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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 23 de Setembro de 2026
PM de Bela Vista prende indivíduo por Porte Ilegal de Arma de Fogo

PM de Bela Vista prende indivíduo por Porte Ilegal de Arma de Fogo

PM de Bela Vista prende indivíduo por Porte Ilegal de Arma de Fogo

Bela Vista (MS) – Dia (06), os Policiais Militares da 2ª Companhia de Bela Vista prenderam um indivíduo por porte ilegal de arma de fogo.

Durante policiamento ostensivo e preventivo no perímetro urbano de Bela Vista, a equipe policial visualizou, no interior de um bar, um indivíduo em atitudes suspeitas, o qual, ao perceber a presença policial, esboçou bastante nervosismo.

Diante da fundada suspeita, os policiais procederam a abordagem do mesmo, sendo localizado no bolso de seu casaco um revólver calibre .22, com capacidade para 10 tiros, com três munições intactas.

Como o indivíduo, de 33 anos, não possuia os documentos de registro e porte da referida arma, foi dada voz de prisão ao mesmo, que foi encaminhado à Delegacia de Polícia para procedimentos cabíveis.

Senado aprova projeto de Moka que obriga preso a pagar gastos na prisão

Senado aprova projeto de Moka que obriga preso a pagar gastos na prisão

Senado aprova projeto de Moka que obriga preso a pagar gastos na prisão

Os números do Atlas da Violência 2018, constatando que o Brasil chegou à taxa de 30 assassinatos por 100 mil habitantes em 2016, índice 30 vezes superior ao da Europa, impulsionaram a aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta terça-feira (6), do projeto de lei 580/2015, que obriga o preso a ressarcir o Estado pelos gastos com sua manutenção no presídio.

De autoria do senador Waldemir Moka (MDB-MS), o PLS 580 altera a Lei de Execução Penal (LEP) para prever que o ressarcimento é obrigatório, independentemente das circunstâncias, e que se não possuir recursos próprios, ou seja, se for hipossuficiente, o apenado pagará com trabalho.

“Quero combater a ociosidade, que tem levado os condenados a serem presas fáceis das facções que estão hoje infestando nossos presídios”, afirmou Moka, após a votação. “É um dinheiro malgasto. São bilhões em recursos que deveriam estar sendo destinados à saúde e educação, por exemplo”.

O relator, senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), lembrou que o objetivo da proposta é fazer com que o Estado seja realmente ressarcido dos gastos que hoje estão sobre os ombros de toda a sociedade brasileira a um custo médio de mais de R$ 2.440,00 por mês.

Duas sugestões de melhoria foram apresentadas pela senadora Simone Tebet (MDB-MS) e acolhidas por Caiado. Pelo texto aprovado, quando o preso tem condições financeiras, mas se recusa a trabalhar ou pagar, será inscrito na dívida ativa da Fazenda Pública. Além disso, o hipossuficiente que, ao final do cumprimento da pena, ainda tenha restos a pagar por seus gastos, terá a dívida perdoada ao ser colocado em liberdade.

A LEP já determina que o preso condenado está “obrigado” ao trabalho, na medida de suas aptidões e capacidade, com uma jornada que não poderá ser inferior a seis nem superior a oito horas e com direito a descanso nos domingos e feriados. A proposta detalha essa forma de cumprimento e “não inventa a roda”, como frisou Simone.

Os senadores Ana Amélia (PP-RS), Lasier Martins (PSD-RS) e Magno Malta (PR-ES) destacaram a importância do projeto. Na opinião dos parlamentares, a medida corrige distorção que existe no sistema prisional brasileiro em que um preso custa mais que um estudante da rede pública.

O projeto recebeu 16 votos favoráveis e cinco contrários. O PT encaminhou voto contrário ao texto. Se não houver recurso para que seja votado em Plenário, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.

Com Agência Senado

Homem suspeito de abusar de menina de 3 anos é pego em flagrante

Homem suspeito de abusar de menina de 3 anos é pego em flagrante

Foto: Reprodução / Celso Daniel / Patrulha News

Um homem de 51 anos foi autuado em flagrante sob suspeita de ter molestado sexualmente uma menina de três anos de idade na terça-feira (5), em Três Lagoas. Ele foi agredido por populares e acabou preso pela Força Tática de Polícia Militar.

Segundo o site Patrulha News, por volta das 23h10, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu denúncia de que um homem estava sendo agredido por um grupo de pessoas no Residencial Novo Oeste. Uma equipe da Força Tática foi enviada ao local para verificar o caso.

