set 8, 2015 | Polícia

Posto da PRF em Ponta Porã (Foto: Divulgação)
Caminhonete roubada foi recuperada em ação policial quando estava a caminho do Paraguai, na madrugada desta terça-feira (8). Apesar de ter tido perseguição, o bandido não foi preso. O fato ocorreu na MS-276, em Nova Andradina, informa o Correio Online.
De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, a vítima, de 27 anos, chegava na casa onde mora quando foi surpreendida por assaltantes e teve a caminhonete, modelo S10, levada.
Policiais rodoviários estaduais receberam informação de que, possivelmente, o veículo seria levado ao Paraguai e, em campana na rodovia, flagraram o momento em que um dos bandidos seguia rumo à fronteira.
Ao perceber a fiscalização, o criminoso tentou atropelar policiais, foi perseguido, mas pneus da caminhonete foram furados por disparos feitos pela equipe policial.
Com isso, o criminoso foi obrigado a abandoná-la, cerca de 1,5 mil metros depois e, na sequência, fugiu a pé em meio a uma vegetação.
Foram feitas buscas, mas o bandido não foi encontrado.
set 5, 2015 | Polícia

Portar drogas para consumo pessoal
Portar drogas para consumo pessoal
Bela Vista. Dia 01/09/15, terça-feira, por volta das 21h00min uma guarnição da PM em rondas pela área central, Rua Conde de Porto Alegre abordaram o veículo Fiat Stilo,ano 2007, de cor prata e placas de Presidente Epitácio – SP.
Primeiramente os policiais constataram que o veículo estava com a documentação atrasada desde o ano de 2012. Em revista mais detalhada foi encontrado no interior do veículo, em baixo do tapete do lado do passageiro, duas trouxinhas de material aparentando ser crack pesando cerca de 30 gramas cada.
O veículo era ocupado por um homem de 45 anos de idade, com endereço em Cafezal do Sul – PR e outro de 26 anos de idade, que foram apresentados perante a autoridade policial para providências. O veículo Fiat Stilo foi removido ao pátio do órgão estadual de trânsito.
Redação – fronteiranews
set 5, 2015 | Polícia

Residência pegou fogo
Uma residência pegou fogo no bairro Vila Garibaldi na noite desta sexta-feira (04). Não houve vítimas, apenas perdas materiais.
Segundo a moradora dona Maria Aline Borges Rodrigues, ela estava dormindo na casa dos pais quando por volta das 22h40 recebeu a notícia de que sua casa estava pegando fogo e imediatamente foi até o local e acionou a policia militar, que foi até o local para fazer os levantamentos, pois segundo a moradora, o incêndio pode ter sido criminoso.
O vizinho da residência tentou apagar o fogo com mangueira. A reportagem esteve no local conversando com a moradora que disse ter perdido todos os enxovais de seu bebê, que está próximo de nascer, além de ter perdido a cama do casal.
Ninguém estava na residência no momento do incêndio. O esposo da moradora, sr. Tacil Borges trabalha em fazenda e por essa razão não estava em casa.
Reportagem – Heitor Medina
set 4, 2015 | Polícia

Jornalista Léo Veras e homenageado em Pota Porã. Foto. Lecio Aguilera
Durante a comemoração dos 180 anos de fundação da Polícia Militar realizada na tarde da quinta (03) no Plenário da Câmara Municipal de Ponta Porã, o jornalista Léo Veras foi homenageado pelo Comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Ponta Porã, Coronel Hélio Gauto pelos relevantes trabalhos realizados na área jornalística policial na região de fronteira.
O jornalista acumula com esta homenagem, várias outras homenagens pelo desempenho profissional em levar as notícias no momento em que acontece ao conhecimento da população em tempo real.
Léo Veras está a frente de três portais de notícias na região de fronteira e colaborador dos principais meios de comunicação do Brasil e Paraguai.
Fonte: msaquinews – Foto Lecio Aguilera
set 4, 2015 | Polícia

