fev 13, 2018 | Polícia

Casos estão sendo investigados pela Depac da região central – Foto: Álvaro Rezende / Correio do Estado
Campo Grande (MS) – O telefone é sempre o mesmo. E é por meio desse número que médicos de Campo Grande estão sofrendo ameaças de extorsão por uma pessoa que se identifica como travesti do outro lado da linha e exige dinheiro para não tornar supostas relações homossexuais públicas, o que poderia prejudicar os profissionais.
Os casos vem sendo chamado de “Golpe da Boneca”, uma referência à forma pejorativa como travestis são chamados na rua.
O último dos crimes do tipo levado à polícia aconteceu na tarde desta terça-feira (13), quando um médico de 32 anos procurou a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da região central para denunciar a tentativa de extorsão.
No caso dele, o suposto travesti exigiu pagamento de R$ 200 por programa de relações sexuais ou senão iria até seu consultório particular fazer “um barraco”.
Assustado com o caso, a vítima fez a transferência para a conta-corrente cujos dados foram passados pelo suposto travesti. Mas como resposta, recebeu a ameaça de que se mais dinheiro não fosse depositado de 15 em 15 dias, as conversas iriam se tornar públicas.
Os casos foram registrados como extorsão e a polícia não havia identificado a pessoa responsável pelas ligações até a publicação desta reportagem. De posse de informações pessoais do dono do telefone usado, ele iria ser chamado para prestar depoimento.
Fonte: Correio do Estado
fev 8, 2018 | Polícia
Caracol (MS) – Durante fiscalização ambiental nas propriedades rurais do município de Caracol, Policiais Militares Ambientais autuaram um proprietários rural por crime ambiental O fato aconteceu dia 08/02/2018, no âmbito da Operação Cervo do Pantanal, em uma propriedade rural distante 35 km do perímetro urbano de Caracol.
O proprietário foi autuado pela equipe PMA de Bela Vista o quarto fazendeiro por supressão vegetal sem previa autorização ambiental do órgão competente.
O proprietário do imóvel, um criador de gado bovino, substituiu a vegetação nativa por pastagem, sendo encontrado no local leiras que caracterizam a atividade irregular. Após medição da área, constatou-se a supressão da vegetação de um total de 14 (quatorze) hectares de vegetação nativa.
Redação
fev 8, 2018 | Polícia

Ela afirmou que ganhou os objetos de um casal que teria invadido a casa da vítima para praticar o furto
Uma mulher de 38 anos foi presa pela Polícia Militar após exibir fotos nas redes sociais com bijuterias que teria sito furtadas no mês de janeiro, em Arapuá. Os policiais chegaram até a mulher após a mesma publicar fotos ‘ostentando’ no Facebook, já que a vítima teria feito o reconhecimento dos objetos.
De acordo com o Patrulha News, a vítima afirmou que teve as peças furtadas no dia 15 de janeiro deste ano, quando desconhecidos adentraram em sua residência e furtaram diversos objetos, incluindo as bijuterias.
A vítima reconheceu as bijuterias e acionou a polícia, que conseguiu deter a suspeita, conhecida como ‘Paraguaia’. Os policiais afirmaram que a mulher estava com um casal, que teria praticado o furto.
Ela alegou que ganhou as bijuterias em recompensa por dar abrigo ao casal nos últimos dias. Ela foi levada a 2ª Delegacia de Polícia Civil para as providências legais.
fev 7, 2018 | Polícia

Professor e mais 2 são indiciados por estupro coletivo durante festa em chácara
Campo Grande (MS) – Três homens foram indiciados pelo suposto envolvimento em um estupro de uma menor de 16 anos. O caso ocorreu em agosto do ano passado durante uma festa em uma chácara localizada no interior do Estado. Entre os envolvidos está um professor.
A Polícia Civil aguardava resultado do exame pericial, que deveria comprovar a participação do trio. Segundo informações repassadas pelo delegado responsável pelo caso ao MidiaMax, o inquérito foi entregue no mês de dezembro, porém o resultado do exame acabou tendo alterações. “Como o caso ocorreu na madrugada e a menina só procurou a Polícia a tarde o resultado do exame pericial acabou ficando danificado por ela ter tomado banho”, diz.