Chegando à rua Quixeramobin, próximo ao condomínio Ema, os policiais encontraram o suspeito e ouviram o relato dos pais da menina de 3 anos.

A mãe contou aos policiais que no fim da tarde de ontem, ela foi dar banho na menina, mas a menor pediu que a mãe não tocasse no órgão genital, pois ela estava sentindo dores. Assustada a mãe perguntou a menina o que tinha acontecido e a criança relatou o abuso por parte do homem de 51 anos.

Desesperada ao ouvir o que a filha disse, a mãe foi até a casa de uma amiguinha que teria presenciado o abuso e a criança de 6 anos confirmou o que teria acontecido e apontou o homem de 51 anos como sendo a pessoa que abusou da menina de três anos.

O suspeito fugiu e ficou escondido até o fim da noite e ao retornar ao residencial, acabou sendo cercado pelo grupo de pessoas que começaram a agredir o homem até achegada da polícia.

O homem negou os fatos, mas acabou sendo levado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) e foi autuado em flagrante pela delegada de Polícia Civil de Plantão. Ele permanece preso em uma das celas da delegacia.

A menina irá passar por exames médicos.

Veja o relato da mãe contando sobre o caso:

Fonte: Top Midia News
Mato Grosso do Sul é o 5º Estado do país com menos homicídios, aponta Atlas da Violência

Mato Grosso do Sul é o 5º Estado do país com menos homicídios, aponta Atlas da Violência

Mato Grosso do Sul é o 5º Estado do país com menos homicídios, aponta Atlas da Violência

Campo Grande (MS) – O Atlas da Violência 2018 lançado nesta terça-feira (5.5), pelo Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (IPEA) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) com base nos dados entre os anos de 2006 e 2016, mostra que Mato Grosso do Sul possui a quinta menor taxa de homicídios do Brasil com 25,0 casos a cada 100 mil habitantes. Abaixo apenas a de São Paulo, Santa Catarina, Piauí, e Minas Gerais.

O Atlas destaca que foram registrados em Mato Grosso do Sul em 2016, total de 671 homicídios, enquanto em 2006 foram 683 ocorrências, o que significa uma queda de 1,8%. A pesquisa também mostra que o Estado há dois anos contabilizou a terceira menor taxa de homicídios de jovens, entre 15 e 29 anos, entre todas as unidades da federação. O indicador aponta que em Mato Grosso do Sul foi de 40,6 por 100 mil habitantes, acima de Santa Catarina e São Paulo.

De acordo com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Antonio Carlos Videira, apesar dos números apontarem um pequeno crescimento dos casos de homicídios em 2016 em relação a 2015, aproximadamente 5,8%, mais de 65% das ocorrências foram esclarecidas.

“É importante destacar ainda que os dados do Atlas estão desatualizados, uma vez que já temos as estatísticas fechadas de 2017, que mostram que a taxa de homicídios por 100 mil habitantes é de 21.5. Apesar de fazermos fronteira com dois países e enfrentar diariamente o tráfico de drogas, todos os crimes contra a vida sofreram redução no ano passado, na comparação com 2016. Os roubos seguidos de morte, por exemplo, tiveram queda de 41 para 22 casos. A Sejusp também registrou queda em homicídios dolosos (-9%), feminicídios (-21%), homicídios culposos (-43%) e homicídios culposos no trânsito (-10%)”, explica Videira.

O titular da Sejusp, também enfatiza que as forças de segurança tem intensificado o trabalho da polícia nas ruas, com a realização de diversas operações, além do intercâmbio entre as agências de inteligência de outras forças de segurança, com outros estados e países para combater o crime, principalmente aqueles causam mais danos e provocam morte.

Regiane Ribeiro, da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp)

Foto: Edemir Rodrigues

PCC tem faturamento de mais R$ 400 milhões por ano e usa doleiros

PCC tem faturamento de mais R$ 400 milhões por ano e usa doleiros

Corpo de Gegê do Mangue foi encontrado no dia 16 de fevereiro em Fortaleza. (Foto: Reprodução/TV Globo)

A facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) tem faturamento estimado de, no mínimo, R$ 400 milhões por ano. De acordo com reportagem do jornal O Estado de São Paulo, alguns policiais acreditam que esse número pode chegar a cerca de R$ 800 milhões, o que colocaria o PCC entre as 500 maiores empresas do País.

A investigação desencadeada após a execução de Rogério Jeremias de Simone (Gegê do Mangue) também revelou remessa para doleiro de São Paulo. Foram mais de R$ 4 milhões em duas semanas.

