administrativa, pactuamos contratos de gestão e na sequência estabelecemos um teto de gastos. Depois implementamos duas reformas previdenciárias e fizemos uma grande mudança na área das compras governamentais. Ao longo dos anos, estruturamos melhor o Governo e conseguimos enfrentar o grande desafio que foi o ano de 2020, que causou talvez a maior queda do PIB (Produto Interno Bruto) da história do nosso País”, explica.

Mesmo com as dificuldades causadas pela crise de saúde e as irreparáveis perdas na vidas das pessoas, Mato Grosso do Sul está prestes a sair de 2020 com um bom equilíbrio entre saúde e economia, avaliou o governador.

“Tentamos nesse período dosar distanciamento, cuidados com as pessoas, ampliações de leitos, melhora de estruturas de atendimento de saúde e a economia. Tudo para que Mato Grosso do Sul não caísse no caos. Penso que tem funcionado. Somos hoje um dos estados com menor número de infecções e mortes de todo o Brasil”, ressalta.

Com chegada das festas de fim de ano e a iminência de um relaxamento da população em relação ao distanciamento social, um toque de recolher entre 22h e 5h foi imposto em todo Mato Grosso do Sul. Isso para reduzir a propagação da Covid-19 e evitar mais mortes.

“Essa sensação de que a pandemia acabou é preocupante porque não acabou. Estamos nos 45 minutos do segundo tempo, como diz no ditado popular, para a vacina chegar. Ainda não temos nenhuma aprovada pela nossa Anvisa. Mas muitas estão vindo, estão em testes finais. Penso que agora o cuidado é primordial. Temos que manter o isolamento, o uso das máscaras e a aplicação do álcool gel. Ainda nesse assunto, defendo que Ministério da Saúde coordene toda uma imunização dos brasileiros. Mas se isso não for feito, estamos preparados para comprar nossas vacinas e fazer nosso próprio cronograma de vacinação”, diz.

Na balança entre saúde e economia, Reinaldo Azambuja ainda acredita que a boa gestão do Governo em 2020, aliada às reformas e arranjos administrativos nos anteriores, tornou o Estado solvente e cumpridor de suas obrigações.

“Desde o início de nossa gestão falamos da importância de fazer ajustes fiscais, de ter cuidado com as contas públicas, de tomar medidas, até impopulares e amargas, para não deixar o Estado sucumbir. Hoje somos um Estado que cumpre suas obrigações com fornecedores e com os servidores. Pagamos a folha de novembro no mês de novembro e o 13° salário no dia 1° de dezembro. No primeiro dia útil de janeiro vamos liquidar folha de dezembro, mantendo a obrigação em dia. São mais de R$ 1,5 bilhão na economia em 37 dias”, pontua.

Ele também destaca que Mato Grosso do Sul mantém investimentos e políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e segurança pública, entre outras áreas.

“Somos o Estado com maior volume de investimentos no Brasil por habitante. Enquanto Mato Grosso do Sul investe R$ 365 ano por cidadão, Espírito Santo, que é segundo colocado, aplica R$ 257. Isso mostra que nosso Estado tem capacidade de gerar investimento em todas as áreas. Estamos falando de hospitais regionais, dos polos de atendimento, das mais de 100 escolas em tempo integral e de obras estruturantes. Temos obras hoje nos 79 municípios do Estado. Todos tem a presença estruturante do Governo”, afirma.

Fábrica na região do Indubrasil, em Campo Grande (Foto: Divulgação)

O governador completa que viver em um Estado com geração de oportunidades e riquezas é possível graças a um caminho construído em conjunto com os outros poderes constituídos.

“Somos um Estado com rol de investimentos públicos, com projeção positiva de crescimento no PIB e com geração positiva de mais de 11 mil vagas de emprego num ano de pandemia. Isso é extremamente relevante. É um ganho extraordinário para economia de Mato Grosso do Sul. E para o próximo ano um grande volume de investimentos privados virá. Já estão pactuados com MS a instalação de novas plantas industriais e a ampliação de outras indústrias. Estamos diversificando nossa econômica”, avisa.

Felipe insere no orçamento de 2021 obras de pavimentação em rodovias de MS

Felipe insere no orçamento de 2021 obras de pavimentação em rodovias de MS

A Assembleia Legislativa aprovou o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) nº189/2020, com cinco emendas aditivas de autoria do deputado estadual Felipe Orro, que priorizam investimentos em diversas obras de infraestrutura e pavimentação nos municípios de Aquidauana, Anastácio, Bonito, Chapadão do Sul, Paraíso das Águas, Jaraguari e Ribas do Rio Pardo. O Projeto estima a receita e fixa a despesa em R$ 16,8 bilhões de investimentos no Estado para 2021. “Inserimos no quadro de programação de recursos do governo obras de pavimentação que garantem eficiência e segurança na logística de nossas estradas”, explica Felipe.  

