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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 06 de Julho de 2026
Padre é espancado por bandidos durante assalto à sua casa em Dourados

Padre é espancado por bandidos durante assalto à sua casa em Dourados

Depois de uma série de igrejas católicas invadidas e furtadas em Campo Grande no últimno mês, agora os bandidos resolveram ficar mais ousados nas ações contra os templos e seus representantes. Um padre de 36 anos foi duramente agredido a coronhadas por criminoso armado na noite da última quarta-feira (16), em Dourados.

Um dos autores do crime, de 18, foi preso no início desta tarde ainda no carro da vítima, um Gol prata, em posto de gasolina de Ponta Porã, próximo da fronteira com o Paraguai. Objetos religiosos pertencentes ao padre ainda estavam dentro do veículo. Outros dois homens que acompanhavam o suspeito foram detidos, mas alegaram que apenas aceitaram o convite para irem ao país vizinho fazer compras.

O crime ocorreu por volta das 21h. O padre foi rendido pelos bandidos quando chegava à sua casa, na região central de Dourados. Após ser agredido, foi levado a um dos cômodos, onde foi trancado mesmo sangrando muito. O jovem detido nesta tarde fugiu levando o carro, um relógio de ouro e o celular da vítima.

Na delegacia, o jovem detido confessou o crime e foi indiciado por roubo qualificado.

Polícia Militar de Porto Murtinho recupera motocicleta furtada

Polícia Militar de Porto Murtinho recupera motocicleta furtada

Polícia Militar de Porto Murtinho recupera motocicleta furtada

Por volta das 12h30min de ontem (14), a guarnição de serviço da Polícia Militar de Porto Murtinho realizava rondas pelo Bairro Salim Cafure, quando visualizou uma residência abandonada e em virtude do tirocínio policial, de que no local pudesse estar ocorrendo algum ilícito, procedeu a varredura no imóvel e logrou êxito em localizar uma motocicleta Honda/NXR150 Bros ES.

Ao procederem a checagem do veículo, os Policiais constataram que era produto de um Furto, ocorrido no último dia 13.

Diante dos fatos, a motocicleta foi encaminhada até a Delegacia de Polícia Civil de Porto Murtinho, para as providências cabíveis.

 

Polícia Militar de Jardim recupera três bicicletas furtadas

Polícia Militar de Jardim recupera três bicicletas furtadas

Polícia Militar de Jardim recupera três bicicletas furtadas

Às 14h00min de ontem (14), a equipe do trânsito da Polícia Militar de Jardim realizava rondas ostensivas e preventivas pela cidade, quando foi acionada para atender a uma ocorrência de Furto.

Imediatamente a guarnição se deslocou até a rua Coronel José Vicente de Sanctis Pires, nas proximidades da ponte velha, e encontrou a vítima e um dos infratores, um menino de 10 (dez) anos, o outro fugiu.

No local, os Policiais recuperaram duas bicicletas que haviam sido furtadas na área central. Uma terceira bicicleta, que também era furtada e havia sido abandonada pelos infratores, foi recuperada em um estabelecimento comercial.

Diante dos fatos e após tentativas de contato com os responsáveis legais e órgãos de apoio e proteção da criança e do adolescente, a guarnição conduziu a criança, preservando seus direitos, até a Delegacia de Polícia Civil de Jardim, juntamente com as bicicletas recuperadas, para as devidas providências.

 

PM de Jardim, em conjunto com serviço de inteligência do 11º BPM, interceptam Tráfico de Drogas e conduzem três pessoas à Delegacia

PM de Jardim, em conjunto com serviço de inteligência do 11º BPM, interceptam Tráfico de Drogas e conduzem três pessoas à Delegacia

Através do Serviço de Inteligência do 11º BPM, os Policiais Militares de Jardim foram informados sobre uma ocorrência de Tráfico de Drogas que seria realizada durante o horário de visita de detentos, no Estabelecimento Penal Máximo Romero.

PM de Jardim, em conjunto com serviço de inteligência do 11º BPM, interceptam Tráfico de Drogas e conduzem três pessoas à DelegaciaDe posse das informações, a guarnição PM comunicou o Chefe do Presídio que identificou a autora e acionou a presença dos Policiais.

A autora, uma mulher de 21 (vinte e um) anos, confessou estar com o entorpecente em seu órgão genital e disse que entregaria ao seu companheiro, que cumpre pena por Tráfico de Drogas.

A autora foi encaminhada ao hospital da cidade, onde foi submetida a um exame de raio-x, bem como exame clínico, para constatação e retirada do entorpecente.

A mulher informou, também, que havia deixado outra porção de maconha, no interior de sua bolsa, guardada em uma residência localizada na Vila Carolina. Os policiais procederam a busca, franqueada pelo proprietário do imóvel, e localizaram a droga. As duas porções totalizaram 85 gramas de maconha.

Em continuidade à ocorrência, os Policiais se deslocaram a outra residência e indagaram a proprietária sobre a posse de entorpecente e tentativa de, também, entrar no Presídio com o ilícito. A mulher, de 41 (quarenta e um) anos, confessou que mantinha drogasem sua casa e que havia sido seu filho, de 17 (dezessete) anos, quem teria comprado o entorpecente e, ainda, que seu marido que está preso havia lhe pedido para levar até o Estabelecimento Penal. Após a confissão, a autora entregou o entorpecente, que totalizou 135 gramas de maconha, à guarnição.

