ago 1, 2017 | Polícia
Campo Grande (MS) – Em razão das manifestações acerca do Latrocínio ocorrido no dia 25 de julho, tendo como vítima MAYARA AMARAL (27), desde as primeiras diligências realizadas no intuito de elucidar o achado do cadáver – não identificado até então, todas as linhas de investigação foram consideradas pela Autoridade Policial.
O crime foi tipificado na ocasião da prisão em flagrante dos autores em que os fatos investigados se ajustam como LATROCÍNIO, roubo seguido de morte, cuja pena mínima é de 20 anos de reclusão e a pena máxima, 30 anos de reclusão, e se mantém até o momento. Não houve nenhum preconceito ou relutância da Polícia Civil em registrar o crime como feminicídio, atuando de forma imparcial e livre de preconceitos de gênero.
Importante destacar que tal enquadramento se fundamenta no resultado das apurações preliminares e que justificaram a prisão em flagrante. O que ocorreu, no caso em apreciação, é que as provas colhidas nos primeiros momentos da investigação criminal indicaram que a morte foi motivada pelo roubo.
Esta tipificação consta no rol dos crimes hediondos e tem como proteção não só o patrimônio, mas a vida, em decorrência dos indícios constatados naquela oportunidade, quais sejam, a confissão de um dos autores de que o delito foi planejado visando o roubo dos bens e o fato de os bens da vítima terem sido encontrados pela Polícia já partilhados entre os indiciados corroboram com o trabalho realizado.
A gravidade dos fatos, a barbárie cometida, conforme ressaltado pela Autoridade Policial que presidiu a prisão em flagrante, impõe tão severa tipificação penal (o crime de latrocínio é o mais grave da legislação penal em vigor).
Desde o princípio do trabalho policial, em nenhum momento o feminicídio foi descartado como uma das linhas de investigação. O trabalho policial neste momento depende do resultado de diligências e perícias que começaram a ser produzidas já na prisão em flagrante.
Importante destacar que todos os autores foram presos e tiveram suas prisões em flagrante convertidas em prisão preventiva, conforme pedido da Autoridade Policial e deferimento da Justiça desta capital. As investigações prosseguem perante a Delegacia Especializada de Furtos e Roubos e Veículos – DEFURV.
A Polícia Civil jamais deixará de cumprir sua missão, de apurar com rigor todos os fatos, principalmente nos crimes contra a vida, garantindo a aplicação da justiça, bem como os direitos e garantias fundamentais dos investigados, sendo certo que para tanto, conta a instituição com autoridades policiais e agentes capacitados e preparados para condução e finalização dessa investigação.
A Polícia Civil reforça ainda que a prisão célere dos autores permitiu que fossem colhidas provas materiais incontestáveis sobre a autoria e existência de tão bárbaro crime, permitindo não só uma eficaz investigação do caso, mas também uma efetiva responsabilização dos autores, conforme as respectivas culpabilidades. A investigação segue em curso e será concluída até a próxima sexta-feira, 04/08/2017, quando o Inquérito Policial será encaminhado para a Justiça.
A polícia Civil entende e respeita a dor da família. Em razão disto e de toda a responsabilidade que possui junto a sociedade, trabalha com a verdade real dos fatos. A PCMS tem obrigação de atuar de forma técnica, consubstanciada em provas reais, não agindo ou permitindo a subjetividade em seu trabalho.
A técnica de investigação, a celeridade no esclarecimento do caso é a maior demonstração de respeito a vítima, às mulheres e à sociedade sul-mato-grossense que tem o direito à verdade.
ago 1, 2017 | Polícia
Campo Grande (MS) – Policiais Militares Ambientais do Grupamento do Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema (PEVRI) realizavam fiscalização fluvial na área do Parque, no município de Naviraí e prenderam ontem (30) à tarde, três pescadores praticando pesca predatória no local.
Os infratores, residentes em Naviraí, estavam pescando no rio Ivinhema, dentro da área do Parque (local proibido para a pesca). No local foram apreendidos dois molinetes, duas carretilhas com varas e uma caixa com material de pesca.
Os infratores, de 19, 23 e 50 anos receberam voz de prisão e foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil de Naviraí, onde foram autuados em flagrante por crime ambiental de pesca predatória. Eles também foram autuados administrativamente e multados em R$ 1.500,00 cada um.
jul 30, 2017 | Polícia
Campo Grande (MS) – Depois de receber denúncias de caça ilegal, Policiais Militares Ambientais de Mundo Novo realizaram fiscalizam no município de Eldorado e desmontaram um acampamento de caça ilegal.
