(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Segunda-Feira, 22 de Junho de 2026
Caminhão com carga milionária de maconha é apreendido pelo DOF na região de Ponta Porã

Caminhão com carga milionária de maconha é apreendido pelo DOF na região de Ponta Porã

Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na manhã desta sexta-feira (4) um caminhão Scania T112H de cor branca acoplado a um semirreboque carregado com quatro toneladas de maconha.

Os militares realizavam um patrulhamento pela rodovia BR-463, área rural do município de Ponta Porã, quando visualizaram a carreta estacionada de forma irregular às margens da pista.

Os policiais realizaram uma busca no local e não localizaram o responsável pelo veículo que estava carregada com material plástico destinado à reciclagem. Durante a vistoria no semirreboque, os policiais foram surpreendidos com o forte odor de maconha que exalava da carga de recicláveis, onde visualizaram fardos da droga escondidos.

A ocorrência foi registrada e entregue na Defron (Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados. O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 8,11 milhões.
O DOF segue em diligências em busca de suspeitos.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) em parceria com a Operação Ágata Fronteira Oeste, do Ministério da Defesa e contou com a colaboração da Polícia Civil do Estado do Paraná por meio da Divisão Estadual de Narcóticos – DENARC.

Primeiro polo de agricultura irrigada de MS abrange 26 municípios nas regiões Centro e Sul

Primeiro polo de agricultura irrigada de MS abrange 26 municípios nas regiões Centro e Sul

O primeiro polo de agricultura irrigada de Mato Grosso do Sul teve nome e área de abrangência definidos durante oficina técnica realizada em Dourados, no auditório da Embrapa Agropecuária Oeste. Batizado de Polo de Agricultura Irrigada do Centro-Sul de Mato Grosso do Sul, a ferramenta abrange 26 municípios que já agregam cerca de 80 mil hectares de lavouras irrigadas.

Esse será o 14º Polo de Agricultura Irrigada do País, criados e coordenados pelo Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional, que em Mato Grosso do Sul tem o apoio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), da Embrapa e da Associação de Irrigantes.

No evento de lançamento do polo estava presente uma equipe técnica do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, além de técnicos da Embrapa, da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste), o coordenador de Agricultura da Semadesc, Fernando Nascimento, e agricultores que já utilizam ou que pretendem irrigar suas lavouras.

O Governo de Mato Grosso do Sul lançou em julho deste ano o MS Irriga (Programa Estadual de Irrigação). O plano se configura como um propulsor para o desenvolvimento de uma agricultura tecnológica, estratégica e sustentável, impulsionando o Estado rumo a um futuro inclusivo, próspero, verde e digital, conforme definiu na época o secretário da Semadesc, Jaime Verruck.

Até julho o Estado já somava 320.304 hectares de agricultura irrigada, com aumento de 63% entre 2015 e 2024. Somente com pivôs centrais são irrigados 84 mil hectares (902 pivôs) em 53 municípios, com lavouras de soja, milho e pastagens.

Com a criação do polo, governos estadual e federal concentrarão esforços nos municípios abrangidos para concretizar os projetos, que demandam sobretudo, investimentos, infraestrutura e energia elétrica. O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Denilton Flumignam, analisou a área que compreende o polo e assegura que há segurança hídrica para suprir a demanda.

Ele citou números de experimentos feitos pela Embrapa demonstrando a importância da irrigação para elevar a produtividade. Num período de três anos, em área plantada pela Embrapa foram colhidas 172 sacas de soja com irrigação, enquanto que em espaço equivalente, sem irrigação, rendeu 134 sacas do mesmo produto. Já o rendimento do milho é ainda maior: 407 sacas com irrigação e 253 sacas sem irrigação.

O Governo Federal aposta na irrigação para potencializar a produtividade das lavouras e conseguir safras maiores sem ocupar novas áreas com a Agricultura.

A diretora do Departamento de Irrigação do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, Larissa Rego, afirmou que o País tem um potencial gigante nessa perspectiva: cerca de 55 milhões de hectares aptas a receber irrigação. Atualmente, apenas 8,5 milhões de hectares são irrigados em nível nacional e o Brasil já ocupa a 6ª colocação entre os países que utilizam essa tecnologia de produção.

