O Mato Grosso do Sul, mais especificamente a região leste do Estado, consolida ainda mais sua posição de polo mundial de celulose. Representantes do governo do Estado e da multinacional Arauco, se reuniram nesta sexta-feira (10) para discutirem o início da instalação da fábrica no município de Inocência, e para entrega da licença de instalação do empreendimento.
Considerado um dos principais empreendimentos do setor agroindustrial e de celulose no mundo, a unidade em Inocência da multinacional de origem chilena Arauco impulsiona e transforma positivamente a região, a partir do desenvolvimento sustentável e planejado. A chegada da fábrica convida a região como ‘Vale da Celulose’.
Executivos da Arauco estiveram com o governador Eduardo Riedel e com o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, apresentaram as novidades relativas ao negócio e receberam a licença de instação da unidade, o primeiro passo para a materializar a operação e consolidar a liderança de Mato Grosso do Sul como um polo mundial de produção desse componente, base de uma ampla cadeia.
Com previsão de investir R$ 15 bilhões em Mato Grosso do Sul, a Arauco pode dar início ao serviço de terraplanagem – prevista para iniciar em julho – da área que abrigatá o complexo do Projeto Sucuriú. A fábrica, que deve iniciar a operação em 2028.
“A obtenção da licença de instalação é um marco fundamental para o Projeto Sucuriú, já que nos permite avançarmos às próximas etapas determinantes para, finalmente, iniciarmos a construção da planta. Isso tudo é resultado da sinergia e do esforço em conjunto tanto da empresa como dos governos estadual e municipal, que acreditaram, acima de tudo, no legado que a Arauco vai deixar para a cidade de Inocência e para Mato Grosso do Sul”, afirma o CEO da Arauco no Brasil, Carlos Altimiras.
Já o governador Eduardo Riedel frisa que a instalação da Arauco em Mato Grosso do Sul é uma transformação, do ponto de vista socioeconômico e estrutural, atendendo as expectativas de crescimento que o Estado tem atualmente.
“Sem começar a construção da fábrica, a atividade econômica já tem mais de mil funcionários na região. Com o início a partir de julho, e com o cronograma das obras, eu não tenho dúvidas que nos próximos quatro anos, quando está previsto para iniciar a atividade industrial, haverá grandes oportunidades. A gente celebra o dia de hoje entregando a licença de instalação, é um marco importante nesse processo de crescimento”, destaca Riedel.
Celulose
O grupo chileno Arauco é um dos maiores conglomerados industriais no mercado global nos setores de celulose, produtos de madeira, reservas florestais e bioenergia. A fábrica de celulose no Mato Grosso do Sul, no município de Inocência, deve investimentos estimados de US$ 3 bilhões (aproximadamente R$ 15 bilhões). Com operação programada para o primeiro trimestre de 2028, a fábrica terá capacidade para produzir 2,5 milhões de toneladas de celulose ao ano.
Denominado ‘Projeto Sucuriú’, a nova fábrica de Mato Grosso do Sul terá capacidade para produzir sozinha quase a metade da atual capacidade instalada de celulose do Grupo Arauco, que é equivalente a 5,2 milhões de toneladas, passando o conglomerado chileno a produzir 7,7 milhões de toneladas/ano a partir de 2028.
A empresa opera no setor de celulose no Chile, Argentina e Uruguai, com cinco plantas de celulose instaladas nesses países. No Brasil a Arauco está presente no Brasil desde 2002, e possui hoje quatro plantas destinadas à produção de painéis de madeira nos estados do Paraná e no Rio Grande do Sul.
A Arauco é a primeira empresa florestal do mundo a ser certificada como carbono neutro, e tem previsão de contar com autossuficiência energética na fábrica de celulose de Inocência, com a produção em fontes renováveis. A geração de energia seria a partir do reaproveitamento de biomassa (cascas, lignina, entre outros insumos) não utilizada no processo da fabricação da celulose.
“É uma das indústrias [de celulose] mais limpas do planeta, tem a capacidade de fixar carbono e gerar um balanço positivo”, diz Riedel.
Infraestrutura
Para acompanhar o crescimento de Inocência e o aumento populacional, o Governo de Mato Grosso do Sul tem como prioridades de infraestrutura a construção de um acesso rodoviário à fábrica, pela MS-377, além da instalação de terceira faixa em pontos estratégicos da mesma rodovia.
