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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 08 de Julho de 2026
Filha coloca na cadeia pai que a estuprou por 20 anos após gravar sua confissão

Filha coloca na cadeia pai que a estuprou por 20 anos após gravar sua confissão

147ac2fb01c34c9a2fc680f9535919e9Um pai que abusou sexualmente de sua filha durante 20 anos, foi preso no Reino Unido após ter sido gravado enquanto se gabava de seus crimes.

Raymont Prescott, de 54 anos, disse à sua filha Layla, que hoje tem 31 anos: “O melhor sexo que eu já tive em toda a minha vida foi com você”.

Ele atacou Layla pela primeira vez quando ela tinha apenas sete anos, dizendo: “É o nosso segredinho”.

Layla disse que seu pai repentinamente se transformava, deixando de ser seu “melhor amigo” para se tornar um “predador sexual”, e a atacava descaradamente enquanto gritava: “Estou transando com a minha própria filha”.

Quando Layla o denunciou à polícia, em 2001, seus familiares a criticaram duramente e não acreditaram nas alegações, fazendo com que ela decidisse retirar a queixa.

No entanto, depois de Prescott tentar atacá-la em dezembro de 2012, a corajosa Layla armou uma armadilha e gravou secretamente seu pai confessando seus crimes doentios.

No vídeo assustador, o jardineiro Prescott diz à sua filha: “Eu não consigo gostar de fazer sexo com mais ninguém, então quero transar com você”.

Após assegurar-se de que tinha evidências suficientes, Layla as entregou à polícia, e Prescott, nascido em Clifton, Nottingham, foi formalmente acusado pelos estupros.

Inicialmente ele negou as alegações, mas foi preso em maio de 2016, após ser condenado no tribunal de Nottingham.

Abrindo mão de seu anonimato, Layla, que é mãe de quatro filhos, disse: “Na primeira vez em que ele fez isso, eu tinha sete anos”.

“Ele disse que estava orgulhoso de mim por não ter feito xixi na cama e disse que eu ia ganhar um presente. Ele me levou para o quarto, depois que todos os outros haviam ido para a escola, e me deitou no chão”.

“Ele passou suas mãos pelo meu corpo e tirou a minha saia, mas eu não me lembro totalmente do que aconteceu depois. Eu bloqueei isso da minha cabeça porque aconteceu quando eu era tão nova, mas eu sabia que era algo muito ruim. Aquilo aconteceu de novo, mas não era algo regular”.

Layla acrescentou: “Ao longo deste período eu deixava que ele viesse à casa da minha mãe enquanto todo mundo estava fora. Nós tomávamos chá e de repente ele se transformava e abusava de mim, indo embora antes da minha mãe voltar”.

“Eu lembro que ele me levou para a sua cama e fez sexo oral em mim quando eu tinha nove ou dez anos. Ele dizia que era o nosso segredinho e que eu era sua pequena menina”.

Layla começou a beber excessivamente quando tinha apenas 14 anos – seu pai havia lhe oferecido álcool desde os 7 anos de idade.

Em 2001, quando ela estava com 16 anos, sua decisão de denunciá-lo à polícia acabou mal.

Seu namorado e sua tia a apoiaram, mas sua mãe “não olhava para mim e nem falava comigo. Eu acho que ela ficou envergonhada por não ter descoberto antes. Eu acho que ela acreditou em mim, mas ficou em estado de choque”.

Quando o pai de Layla negou as acusações, ela recebeu ameaças de morte do lado paterno da família, que a chamou de mentirosa e disse que ela só queria chamar atenção.

Layla disse: “Nove meses depois, ele decidiu me estuprar. Ele fez isso porque achava que tinha se livrado da acusação. Naquele estágio, eu tomava uísque, cerveja, vinho, vodca, tudo que pudesse encontrar para fugir da situação”.

Fonte: Yhaoo

Paraguai destrói 125 toneladas de  maconha na fronteira com MS

Paraguai destrói 125 toneladas de maconha na fronteira com MS

maconha-py2Pedro Juan Caballero (PY) – Operação conjunta entre a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai, as forças armadas e o Ministério Público culminou na destruição de 125 toneladas de maconha no Departamento (Estado) de Amambay, na fronteira com Mato Grosso do Sul.

Segundo nota divulgada hoje, o prejuízo causado ao tráfico internacional de drogas supera os 3,7 milhões de dólares. Os materiais apreendidos foram incinerados.

Patrulhas terrestres e aéreas participaram dos trabalhos de reconhecimento. As ações, que duraram três dias, se concentraram na zona rural das colônias Maria Auxiliadora e Santa Clara, distritos de Pedro Juan Caballero, a menos de 50 quilômetros do Brasil.

