(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Sábado, 11 de Julho de 2026
Jovem tem perna arrancada após colisão entre duas motos em Dourados

Jovem tem perna arrancada após colisão entre duas motos em Dourados

timthumb

Foto: Adilson Domingos

Dourados (MS) – Ontem (25), por volta das 14h15, um acidente envolvendo duas motos deixou um jovem, de 22 anos, com a perna amputada em Dourados.

De acordo com informações da polícia, a motocicleta JTA/Suzuki, GSXR 750, de cor branca e placa ECZ 2662, conduzida por Marcos Henrique Gama Puccinelli Ferreira, de 22 anos, que tinha em sua garupa Flaviellen Costa Silva, de 21 anos, vinha em alta velocidade, pela Rua Eulália Pires, empinando e em alta velocidade, quando chegou na Rua Castro Alves, bateu com uma motocicleta Honda Titan ,150 azul, com placas HTE 1194, de Dourados, conduzida por Robson da Costa Santos, que vinha em sentido contrário.

Com o impacto, as duas motocicletas foram ao solo, sendo que a Suzuki parou a mais de 50 metros do local. O piloto da Suzuki, teve uma fratura no pé, e a garupa, vários hematomas e escoriações. As vítimas foram socorridos pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Já a vítima da Titan, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, teve várias escoriações e a amputação de parte da perna esquerda.

Fonte: 94fmdourados

Infarto “cala” a voz de dois grandes profissionais Mauro Ortiz e Marcos Silvestre

Infarto “cala” a voz de dois grandes profissionais Mauro Ortiz e Marcos Silvestre

625_2500_1_324442_51289_2648

Infarto “cala” a voz de dois grandes profissionais Mauro Ortiz e Marcos Silvestre

Aquidauana (MS) – O radialista Mauro Lúcio Ortiz morreu na manhã deste sábado (24) em Aquidauana – cidade localizada a 135 km de Campo Grande. Ele sofreu um infarto em casa, tendo sido encontrado pela família já morto.

Com mais de 40 anos de experiência trabalhando como radialista, Ortiz trabalhou com Marcos Antônio Silvestre – que também morreu após um infarto na manhã de hoje – nas rádios AM Educação Rural, Cultura, Difusora e Capittal, em Campo Grande.

Segundo informações da família, Mauro Lúcio ele estava abraçado a um aparelho de rádio. Nioaquense, Ortiz deixa cinco filhos. O corpo dele já está sendo velado na capela da Pax localizada no bairro Alto, em Aquidauana, enquanto o sepultamento será feito no domingo (25), às 8h, no cemitério municipal.

O velório de Silvestre também já está acontecendo na capela da Pax Nacional, localizada na rua Ipamerim, 701, nas Moreninhas – região sul de Campo Grande. Na segunda-feira (19), Dourados e Rio Brilhante – trabalhava durante a semana na primeira cidade, e aos fins de semana na última – perderam o radialista Odair José, também de parada cardíaca.

Já no dia 9, o ex-jogador e também cronista esportivo, atuando como comentarista da equipe Bola de Ouro na rádio Difusora Pantanal AM, Coquinho morreu durante a madrugada em casa, enquanto dormia, ao também sofrer parada cardiorrespiratória.

Ainda repercutia na cidade de Aquidauana a morte do radialista Mauro Lúcio Ortiz, locutor, comentarista esportivo, narrador de futebol, apresentador de programa, servidor publico municipal da Câmara de Vereadores já aposentado, quando se anunciou a morte de Marcos Antonio Silvestre.
Mauro Ortiz teria sofrido um infarto fulminante na residência onde morava e segundo informações ele estava abraçado a um rádio.
A equipe de resgate do Corpo de Bombeiros foi acionada e o encontrou sem vida. O corpo será velado na Capela da PAX no bairro Alto e o sepultamento será amanhã (25) às 8 horas no Cemitério Municipal de Aquidauana.
Marcos Antonio Silvestre também foi encontrado morto em sua casa e tudo indica que tenha sofrido um infarto fulminante. Uma unidade do SAMU esteve no local mas o encontrou sem vida.
Marcos Antonio Silvestre atuava na TV Morena e era o responsavel pela transmissão de jogos do Campeonato Estadual de Futebol. O corpo de Marquinhos será velado em local ainda não informado e o sepultamento será amanhã.
Dois grandes baluartes da comunicação que vão deixar saudades.