Também está prevista a pavimentação de 38 quilômetros da MS-316, entre Inocência e Paraíso das Águas e a implantação de um aeroporto na cidade, entre outras obras. Essas e outras medidas estão previstas no Plano Estratégico de Organização de Territorial (PEOT) do município e parte dos projetos já está em andamento.
O Projeto Sucuriú trará cerca de 12 mil trabalhadores no pico das obras de construção da fábrica, que em operação tem previsão de gerar 500 empregos.
O vice-governador José Carlos Barbosa, os secretários Hélio Peluffo (Infraestrutura), Rodrigo Perez (Segov) e Eduardo Rocha (Casa Civil), além do prefeito de Inocência, Antônio Ângelo, e outras autoridades do município e representantes da Arauco, também participaram da solenidade de entrega da licença de instalação, realizada na Governadoria, em Campo Grande.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Saul Schramm
Mato Grosso do Sul vai receber uma nova produção de citricultura, desta vez na cidade de Três Lagoas. Produtores de São Paulo anunciaram o plantio de laranja em uma área de 5,1 mil hectares, com a intenção inclusive de instalar uma fábrica no futuro. Os empresários se reuniram nesta sexta-feira (10) com o governador Eduardo Riedel.
A nova produção mostra o cenário de expansão da citricultura no Estado, com a chegada de mais produtores que encontraram aqui um ambiente de negócios propício, apoio e parceria com o Governo do Estado, além de clima que favorece esta nova fronteira agrícola.
O empresário Jamil Buchalla Filho, um dos responsáveis pela nova produção, revelou que este investimento em citricultura vai começar com o plantio em uma área de 760 hectares em Três Lagoas, que vai chegar depois a 5 mil hectares. Ela será feita com irrigação e o objetivo do grupo é fazer um fábrica na região.
“Vamos fazer esta nova produção de citricultura no Estado e por isso viemos aqui conversar com o governador. Saímos satisfeitos com a receptividade e portas abertas do Estado. Já estamos com as licenças prontas e vamos começar o projeto, em uma cultura que vai gerar empregos, já que precisa de uma mão de obra maior”, contou Buchalla.
Ele adiantou ainda que na área será feito um viveiro, com as mudas de dentro do próprio Estado. “Resolvemos fazer neste modelo até para garantia de não trazer de outros estados em função da doença de greening. Já compramos uma parte da irrigação para começar o plantio”, completou.
A coordenadora da horticultura da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Karla Nadai, destacou que com o anúncio desta nova produção no Estado, a previsão é que o plantio da citricultura no Mato Grosso do Sul chegue a 15 mil hectares. “Uma grande evolução no setor, que antes contava apenas com 2 mil hectares plantados”.
Ambiente positivo
Para contribuir com este novo cenário positivo, o Governo de Mato Grosso do Sul tem feito sua parte dando todas as condições possíveis para o investimento robusto no setor. Questões importantes para viabilizar o negócio, como infraestrutura, logística, escoamento da produção e até mediação na questão energética estão tendo o apoio dos órgãos estaduais.
Isto contribuiu para vinda de novos investidores de São Paulo, que encontraram no Estado uma alternativa segura da produção, em função da expansão da doença greening no estado paulista, que já afetou a produção que é a maior do país. Mato Grosso do Sul tem uma legislação rígida, com ‘tolerância zero’ a doença. Aqui se a planta estiver doente deve ser erradicada e o pomar monitorado.
A Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) inclusive emitiu um alerta aos produtores rurais e a população geral sobre o perigo da compra de mudas irregulares, que podem trazer graves problemas aos pomares do Estado, principalmente os urbanos e domésticos em função da doença.
Gigante do setor, o Grupo Cutrale, por exemplo, faz parte deste novo momento de Mato Grosso do Sul. Eles anunciaram o investimento de R$ 500 milhões no plantio de 5 mil hectares de laranja no Estado, que serão produzidos na Fazenda Aracoara, que fica às margens da rodovia BR-060, nos limites entre Sidrolândia e Campo Grande.
Os investimentos seguem em outras cidades. O Grupo Junqueira Rodas começou em abril o projeto de citricultura em Paranaíba, com a intenção de plantar em 1,5 mil hectares, e já anunciaram que vão produzir em Naviraí no segundo semestre, com mais 2,5 mil hectares.
