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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 06 de Julho de 2026
PMA, IBAMA e ICMBIO realizam operação preventiva contra o trafico de papagaio em Mato Grosso do Sul

PMA, IBAMA e ICMBIO realizam operação preventiva contra o trafico de papagaio em Mato Grosso do Sul

PMA, IBAMA e ICMBIO realizam operação preventiva contra o trafico de papagaio em Mato Grosso do Sul

Campo Grande (MS) – A PMA e o IBAMA realizaram uma operação contra o tráfico de papagaio com 53 policiais e fiscais, iniciada na quarta-feira (26) até hoje (1) às 8h00, no intuito principal de evitar a retirada dos filhotes dos ninhos, tendo em vista, que depois de retirada das aves, mesmo quando se apreendem, os problemas à natureza e os custos econômicos, para cuidar dos animais até a reintrodução envolvem muito dinheiro público.

A região principal do problema de tráfico de papagaio e que é monitorada é basicamente a que constitui os municípios de Jateí, Batayporã, Bataguassu, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Santa Rita do Pardo, Nova Andradina e Brasilândia, além de Naviraí e Mundo Novo, porém, a operação foi realizada em todo o Estado.

Nesta operação, com foco principal a evitar a retirada, ninhos foram monitorados e foram fechadas as saídas do Estado com bloqueios, especialmente, nas saídas para o estado de São Paulo, que é o destino principal registrado dos filhotes de papagaios traficados em Mato Grosso do Sul.

APREENSÃO

A operação cumpriu o objetivo principal, pois os traficantes não ousaram a tentar retirar os animais dos ninhos. As fiscalizações preventivas rotineiras e trabalhos de inteligência serão mantidos e outras operações acontecerão até o final do período reprodutivo (dezembro), quando a espécie não interessa mais aos traficantes, pois já não haverá mais filhotes.

Durante a operação, Uma equipe da PMA e do IBAMA que realizava trabalhos preventivos nas propriedades rurais de Três Lagoas abordaram, em uma fazenda a 10 km da cidade, um veículo WV Gol e encontraram um filhote de papagaio em uma caixa. A mulher que adquirira o filhote informou que iria criá-lo, porém, recusou-se a informar se havia retirado do ninho ou comprado. O filhote foi apreendido.

 A infratora (63), residente em Três Lagoas, foi autuada administrativamente e multada em R$ 5.000,00. Ela também foi conduzida à delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas e responderá por crime ambiental, podendo pegar pena de seis meses a um ano de detenção.

Durante os bloqueios, outros crimes ambientais acabaram sendo descobertos, como desmatamentos, exploração ilegal de madeira, incêndio em vegetação e pesca ilegal.

Com relação a crimes de natureza adversa à ambiental, 479 kg de maconha foram apreendidos e uma pessoa denunciada por caça ilegal, foi presa por posse ilegal de arma.

PROBLEMAS DO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES

O tráfico de animais silvestres é considerado a terceira atividade criminosa mais rentável, perdendo apenas para o tráfico de drogas e o tráfico de armas. Porém, em Mato Grosso do Sul, o problema se resume quase que especificamente ao papagaio.

Como o que interessa ao comprador na espécie, é a capacidade que ela tem de aprender a imitar a voz humana, a retirada só é realizada enquanto filhote. Por esse motivo, o período de agosto a dezembro é preocupante com relação ao tráfico de animais silvestres no Estado de Mato Grosso do Sul, pois é o período reprodutivo dos papagaios, que é o animal mais traficado no Estado.

Por isso, neste período, operações preventivas nas propriedades rurais para prevenir a retirada dos animais e aliciamentos de funcionários de fazendas e assentados pelos traficantes, para a retirada dos filhotes são fundamentais. Também é importante a vigilância a traficantes presos em anos anteriores. Bloqueios são importantes também nas saídas do estado são, pois evitam que traficantes de fora e locais sintam-se tentados a praticar o crime.

PMA inicia amanhã a Operação Pré-piracema em proteção aos recursos pesqueiros do Estado

PMA inicia amanhã a Operação Pré-piracema em proteção aos recursos pesqueiros do Estado

PMA inicia amanhã a Operação Pré-piracema em proteção aos recursos pesqueiros do Estado

Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental tem reforçado em todos os anos durante o mês de setembro e outubro a fiscalização nos rios, no intuito de prevenir e reprimir a pesca predatória, tendo em vista a proximidade do período de piracema e, portanto, quando vários cardumes já se encontram formados. Por esta razão, a quantidade de turistas e pescadores do Estado se intensifica, exatamente, em razão das facilidades de captura do pescado neste período.