Adentrando matas de uma fazenda, os Policiais localizaram o acampamento e dois caçadores que estavam no local fugiram. Eles avistaram a equipe antes de serem vistos e abandonaram uma espingarda de caça calibre 28, de dois canos e munições.
Devido a densidade da vegetação, os elementos não foram alcançados. Os infratores ainda não haviam abatido nenhum animal silvestre.
A PMA encaminhou a arma e munições à delegacia de Polícia Civil de Eldorado, que investigará a autoria do crime.
jul 29, 2017 | Polícia
Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental (PMA) autuou nesta sexta-feira (28.7) um homem de 54 anos, flagrado pela Polícia Civil na quinta-feira (27.7) criando galo de rinha. Na casa dele, além dos animais, foram encontrados objetos que comprovam que ali funcionava uma rinha.
Os policiais militares ambientais de Corumbá foram acionados pela Polícia Civil, em razão de uma rinha de galos encontrada na residência de um homem preso pro tráfico de drogas. A PMA foi ao local e verificou a criação e manutenção de 76 animais domésticos da espécie galo-índio (Gallus gallus domesticus) em espaço inadequado. Eles eram mantidos confinados em gaiolas de madeira apertadas com restrição de movimentos, privação de luz solar e circulação aérea inadequada.
Os animais apresentavam diversos ferimentos na crista e peito e 30 estavam com vários ferimentos graves, bem como todas as aves apresentavam-se mutiladas, com as esporas cortadas, sinais característicos de emprego dos animais em rinhas.
No local ainda foi encontrada arena que é utilizada para colocar os animais em briga, o que ratifica que no imóvel funcionava uma rinha.
Os animais, caixas e os petrechos artificiais para briga foram apreendidos.
O infrator, de 54 anos, residente no local, foi conduzido à delegacia pela Polícia Civil de Corumbá, juntamente com os animais e materiais apreendidos e responderá por crime ambiental de maus-tratos a animais, além do tráfico de drogas. Ele só foi autuado administrativamente pela PMA, depois que foi feita a verificação das condições dos animais apreendidos, trabalho realizado nesta sexta-feira.
Polícia Militar Ambiental (PMA)
jul 29, 2017 | Polícia
Ponta Porã (MS) – Três pessoas foram executadas a tiros de pistola calibre 9 milímetros na madrugada deste sábado (29) a poucos metros da fronteira com o Paraguai em Ponta Porã, a 323 quilômetros de Campo Grande.
Os corpos estavam dentro de um Fiat Palio nas proximidades da BR-463 e foram avistados por uma viatura da Polícia Nacional do país vizinho que fazia rondas na região e acionaram a PM (Polícia Militar) brasileira.
As vítimas foram identificadas como Antônio Manuel Martins de Almeida, 64 anos; Vania Gloria Benitez, 24 anos; e Edriano Augusto de Jesus, 28 anos.
Segundo informações do site Porã News, Antônio tem várias passagens pela polícia e estava em regime condicional. Ele chegou a sair do caro, mas não resistiu aos ferimentos e caiu ao lado da porta. Os demais ocupantes estavam no banco traseiro.
A Polícia Civil e peritos técnicos foram acionados para analisar a cena do crime. Os corpos foram encaminhados ao IML (Instituto Médico Legal) de Ponta Porã para exame necroscópico.
Segundo informações preliminares divulgadas pelo Porã News, suspeita-se que o assassino estava dentro do caro com as vítimas, aproveitando o momento em que passavam por um local isolado para cometer o crime e fugir sem ser notado.
Embora vivam em uma área onde é comum a ocorrência de assaltos, roubos, furtos e homicídios, a população local ficou assustada com a tripla execução.
Fonte: Campo Grande News
jul 28, 2017 | Polícia
Campo Grande (MS) – Policiais Militares Ambientais de Naviraí fiscalizaram ontem (27) à tarde, uma propriedade rural no município de Amambai, localizada a 8 km da cidade, e constataram a existência de processos erosivos formados por voçorocas conectadas, provocando a degradação da vegetação e lixiviação do solo.
Os processos erosivos surgiram devido à remoção da vegetação sem ações de conservação do solo, que são obrigatórias pela legislação nas intervenções feitas para a produção em propriedades rurais.
O fazendeiro (50), residente em Amambai, foi autuado administrativamente e multado em R$ 14.583,00. Ele também poderá responder por crime ambiental, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão.
A PMA determinou a interdição da área, para proteção e recuperação, com proibição de atividades agrícolas e pecuárias. O proprietário também foi notificado a apresentar projeto de recuperação de área degradada e alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental.