Câmara de Caracol faz devolução no valor de R$ 51 mil ao executivo
A Câmara de Vereadores, através da presidente Magaly Godoy, acompanhada pelos vereadores, fizeram a entrega de recurso no valor de R$ 51.309 mil para o Município, recursos economizados durante o ano de 2021.
A devolução aconteceu nesta manha de segunda-feira (24) de janeiro de 2022 e contou coma presença dos vereadores, prefeito Neco Pagliosa e Secretaria de Assistência Social, Célia Viais.
De acordo com a presidente do legislativo, Magaly Godoy, o recurso devolvido será para compra de cestas básicas para atender a comunidade carente do município. Ela disse, ainda que a câmara trabalha sempre pensando no bem estar da comunidade de Caracol e Alto Caracol.
O prefeito Neco Pagliosa disse que a devolução do recurso será investido na compra de cestas básicas, a pedido dos vereadores, é uma iniciativa que engrandece ainda mais a ação da atual Câmara de Vereadores. “Ações como esta fortalecem a parceria da Câmara com a Administração, e isso e administrar para todos, pois todos trabalham com o mesmo objetivo, beneficiar a população, esse momento e histórico, e o executivo sempre estará ao lado do legislativo, sempre atento as reivindicações dos vereadores, para atender a reivindicação da população,”, frisou Neco Pagliosa.
“O olho do mar”, misterioso lago, alegadamente formado após uma erupção vulcânica está na colônia Rinconada, no extremo norte do departamento de Amambai, a cerca de 50 quilômetros da cidade de Bela Vista, Amambai é uma das opções que t e apresentamos para fazer turismo interno nesse fim de semana.
Tem cerca de 100 metros de diâmetro de água cor esmeralda cuja profundidade é desconhecida. É rodeado por uma vegetação densa que alberga várias espécies de animais. O trinar dos pássaros e o intenso verde são complementados para desfrutar de um dia em contato com a natureza e de turismo interno.
A cor esmeralda intensa do espelho d’água tem uma forma elíptica, semelhante a de um olho, daí a denominação de Olho do mar. Se você é um aventureiro, gosta da natureza e acima de tudo de tranquilidade, este lugar vai adorar.
Como chegar ao Olho do Mar em Amambai
Para chegar ao local é preciso pegar a rota PY03 General Elizardo Aquino, nas imediações da cidade de Bela Vista Norte, virar à mão esquerda para pegar a rota interdepartamental 001 que leva à cidade de Sargento José Félix Lopez (exp Uentesiño), percorrer cerca de 30 km de asfaltado. e mais 20 km de estrada de terra.
Se quiser conhecer esta beleza do turismo interno recomendamos que utilize veículos 4×4, pois o caminho é um pouco acidentado. Você também deve vir munido de um time de tereré, legal e uma excelente companhia.
Um jacare e uma escadinha desaparecidos.
Professor Roberto Esquivel Gamarra, antigo morador de Bela Vista conta que o principal atrativo para os visitantes é a cor esmeralda que é visualizada do alto, como refletindo a densa floresta que rodeia o espelho d’água. Conta ainda que nem em temporadas de muita chuva muda sua cor.
A governação de Amambai tinha construído uma escadinha com um miradouro de metal. Essa estrutura está hoje submersa na água por um nível superior.
Gamarra lembra que anos atrás no lago costumava viver um jacare moroti, que se acreditava ser um jacare albino, mas há alguns anos que o estranho animal não voltou a aparecer.
Mais de 100 pessoas foram contaminadas pela doença na cidade, nos primeiros 21 dias de 2022
A prefeitura de Porto Murtinho, a 431 quilômetros de Campo Grande, cancelou o Carnaval na cidade por conta do avanço da covid-19 no município. Mais de 100 pessoas foram contaminadas pela doença nos primeiros 21 dias de 2022.
Os integrantes do comitê de enfrentamento ao coronavírus chegaram a um consenso sobre a decisão, durante reunião na tarde desta sexta-feira (21). “No momento em que estamos vivendo, com aumento de casos positivos para o coronavírus e o vírus da influenza, é inviável realizar qualquer tipo de evento comemorativo que aglomere”, comentou o secretário de saúde do município, Moacir Gomides.
Conforme o secretário, os casos da doença tem aumentado diariamente, inclusive entre profissionais da saúde. “Nosso maior medo é termos uma equipe reduzida de profissionais da saúde em caso de contaminação, precarizando a saúde do município. Essa é a melhor decisão no momento, cancelar o Carnaval para que futuramente possamos realizar outros eventos”, completa.
O prefeito Nelson Cintra, que participou da reunião de modo remoto por também estar contaminado com a covid-19, concordou com a decisão dos membros do comitê. “Acredito que devemos ao máximo conter a propagação do vírus. O momento atual é de imunização, prevenção e resguardo”, disse o prefeito, que está em isolamento na Capital.
Durante a reunião todos os membros do comitê, que representam cada repartição, externaram suas preocupações com o funcionalismo público durante o período de alto contágio do vírus no município e coletivamente concordaram que a melhor alternativa é seguir todos os protocolos de biossegurança. Este é o segundo ano que não haverá Carnaval em Porto Murtinho.
O tempo só traz lembranças boas para os moradores e proprietários de balneários do distrito de Cachoeirão, em Terenos. Antigamente, o movimento maior era de turistas que vinham de trem e desembarcavam na pequena estação do povoado a beira do Rio Cachoeirão.
“Ficavam quase meia hora descarregando turistas para virem para cá. Naquele tempo não haviam muitas opções de lazer, então, o pessoal vinha para o Cachoeirão”, recordou Celina Corbeta Barretos, de 72 anos, proprietária de um dos mais tradicionais balneários da região, o Cachoeirão do Carlão.
Dona Celina recorda os tempos áureos da ferrovia
Estação foi desativada há aproximadamente 25 anos
De São Paulo, dona Celina chegou ao distrito na década de 1980, depois de ter vindo passar as férias com a família. Ela tinha uma distribuidora de bebidas na capital paulista, mas os frequentes roubos a fizeram mudar para Mato Grosso do Sul. Dona Celina e seu esposo compraram parte do balneário e iniciaram a trajetória de 40 anos no local, acumulando muito trabalho e boas histórias.
Ela recorda que, quando o trem de passageiros encerrou as atividades, há aproximadamente 25 anos, as pessoas começaram a vir mais de veículo próprio, pela estrada vicinal que dá acesso ao distrito. “A nossa estrada dificulta muito porque os turistas chegam reclamando desse pedacinho, muita trepidação no carro, solta parafusos, estraga a parte mecânica do carro. Mas, agora vamos ter o sonho realizado de que vai chegar o nosso asfalto. Isso vai viabilizar para o turista”, afirmou.
Carlos vai assumir o balneário da família e já planeja melhorias
A chegada do asfalto já impulsiona os planos do filho da dona Celina, Carlos Corbeta Barretos, de 44 anos. Ele vai assumir a administração e manter vivo o local, como promete. “Vamos dar continuidade ao balneário Cachoeirão na intenção de evoluir, dar uma repaginada, uma mudada boa. O asfalto que está vindo é uma benção para a gente, agradecemos ao Governo do Estado que está trazendo esse investimento e que vai agregar muitas coisas boas, trazendo muitos benefícios”, disse.
Carlos tem uma empresa de transporte em São Paulo e planeja trazê-la para o Mato Grosso do Sul. “Pretendo trazer o transporte no segmento de vans executivas, fazer excursões e fretamentos para cá, no balneário Cachoeirão e região. Graças a Deus está tudo acontecendo ao mesmo tempo, agora é planejar e fazer acontecer”, contou.
Nos 25 anos que mora no distrito, Mineiro construiu o balneário e pesqueiro Raio de Sol
Conhecido como “Mineiro”, Elder Victor de Vasconcelos, de 55 anos, chegou ao distrito há 25. Ele veio para trabalhar com o tio e, junto com a esposa, comprou uma chácara a beira do Cachoeirão. Com o tempo foi investindo, construiu uma piscina, quiosques e apartamentos para acomodar os visitantes, além de uma conveniência a beira da estrada, onde hoje é o balneário e pesqueiro Raio de Sol.