O deputado acrescentou ao plano de investimentos do governo, a destinação de recursos para recuperação e drenagem em três rodovias localizadas em Aquidauana: MS-171, conhecida como “Estrada da Margem Esquerda”; MS-170, trecho conhecido como “Estrada do Retirinho”; e MS-345, rodovia que interliga o Distrito de Cipolândia a Aquidauana. “É necessária a recuperação imediata dessas rodovias para facilitar o escoamento da produção agropecuária na região e principalmente, garantir segurança aos motoristas que trafegam nestas localidades”.  

Felipe articulou o envio de recursos para o serviço de drenagem e pavimentação asfáltica da rodovia MS-425 até a BR-060, em Chapadão do Sul. A obra soma um total de 27 km de extensão, incluindo o trecho no Distrito de Pedra Branca que dá acesso à MS-316 no Distrito de Pouso Alto, em Paraíso das Águas.  

Em outra emenda protocolada no LOA, Felipe garantiu para o próximo ano os serviços de drenagem e pavimentação asfáltica na MS-345, no trecho do Km 21 entre os municípios de Anastácio e Bonito. “Pretendemos assegurar a destinação de recursos para pavimentação asfáltica nesta estrada que facilita o acesso a cidade Bonito e contribui para expansão do turismo da região”, garante o parlamentar.  

Também foi solicitado pelo deputado recursos para execução do Plano de Gestão Estratégica e Desenvolvimento em Jaraguari, firmado entre a Prefeitura, UEMS e Polícia Militar Montada. São projetos e atividades de ensino, pesquisa e extensão, desenvolvidos para suprir demandas de gestão nas áreas de Planejamento, Economia, Meio Ambiente, Arte e Cultura, Turismo, Agronomia e Educação.   

“Com este plano, vamos garantir em Jaraguari a elaboração de projetos que integrarão os acadêmicos com os técnicos do Executivo Municipal e toda população local, aprimorando o conhecimento em busca de melhorias da condição de vida, condições socioeconômicas, a conservação da biodiversidade e sustentabilidade”.  

Felipe garantiu no LOA as obras de pavimentação e drenagem na MS-244, entre Jaraguari e Ribas do Rio Pardo. São investimentos que ajudarão no tráfego de produtos agrícolas e gêneros manufaturados, bem como na redução dos custos de transportes destes produtos. 

“Isso sem dúvida implicará na diminuição dos preços dos produtos industrializados no varejo”, afirma Felipe Orro.  

O orçamento público requer a elaboração e execução de três leis: o Projeto de Lei de elaboração do Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA), para nortear o planejamento e a execução de políticas públicas no Estado. O PPA é um plano de metas para quatro anos, a LDO especifica as diretrizes de um ano e a LOA prevê e fixa receitas indicando ações e programas que deverão ser realizados no ano de exercício fiscal. 

Foto: Divulgação

Reinaldo Azambuja garante investimentos para os 79 municípios

Reinaldo Azambuja garante investimentos para os 79 municípios

O municipalismo foi o carro- chefe do Governo de Mato Grosso do Sul no ano de 2020. Os investimentos nas mais diversas áreas da administração pública foram realizados pela gestão estadual, mesmo diante da pandemia do Covid-19. Nesta quarta-feira (09), em entrevista a Rádio Difusora, o governador Reinaldo Azambuja enumerou as entregas e ações feitas e reafirmou o compromisso de manter os investimentos que promovem o desenvolvimento de todo o Estado.

A expectativa de investimentos nos municípios pelo Governo do Estado para os próximos anos ultrapassam os R$ 4 bilhões em obras que irão contemplar as 79 cidades . “Hospital Regional em Três Lagoas, Dourados e Corumbá. Melhorias das estruturas de rodovia com cerca de 1000 quilômetros de estradas que vão ser recapeadas, recuperadas e construídas, 160 pontes de concreto, saneamento com mais de R$ 1 bilhão em obras de esgotamento sanitário. Tudo isso tem um planejamento e isso vai chegar nas 79 cidades. Todas elas têm investimentos do Governo e terão mais investimentos que nós vamos conversar com os prefeitos eleitos e com os reeleitos”, planeja para 2021 e 2022.