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS Fotos: Saul Schramm
Corrêa representará a ALEMS no evento em Nova Iorque, entre os dias 12 e 17 de maio
1º secretário da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Paulo Corrêa representará a Casa de Leis no MS Day, entre os dias 12 e 17 de maio de 2024, em Nova Iorque (EUA). O evento, idealizado pelo Governo do Estado em parceria com a FIEMS, promete atrair mais de 140 investidores internacionais para apresentação de novos projetos e captação de investimentos privados para Mato Grosso do Sul.
“Mato Grosso do Sul é a bola da vez porque conseguiu criar um ambiente de negócios extremamente favorável para o desenvolvimento empresarial, como investimentos em infraestrutura, inovação tecnológica, estabilidade econômica, processos menos burocráticos, segurança jurídica, além da facilidade de exportação para os mercados internacionais, que será intensificado ainda mais com a Rota Bioceânica”, destacou Paulo Corrêa.
Representante do setor industrial na Casa de Leis, Paulo Corrêa também destaca a política de incentivos fiscais de Mato Grosso do Sul, que oferece benefícios e subsídios para indústrias que se instalem e gerem emprego e renda no Estado.
“Nós temos a mais moderna política de incentivos fiscais do país, aprovada aqui na Assembleia Legislativa, que garante benefícios fiscais para empresas que se instalem e gerem emprego e renda aqui em Mato Grosso do Sul, impulsionando o consumo, estimulando a economia e promovendo o crescimento sustentável do Estado”, acrescentou Paulo Corrêa.
Corrêa pondera, no entanto, que o grande desafio continua sendo encontrar mão de obra qualificada para atender a demanda da iniciativa privada. “Mato Grosso do Sul vive a era do pleno emprego, que significa que quem quiser trabalhar e for qualificado, tem vaga garantida no mercado de trabalho”, pontua.
“Então, fica aqui nosso apelo para que os trabalhadores se atualizem e façam cursos profissionalizantes para ocupar essa imensidão de vagas que estão abertas no Estado. Com qualificação profissional, os trabalhadores certamente vão se destacar e ocupar as melhores vagas, com melhores salários, no mercado de trabalho”, finalizou.
*MS Day 2024*
Durante cinco dias, as atenções do mercado internacional estarão voltadas para Mato Grosso do Sul. Novos projetos nas áreas de infraestrutura e meio ambiente, incluindo rodovias e ferrovias, serão apresentados a mais de 140 investidores internacionais.
“Estamos recebendo muita ligação, muito interesse de grupos empresariais querendo vir aqui. Em Nova Iorque vamos ter a oportunidade de sentar com executivos dessas principais empresas”, destacou o governador Eduardo Riedel, em coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira (6), na Casa da Indústria, sede da FIEMS.
“A gente passou por uma Lei do Pantanal no final do ano passado. Da mesma maneira que temos projetos estruturantes em infraestrutura, temos projetos estruturantes em meio ambiente. Estamos falando de um Fundo do Pantanal e muitos agentes e atores têm curiosidade de conhecer como podem contribuir para esses projetos relacionados ao meio ambiente”.
O setor de energia renovável também está no leque de oportunidades para atrair dinheiro de outros países. “Estamos falando de biogás, expansão, parque industrial para processamento de cana-de-açúcar. Dentro do parque existem novas plantas industriais para avançar não só no biogás, mas na área de bioeletricidade que está sendo bastante demandada”, completou o governador.
Ele lembrou que o cenário favorável é fruto da confiança estabelecida com os empresários envolvendo muita transparência. “Nada disso acontece se o Estado não tiver capacidade de investimento. Vamos lembrar que Mato Grosso do Sul em 2023 investiu 18% da sua receita corrente líquida basicamente em infraestrutura e no sistema educacional. Investimos R$ 600 milhões na reforma das nossas escolas. Então o empresariado ao ver e ao perceber que existe este ambiente sendo formado ele vai construir confiança, isso ao longo do tempo”, ressaltou.
O presidente da FIEMS, Sérgio Longen, descreveu o ambiente econômico do Estado. “De um modo geral a gente tem trabalhado em prol da transferência de riqueza para nossa sociedade. A força da indústria, a força do Governo que vem sendo seguido inclusive por vários estados pelo seu equilíbrio de contas, nas suas ações de gestão estratégica”.
