nov 7, 2015 | Polícia

Senador Moka defende rigor no policiamento das fronteiras
O senador Waldemir Moka afirmou nesta semana que o Brasil comete erro nas ações de combate ao tráfico de droga e armamento. Em audiência quarta-feira (4) na Comissão de Infraestrutura do Senado sobre o sistema penitenciário nacional, o senador argumentou que as fronteiras estão abandonadas e sem fiscalização, facilitando a entrada de drogas e armas contrabandeadas.
“É fato que os maiores contingentes da Polícia Federal estão nos grandes centros e muitas vezes combatendo o tráfico em pontos de distribuição em favelas, onde os traficantes dominam. Aí que está o erro. Por que não fortalecer o policiamento nas fronteiras? Depois que a droga e a arma entram no país aí tudo fica mais difícil de combater”, disse.
Moka afirmou que metade dos encarcerados em Mato Grosso do Sul cumpre pena por tráfico, segundo ele, de responsabilidade do governo federal. “Condenados por tráfico estão sob a tutela da União e essa questão deveria ser mais bem conduzida, especialmente no que se refere à localização de novos presídios”, explicou.
O senador diz que a construção de novos estabelecimentos penais tem gerado preocupação entre os moradores de cidades escolhidas para receber essas obras. “Quando o preso vai para um presídio federal, toda a criminalidade se concentra ali. E até começam a adquirir propriedades na região, fazendo com que o poder público perca espaço para o crime organizado”, justificou.
Moka apresentou projeto de lei que obriga os presos a pagarem por sua manutenção durante o tempo de cumprimento da pena. De acordo com o texto, o preso que não tiver condições financeiras de pagar as despesas, deverá trabalhar para devolver o que o Estado gasta com ele. “O contribuinte não pode pagar mais por isso. O sujeito fica preso 20 anos sem fazer absolutamente nada, num ambiente em que a ociosidade impera”, afirmou.
nov 6, 2015 | Polícia

Maconha pesou 375 quilos e foi encaminhada à delegacia. (Foto: Divulgação/DOF)
Mais de 300 quilos de maconha, codificados, foram apreendidos em fiscalização do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), por volta das 21h30min de ontem (5), na MS-156, área rural da cidade de Amambai. Alan Júnior Afonso Santos de Deus, 24 anos, era quem transportava a carga do entorpecente e foi preso em flagrante.
Policiais faziam trabalho de fiscalização na rodovia quando deram ordem de parada ao condutor de um Monza, com placas de Americana (SP). Em revistas, o carregamento, que pesou 375 quilos, foi encontrado no porta-malas.
Posteriormente identificado, Alan confessou que havia pegado a droga em Amambai e a entregaria na cidade paulista. Ainda relatou que, pelo transporte, receberia R$ 15 mil. Ele afirmou que não sabia quem receberia a droga e que a negociação da entrega seria instruída por telefone.
Conforme a polícia, os tabletes de maconha estavam codificados com as letras “M”, “D” e “CV”. Esta última inicial seria de Comando Vermelho, nome de facção criminosa. O caso é investigado.
nov 5, 2015 | Polícia

Foto Rio Apa. Alex Diniz
Nesta quinta-feira (05.11), foi encontrado um corpo em estado avançado de decomposição e flutuando no Rio Apa no local conhecido como passo do David.
Segundo informações da Policia Nacional, trata-se de Jesus Alberto Benitez (19), anos morador de Bella Vista Norte Py, desaparecido há 10 dias.
Ainda de acordo com a Policia, Alberto havia desaparecido de sua residência onde mora com sua tia no Bairro Imaculada.
Hoje através de uma denúncia anônima recebida pela Policia foi ate o local para ver a veracidade dos fatos, dizendo que um corpo na posição de decúbito frontal e seminu estaria no rio boiando.
A possível causa da morte venha ser de afogamento a policia ira investigar porque não a nenhum tipo de perfuração no corpo por arma branca ou de fogo.
A Policia Nacional contou com o apoio da Policia Militar de Bela Vista.
Alex Diniz
nov 5, 2015 | Polícia

Delegacia em Chapadão do Sul – Foto: Divulgação
Uma mulher de 41 anos e a filha dela, de 21 anos, foram presas apontadas como responsáveis por negociarem a virgindade de uma menina de cinco anos. O caso aconteceu em Chapadão do Sul, distante a 325 km de Campo Grande, e só foi descoberto depois da prisão do homem que seria o cliente.
Segundo informações do delegado Danilo Mansur, a criança era, respectivamente, neta e filha das suspeitas e foi entregue ao pai depois de decisão judicial.
O caso veio à tona depois de um investigador da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) ter recebido denúncia. Uma investigação teve início até que um homem foi preso em Campo Grande e informou à polícia como teria obtido as imagens de crianças em posições sensuais.
Em uma das imagens obtidas pela Polícia Civil, uma criança de cinco anos estava com um vibrador na boca.
A avó da menina foi presa em Santa Fé do Sul (SP). Ela havia se mudado recentemente para a cidade, que fica a 278 quilômetros de Chapadão do Sul. A mãe da criança foi detida no município sul mato-grossense.
CONTRADIÇÃO
Na delegacia, a jovem teria se mostrado surpresa ao ver imagens de crianças nuas e fazendo poses com conotação sexual. O delegado ainda apresentou uma imagem em que ela e a filha apareciam juntas, comprovando a participação e o consentimento dela com os abusos. “Ela entrou em contradição”, explica Mansur.
À reportagem do Portal Correio do Estado, o delegado contou que o histórico de abusos naquela residência é anterior a este caso. Isso porque antes de “oferecer” a neta, a mulher de 41 anos teria praticado os mesmos abusos contras as duas filhas dela: além da jovem de 21 anos, ela tem outra de 12.
Na época, as meninas eram fotografadas nuas e com objetos sexuais e depois tinham as fotos compartilhadas pela mãe com outros homens.
Os policiais apreenderam celulares, computadores, CD’s e um pen drive que serão enviados para análise pericial. Outras crianças também foram vistas nas imagens, mas ainda não foram identificadas.
A criança foi submetida a exame de corpo de delito e a polícia não descarta a possibilidade de ela ter sido violentada. Segundo o delegado, o resultado do laudo ainda não foi divulgado.
Dentre outros crimes, os envolvidos serão investigados pela produção de atividade fotográfica utilizando-se de criança ou adolescente em cena pornográfica, com pena de reclusão de 3 a 8 anos.
nov 4, 2015 | Polícia