O Comando da PMA intensificou durante todo o mês de setembro a fiscalização preventiva e repressiva aos crimes e infrações relativas à pesca, quando vários pescadores foram presos e autuados e intensificará mais ainda, a partir de amanhã (1) às 8h00, com o início da “Operação Pré-piracema”.

Neste mês de setembro (2018), foram 23 pescadores autuados, com apreensão de 153 kg de pescado ilegal e R$ 22.800,00 em multas aplicadas, além de diversos petrechos ilegais de pesca apreendidos e retirados dos rios.

(Balanço – Operação Passada-2017) – No ano passado durante a operação Pré-piracema, a PMA autuou 133 pessoas por infrações e crimes ambientais, apreendeu 605 kg de pescado e aplicou R$ 884 mil em multas. Dessas 133 autuações, um total de 78 autuações foi por pesca ilegal e foi aplicado o valor de R$ 85.650,00 em multas por pesca ilegal

“Operação Pré-piracema-2018”, que envolverá 362 policiais, englobará a operação “Padroeira do Brasil e a operação “Dia de Finados”, que são realizadas todos os anos. A operação se estenderá até o dia 5 de novembro às 8h00, quando inicia-se o período de fechamento da pesca na Bacia do Rio Paraguai.

Os trabalhos preventivos serão intensificados durante a “Operação Pré-piracema”, com participação das 25 Subunidades da PMA no Estado, que darão maior atenção à questão relativa à pesca. Os trabalhos administrativos serão reduzidos durante a operação, para o emprego do maior número possível de policiais, porque, além do combate e prevenção à pesca predatória, os trabalhos preventivos e repressivos ao tráfico de papagaio precisam continuar neste período reprodutivo da espécie (agosto a dezembro).

A prevenção e combate a outros crimes ambientais, tais como, ao transporte de produtos perigosos, desmatamento, exploração ilegal de madeira, incêndios, às carvoarias ilegais e ao transporte de carvão e de outros produtos florestais, caça, bem como demais crimes contra a flora não deixarão de ser efetuados.

Crimes de natureza diferente à ambiental, como tráfico de drogas, contrabando, descaminho, porte ilegal de armas, entre outros, serão coibidos nas barreiras da PMA, como tem sido realizado nos trabalhos rotineiros.

ALERTA AOS PESCADORES

A PMA alerta para que as pessoas que praticarão a pesca, que cumpram as leis, pois, mesmo com a pesca aberta, várias atitudes são crimes, inclusive, com as mesmas penalidades de pescar em período de piracema. Exemplo: Pescar com petrechos, ou com método de pesca proibidos, em quantidade superior à permitida, ou em local proibido e capturar pescado com tamanho inferior ao permitido.

Na parte criminal, conforme a Lei Federal 9.605/1998, a pessoa pode ser presa, algemada, encaminhada à Delegacia de Polícia, onde é autuada em flagrante delito, podendo sair sob fiança não sendo reincidente e, ainda ter todo o produto da pesca, barcos motores e veículos apreendidos. Na reincidência não há fiança. Na parte administrativa, o Decreto Federal 6514/2008, que regulamenta a parte administrativa da Lei 9605/98, prevê multas de R$ 700 a R$ 100 mil reais e mais R$ 20 reais por quilo do pescado irregular.

Sabe-se que a cada ano há um aumento da sensibilização ecológica da população, que além de conservar melhor os recursos naturais, tem denunciado as pessoas que insistem em infringir a legislação ambiental. A confiança que a população tem na PMA tem feito com que as denúncias aumentem vertiginosamente a cada ano.

INFORMAÇÃO RELATIVA À LEGISLAÇÃO DE PESCA  

– PETRECHOS PROIBIDOS PARA O PESCADOR AMADOR: Cercado, pari ou qualquer aparelho fixo; do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; fisga, gancho ou garatéia, pelo processo de lambada; arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; Substancia tóxica ou explosiva; boias, ANZOL DE GALHO; Qualquer aparelho de malha (Ex: – redes e tarrafas).