Mineiro conta que, em todo esse tempo que mora no distrito, perdeu as contas de quantas vezes teve que socorrer alguém na estrada com o veículo estragado. “Muita gente não vem porque não quer colocar o carro em estrada de terra. Eu acredito que agora, com o asfalto, o movimento vai dobrar”, afirmou o comerciante, animado até para comprar um carro novo depois que o asfalto estiver pronto. E ele vai além. Com alvará para ativar um ponto de taxi no distrito, quer iniciar o novo serviço aos turistas.
Rio Cachoeirão é destino de turistas todos os finais de semana
A beleza do Rio Cacheirão e dos balneários que o margeiam foram decisivos na hora da professora Vanessa Guedes da Silva, de 37 anos, escolher onde se refrescar com a família. Ela veio de São Paulo para visitar o avô em Campo Grande e achou o distrito após pesquisa na internet. Ela conta que se apaixonou pelo local, mas o esposo já pensou no carro. “Meu marido disse que se soubesse que a estrada era ruim não teria vindo, no caso a estrada de terra afugenta um pouco os visitantes, aí você pensa: ‘se chover, como vou sair daqui’. A pavimentação seria bom para o local, os visitantes viriam mais”, disse. A professora conta ainda que se perdeu um pouco no caminho pela falta de sinalização. “O acesso é meio complicado, mas o local é gostoso”, acrescentou.
Vanessa e sua família se refrescando do Balneário Cachoeirão
Eder e sua família escolheram o balneário Luz do Sol
Morador de Campo Grande, Eder Centurião de Souza, de 36 anos, frequenta o Cachoeirão há três anos. Ele opta pelo local por ser um ambiente tranquilo e familiar, mas ressalta que, no caminho, dirige com muito cuidado para não ter problemas com o carro por causa das condições da estrada. “Sempre tomo cuidado ao transitar em estrada não pavimentada, ando bem devagar para não estragar o carro. Com o asfalto vai ser melhor para a gente, mais acessível e pode ser que a gente venha mais vezes”, afirmou.
Cachoeirão pode ter mesmo destino de Piraputanga com asfalto
A exemplo de Piraputanga, o acesso a Cachoeirão, depois de pavimentado, se fortalecerá como uma das rotas de turismo de Mato Grosso do Sul. Em 2019, o Governo do Estado entregou a obra na MS-450, a Estrada Ecológica entre os distritos de Palmeiras e Piraputanga. O investimento de R$ 21,2 milhões mudou o cenário local, alavancando o turismo e atraindo investimentos como restaurantes, hotéis, pousadas e pesqueiro. O movimento maior de turistas foi consequência da boa estrutura para passeio rápido e encantador, a pouco mais de 100 quilômetros da Capital, Campo Grande.
Obra no acesso a Cachoeirão
Com a obra em fase inicial, o Governo do Estado investe R$ 4.050.420,62 na pavimentação dos cinco quilômetros da estrada vicinal entre o entroncamento com a BR-262 e o distrito de Cachoeirão. A obra vai mudar a realidade da comunidade, como destaca o governador Reinaldo Azambuja. “Desde o início do nosso governo, investimos na estrutura dos municípios, sem nos esquecer dos distritos. Esses locais, tão importantes para o nosso turismo, não podem ficar esquecidos. Essa pavimentação é o impulso que a população do Cachoeirão precisa para o desenvolvimento”, destacou o governador.
Para o secretário de Estado de Infraestrutura, Eduardo Ridel, a obra fortalece a região em diversos setores. “Quando falamos em obras e infraestrutura, estamos falando em ferramentas que fortalecem os municípios na economia, na saúde e no turismo. Nesse sentido, essa obra moderniza a região, e aproxima os turistas dos balneários, fortalecendo a competitividade e gerando mais empregos. E isso que tem acontecido no Estado, Mato Grosso do Sul só vai crescer se todos os municípios crescerem juntos”, pontuou.
Pavimentação no distrito fortalecerá a economia da região, aponta secretário Eduardo Riedel
Com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul (Fundersul), a obra deve ficar pronta em 180 dias a começar do início dos serviços, em novembro de 2021.