Na entrevista, o governador Reinaldo Azambuja respondeu perguntas enviadas por rádios de oito municípios do interior do Estado. Confira abaixo os principais trechos:

Rádio Difusora – Quais são os investimentos previstos para Porto Murtinho?
Reinaldo Azambuja  – Vamos iniciar a construção da ponte que divide o Brasil com o Paraguai, terminar a obra que dá acesso aos portos que as carretas estragaram muito. Estamos terminando a obra de R$ 28 milhões que é o acesso a todos os terminais portuários. Iniciamos o acesso ao estacionamento das carretas que é uma obra na BR 267. Vamos fazer um grande trabalho de infraestrutura urbana de recapeamento, de reconstrução de vias públicas. Também tem investimentos em educação, com inauguração de escolas. No início do ano, a escola Aldeia Alves de Barros que teve R$ 1,5 milhão de investimentos, e na Córrego do Ouro, estamos com outra escola terminando na campina que também faz parte de Murtinho.

Obras em Porto Murtinho somam mais de R$ 30 milhões

A Bioceânica valorizou muito a região. Será um novo oásis de desenvolvimento. Grande parte das riquezas produzidas pelo Brasil e por Mato Grosso do Sul vão sair por ali, então vai se criar uma rota nova de desenvolvimento de integração de turismo, de cultura, economia e de negócios extremamente positiva. Por isso que o Governo do Estado está presente lá com obras que totalizam mais de R$ 30 milhões para criar uma infraestrutura melhor, menos incômodo a população e dar acesso ao escoamento dessas riquezas.

RD – Em qual estágio está a execução das obras do acesso da BR 262 ao Distrito de Piraputanga em Aquidauana?

RA – A BR 262 está finalizando o projeto do executivo, nós vamos licitar a obra e concluir em seis meses para ser mais um novo acesso. Outra informação importante, aquele pedaço da Estrada Parque de 700 metros que faltou porque o Iphan não deixou a gente construir na época e agora liberou, nós estamos fazendo. Terminar Taunay que é uma obra importante para a região, e a Serra da Cipolândia. Outra demanda do prefeito Odilon, é que a gente crie um novo acesso ao Morro do Paxixi que é um lugar de turismo, pedi que ele monte o projeto que o Estado será parceiro.

Rd – Como está a situação das pontes destruídas pelo fogo aqui na região de Miranda?

RA – Essas 15 pontes que foram consumidas pelo fogo nesse ano terrível de incêndios no pantanal serão todas edificadas de concreto dando mais tranquilidade aos usuários e principalmente evitando a manutenção. Estamos licitando e daqui alguns dias vamos iniciar as 15 construções de pontes de concreto substituindo as pontes de madeira. Somos o Governo que em seis anos mais fizemos pontes de concreto de tudo que foi construído em 40 anos de MS, é uma estratégia da nossa gestão

As 15 pontes de madeira destruídas pelos incêndios no Pantanal serão substituídas por pontes de concreto

RD – Recentemente aqui em São Gabriel do Oeste o senhor entregou diversas obras e anunciou novas. Duas delas chamaram bastante atenção. A primeira asfaltamento do Distrito do Areado com investimento de cerca de R$ 1 milhão e a outra, o lançamento de projeto piloto em parceria com produtores rurais de asfaltamento na zona rural. Explique mais sobre isso governador.

RA-  Essa obra do Areado que é o Distrito é importantíssima. Esta iniciando o primeiro asfalto urbano no Areado. E o prefeito Jefferson e sua equipe propôs a gente fazer um projeto de asfalto nas vicinais. Pedi a ele para montar o planejamento que estamos prontos para fazer uma parceria. Então será um trabalho produtivo. Os produtores também participam disso. Se funcionar em São Gabriel não tenho dúvida que vai funcionar em vários outros municípios do Estado.

RD – Em Guia Lopes da Laguna vivemos basicamente dos empregos ofertados no frigorífico local. O que é possível ser feito para aumentar os empregos em nossa cidade e região?

RA- Estamos fazendo o acesso pavimentado a esse frigorífico citado, com isso o frigorífico, que já é um exportador, deve ampliar a capacidade de geração de emprego. Assinamos o contrato da MS 382, a empresa Bandeirantes vai fazer uma obra que liga Guia Lopes da Laguna, Antonio João, Cabeceira do Apa e Ponta Porã. É o asfalto da Bioceânica, ligando a região sul passando por Guia Lopes, isso vai gerar desenvolvimento e oportunidades de emprego.