Foram derrubados 45 acampamentos com 77,7 toneladas de plantações de maconha (26 hectares), 46,5 toneladas de folhas picadas e 825 quilos de tabletes prensados.

Caminhão que saiu de MS carregado com maconha, fuzis e pistolas é apreendido

Caminhão que saiu de MS carregado com maconha, fuzis e pistolas é apreendido

armas-denarc2São Paulo (SP) –  Caminhão que saiu de Mato Grosso do Sul carregado com mais de quatro toneladas de maconha, sete fuzis calibres .50 e .762, duas metralhadoras .50 com lunetas, 31 pistolas e 17 mil munições foi apreendido na noite de ontem em Teodoro Sampaio (SP). A carga avaliada em R$ 2 milhões seria levada para o Rio de Janeiro.

De acordo com as informações divulgadas pelo G1 Prudente e Região, as armas e drogas estavam em fundo falso do veículo, com  placas de Londrina (PR).  O Corpo de Bombeiros teve de ser chamado para auxiliar a polícia a abrir a lataria do caminhão.

Aos policiais, o motorista de 54 anos, que não teve o nome divulgado pela polícia, contou que pegou o veículo carregado em Amambai e levaria para o Rio de Janeiro.

Além dos fuzis e pistolas, também foram encontrados no veículo um revólver de calibre .38; 17.435 cartuchos de diversos calibres, entre .50, 5.56, 7.62, 9 milímetros e .40; 25 seletores de rajadas, três carregadores do tipo caracol, sendo um de calibre .9 milímetros, um de duplo calibre 5.56 com capacidade para 100 cartuchos e outro simples de calibre 5.56 com capacidade para 45 cartuchos; 20 carregadores das armas .50, 7.62, e 5.56; 22 frascos de lança-perfume; e a carga de maconha.

A apreensão foi feita pelas polícias civis local, de Mato Grosso do Sul e pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) de Cascavel (PR), com o apoio da Polícia Militar.

Dez policiais rodoviários são condenados por corrupção passiva em MS

Dez policiais rodoviários são condenados por corrupção passiva em MS

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Polícia Federal desencadeou operação que terminou com prisão de condenados, em 2005 – Foto: Divulgação

Campo Grande (MS) – Dez agentes da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) de Mato Grosso do Sul foram condenados por corrupção passiva, por facilitarem crimes nas rodovias do Estado em troca de dinheiro. Eles foram presos em setembro de 2006, durante operação Gato de Botas, desencadeada pela Polícia Federal.

Investigações começaram em agosto de 2005, depois da prisão de um traficante, que revelou que uma quadrilha formada por policiais militares rodoviários do Estado facilitava e participava de atividades criminosas, como tráfico de drogas, contrabando e descaminho.

Diante da denúncia, suspeitos passaram a ser monitorados durante 13 meses e, através de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, foram identificados 20 policiais envolvidos em vários crimes. Destes, 19 foram presos e soltos após vencer o prazo da prisão temporária.

Conforme denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), investigações revelaram que policiais receberam valores que variavam de R$ 100 até R$ 1,5 mil para excluir de boletim de ocorrência informação de que motorista estava embriagada ao se envolver em acidente, liberar veículo retido no posto da PRE em Sanga Puitã, valor não informado para dar passagem livre a ônibus e veículos com mercadorias contrabandeadas do Paraguai e cancelar multas.

Em depoimento na Vara da Justiça Militar, todos os policiais negaram a prática dos crimes e a defesa pediu absolvição alegando que interceptações telefônicas foram feitas de forma ilegal.

Dos 19 policiais denunciados, juiz Alexandre Antunes da Silva condenou Carlos Ovídeo Pedroso (8 anos e 4 meses), José Carlos Aquino de Andrade (7 anos e 6 meses), Sidinei José Berwanger (6 anos e 8 meses), João Ramão Recalde (10 anos), Antônio Rodrigues Aleixo (8 anos), Mauro Maurício da Silva Alonso (5 anos), Edival Ferreira da Silva (5 anos), José Adão Pereira da Silva (5 anos), Ademir Assyres Rodrigues (4 anos e 9 meses) e Rovany Ferreira Penedo (5 anos).

Todos foram condenados por corrupção passiva majorada, por facilitar ou assegurar a ocultação e impunidade de outro crime, estando de serviço. Penas devem ser cumpridas em regime fechado.