Produtores confirmam na CPI participação do Cimi em invasões
Os produtores rurais Vanth Vanni Filho e Mônica Alves Corrêa confirmaram nesta tarde (3), durante oitiva na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi, a participação de membros do Conselho Indigenista Missionário em invasões de propriedades particulares em Mato Grosso do Sul.
Tanto Vanth, que é proprietário da fazenda Cambará, cuja escritura data de 1912, quanto Mônica, que é dona da fazenda Esperança, em sua família desde 1873, garantiram que a relação com os indígenas da região sempre foi pacífica. Ambos tiveram suas propriedades invadidas em 2013.
Tudo mudou quando os indígenas iniciaram um processo de tentativa de ampliação de seus territórios.
Vanth, cuja fazenda está invadida há dois anos, na região de Sidrolândia, afirmou em seu depoimento que dois de seus funcionários são casados com indígenas e que ambos sempre relataram sobre a influência que o Cimi exercia sobre as aldeias da região, sobretudo incitando a promoção de invasões.
Ele apresentou à CPI comprovantes de que a embaixada da Noruega financia o Cimi. Presidente da CPI, a deputada Mara Caseiro (PTdoB) questionou o destino desse dinheiro, uma vez que os indígenas não possuem recursos para se estruturar nos movimentos de invasão.
Mônica Corrêa também fez relato da invasão ocorrida em 2013 na fazenda Esperança e confirmou a presença de membros do Cimi na ocasião.
Um desses integrantes é o advogado terena Luiz Henrique Eloy, que mesmo sendo um operador do Direito, disse à proprietária rural e aos seus familiares que a invasão da terra estava acontecendo porque, pela lei terena, aquela área pertencia aos indígenas, independentemente das leis que regem o estado brasileiro.
De acordo com Mônica, Eloy defendeu sua dissertação de Mestrado dentro de sua propriedade, em meio ao processo de invasão com apoio da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), mesmo sem sua autorização.
Ainda segundo a proprietária rural, durante a invasão de sua propriedade, os indígenas demonstraram planejamento e sistemática de guerrilha em sua movimentação, o que, em sua opinião, pode ter apoio não apenas do Cimi, mas de outras organizações semelhantes.
CONTRAPONTO
O Procurador da República, Emerson Kalif Siqueira, também foi ouvido nesta tarde e afirmou aos membros da CPI que visita com regularidade aldeias indígenas de Mato Grosso do Sul.
Ele disse que nunca presenciou o Cimi incitando invasões de terras particulares. Em sua visão, a instituição ocupa espaços em que o estado brasileiro deveria se fazer presente.
Ao defender o Cimi, ele disse que o órgão ajuda os indígenas de modo geral e, sobretudo, a entender determinados processos, o que em sua visão não é crime.
O procurador foi evasivo ao responder a questionamento da deputada Mara Caseiro sobre a função do Cimi e a intenção de órgãos internacionais ao fazer doações à instituição católica.
Ele culpou o governo brasileiro pela guerra no campo, devido a vários motivos, como a demora nos processos demarcatórios e ausência de assistência social aos indígenas, o que os incentiva a invadir territórios titulados.
PRÓXIMOS DEPOIMENTOS
Ao encerrar os trabalhos desta tarde, a deputada Mara Caseiro colocou em votação os nomes das próximas pessoas a serem ouvidas pela CPI. São elas: os indígenas Lindomar Terena, Abrão (Bodoquena), Dirce Veron (Dourados), Raul das Neves (Rio Brilhante), o procurador Ricardo Pael, o membro do Cimi Erwing Klaustrer, a produtora rural Rosely Ruiz, o vereador Cledinaldo Cotocio (Sidrolândia), o ex-superintendente da Funai (Fundação Nacional do Índio) Jorge das Neves, Dom Dimas Lara Barbosa e o procurador da República Marco Antônio Delfino.
Para a próxima oitiva, dia 10 de novembro, às 14h, está confirmada a presença do desembargador Alcir Gursen de Miranda, de Roraima.
Reportagem: Fernanda França – Foto: Patrícia Mendes e Wagner Guimarães
nov 3, 2015 | Polícia

Perigosa assasina e presa pela Policia Paraguaia na Fronteira
Mulher com varias ordens de prisão e presa pela Policia Nacional de Pedro Juan Caballero na fronteira com Ponta Porã.
A mesma foi identificada como, Lilian Cabrera Arguello (23) presa na noite de segunda feira (02) por volta das 20:00hs, quando transitava próximo a rua Brasil e Campeões do 65 no bairro Luz Bella de Pedro Juan Caballero, pelos agentes da Policia Nacional dessa cidade.
Segundo a policia paraguaia a mesma possui várias ordens de prisão por lesão grave e homicídios cometidos na cidade de Filadélfia e Pedro Juan Caballero.
A mesma foi encaminhada a Delegacia de Mulheres da vizinha cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero onde ficara a disposição da justiça.