RD – O que o seu Governo poderá fazer para que Coxim volte aos bons dias de turismo e desenvolvimento?

RA- Nós vamos fazer um grande investimento na Transpantaneira e nessas obras de ligação do Pantanal para potencializar o turismo na região. Já estivemos presentes com obras estruturantes e queremos fortalecer a parceria e levar mais investimentos para os próximos anos. São grandes parcerias que vão se fortalecer ainda mais.

Hospital Regional de Três Lagoas deve ser entregue em 2021

RD – Sobre o Hospital Regional de Três Lagoas a previsão era março de 2019, qual a previsão de entrega desta obra?

RA – Realmente teve esse atraso e não é por culpa do Estado. Não faltou recurso, o que teve foi uma discussão entre a equipe técnica da empresa ganhadora da licitação e a equipe técnica da nossa secretaria de infraestrutura, eles pleiteavam aditivos que nos entendemos que não era possível atender. Mas agora estamos concluindo. Vamos fazer o acesso lateral a BR 158, é uma obra para dar uma pista lateral com segurança. E posso dizer que no primeiro semestre não teremos só entrega, teremos Hospital entregue e equipado. A obra física é fácil, o duro é equipar e por em funcionamento um hospital. Já estamos vendo quem será a equipe gestora por parte da saúde. Aproveitar os bons profissionais que temos em Três Lagoas, criar uma nova estrutura e equipar. Já estamos com os recursos e licitações de todos os equipamentos do Hospital de Três Lagoas em andamento. Então no inicio do ano vamos receber a obra, montar os equipamentos e saber quem será a estrutura responsável pelo funcionamento do primeiro hospital de média e alta complexidade da costa leste. Além de hospital, será hospital escola para a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Rd – Sua gestão já investiu mais de R$ 126 milhões em Ponta Porã. O anel viário vai ficar pronto em 2021? Quais serão os investimentos do Governo do Estado para a cidade?

RA – A parceria vai continuar, vamos concluir o mini anel. Ali é um convênio, o Governo do Estado transferiu R$ 28 milhões à Prefeitura de Ponta Porã. Mas mais do que isso, vamos criar ali um polo de desenvolvimento industrial. Estamos prevendo um porto seco, vamos adquirir uma área para criar uma estrutura de desenvolvimento das exportações dessa região. Vamos fazer o primeiro asfalto urbano do núcleo da Itamarati para levar pavimentação ao assentamento e ao núcleo urbano. Vamos fazer uma nova Caravana de atendimento de saúde nas regiões para diagnóstico que são ressonância, tomografia, ultrassom e as cirurgias eletivas que estão represadas, e que nós usaremos toda essa estrutura hospitalar de Ponta Porã e de vários municípios da região.

Mireli Obando, Subcom

Foto: Chico Ribeiro

 

Paulo Corrêa vai continuar na presidência e mesa diretora não deve mudar

Paulo Corrêa vai continuar na presidência e mesa diretora não deve mudar

A Assembleia Legislativa realiza na próxima quinta-feira (10) a eleição da mesa diretora. De acordo com os deputados ouvidos pela reportagem, a composição será a mesma para os próximos dois anos, continuando com Paulo Corrêa (PSDB) na presidência, Eduardo Rocha (MDB) de vice-presidente e Zé Teixeira (DEM) no cargo de primeiro-secretário.

A maioria dos deputados e líderes dos partidos confirmaram à reportagem que a mesa diretora não terá mudanças, com o quadro já definido, já que a chapa dos deputados que estão no comando já conseguiram os votos suficientes para se reelegerem.

Além de Corrêa, Eduardo Rocha e Zé Teixeira, devem continuar na mesa: Neno Razuk (PTB), 2° vice-presidência, Antônio Vaz (Republicanos) na 3° vice-presidência, Herculano Borges (SD) de 2° secretário e Pedro Kemp (PT), no cargo de 3° secretário.

A eleição, no entanto, não deve ter “consenso”, pois alguns deputados podem votar contra a chapa, entre eles Renan Contar (PSL). “Defendo renovação da mesa diretora, para que outros deputados possam trazer novas propostas e estarmos sempre melhorando os nossos trabalhos. Tenho minhas convicções e razões para não votar na chapa atual”, adiantou ele ao Campo Grande News.

Contar elencou uma série de motivos para não votar na chapa, entre eles sobre votação de projetos em regime de urgência. “Não concordei na forma como foram pautados muitos projetos, votados a toque de caixa, sem o tempo hábil para discussão e análise dos demais deputados”.