Ainda segundo informações do delegado, os suspeitos não foram presos pois não houve flagrante. “Devido a demora em procurar a delegacia e informar o caso imediatamente, a prisão acabou não sendo decretada pelo fato de já ter saído do flagrante”, conta.
Outro ponto citado pelo delegado é que os suspeitos deram versões diferentes para o caso. Dois deles deram o mesmo relato, porém o professor contou uma versão diferente. “Cada um deu uma versão, inclusive a menina. Os fatos batem quando tanto ela quanto um dos suspeitos admitem que já haviam mantido relações anteriormente”.
O delegado contou ainda que esses tipos de festas envolvendo menores são frequentes na cidade, mas é difícil fazer o monitoramento uma vez que elas ocorrem em locais mais afastados como por exemplo em chácaras. Tanto a menina quanto os suspeitos continuam morando na cidade, eles aguardam julgamento em liberdade.
Caso
Uma adolescente de 16 anos de idade foi trancada em um quarto escuro e estuprada por três homens. Ela ficou bastante ferida e denunciou o caso, que é investigado sob sigilo pela polícia. O crime aconteceu na madrugada do dia 29 para 30 de agosto, em uma chácara da pequena cidade, próxima a Campo Grande.
Segundo familiares da garota, ela foi com duas amigas da mesma faixa etária à festa, onde vários adolescente e adultos estavam, e por volta das 2 horas da madrugada do dia 30, foi levada para um cômodo escuro do local por um trio. Lá, começaram o ataque sexual e, apesar dos gritos dela, ninguém da festa onde havia som alto interferiu.
“Eu pedia para eles pararem, e gritava por socorro, mas ninguém ouvia e eles não pararam”, relatou a adolescente, que foi ‘liberada’ pelo trio bastante machucada e procurou um posto de saúde com uma amiga. Lá, constataram o estupro e acionaram o Conselho Tutelar.
Ela foi encaminhada para Campo Grande, onde fez os exames periciais, e está amedrontada porque os estupradores estão todos soltos. Um dos homens apontados por ela é um professor e psicólogo que recentemente teria participado de palestra na cidade alertando sobre crimes sexuais. Segundo familiares, o clima é de revolta e ninguém entende porque os suspeitos continuam soltos. “Não é possível que nada será feito”, indaga um dos parentes da menina.
fev 7, 2018 | Polícia

PCC seria o responsável pelo local, que abastece o Brasil
Pedro Juan Caballero (PY) – Agentes da Senad (Secretaria Nacional Anti Drogas do Paraguai) apreenderam, na manhã desta quarta-feira (7), uma carga de 2,6 toneladas de maconha que estava sendo produzida em um acampamento clandestino do tráfico em Pedro Juan Caballero, próximo da fronteira brasileira com Ponta Porã.
A ação, na região da Colônia Estrela, em uma área de bosque, localizou além da droga vários outros utensílios utilizados para o preparo da mistura da erva e sua prensa em tabletes.
Parte da droga que não estava embalada, cerca de 850 quilos, foi incinerada ainda no local. O restante foi levado para a base da Senad, onde acabou apreendida.
A polícia local não descartou que o local abrigue alguma facção criminosa, como o PCC (Primeiro Comando da Capital), que controla atualmente o tráfico na região. O destino quase que exclusivo de toda a droga produzida no local seria o Brasil. Ninguém foi preso no local.
fev 5, 2018 | Polícia

PMA autua 37, apreende 1746 kg de pescado e aplica R$ 148 mil em multas em três meses da operação piracema
Campo Grande (MS) – Hoje (5) completam-se três meses de período de defeso para proteção do período reprodutivo dos peixes, a “piracema”. Até o momento, a quantidade de autuados foi 27,45% inferior ao terceiro mês da operação passada. Foram 37 autuados nesta operação e 51 na passada. Dos autuados, 37 foram presos por pesca predatória e 44 na operação passada, havendo redução de 20,45%.