Conforme a reportagem, o PCC entregava reais ao doleiro e recebia dólares, por meio do sistema dólar cabo (o cliente entrega o dinheiro em reais aqui no Brasil e recebe os dólares no exterior), na Bolívia e no Paraguai, para pagar a produção de cocaína e maconha. O sistema de lavagem da facção inclui ainda a compra de postos de gasolina.

No mês de março, em entrevista ao Campo Grande News, o promotor Lincoln Gakiya, que atua no Gaeco (Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado ) de Presidente Prudente (SP) e investiga a facção criminosa desde 2005, afirmou que Gegê e Fabiano Alves de Souza (Paca) foram enviados ao Paraguai após a execução de Jorge Rafaat, morto numa rua de Pedro Juan Caballero, que faz fronteira seca com Ponta Porã, no mês de junho de 2016.

Na sequência, os dois líderes foram encontrados mortos no dia 16 de fevereiro em uma reserva indígena de Fortaleza, capital do Ceará. Até março, Mato Grosso do Sul era o terceiro Estado no ranking do “partido”, atrás de Paraná e São Paulo. E passa por aqui o tráfico de drogas, principal fonte de receita do PCC.

A facção criminosa chegou a Mato Grosso do Sul no ano 2000, quando São Paulo transferiu lideranças. Em seis meses, um grupo de cinco presos já tinha seu exército local. Seguindo uma metodologia e com dinheiro, foram batizando os “soldados”.

Tráfico e doleiro – A operação Efeito Dominó, realizada em 15 de maio pela PF (Polícia Federal), mostrou a convergência de interesses do tráfico e de doleiros para lavagem de capital. A ação prendeu duas pessoas em Mato Grosso do Sul.

Na simetria de interesses entre o tráfico e doleiros, a investigação aponta de um lado a necessidade de disponibilidade de grande volume de reais em espécie para o pagamento de propinas à clientela dos doleiros.

Do outro, traficantes internacionais como Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, que possuíam disponibilidade de recursos em moeda nacional e necessitavam de dólares para efetuar as transações internacionais com fornecedores de cocaína.

Dinheiro apreendido em Dourados na operação Efeito DominóDinheiro apreendido em Dourados na operação Efeito Dominó
Fonte: Campo Grande News
PMA autua 5, prende um e aplica 29,5 mil em multas durante a operação Corpus Christi

PMA autua 5, prende um e aplica 29,5 mil em multas durante a operação Corpus Christi

PMA autua 5, prende um e aplica 29,5 mil em multas durante a operação Corpus Christi

Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental colocou 280 homens na fiscalização durante a Operação Corpus Christi, iniciada no dia 30 e concluída hoje às 08h00. A operação objetivou colocar o efetivo nos rios, em barreiras nas estradas, fiscalização em propriedades rurais, em locais de belezas naturais de prática de turismo cênico e de recreio e outras variáveis de interesse ambiental, para prevenir e combater infrações e crimes que pudessem degradar esses recursos naturais.

As 25 subunidades da PMA intensificaram a fiscalização em suas respectivas áreas, colocando, inclusive, o efetivo administrativo a campo. Foi uma operação tranquila, com menos da metade dos autuados na operação do ano passado.

Foram 5 (cinco) autuados por infrações ambientais e 12 autuações na operação passada. Das cinco autuações três foram por pesca ilegal por falta de licença, o que não é crime, uma autuação por desmatamento e uma por transporte ilegal de combustível. Na operação passada, das 12 ocorrências, 7 (sete) foram por pesca, sendo duas pessoas presas por pesca predatória e 5 (cinco) foram por pesca sem licença, o que não é crime. As demais infrações foram: uma por transporte ilegal de madeira; uma por caça ilegal, duas por desmatamento e uma por transporte de produto perigoso (GLP) ilegalmente.

Foram apreendidos 15 kg de pescado e 22 kg pescado durante a última operação. O número de petrechos proibidos apreendidos foi dentro do que se apreendeu na maioria das operações Corpus Christi anteriores. Também foram apreendidos três barcos e três motores de popa durante a operação. A PMA verificou pouca quantidade de pescadores nos rios do Estado, provavelmente devido ao clima frio ocorrido no feriado prolongado.

Os valores em multas foram superiores à operação anterior. Foram R$ 29.500,00 e R$ 15.060,00 da operação passada.

Com relação a crimes de natureza diferente à ambiental, houve a prisão de uma pessoa por tentativa de homicídio.