Por insuficiência de provas, foram absolvidos das acusações  Roberto dos Reis Costa, Angélica Aparecida da Silva Ferreira, Arlindo Carmo Rodrigues, Inácio Missias Freitas, Marcílio Dias de Oliveira, Hildebrando Jorge Barros Fraga e Francisco Antônio de Souza.

Fonte: Correiro do Estado

MS recebe avaliação máxima no cumprimento das fiscalizações de energia elétrica executadas pela Agepan

MS recebe avaliação máxima no cumprimento das fiscalizações de energia elétrica executadas pela Agepan

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– Relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que analisa os resultados das agências estaduais conveniadas em todo o Brasil aponta Mato Grosso do Sul, por meio da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agepan), com índice de 100% na avaliação geral das atividades desempenhadas na área de fiscalização das empresas de distribuição de energia quanto ao cumprimento dos contratos de concessão, dos regulamentos técnicos e comerciais. A avaliação se refere ao último trimestre de 2016 e primeiro trimestre de 2017, e foi divulgada na última semana pela agência federal.

O Estado tem convênio firmado com a Aneel, por meio da Secretaria de Estado de Governo, com interveniência da Agepan, que é a executora das atividades descentralizadas. Por essa parceria, a agência estadual fiscaliza as distribuidoras Energisa Mato Grosso do Sul, que atende 905 mil clientes, e Elektro, responsável por levar energia a consumidores de cinco municípios na região Leste do estado.

O Relatório Trimestral que fecha o ano de 2016 mostra que a nota geral da Agência Estadual atingiu o índice máximo no período. Chegar à avaliação de 100% significa ter cumprindo integralmente e com qualidade os indicadores de prazos, forma e conteúdo dos produtos entregues. Esses produtos são as próprias fiscalizações e os resultados delas, como a instrução correta de eventuais processos oriundos das atividades. O trabalho é feito pela Câmara Técnica de Energia, da Diretoria de Gás e Energia da Agepan.

Fiscalização dos serviços de distribuição de energia elétrica

Entre os serviços fiscalizados no quarto trimestre de 2016, junto as distribuidoras, estão os prazos de atendimento a demandas de consumidores, as quantidades de interrupções no fornecimento, a duração dessas interrupções, e as faturas de energia elétrica.

Geração de energia elétrica

A parceria com a Aneel também acontece na fiscalização dos agentes de da geração de energia, onde a Agepan é quem verifica os empreendimentos geradores, seja na fase de implantação ou instalação, seja quando já estão operando. A Aneel divulgou a avaliação do primeiro trimestre de 2017 nessa área e também atribuiu avaliação de 100% para as atividades que foram realizadas nesse período.

“O reconhecimento periódico positivo mostra que a Agepan está cumprindo bem o seu papel, o que beneficia o cidadão de Mato Grosso do Sul, por contar com uma agência local capaz de fazer a fiscalização eficiente do serviço”, avalia o diretor-presidente da autarquia, Youssif Domingos.

O diretor de Gás e Energia, Valter Almeida da Silva, lembra que desde que a Aneel adotou o atual mecanismo de Indicadores de Qualidade para avaliação das atividades descentralizada, a Agepan tem aprimorado seu desempenho. “A avaliação máxima é resultado direto do trabalho da equipe técnica, que continuamente busca qualificar desde a primeira etapa de planejamento de fiscalização, até a construção de um eventual processo que pode gerar multa, por exemplo. Toda a cadeia de atividade é trabalhada com cuidado e preocupação com a qualidade”.

Adolescente e presa com 12 quilos de maconha

Adolescente e presa com 12 quilos de maconha

Sem títuloTráfico de drogas

Bela Vista (MS) – Na data 10/05/17, quarta-feira, por volta das 04h25uma guarnição da Polícia Militar de Bela Vista fazia abordagens a veículos e pessoas no prolongamento da Rua Barão de Ladário e durante abordagem a um veículo que transporá passageiros à capital do Estado, durante revista nas bagagens foi encontrada em uma mala na cor preta, substancia análoga à maconha acondicionada e envolvida em fita adesiva.

Em seguida foi identificada a passageira responsável pela mala, sendo uma adolescente de 17 anos de idade, com endereço em Porto Velho – RO. No interior do veículo a jovem tinha posse de mais entorpecente acondicionado em meio aos pertences pessoais em uma mochila.

Questionada sobre a origem da droga, declarou que pegou na rodoviária e que comercializaria na cidade de Campo Grande MS. A adolescente infratora foi encaminhada à delegacia de Polícia Civil junto do material relacionado, sendo, cento e vinte cinco gramas haxixe que estavam em duas trouxinhas e mais doze quilos e quatrocentos e vinte gramas de maconha, distribuídas em vinte e quatro tabletes