Cota para captura – 10 quilos mais um exemplar de qualquer peso, desde que não seja do tamanho inferior permitido e 5 exemplares de piranha.

Transporte – Efetuar a vistoria e lacre nos Postos da PMA. Necessidade da LICENÇA DE PESCA.

PETRECHOS PROIBIDOS PARA O PESCA PROFISSIONAL: Cercado, pari ou qualquer aparelho fixo; Do tipo elétrico, sonoro ou luminoso; Fisga, gancho ou garateia, pelo processo de lambada; Arpão, flecha, covo, espinhel ou tarrafão; Substancia tóxica ou explosiva; Qualquer aparelho de malha ( Ex: – redes e tarrafas).

PERMITE-SE AO PESCADOR PROFISSIONAL – Tarrafa para captura de isca (altura máxima de 1,8 m, malha entre 20 e 50 mm e linha de náilon com espessura máxima de 0,50 mm); 08 (oito) anzóis de galho devidamente identificados e 05 (cinco) boias fixas (cavalinho), devidamente identificados.

COTA – 400 kg por mês.

RIOS ONDE É PROIBIDA A PESCA DE QUALQUER NATUREZA (MENOS A CIENTÍFICA AUTORIZADA):

– Rio Salobra – Município de Miranda e Bodoquena (neste rio a navegação é permitida somente com motor de 4 tempos, de potência até 15 hp).

– Córrego Azul – Município de Bodoquena.

– Rio da Prata – Município de Bonito e Jardim. – Rio Nioaque – Município de Nioaque e Anastácio. 

Obs.: A pesca amadora e a pesca profissional não são permitidas a menos de 200 metros a montante de corredeiras, cachoeiras e escadas de peixe. A PESCA NESTES RIOS E LOCAIS É CRIME.

RIOS E TRECHOS DE RIOS EM QUE É PERMITIDA A PESCA NA MODALIDADE PESQUE-SOLTE.

– Rio Negro – Trecho situado na confluência do Rio Negro com o Córrego Lajeado, localizado próximo à cidade de Rio Negro até o brejo existente no limite oeste da Fazenda Fazendinha, no município de Aquidauana. – Rio Perdido – Em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho.

– Rio Abobral – Em toda sua extensão. – Rio Perdido – Em toda sua extensão, compreendendo os municípios de Bonito, Jardim, Caracol e Porto Murtinho.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTÍSSIMA – A PMA distribuirá a Cartilha do Pescador em suas Subunidades, contendo toda a legislação de pesca, tanto para a Bacia do rio Paraná, quanto para a Bacia do Rio Paraguai. Também está no site: www.pm.ms.gov.br

O objetivo da fiscalização é prevenir a pesca predatória, pois o trabalho da PMA é preventivo. A intenção não é prender as pessoas por pesca predatória e, sim, evitar que ela seja praticada. Com todas estas informações, o desconhecimento não pode ser alegado.

Criança morre eletrocutada ao segurar em cerca de horta

Criança morre eletrocutada ao segurar em cerca de horta

Criança morre eletrocutada ao segurar em cerca de horta

Uma criança de três anos morreu eletrocutada nesta tarde de sexta-feira (28), em Caarapó, cidade distante 50km de Dourados. O fato ocorreu em frente a residência onde o pai possui uma horta que é fonte de sustento da família.

Segundo o site Alô Caarapó, relato de uma vizinha que reside em frente a casa da vítima, localizada na rua Mato Grosso, Jardim Moriá, disse que ao sair para depositar o lixo na lixeira, avistou a criança deitada junto a cerca.

Ainda conforme fala dela ao site, ao se aproximar, acreditou que estivesse dormindo, mas, quando tocou no corpo da criança recebeu uma descarga elétrica.

A  vizinha em desespero avisou a família que foi até o local mas a criança já estava morta.

Vizinhos prestaram socorro a criança que ao chegar no Hospital São Mateus já estava sem vida.

O pai não liga a cerca elétrica com frequência, mas nesta sexta-feira ligou devido aos frequentes roubos ocorridos em sua propriedade. A família está em choque  com a tragédia.