Campo Grande News

Homem é preso com arma de fogo em Bela Vista

Homem é preso com arma de fogo em Bela Vista

pm-660x330

Homem é preso com arma de fogo em Bela Vista

Bela Vista (MS) – Dia (18/09) por volta das 15h15min uma Guarnição Policial Militar foi informada pelo telefone 190 por um homem, 32 anos de idade, comunicante do fato, de que no endereço Rua Vicente Ortega, Vila Igreja de Pedra, havia um adolescente ferido por disparo de arma de fogo.

A equipe Policial Militar deslocou até o endereço e constatou que o adolescente já havia sido socorrido ao Hospital Municipal de Bela Vista pela equipe médica local.

Na residência onde ocorreu o fato, a equipe Policial Militar logrou êxito em abordar o indivíduo (autor) e junto ao mesmo localizaram uma arma de fogo tipo carabina, modificada para calibre 22 (vinte e dois) e 02 (duas) munições intactas.

Diante dos Fatos o autor foi conduzido à Delegacia de Policia Civil de Bela Vista-MS para as providencias que o fato requer.

arma-de-fogo-1-300x134

Acidente entre duas motos deixa vítima fatal em Bela Vista

Acidente entre duas motos deixa vítima fatal em Bela Vista

14409309_1173457359378643_500709884_n

Acidente entre duas motos deixa vítima fatal em Bela Vista

Bela Vista (MS) – Uma pessoa morreu e outro ficou ferido em um acidente de moto ocorrido agora a pouco próximo ao asilo, em Bela Vista.

Segundo informações apuradas pela reportagem, as vítimas Raul Junior e Altair Sena foram socorridos e encaminhados ao Hospital São Vicente de Paula, mas Altair não resistiu aos ferimentos, e veio a óbito

A outra vítima Raul Junior segue internada e segundo informações o quadro de saúde dele é estável.

Fonte: belavistamsnews /Fotos Whatsapp

Jornalista da Fronteira de luto pela morte de Neto Garcia

Jornalista da Fronteira de luto pela morte de Neto Garcia

guia1-548x330

Neto Garcia

Ponta Pora (MS) – Morre em Ponta Porã um dos grandes jornalistas que mudou a forma do jornalismo brasileiro e conquistou admiradores na região de fronteira.

O Clube de Imprensa de Ponta Porã informou com pesar o falecimento do jornalista Neto Garcia (49) ocorrido na noite de quinta feira (15) na cidade de Ponta Porã.

Neto Garcia que atuou vários anos na empresa jornalística Jornal da Praça e atualmente dirigia o semanário Guia da Fronteira, que cativou e ganhou um novo publico com histórias e curiosidades do imaginário popular contada nas paginas do Guia da Fronteira com simplicidade pelo jornalista que hoje deixa um vazio no jornalismo da fronteira.

Sempre bem humorado deixa um legado de amizade e companheirismo que dificilmente será esquecido pelos novos jornalistas que apreenderam com Neto Garcia uma forma diferente de fazer noticia, que a cada semana era esperada pelos seus leitores.

O CIPP expressou os mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos do jornalista que hoje deixou os seus leitores sem o titular do ultimo semanário que deixara saudades no jornalismo fronteiriço, onde Duas lendas criadas em um imaginário sadio e cheio de incertezas, foi o enredo de uma estória criada pelo jornalista Nelson Garcia de Oliveira, o “Neto Garcia”, que faleceu às 23h45 de quinta-feira, 15 de setembro, no hospital Regional de Ponta Porã.

Duas lendas vivenciadas ao entorno da região da Vila Áurea, onde Neto nasceu e viveu durante 49 anos, cuja parada cardíaca ceifou-lhe a vida justamente no momento em que ele próprio aguçava suas próprias lendas, criadas na década de 80, quando a explanada da Ferroviária praticamente dividia a cidade de Ponta Porã da ´Vila Áurea City´, apelido que a região foi ganhando no decorrer dos anos.