Mato Grosso do Sul tem cerca de 4,9 milhões de hectares que podem receber irrigação, todos localizados na Bacia do Rio Paraná, conforme explicou Nascimento. Desse total, 2,4 milhões de hectares são classificados com alta aptidão para receber irrigação, o que coloca o Estado em segundo lugar em nível nacional em ranking de competitividade.

A ideia é usar a estratégia da irrigação para ampliar o potencial das lavouras, tanto em produtividade quanto em capacidade, explicou a diretora executiva da Associação de Irrigantes do Estado (AIEMS), Daniele Coelho Marques. A irrigação das lavouras permite o cultivo de três safras ao ano. Além da soja e do milho, outra cultivar com ciclo mais rápido pode ocupar as lavouras no intervalo dessas safras.

O Governo do Estado quer incentivar o cultivo de produtos que são importados dos estados vizinhos para abastecer o mercado interno, sobretudo frutas e hortaliças. A irrigação permite que se produza com eficiência essas variedades, com risco mínimo de perdas e alta produtividade, sendo uma alternativa muito importante para pequenos produtores.

Estudos apresentados durante a oficina demonstram que a Agricultura Irrigada pode gerar muitos empregos (a meta é 4,5 milhões de empregos diretos e indiretos em todo País), aumentar o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da localidade, que se traduz em melhores condições de vida para as famílias; diminuir o êxodo rural permitindo que os jovens permaneçam no campo e contribuir para uma gestão responsável dos recursos naturais e da conservação ambiental em geral, na medida em que se tem na água o principal insumo, sendo vital que as nascentes e mananciais sejam preservados.

Municípios

Os municípios que passam a integrar o Polo de Agricultura Irrigada do Centro-Sul de Mato Grosso do Sul são: Anaurilândia, Angélica, Antonio João, Batayporã, Caarapó, Deodápolis, Douradina, Dourados, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Itaporã, Ivinhema, Jateí, Juti, Laguna Carapã, Maracaju, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã, Rio Brilhante, Sidrolândia, Taquarussu, Vicentina e Ribas do Rio Pardo.

A oficina que formatou a seção estadual do programa estendeu-se durante todo o dia. Na parte da manhã, além das apresentações com dados da área irrigada de todo país, potencialidades e metas, foram escolhidos o nome do polo, abrangência e membros do Grupo Gestor. Na parte da tarde os participantes puderam opinar sobre as principais demandas e estratégias para superá-las.

João Prestes, Comunicação Semadesc
Fotos: Afrânio Pissini

Paulo Roberto da Silva reassume o INCRA de Mato Grosso do Sul

Paulo Roberto da Silva reassume o INCRA de Mato Grosso do Sul

Autorizado pelo poder judiciário, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) reconduziu o Superintendente Regional do Incra em Mato Grosso do Sul, Paulo Roberto da Silva, ao cargo de comando da autarquia no estado. A medida visa garantir a continuidade do trabalho da instituição. A decisão judicial anterior, de afastamento, foi acatada. Mas imediatamente o órgão recorreu, argumentando que o afastamento poderia prejudicar trabalho que estava sendo realizado e novas medidas que estão sendo planejadas.

O poder judiciário havia determinado em 2019 ao INCRA, Prefeitura Municipal de Sidrolândia e o Imasul providências para evitar o rompimento das barragens localizadas no Assentamento Eldorado II, no município de Sidrolândia/MS. Em setembro de 2024, preocupado com uma possível inércia e manutenção do risco, o poder judiciário reforçou a determinação, incluindo entre as medidas o afastamento do gestor regional do INCRA.

A instituição demonstrou que o gestor afastado assumiu o posto apenas em 2023 e que estava tomando medidas efetivas para cumprir a determinação judicial. E foi além, reforçou e acelerou os trabalhos da Superintendência Regional com um Grupo Técnico para organizar medidas adicionais, além de iniciar a contratação de serviços especializados em segurança de barragens.

O Superintendente Paulo Roberto da Silva retomou as responsabilidades reafirmando o seu compromisso com a continuidade do trabalho da instituição, dentro das determinações legais e judiciais, no espírito de responsabilidade pública que sempre teve. Ademais, buscará ampliar a articulação com as demais instituições responsáveis e com a comunidade do Assentamento Eldorado II. As medidas a serem adotadas levarão em consideração prioritária a segurança das pessoas e do meio ambiente, bem como a preocupação com a produção e a resposta à crise hídrica que assola as comunidades rurais.