Com 44% das intenções, vantagem representa mais de 6.700 votos sobre o segundo colocado
O pré-candidato a prefeito de Aquidauana, Mauro do Atlântico, que é apoiado pelo prefeito Odilon Ribeiro, disparou na última pesquisa de intenção de votos do Instituto Ranking, obtendo mais de 6.700 votos de frente em relação ao segundo colocado.
Segundo a avaliação da Ranking, se as eleições fossem hoje, Mauro do Atlântico teria 44% dos votos, seguido pelo ex-deputado Felipe Orro, com 27%. Considerando que Aquidauana tem 36.627 eleitores, a diferença do primeiro para o segundo colocado ultrapassa os 6.700 votos.
A mesma pesquisa identifica que 90% da população de Aquidauana considera a administração municipal ótima ou boa, e que apenas 3% dos moradores rejeitam o atual trabalho. Nesse sentido, é natural que o pré-candidato lançado pelo prefeito tenha melhor desempenho nas pesquisas de intenção de votos.
Na pesquisa espontânea, Mauro do Atlântico também lidera, com 20% das intenções de votos, sendo que na anterior realizada em fevereiro deste ano o percentual foi de 14,2%. Em segundo lugar aparece o nome do atual prefeito que, mesmo não podendo se candidatar, é lembrado pela população.
Depois aparecem o ex-deputado estadual Felipe Orro, com 9%, sendo que na anterior o percentual foi de 11%, Sandro Azambuja, com 2%, sendo que ele não foi citado na anterior, Dr. Vitor Maksoud, com 1,2%, sendo que ele não foi citado na anterior, e o ex-prefeito Raul Freixes, com 1%, sendo que ele não foi citado na anterior.
Estimulada
No levantamento estimulado, a liderança é de Mauro do Atlântico, como já foi dito, com 44% da preferência dos entrevistados, sendo que no anterior o percentual foi de 26%. Nesse intervalo, Odilon gravou um vídeo informando a população que Mauro é o seu pré-candidato, o que justifica o enorme crescimento.
Felipe Orro, com 27%, sendo que no anterior o percentual foi de 23,2%, Sandro Azambuja, com 8%, sendo que ele não foi citada no anterior, e Dr. Vitor Maksoud, com 4%, sendo que ele também não foi citado no anterior, enquanto 17% não sabem ou não responderam, sendo que no anterior esse percentual foi de 26%.
Rejeição estimulada
No quesito rejeição estimulada, Dr. Vitor Maksoud lidera, com 15%, sendo que ele não foi citado na pesquisa anterior, seguido por Felipe Orro, com 13%, sendo que na anterior o percentual foi de 5,6%, Mauro do Atlântico, com 7%, sendo que na anterior o percentual foi de 5,4%, e Sandro Azambuja, com 5%, sendo que ele não foi citado na anterior, enquanto 60% dos entrevistados não sabem ou não responderam, sendo que na anterior o percentual foi de 35%.
A pesquisa foi encomendada pelo site Diário MS News e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o nº MS-06723/2024, o Instituto Ranking Brasil Inteligência realizou, no período de 1º a 6 de maio deste ano, junto a 500 moradores de Aquidauana (MS), com 16 anos ou mais de idade, uma pesquisa de intenção de votos para a Prefeitura Municipal nas eleições 2024, tendo intervalo de confiança de 95% e uma margem de erro de 4,3%, para mais ou para menos.
Um balanço de situações que formam um cenário positivo. Essa é a realidade do Pantanal sul-mato-grossense apresentada pelo governador Eduardo Riedel no evento ‘Pantanal no Contexto Global’, realizado em Brasília (DF) nesta terça-feira (7). Riedel foi um dos palestrantes do evento, que contou com a participação de especialistas acadêmicos, integrantes de ONGs, autoridades ambientais e representantes da União Europeia.
Oportunidade de mostrar os ativos do Pantanal, sua importância como bioma e o potencial de desenvolvimento econômico sustentável, o encontro também oportunizou o debate ambiental a partir de vários pontos de vista, contribuindo na construção de consensos na área.