Neto mantinha um jornal impresso, o ´Guia da Fronteira´, uma espécie de filho para ele que lutava, como todos no meio de comunicação, pela sobrevivência dia após dia. Na Vila Áurea, Neto Garcia cultivava uma longa trajetória.

O bairro viu ele e outros irmãos crescerem. A família é uma das mais tradicionais da região. Foi nesse ambiente, que as lendas da ´Mulher de Preto´ e do ´Zé da Carriola´ surgiram e viraram contos surreais por parte de seu autor, que volta e meia publicava novas aventuras tanto de um quanto outro.

´A Mulher de Preto´ – A lenda foi criada dentro de um imaginário próprio de seu criador, que quando criança freqüentou, como todos de sua geração, na Explanada, na estação ferroviária. Ao entorno, uma misteriosa mulher volta e meia aparecia, vagando nas noites em busca de suas vítimas. Homens, geralmente. Essa mulher deixou a órbita terrestre quando estava pronta para casar. Então, conforme o conto, volta e meia aparecia, vestido de preto, para atacar e arranjar um marido.

´Zé da Carriola´ –  Já neste conto, o personagem é um homem que, igualmente à mulher, perambula pelas ruas da Vila Áurea, pois no início do século passado, deixou para trás situações inacabadas, inclusive no povoamento nas redondezas.

Tanto um quanto outra lenda foi ´aperfeiçoada´ pelo seu autor, Nelson Garcia de Oliveira, o ´Neto´ Garcia, como simplesmente era chamado pelos amigos.

Neto enfrentou sete cirurgias e estava se preparando para uma nova, já que seu estado de saúde era delicado e extremamente grave nos últimos três meses.

O sepultamento ocorreu no final da tarde desta sexta-feira, 16, às 16h30, no cemitério municipal ´Cristo Rei´. Fica o espírito de luta e trabalho deixado por Neto Garcia e seu jornal, “Guia da Fronteira”.

Redação Jornalista Carlos Monfort (Jornal Regional) e Leo Veras (Poranews).

Pavão diz que Rafaat o visitou um mês antes de morrer; “era meu amigo”

Pavão diz que Rafaat o visitou um mês antes de morrer; “era meu amigo”

640x480-decc14c9c6722f29bdadd17a605363dd

Pavão negou ter ordenado atentado contra presidente, mas faz ameaças ao governo (Foto: ABC Color)

Brasileiro negou plano para matar presidente, mas fez ameaças contra governo do país vizinho: se for extraditado, vai revelar provas contra alto comando do Paraguai

Campo Grande (MS) – O narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão, 48, disse que era amigo de Jorge Rafaat Toumani e negou que tenha mandado executar o concorrente criminoso. Disse que um mês antes de morrer, Rafaat o visitou em sua cela vip na penitenciária de Tacumbú, em Assunção, onde Pavão estava até o dia 26 de julho deste ano, quando foi levado para o quartel do grupo especializado da Polícia Nacional.

Criminoso mais temido atualmente no Paraguai e apontado como o causador da guerra que acontece atualmente na fronteira seca de Pedro Juan Caballero com Ponta Porã (a 323 km de Campo Grande), Jarvis Pavão concedeu entrevista exclusiva ao jornal ABC Color, o mais influente do país vizinho. A entrevista foi autorizada pela Justiça paraguaia.

Acompanhado de sete advogados, Pavão conversou ontem por duas horas com dois repórteres do diário de Assunção e gravouentrevista para a rádio ABC Cardinal. O material foi divulgado nesta quinta-feira (15) na versão impressa do jornal e na emissora de rádio.

Hoje faz três meses que Jorge Rafaat foi executado a tiros de metralhadora calibre 50 na área central de Pedro Juan Caballero. Pavão foi acusado pela polícia paraguaia de ordenar a morte. O carioca Sérgio Lima dos Santos, 34, está preso em Assunção acusado de manusear a arma antiaérea usada para matar Rafaat.