O INCRA, sob a direção do Presidente Cesar Aldrighi, prossegue de maneira concreta e responsável a reconstrução da instituição, do seu corpo técnico, da retomada da reforma agrária e do reconhecimento e regularização das comunidades quilombolas, do fortalecimento da governança fundiária e do desenvolvimento sustentável dos assentamentos rurais e da agricultura familiar.

Mato Grosso do Sul, 1 de outubro de 2024.

Beto Pereira promete instalar 1.000 novas câmeras e criar Centro de Operações Integradas 24 horas em Campo Grande

Beto Pereira promete instalar 1.000 novas câmeras e criar Centro de Operações Integradas 24 horas em Campo Grande

Proposta visa tornar o monitoramento mais abrangente e conectado com outras tecnologias de segurança

Para solucionar o problema da falta de segurança que assola Campo Grande, o deputado federal Beto Pereira (PSDB) defendeu a implantação de um Centro de Operações Integradas que funcionará 24 horas por dia, além de garantir a instalação de 1.000 novas câmeras de monitoramento distribuídas por toda a cidade, incluindo os bairros e o centro.

“Campo Grande vai ter um centro de operações integradas 24 horas com tecnologia avançada de monitoramento. Hoje, a cidade tem algumas dezenas de câmeras instaladas e quase 1 milhão de habitantes, mas poucas funcionam. Vamos integrar pelo menos 1.000 novas câmeras no centro e nos bairros”, afirmou o candidato à Prefeitura de Campo Grande

A proposta de Beto surge em um momento em que o debate sobre a segurança e o uso da tecnologia em Campo Grande ganha força. Em maio de 2024, a Prefeitura iniciou a instalação de 112 novas câmeras de videomonitoramento da Guarda Civil Metropolitana (GCM), equipadas com resolução 4K.

Essas câmeras se somaram às 39 já em operação, totalizando 151 câmeras em toda a cidade. No entanto, menos de 10% desse total, apenas 10 câmeras, possuem a tecnologia de reconhecimento facial e de placas de veículos.

As câmeras estão localizadas em pontos estratégicos como a Rua Rui Barbosa, Avenida Calógeras, Rua 14 de Julho, Avenida Mato Grosso, Avenida Rachid Neder, Avenida Eduardo Elias Zahran, além das regiões da antiga rodoviária e da Orla Morena. Contudo, o sistema ainda é limitado e carece de um banco de imagens eficiente para dar suporte às operações de segurança.

A implementação de um sistema de reconhecimento facial em Campo Grande vem sendo discutida desde 2019, mas só começou a ser implantada efetivamente em 2024.

Beto Pereira quer tornar o monitoramento mais abrangente e conectado com outras tecnologias de segurança. Ele também destacou que o novo Centro de Operações Integradas permitirá uma resposta mais rápida e eficiente às ocorrências em toda a cidade.

O tucano enfatizou a necessidade de modernização do sistema de segurança da capital, afirmando que a expansão das câmeras de monitoramento e a integração de tecnologias avançadas serão fundamentais para a redução da criminalidade e para garantir mais segurança à população de Campo Grande.

Com uma cidade que se aproxima de 1 milhão de habitantes e enfrentando desafios crescentes na área de segurança pública, a proposta de Beto promete elevar o nível de vigilância, aumentando a capacidade de monitoramento da cidade.

Rose Modesto defende gestão humanizada e inclusiva para Campo Grande

Rose Modesto defende gestão humanizada e inclusiva para Campo Grande

A candidata à prefeitura de Campo Grande, Rose Modesto (União Brasil), afirmou que fará uma gestão humanizada, inclusiva e transversal na educação, saúde, assistência social, segurança pública e demais áreas. “Campo Grande tem vários desafios para serem resolvidos. Vamos fazer uma cidade para todos. Pensar políticas públicas sérias que façam sentido para a sociedade”, disse.

Rose Modesto cumpriu agenda no Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos Florivaldo Vargas (ISMAC) e também recebeu representantes da Universidade da Maturidade da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UMA/UEMS).