A diferença entre presos (35) e autuados (37) nesta operação, deve-se ao fato de que, nesta operação dois foram autuados apenas com multa (administrativamente), devido a estarem com pescado sem declaração de estoque.
Por outro lado, a quantidade de pescado apreendida foi 86,33% superior à operação passada. Foram 1.746 kg de pescado, contra 937 kg dos três meses da operação passada (não incluso o pescado apreendido por falta de declaração de estoque). Esse aumento deve-se a uma apreensão em uma única ocorrência no município de Corumbá, em que foram apreendidos 949 kg de pescado.
O valor das multas foi 34,80% superior aos três meses da operação passada. Foram aplicadas multas que chegaram a R$ 147.700,00 e R$ 109.566,00, durante o mesmo período da piracema passada.
A quantidade de petrechos de pesca ilegais, barcos e motores de popa apreendidos está dentro do que se apreendeu em piracemas anteriores. À exceção foi a quantidade de redes de pesca apreendidas, que foi 61,62% inferior aos três primeiros meses da piracema passada. Foram 86 redes nesta operação e somente 33 na passada. Porém, isso ocorreu, em razão de duas apreensões, na operação passada, efetuadas por Policiais de Naviraí durante operações nos rios Ivinhema e Paraná, respectivamente de 18 e 40 redes de pesca escondidas em acampamentos de pesca, sendo que quase todas as redes nem estavam sendo utilizadas.
De qualquer forma, no geral, os números totais estão semelhantes às operações anteriores. Esse tem sido o objetivo da PMA de desenvolver o trabalho preventivo para manter a quantidade de pescado apreendida dentro do aceitável. Tem-se apreendido em média uma tonelada de pescado por piracema, com aproximadamente 60 pessoas presas.
A PMA espera que, com a fiscalização intensiva, haja sempre um grande número de pessoas presas no momento que iniciam a pescaria, ou seja, sem que tenham conseguido capturar grande quantidade de pescado. Esta é a melhor estratégia e é o que vem acontecendo em cada piracema, em que a quantidade de pescado apreendida vem sendo reduzida, mantendo-se a mesma média de pessoas presas.
Os resultados obtidos na fiscalização durante a “operação piracema” demonstram que a estratégia que a Polícia Militar Ambiental tem mantido nos últimos 15 anos, de monitorar os cardumes e destinar a fiscalização aos pontos críticos, que são as cachoeiras e corredeiras continua dando certo, pois os números de pescado apreendidos têm se estabilizado a cada período de piracema.
Durante essa piracema, as cheias dos rios facilitaram a subida dos peixes. Os cardumes tiveram poucos problemas para superar os obstáculos naturais, como cachoeiras e corredeiras.
NÚMEROS DETALHADOS DA OPERAÇÃO E NÚMEROS COMPARATIVOS TOTAIS DE TRÊS MESES, COM OPERAÇÕES ANTERIORES (Tabelas de 1 a 4).
Tabela 1 – Ocorrências de pesca durante o 1º mês de piracema por município.
|
Data
|
Ocorrência
|
Multa (R$)
|
Autuados
/Presos
|
Município
|
Pescado
(kg)
|
|
|
|
|
|
|
|
7/nov
|
Pesca piracema – tarrafa
|
5000
|
3
|
Aquidauana
|
23
|
|
11/nov
|
Pesca piracema – redes
|
4000
|
4
|
Jardim
|
|
|
15/nov
|
Pesca piracema e medida
|
2000
|
1
|
Corumbá
|
39
|
|
15/nov
|
Pesca piracema e medida
|
1380
|
1
|
Aquidauana
|
34
|
|
16/nov
|
Pesca piracema e medida
|
4000
|
2
|
Corumbá
|
65
|
|
21/nov
|
Pesca piracema e método ilegal
|
5740
|
1
|
Bonito/Jardim
|
37
|
|
23/nov
|
Pesca piracema e medida
|
80000
|
4
|
Corumbá
|
949
|
|
27/nov
|
pesca piracema e medida
|
2730
|
2
|
Aquidauana
|
36
|
|
28/nov
|
pesca piracema
|
2940
|
2
|
Aquidauana
|
39
|
|
TOTAL
|
|
109.990
|
21
|
|
1.222
|
|
AUTUAÇÃO POR FALTA DE DECLARAÇÃO
|
|
17/nov
|
Falta de declaração -sem crime
|
2200
|
1
|
Corumbá
|
76
|
Tabela 2 – Ocorrências de pesca durante o 2º mês de piracema por município.