“Ele [Rafaat] era meu amigo. Eu me coloquei contra a espada para defendê-lo em outras ocasiões que são irrelevantes agora. E se a sua família é sincera de coração, sabe que eu era amigo dele e nunca fiz nada contra ele. Seu filho e meu filho têm negócio juntos. Se sua senhora, que eu não conheço, e alguns funcionários, se são sinceros, sabem toda a verdade, que não tenho nada a ver com isso”, afirmou Pavão sobre a morte de Jorge Rafaat.

Galã – Perguntado se conhecia o brasileiro Elton Leonel Rumich da Silva, 32, o “Galã”, membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) e apontado como um dos responsáveis pelo atentado a Rafaat e que teria se refugiado na Bolívia, Pavão afirmou ser responsável apenas por ele mesmo.

“Eu não posso responder por qualquer um. Não posso responder para Galã, por Juan, por Pedro, por Mario. Eu nunca mais falei com Galã. Não sei, na realidade, o que aconteceu com o senhor Jorge. O que eu sei é que Rafaat tinha muitos problemas com várias pessoas, sua família mesmo sabe. Um mês antes de sua morte veio a mim, como sempre, tomamos um café”, declarou traficante brasileiro.

Ameaças ao governo – Na entrevista ao ABC Color, Jarvis Pavão e seus advogados mandaram um recado ao governo paraguaio: se ele for extraditado para o Brasil, vai revelar informações comprometedoras contra mandatários daquele país. Afirmam terem documentos comprovando o desvio de dinheiro destinado à FTC (Força Tarefa Conjunta), grupo criado para combater o EPP (Exército do Povo Paraguaio), grupo terrorista presente no estado de San Pedro.

Pavão revelou que, a pedido do governo paraguaio, ele negociou e pagou pela libertação do adolescente Arlan Fick Bremm, 17, filho dos brasileiros Alcido e Melania Fick Bremm. O rapaz passou 267 dias em poder EPP e foi libertado em dezembro de 2014. Acreditava-se que a família tivesse feito o pagamento, mas Pavão disse que foi ele.

O brasileiro contou que negociou a libertação de Arlan com um membro do grupo terrorista, na prisão de Tacumbú. Pavão disse que desembolsou quase todo o valor do resgate, de 500 mil dólares.

Presidente – Jarvis Pavão negou que tivesse oferecido 5 milhões pela cabeça do presidente do Paraguai Horácio Cartes e afirmou estar “assustado” com a história.

“Eu nunca permitiria algo assim (tentativa de homicídio) contra o presidente ou com quem seja. Deus é testemunha número um de tudo isso”, afirmou.

“Isso está me assustando. Eu não sei o que está acontecendo, mas tenho a certeza que não vem do senhor Cartes. Deve ser de outro lugar, menos que o senhor Cartes”, disse Pavão sobre os boatos de que ele teria ordenado a morte do presidente.

A advogada Laura Casuso, que comanda a defesa de Pavão, disse que Cartes é um homem muito inteligente, que levando o país a um importante progresso econômico, “mas tem assessores ruins em torno dele que querem dirigir o país como uma tabacaria”.

Evangélico – Jarvis Pavão encerra a entrevista com um pedido de desculpas aos paraguaios e diz que desde 1999 não se envolve mais com atividades ilícitas e que atualmente é religioso. Entre as obras que ele financiou no presídio de Tacumbú, onde vivia em um espaço luxuoso, Pavão mandou construir uma sala para os adventistas.

“Até 1999 ganhei o que eu queria no mundo em que eu vivia. Parei de fazer as coisas porque acreditava que estava bem e tinha o suficiente”, alegou. Indagado se fala do tráfico de cocaína, se recusou a responder diretamente: “fui condenado por tráfico no Brasil”.

Pedido de desculpas – O brasileiro encerra a entrevista com um pedido de desculpas aos paraguaios: “O mais importante é que as pessoas que me conhecem sabem como eu sou, que tipo de pessoa eu sou. Quero aproveitar este momento para pedir desculpas ao povo paraguaio. Eu também sou paraguaio, tenho nove filhos paraguaios, minha família é toda de Belém. Quero pedir desculpas por esse transtorno, por esse desconforto, por todas essas notícias”.

Campo Grande News