Ex-chefe da polícia na fronteira com MS é preso por apoiar traficantes

Ex-chefe da polícia na fronteira com MS é preso por apoiar traficantes

Juan Meza trabalha atualmente em Alto Paraná, onde foi preso acusado de receber propina de traficantes (Foto: Mbykymi Notícias)

Mais três oficiais da Polícia Nacional do Paraguai foram presos em uma ofensiva liderada pelo Ministério Público do país vizinho contra autoridades paraguaias ligadas ao narcotráfico. Eles são acusados de receber propina para dar proteção aos traficantes de maconha e cocaína.

Os policiais são do departamento (equivalente a estado) de Alto Paraná, cuja capital é Ciudad Del Este, mas que também fica na fronteira com Mato Grosso do Sul.
Um dos oficiais presos, o comissário Juan José Alonso Meza, chefiou o Departamento Regional de Delitos da Polícia Nacional em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande. Atualmente ocupa cargo semelhante em Alto Paraná.

De acordo com o Ministério Público paraguaio, em 2015, o oficial tinha sido citado pelo ex-senador liberal José “Paková” Ledezma como cabeça de uma lista de policiais supostamente incumbidos de dar proteção aos narcotraficantes de Alto Paraná e Amambay, outro departamento vizinho de Mato Grosso o do Sul.

Também foram presos o subcomissário Víctor Manuel López Acuña e o suboficial Richard Antonio Sebriano Silvero, os dois lotados em departamentos da Polícia Nacional em Alto Paraná.

Segundo a investigação iniciada em abril de 2018, os três policiais trabalham para a quadrilha liderada por Reinaldo Javier Cabaña, responsável em enviar grandes quantidades de entorpecentes para o território brasileiro.

Fonte: Campo Grande News

PMA apreende 479 kg de maconha em sacas de carvão com campo-grandense de 21 anos que fugiu do bloqueio e capotou veículo

PMA apreende 479 kg de maconha em sacas de carvão com campo-grandense de 21 anos que fugiu do bloqueio e capotou veículo

PMA apreende 479 kg de maconha em sacas de carvão com campo-grandense de 21 anos que fugiu do bloqueio e capotou veículo

Campo Grande (MS) – Durante bloqueio na rodovia que liga a cidade de Figueirão à Alcinópolis, neste município, Policiais Militares Ambientais de Costa Rica foram abordar ontem (26) um veículo Fiat Strada, com placas de Uberaba (MG), quando o motorista acelerou e empreendeu fuga em alta velocidade. A PMA realizou perseguição e, pouco tempo depois, o motoristafugitivo perdeu o controle da direção, saiu da estrada, capotou o veículo e fugiu por uma mata densa próxima à rodovia.

Chegando logo em seguida, a PMA verificou várias sacas de carvão para churrasco espalhadas pela mata e no veículo. Ao abrir as sacas, os Policiais verificaram que eram tabletes de maconha. A maconha, que pesou 479 kg e o veículo foram apreendidos.

A equipe efetuou diligências em fazendas da região e, quatro horas depois, prendeu o traficante, a cerca de 15 km do local, à margem da rodovia, pedindo carona. O traficante (21), residente no bairro Canguru em Campo Grande, confessou ser o autor do crime e afirmou que levaria a droga para o estado de Goiás. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia de Polícia Civil de Coxim, juntamente com o material apreendido, onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

PMA autua infrator em R$ 2 mil por exploração de madeira com uso de motosserras ilegais

PMA autua infrator em R$ 2 mil por exploração de madeira com uso de motosserras ilegais

PMA autua infrator em R$ 2 mil por exploração de madeira com uso de motosserras ilegais

Campo Grande (MS) – Policiais Militares Ambientais de Campo Grande realizaram fiscalização ambiental no município de Sidrolândia e autuaram ontem (26), um infrator por extração irregular de madeira utilizando-se de duas motosserras ilegais.

O infrator (49), residente em Dois Irmãos do Buriti, derrubou algumas árvores em uma propriedade com as máquinas sem documentação. O fazendeiro possuía licença para a derrubada da madeira, mas  o infrator que fazia o corte não possuía Documento de Porte e Uso (LPU), que é a licença ambiental para transporte e utilização deste tipo de motosserra, o que se caracteriza como crime.

O empreiteiro foi autuado administrativamente e multado em R$ 2.000,00. Ele responderá por crime ambiental de uso de motosserra sem documento ambiental, com pena prevista de três meses a um ano de detenção e por exploração ilegal de madeira, que prevê pena de seis meses a um ano de detenção.