Militares do Exército sobrevoam e montam postos em propriedades rurais de Antônio João e região (Foto: Divulgação
A produtora rural e presidente do Sindicato Rural de Antônio João, Roseli Maria Ruiz retornou nesta quinta-feira (03) à Fazenda Barra invadida no dia 22 de agosto e palco de confronto entre indígenas e produtores rurais. Com a ajuda de funcionários, ela faz um “inventário” de como ficou a propriedade após a ocupação.
Ao Dourados News ela contou que teve algumas coisas roubadas e outras encontrou quebradas na sede da fazenda, mas que só terá dimensão do tamanho dos estragos quando terminar de fazer o levantamento que ainda inclui um barracão e outras áreas da propriedade. “A gente retomou a fazenda no sábado, mas desde então eu fiquei na cidade. Hoje que eu voltei e estou aqui na sede”, disse ela.
Roseli ainda conta que encontrou na área motocicletas que, segundo ela, foram queimadas pelos índios durante o confronto de sábado e seriam o motivo da fumaça que podia ser vista da propriedade ao longe. “A gente acha que eles queimaram para fazer parecer que era a sede que estava queimando”, relatou.
A presidente ainda relatou a situação de mais duas propriedades de sua família que foram alvos da invasão. Seriam estas a Fazenda Fronteira, do cunhado dela, que teria ficado destruída e não sobrado “um copo ou uma xícara sequer” após a saída dos índios; e a Fazenda Cedro, da cunhada, que não se sabe a situação porque continua ocupada pelos indígenas.
A 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada – órgão do exército que evitou tropas para a região – confirmou que os índios não estão mais na sede da Fazenda Barra e nem da Fazenda Piquiri. Reforçou ainda que a sede da Fazenda Fronteira também foi deixada, mas que índios permanecem perto dela; e que a Fazenda Cedro continua ocupada pelos índios. As quatro propriedades são próximas e estão entre as que ficam na área reivindicada pelos índios.
Questionada sobre como se sentiu ao chegar à Fazenda Barra e ver como está, Roseli diz que “nem dá para descrever”. Mas, ressaltou que cada “agressão” fortalece a luta dos produtores e voltou a criticar a postura do Cimi (Conselho Indigenista Missionário) que na visão dela, incentiva as invasões.
SEGURANÇA
A produtora ainda contou que o clima na Fazenda está mais ameno, devido à presença das forças de segurança. O DOF (Departamento de Operações de Fronteira), Força Nacional e PMRE (Polícia Militar Rodoviária Estadual) atuam no local desde sábado. Já o Exército Brasileiro enviou tropas de apoio no domingo (30).
Desde terça-feira (01), o Exército passou a coordenar as ações de segurança no local, abrangendo a área de Antônio João, Aral Moreira, Ponta Porã e Bela Vista. Os órgãos policiais que já estavam lá – DOF, PMRE e Força Nacional – continuam na região, mas atuando de forma conjunta e atendendo às designações dadas pela instituição das Forças Armadas. O envio das tropas foi realizado pelo Ministério da Defesa após determinação da presidente Dilma Rousseff (PT) que atendeu a um pedido do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).
De acordo com o Exército, nos dois primeiros dias coordenando as ações de segurança, militares realizaram com o apoio de aeronaves, reconhecimentos noturnos e diurnos da área onde são empregadas tropas federais, órgãos de segurança pública e agências governamentais para a GLO (Garantia da Lei e da Ordem) em Antônio João.
O CONFLITO
O conflito começou no dia 22 de agosto, quando índios invadiram fazendas localizadas em Campestre, distrito de Antônio João. Mas, se agravou no sábado, após reunião no Sindicato Rural da cidade.
Durante a reunião, Roseli demostrou indignação com as autoridades pela demora em solucionar a questão e decidiu pela “retomada” das fazendas que são dela e do marido. Partiu direto do local para as propriedades no distrito, acompanhada de pelo menos 100 fazendeiros.
Nesse dia, a tensão no local se agravou. Ficaram índios de um lado e fazendeiros do outro na propriedade, ambos armados. Durante o conflito ainda na tarde de sábado, o índio Semião Fernandes Vilhalva, 25 anos, da Aldeia Tin-Campestre, foi morto com um tiro na cabeça.
A área reivindicada pelos índios no distrito de Campestre chegou a ser homologada em 2005 pela presidência da república como Terra Indígena Ñande Ru Marangatu. Mas, no mesmo ano, o decreto presidencial foi suspenso por força de uma liminar na justiça em favor dos produtores rurais que tem suas propriedades atingidas. Desde então, o caso depende de um posicionamento do judiciário para que haja solução.
set 3, 2015 | Polícia

90 quilos de maconha são presos por homens do Exercito
Por volta das 8 horas da manhã desta quinta-feira (03), uma guarnição do 11º RC MEC de Ponta Porã, durante patrulhamento na estrada que da acesso ao Bocajá, proximo a Laguna Caarapã, interceptaram um veiculo Chevrolet de cor preta, placas PCG 9286 de Recife, conduzido por Evandro Candido de 27 anos, natural de Recife e Douglas das Neves da Silva, 18 anos, natural de Campo Grande, onde após checagem no veículo foram encontrados 90 tabletes de maconha que depois de pesado totalizaram 90 quilos.
Após entrevista com os dois ocupantes do carro, foi verificado que os dois tem passagem pela policia. Evandro tem passagem por assalto, mas informou às autoridades policiais que já cumpriu; já Douglas das Neves tem passagem por assalto a um mercado na capital, quando ainda era menor de idade.
Eles informaram a reportagem do site Pontaporainforma que receberiam R$ 7 mil reais para levar a droga até Pernambuco.
Os dois foram entregues juntamente com a droga no 1º DP, onde vão responder pelo crime de tráfico de drogas.
Ponta Porã Informa