O presidente do Ismac, José Aparecido de Souza, destacou que Rose Modesto sempre contribuiu para melhorias no Instituto. “Rose é nossa parceira. Sempre nos ajudando. Sempre presente no Ismac. É com prazer e satisfação que recebemos você aqui hoje. Esperamos realizar mais parcerias no futuro”, enfatizou.

A candidata assinou carta compromisso da entidade se comprometendo com a cedência de servidores da rede municipal de educação para atuarem junto ao Ismac. ”Estamos repactuando o que hoje já existe, mas nós queremos avançar. Vamos ampliar o convênio para atender as necessidades da entidade, pois a demanda também aumentou”, disse.

O coordenador estadual da UMA/UEMS, Djanires Lageano Neto de Jesus, destacou a importância de políticas públicas voltadas para a população acima de 60 anos. “A pessoa idosa pode contribuir bastante para a sociedade. Por isso precisamos de gestores que pensem uma política pública para as pessoas idosas, com envelhecimento humano ativo, saudável e próspero”, disse.

A candidata explicou que vai implementar políticas públicas transversais entre as secretarias apontando uma visão integrada para a pessoa idosa. “Vamos garantir às pessoas com mais de 60 anos acesso à educação, saúde, cultura, assistência social, esporte, cursos de qualificação, e muito mais”, destacou.

Rose Modesto reiterou as propostas para a saúde, como a realização de mutirões de exames e cirurgias para reduzir a fila de 70 mil pessoas que aguardam por procedimentos médicos. “Vai ser impossível resolver esse problema se a gente não unir todas as instituições de saúde. Vamos repactuar com os oito hospitais de Campo Grande para atender a população”, disse.

Na educação, a prioridade é zerar a fila de espera nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), com a conclusão das obras inacabadas, construção de dez novas escolas e a finalização da construção de 166 novas salas de aula nas EMEIs.

A candidata também destacou o programa “Sai da Lona” para promover o desfavelamento da Capital, atender pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, principalmente mulheres vítimas de violência. O projeto oferecerá, gratuitamente, 4 mil unidades de 25 metros quadrados, com banheiro e cozinha integrada à sala. O ‘Sai da Lona’ será custeado com recursos de tributos com desvinculação de receitas da emenda constitucional 132/2023.

Com 74 mil novos casos estimados para 2024, Paulo Corrêa alerta para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

Com 74 mil novos casos estimados para 2024, Paulo Corrêa alerta para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

Com uma estimativa alarmante de 74 mil novos casos em 2024, o câncer de mama continua sendo uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil e representa um desafio significativo para a rede pública de saúde. A detecção precoce da doença aumenta consideravelmente as chances de cura, permitindo que o tratamento seja mais eficaz e menos invasivo.

Fundador e padrinho do Grupo Onça Pintada (GOP), o deputado estadual Paulo Corrêa destaca a importância da prevenção e do diagnóstico precoce como as principais armas no combate à doença. “A detecção precoce salva vidas. Precisamos garantir que todas as mulheres, especialmente as mais carentes, tenham acesso aos exames preventivos”, afirma Corrêa.

“Eu perdi minha mãe para o câncer de mama quando ela tinha apenas 46 anos, pois a doença foi descoberta já em fase avançada. Foi uma dor imensa para mim e para minha família, e isso me motivou a criar, em 2001, o Grupo Onça Pintada, como uma forma de evitar que outras famílias passem pelo mesmo sofrimento”, relata.

Desde sua fundação, o Grupo Onça Pintada desempenha um papel fundamental na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama em Mato Grosso do Sul. A ONG, apadrinhada por Paulo Corrêa e por sua esposa Adriana Corrêa, já atendeu mais de 80 mil mulheres em todos os 79 municípios do Estado, oferecendo exames, orientação e apoio psicológico para as pacientes.

“Nosso objetivo com o Grupo Onça Pintada é simples: salvar vidas. A prevenção é o caminho mais eficaz, e é por isso que estamos diariamente em campo, conscientizando, apoiando e oferecendo a estrutura necessária para que as mulheres realizem seus exames e tenham o acompanhamento necessário”, explica Corrêa.

O diagnóstico precoce do câncer de mama é fundamental para o sucesso do tratamento, permitindo que até 95% dos casos tenham cura quando a doença é detectada em seus estágios iniciais. “Quanto mais cedo a doença for descoberta, maior a chance de salvarmos vidas. Essa é a nossa missão”, conclui Paulo Corrêa.