Evander Vendramini (PP) também defendia “renovação” dos cargos, mas não teve votos suficientes para as mudanças. A eleição da mesa diretora ocorre na próxima quinta-feira (10), durante a manhã, no plenário da Casa de Leis.

 

Com R$ 1,3 milhão, MS começa preparação de logística para receber vacinas da Covid-19

Com R$ 1,3 milhão, MS começa preparação de logística para receber vacinas da Covid-19

O  publicou nesta segunda-feira (7) a Portaria 3.248, que institui, em caráter excepcional e temporário, incentivo financeiro destinado para estruturação de unidades de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações e para Vigilância Epidemiológica, para o enfrentamento à Espin (Emergência de  de Importância Nacional decorrente da pandemia de .

Conforme a publicação, assinada pelo ministro Eduardo Pazuello no DOU (Diário Oficial da União),  receberá R$ 1.343.550,00, sendo R$ 1.259.550,00 destinados à rede de frio e mais R$ 84.000,00 à Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal.

A portaria é voltada à destinação de incentivo financeiro para fortalecer o Programa Nacional de Imunizações para , além de proporcionar aprimoramento da detecção, análise e avaliação da SRA (Síndrome Respiratória Aguda), referente à influenza e outros vírus, como o novo coronavírus.

Os recursos devem ser empregados a fim de definir as unidades beneficiadas, aquisição de equipamentos e as respectivas entregas, considerando salas de vacina dos municípios com mais de 100 mil habitantes, centrais de rede de frio das instâncias municipais e estadual, dentro outros.

Os equipamentos, vale ressaltar, serão efetuadas diretamente pelas secretarias estaduais. No caso de MS, os municípios de Dourados, Três Lagoas e Corumbá – que têm entre 100 mil e 300 mil habitantes, receberam recursos para aquisição de duas salas de vacina com uma câmara refrigerada e um computador.

As centrais de rede de frio regionais – 10 por estado, terão o mesmo conjuntos. No caso de Campo Grande, são seis salas de vacina, com os mesmos equipamentos. Cada Estado também terá uma Central Estadual de Rede de Frio, com duas câmaras refrigeradas e três aparelhos de ar condicionado.

Felipe quer revogar decisão da Aneel que impacta nas contas de energia no MS

Felipe quer revogar decisão da Aneel que impacta nas contas de energia no MS

O deputado estadual Felipe Orro, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor na Assembleia Legislativa, encaminhou expediente ao diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), André Pepitone da Nóbrega, solicitando a não retomada da cobrança de taxa do sistema de bandeiras tarifárias nas faturas de energia elétrica dos consumidores de Mato Grosso do Sul. O parlamentar também pediu a manutenção da bandeira verde, sem a cobrança de taxa extra por mais 90 dias. “Nossa população ainda sofre com os efeitos da pandemia da Covid-19. A inclusão da taxa referente à bandeira vermelha, trará ainda mais dificuldades a estes consumidores”, afirma Felipe.

Conforme os últimos boletins epidemiológicos divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde, os números de contágio estão novamente em ascensão nesta segunda onda de infecção pelo novo coronavírus. Isso implica na necessidade da retomada de diversas medidas restritivas à locomoção da população. Diante à crise, o aumento no valor de combustíveis, nos valores de itens básicos de alimentação e demais serviços e produtos essenciais à população, segue em consonância com a alta do índice de desemprego em todo o País.

“É necessário que o poder público intervenha diretamente a favor das pessoas, protegendo-as destes aumentos abusivos. Os consumidores não devem ser ainda mais castigados neste momento de crise, em plena segunda onda da pandemia que assola nosso Estado”, pondera o deputado.

Em maio deste ano, a Aneel decidiu manter a bandeira verde até 31 de dezembro de 2020 para os consumidores da Energisa e da Elektro em Mato Grosso do Sul.

Bandeiras tarifárias 

Desde o ano de 2015 no País, as contas de energia elétrica adotaram o Sistema de Bandeiras Tarifárias nas modalidades: verde, amarela e vermelha, que indica o acréscimo ou não, no valor da tarifa elétrica cobrado pelas concessionárias. O valor repassado ao consumidor é calculado com base nas condições de geração de eletricidade. Quando a produção nas usinas hidrelétricas está favorável, aciona-se a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Em condições ruins de geração, geralmente em épocas de estiagem, a Aneel pode acionar as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, acrescendo taxa adicional nas constas de luz.