Diante dos fatos, as duas mulheres e o adolescente infrator foram conduzidos e entregues na Delegacia de Polícia Civil de Jardim para as providências cabíveis, juntamente com a droga apreendida.

 

Polícia Militar de Bela Vista prende traficante e apreende drogas durante policiamento

Polícia Militar de Bela Vista prende traficante e apreende drogas durante policiamento

Polícia Militar de Bela Vista prende traficante e apreende drogas durante policiamento

Às 08h20min de hoje (13), a guarnição de serviço da Polícia Militar de Bela Vista realizava rondas pela Rua Conde de Porto Alegre, quando visualizou um indivíduo em atitude suspeita.

Os Policiais procederam à abordagem e busca pessoal e encontraram 3 (três) tabletes de maconha, no interior de uma mochila que o homem carregava.

Diante dos fatos, o autor, de 27 (vinte e sete) anos, foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a droga apreendida, que totalizou 1,250 Kg (um quilo, duzentos e cinquenta gramas), para as providências cabíveis.

 

Mulheres têm opção de entregar filhos rejeitados para a adoção

Mulheres têm opção de entregar filhos rejeitados para a adoção

Justiça garante o sigilo da mãe durante todo o processo – Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Foram três dias de dores, culpa, mas bem lá no fundo, certo alívio. Ela já estava no segundo mês de gestação quando descobriu a gravidez. A única certeza que tinha era de que não poderia ter aquela criança. Das saídas ao redor, só o que conseguiu enxergar foi o aborto.

“Eu sabia que alguém poderia adotar, mas não sabia que poderia entregar pra Justiça, pensava que isso era até crime, então achei que seria muito arriscado. Poderia ter morrido, mas naquela hora, abortar foi a única alternativa que encontrei”, conta jovem de 28 anos, que aos 15 fez um aborto, porque não tinha condições de ficar com a criança.

Assim como ela, diversas mulheres desconhecem o projeto “Dar a luz”, que existe desde 2002 e é realizado pela Justiça Estadual, em Campo Grande. Ele permite que as mães manifestem interesse em entregar uma criança para adoção e recebam assistência da Vara da Infância e Juventude.

A situação é chamada de “entrega legal”, que tem por objetivo evitar abandono e garantir proteção da mulher e da criança. “O estatuto da criança e do adolescente reconhece o direito dos pais entregarem os filhos. Não é porque a pessoa gerou aquele filho, que ela não pode mudar de ideia quanto a entregar a criança para adoção. E para que isso aconteça de maneira segura e que a criança não vire uma mercadoria, temos uma formalidade legal que deve ser obedecida, mas muitas pessoas não sabem”, explica a juíza da Vara da Infância e Juventude, Katy Braun.

Desde janeiro de 2017 até julho deste ano, 21 mulheres procuraram a Justiça para fazer a entrega legal e nove concluíram o processo. “Quando o caso chega aqui, nós recebemos essa pessoa, e damos assistência psicossocial durante o período de gestação ou todo processo”, afirma a juíza.

A Defensoria  Pública também dá orientações que podem auxiliar os pais a mudarem de ideia e ficarem com a criança. “Como dizer que eles têm direito de solicitar alimentos, porque se o problema for meramente material, existem recursos jurídicos e sociais para auxiliar essas pessoas”.

Dos que procuram a Justiça para fazer a entrega, a maioria é mulher. “Normalmente são gestantes, que não são casadas e têm outros filhos. Mas existem várias situações em que uma pessoa precisa tomar uma decisão dessas. Um exemplo que a gente tem é de pessoas que estão com uma doença terminal, sabem  que vão morrer, não têm parentes para cuidar daquela criança, então, antecipam a situação e num ato de responsabilidade e amor,  procuram a Vara da Infância e dizem que querem entregar a criança”, conta Braun.

Quando se trata de gestantes, o acompanhamento da Justiça é feito durante toda a gestação. A partir do momento  que a mulher ingressa na maternidade para ter o bebê, ela carrega consigo um ofício da Vara da Infância, dando orientações para o hospital de como proceder. Estas orientações incluem não obrigar a mulher a ter contato com a criança, nem amamentá-la, “porque algumas sentem  que vão sofrer mais se fizerem isso”, explica a juíza.

O hospital, então, avisa a Justiça sobre o nascimento e quando a mulher tem alta hospitalar , ela é conduzida à Vara da Infância no mesmo dia, para prestar depoimento e dar uma resposta definitiva sobre a entrega.

“Ela só pode decidir sobre a entrega depois que a criança nasce. Se mudar de ideia, a vontade dela vai ser respeitada e essa é a grande diferença. Nas entregas clandestinas, uma pessoa se aproveita da situação de uma gravidez indesejada, normalmente passa a ajudá-la financeiramente, começa a fazer enxoval e quando o bebê nasce, a gestante se sente cosntrangida a entregar acriança, mesmo que tenha desistido”.

Conforma a juíza, metade das mulheres que chega com desejo de entregar a criança desiste no curso do processo. “Nós acompanhamos  esses casos por seis meses, para ter certeza que houve uma vinculação adequeada da mãe com o filho e de que a criança está atendida  nos direitos dela”.