Reunião de trabalho do secretário João César Mattogrosso (Cidadania e Cultura) com o prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo, alinhou detalhes para o início da restauração do Castelinho, prédio histórico construído na década de 1920. A obra está autorizada e a ordem de serviço para a reforma deve ser assinada nos próximos dias pelo Governo de Mato Grosso do Sul.
“Estamos felizes por estar fazendo parte da história de Ponta Porã com esta restauração. Uma obra importante para a cidade, uma obra construída em 1926, e que agora passa por esta restauração importante, fruto da sensibilidade do governador Reinaldo Azambuja e do trabalho da Fundação de Cultura”, destacou Mattogrosso na segunda-feira (17).
A obra será executada pelo Estúdio Sarassá – Conservação e Restauração, empresa escolhida por meio de licitação que tem vasta experiência na realização de grandes obras de restauração no Brasil. A expectativa é que a revitalização seja concluída até o final deste ano para ser entregue à Ponta Porã.
O encontro que tratou do levantamento e reconhecimento do prédio para o início da obra contou com a participação do diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Gustavo Cegonha, do vice-prefeito, Eduardo Campos, e do presidente da Câmara de Vereadores, Vanderlei Avelino.
“Foi extremamente produtiva a reunião e estar in loco para verificar as condições em que se encontra o prédio e vislumbrar o que será o projeto com a reforma é de extrema importância. A população de Ponta Porã e de todo o Estado está ansiosa pelo resultado desta obra emblemática para Mato Grosso do Sul”, disse o diretor-presidente da Fundação de Cultura, Gustavo Cegonha.
O governador Reinaldo Azambuja lançou as obras de reformas dentro do pacote de ajuda ao setor cultural. “Vamos fazer um grande investimento na melhoria das estruturas de cultura, para melhorar as condições e assim resgatar a história destes locais. São R$ 78 milhões de investimento no setor”, afirmou.
O investimento previsto para a reforma do Castelinho é de R$ 4 milhões. Construído na década de 20, o prédio já foi a sede do governo na fronteira e a expectativa é que seja transformado em um museu para contar a história da cidade e do Estado.
Prédio histórico
A construção do Castelinho ocorreu de 1926 até 1930, próximo a antiga estação Noroeste do Brasil, em Ponta Porã. De 1943 a 1946 foi sede do governo do Território de Ponta Porã, e depois abrigou a cadeia pública e o quartel da Polícia Militar.
Já na década de 90 deixou de servir a segurança pública, com a transferência da corporação para outro prédio, perdendo assim sua função. Esta restauração proposta pelo Governo do Estado visa justamente dar um “novo caminho” para este local que faz parte da história.
Novo mapa logístico do Estado terá R$ 954 milhões em obras de pavimentação e restauração de rodovias até final de 2022
Ao promover um novo perfil econômico e de desenvolvimento regional, o governador Reinaldo Azambuja estabeleceu como prioridade abrir novos caminhos de produção, reduzindo os custos de transporte e criando cenários favoráveis no competitivo mercado externo. Mais de 1.000 km de estradas foram pavimentados, interligando os parques industriais e o agronegócio com as principais rotas de escoamento rodoviária e hidroviária.
A política de fomento à industrialização e aumento da produção e competitividade do Estado é formada em um leque de ações estratégicas, onde, junto com a melhoria da malha rodoviária e a reativação da Hidrovia do Rio Paraguai, o Governo do Estado criou um ambiente favorável aos negócios com reformas profundas para recuperar a capacidade financeira e manter os investimentos em áreas prioritárias, como educação, segurança e saúde.
As obras rodoviárias de pavimentação, restauração e implantação concluídas em sete anos (2015-2021) e em execução, interligando as regiões produtoras de matéria-prima (grãos, celulose, carne) e industrializados, criaram um novo mapa logístico de transportes de Mato Grosso do Sul, hoje no centro da Rota Bioceânica (Brasil-Chile). Somado aos investimentos do Estado (R$ 5 bilhões), incorpora-se a esta infraestrutura os modais ferroviário e hidroviário.