Governador Eduardo Riedel participou do evento em Brasília (Foto: Eduardo Teles)
“Sem dúvida o Pantanal sempre teve para os sul-mato-grossenses uma importância muito grande, mas agora o mundo começa a conhecê-lo melhor. O bioma se internacionaliza muito pela sua biodiversidade e pelo grau de preservação ainda existente, de 84%, uma das maiores biodiversidades do planeta e que traz em conjunto uma cultura”, frisa o governador.
Eduardo Riedel completa ainda que a união de fatores como produtividade, como é o caso do modelo de pecuária de corte aplicado na região pantaneira, e as políticas públicas feitas a partir de um entendimento profundo da realidade local são responsáveis por essa preservação, tanto no aspecto cultural como no ambiental, onde o Pantanal chama a atenção pela riqueza.
“Um seminário como esse é extremamente importante para dar convergência de ação. Quando todos passam a conhecer melhor o ponto de vista de cada um, passamos a buscar políticas convergentes e aí sim os resultados aparecem. Fica mais fácil o diálogo, entender os desafios, e a construção de um mesmo caminho”, destaca Eduardo Riedel.
O governador, que foi a Brasília acompanhado do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento, Jaime Verruck, e do secretário-executivo de Meio Ambiente, Artur Falcette, trata também como fundamental a discussão junto à União Europeia sobre a realidade do Pantanal.
“São países que além de formadores de opinião também são grandes consumidores dos produtores brasileiros, têm uma relação comercial estreita com o nosso país. Conhecer a realidade de nossas políticas públicas e dos nossos biomas ajuda a própria comunidade europeia a criar um ponto de vista bem embasado sobre o Pantanal, e isso tem suas consequências no ponto de vista comercial também. Trazer essa discussão ajuda na convergência de opiniões”, conclui Riedel.
Lei do Pantanal e Fundo Clima
O secretário Jaime Verruck corrobora com este pensamento, complementando que a revelância de apresentar avanços na preservação do bioma a partir da Lei do Pantanal, e também com a prática de um desenvolvimento sustentável no turismo e na pecuária.
“Um dos grandes objetivos da Lei é reduzir o desmatamento no Pantanal. Apresentamos isso, o sistema de alerta adequado que desenvolvemos quanto a isso, apresentamos o Fundo Clima Pantanal e uma série de ações em implementação, as compensações econômicas ao que sofrem restrições diante desse novo cenário, as medidas de combate aos incêndios florestais, os processos integrados. Apresentamos todos os nossos avanços e preocupações”, finaliza.
Coordenado pelo embaixador da Bélgica no Brasil, Dinah Opoczynski, o ‘Pantanal no Contexto Global’ é uma oportunidade de discussão de inúmeras situações envolvendo o bioma, que chama a atenção por sua riqueza e biodiversidade. Instituto SOS Pantanal e Environmental Justice Foundation foram coparticipes na organização do encontro.
Nyelder Rodrigues, Comunicação do Governo de MS Foto da capa: Eduardo Teles
A população de Mato Grosso do Sul poderá ajudar as vítimas do pior desastre climático da história do Rio Grande do Sul. Todas as escolas da Rede Estadual e unidades das forças de segurança estadual, como Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar, além de Albano Franco e Edifício da Fiems, serão postos de arrecadação.
Poderão ser doados, a partir desta terça-feira (7), alimentos não perecíveis, produtos de higiene e de limpeza, água mineral, roupas de cama e banho e roupas e calçados em bom estado.
O governador Eduardo Riedel explicou que a ação tem o objetivo de diminuir o sofrimento dos gaúchos. “Demandamos equipes para lá e vamos fazer tudo o que for possível para ajudar. Agora, acho importante uma grande corrente de solidariedade. Estamos mobilizando a sociedade, junto com atores da iniciativa privada, que é o ‘MS pela Vida, Unidos pelo Rio Grande do Sul’, uma grande campanha onde cada cidadão e cidadã sul-mato-grossense que queira poderá contribuir”, disse.
Mato Grosso do Sul é um dos estados que enviou militares, além de um helicóptero da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), para socorrer as vítimas da enchente.
A campanha de doação “MS pela Vida, Unidos pelo Rio Grande do Sul” é organizada pelo Governo do Estado, Sistema Fiems e pela Energisa, com apoio da Viação Cruzeiro do Sul e da Vitlog Transportes.