|
DATA
|
OCORRÊNCIA
|
MULTA
|
AUTUADOS / PRESOS
|
MUNICÍPIO
|
PESCADO (kg)
|
|
11/12
|
P. Predatória
|
13000
|
4
|
Anastácio
|
10
|
|
19/12
|
P. Predatória
|
1000
|
1
|
Campo Grande
|
0
|
|
20/12
|
P. Predatória
|
2000
|
2
|
Corumbá
|
0
|
|
TOTAL
|
|
16000.00
|
7
|
|
10
|
|
FALTA DE DECLARAÇÃO (AUTO ADMINISTRATIVO – SEM CRIME)
|
|
DATA
|
OCORRÊNCIA
|
MULTA
|
AUTUADOS / PRESOS
|
MUNICÍPIO
|
PESCADO (kg)
|
|
13.12
|
Pescado
|
5300
|
1
|
Corumbá
|
230
|
|
TOTAL
|
|
5.300,00
|
1
|
|
230
|
Tabela 3 – Ocorrências de pesca durante o 3º mês de piracema por município.
|
DATA
|
OCORRÊNCIA
|
MULTA
|
AUTUADOS / PRESOS
|
MUNICÍPIO
|
PESCADO (kg)
|
|
4/jan
|
Apreensão de petrechos
|
0
|
0
|
Porto Murtinho
|
5
|
|
6/jan
|
Pesca piracema – redes
|
900
|
1
|
Batayporã
|
10
|
|
9/jan
|
P. Predatória e comércio
|
2000
|
1
|
Corumbá
|
36
|
|
12/jan
|
P. Predatória
|
12000
|
2
|
Corumbá
|
255
|
|
15/1
|
P. Predatória
|
1600
|
1
|
Porto Murtinho
|
48
|
|
18/1
|
P. Predatória
|
3890
|
2
|
Corumbá
|
160
|
|
TOTAL
|
|
16500.00
|
7
|
|
514
|
Tabela 4 – Números totais do terceiro mês da piracema 12/13 a 17/18.
|
APREENSÕES
|
12/13
|
13/14
|
14/15
|
15/16
|
16/17
|
17/18
|
|
Auto de Infração SEMA
|
36
|
24
|
18
|
30
|
51
|
37
|
|
Prisão em Flagrante Delegacia
|
28
|
22
|
16
|
22
|
44
|
35
|
|
Pescado Apreendido
|
521
|
473
|
529
|
454
|
937
|
1746
|
|
Pescado Apreendido – Falta de declaração de Estoque
|
–
|
–
|
–
|
–
|
173
|
306
|
|
Anzóis de galho
|
722
|
587
|
295
|
311
|
347
|
315
|
|
Barcos
|
5
|
6
|
6
|
7
|
5
|
7
|
|
Carretilhas/Molinetes
|
17
|
15
|
9
|
6
|
21
|
19
|
|
Caniços
|
14
|
2
|
4
|
3
|
9
|
7
|
|
Canoas
|
2
|
0
|
1
|
2
|
3
|
0
|
|
Espinhéis
|
11
|
13
|
9
|
7
|
8
|
9
|
|
Freezer/Caixas Isotérmicas
|
8
|
7
|
5
|
3
|
5
|
11
|
|
Iscas (UN)
|
190
|
0
|
0
|
0
|
0
|
0
|
|
Motor de popa
|
1
|
6
|
6
|
7
|
5
|
7
|
|
Redes
|
72
|
47
|
21
|
17
|
86
|
33
|
|
Veículos
|
6
|
3
|
4
|
5
|
7
|
6
|
|
Tarrafas
|
15
|
13
|
9
|
10
|
12
|
11
|
|
Multas R$
|
61.150
|
23.120
|
33.940
|
69.260
|
109.566
|
147.700
|