Atualmente, o secretário estadual de Infraestrutura, Eduardo Riedel, coordena um pacote de obras viárias em andamento, em 69 municípios, com previsão de conclusão até final de 2022 de 512 km de rodovias pavimentadas e 156 km de restauração, totalizando investimentos de R$ 954 milhões. No Pantanal, mais de 600 km de estradas estão sendo implantados com revestimento primário (cascalhamento), interligando uma região isolada secularmente. “Estamos preparando Mato Grosso do Sul parta o futuro”, afirmou.
Rotas de produção e turismo
“Nós estamos ligando regiões produtivas importantes. O Estado recuperou a capacidade de investir e se tornará uma zona de convergência dos mercados importador e exportador. É por isso que nós somos o primeiro em investimento per capita do Brasil. A economia vai bem e os investimentos são importantes porque fortalecem a estrutura de logística, tornando nossos produtos mais competitivos”, afirma o governador Reinaldo Azambuja.
Um dos principais eixos rodoviário com pavimentação em execução abrange municípios das regiões sul e sudoeste – Guia Lopes, Jardim, Antônio João, Caracol, Bela Vista e Ponta Porã -, interligando as MS-270, MS-382 e MS-166, numa extensão de 130 km, com as BR-060 e BR-267 (Rota Bioceânica). A chegada do asfalto na MS-162 (56 km, dos quais 40% concluídos) amplia o corredor de escoamento no celeiro de produção de Dourados, Maracaju e Itaporã.
Até meados de 2022 deve ser concluído o primeiro trecho (25 km) da MS-345, entre Anastácio e Bonito, beneficiando importante rota do turismo de pesca e ecoturismo, e a ligação Camapuã-Ribas do Rio Pardo, onde está em construção uma das maiores fábrica de celulose do mundo, rodovias estas com acesso às BR-262 e BR-163. No Cone Sul, a pavimentação da MS-295 encurta a distância de Eldorado e Itaquirai ao Porto Santo Antônio, no Rio Paraná.
“A logística é fundamental para potencializarmos o Estado”, sustenta o governador. “Estamos avançando com o nosso vizinho Paraná a implantação de um novo corredor ferroviário, ligando Cascavel a Maracaju, e temos a garantia do governo federal na retomada do processo de reconstrução da Malha Oeste, que nos liga ao Pacífico pela fronteira com a Bolívia, uma rota que torna a nossa Corumbá um importante eixo de escoamento de riquezas”, pontua.
Crescimento harmônico
O novo mapa logístico, segundo Reinaldo Azambuja, busca garantir as condições futuras de desenvolvimento e da integração. Ele prevê que Mato Grosso do Sul será, no futuro, a principal área de influência da Rota Bioceânica, do ponto de vista da integração social e cultural, quanto da expansão econômica entre os principais centros consumidores, com sistema de transporte interligado aos portos do Atlântico (Paranaguá e Santos) e do Pacífico (Chile).
De acordo com os dados da Secretaria de Infraestrutura, de janeiro de 2015 a dezembro de 2021, o Governo do Estado já investiu em implantação de pontes, manutenção, pavimentação asfáltica, entre outros, cerca de R$ 5 bilhões. Um montante que, na avaliação do secretário Eduardo Riedel, se converte em oportunidades, consequentemente em renda, em empregos. A meta do Estado é construir mais de 160 pontes de concreto, ao custo de R$ 220 milhões.
“O nosso compromisso é com o crescimento harmônico e equilibrado, para gerar emprego e renda para nossa gente e tornar o Estado mais competitivo”, ressalta Riedel. “Estamos falando no ciclo produtivo do desenvolvimento. Quando se investe em uma estrada, estamos considerando desde a economia de recursos do produtor rural até a vinda de uma indústria que vai gerar empregos, com uma infinidade de benefícios, vai além do asfalto.”
As obras de restauração de rodovias estaduais em execução somam 157 km, ao custo de R$ 122,5 milhões. Está em andamento a reimplantação asfáltica em 52 km da MS-382, entre Guia Lopes da Laguna e Bonito – principal acesso ao destino turístico a partir de Campo Grande -, e de 85 km da MS-162, no trecho Sidrolândia-Maracaju. As obras seguem também na MS-180 (Iguatemi), MS-480 (Bataiporã) e MS-156 (acesso ao Núcleo Industrial de Dourados).