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Bela Vista-MS Domingo, 05 de Julho de 2026
Após incineração, casal jogou cinzas de servidora no Rio Paraguai

Após incineração, casal jogou cinzas de servidora no Rio Paraguai

A servidora Nathália Alves Corrêa Baptista, 27 anos, teve o corpo queimado sob forte combustão e depois suas cinzas foram jogadas no Rio Paraguai. Ontem (5), equipes da Polícia Civil e a Perícia Técnica da Capital realizaram a reprodução simulada com base nos depoimentos de Regiane Marcondes Machado, 33 anos. Ela confessou parcialmente seu envolvimento e deu alguns detalhes sobre o caso.
A vítima foi vista pela última vez por volta das 20h30 do dia 15 de julho, na casa de uma amiga. De lá, a jovem foi para uma pousada de Porto Murtinho, encontrar com José Romero, 37 anos, com quem mantinha relacionamento. Depois disso, como Nathália não retornou para casa, a família procurou a polícia para denunciar o desaparecimento.

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Fragmentos de ossos encontrados durante reprodução simulada (Foto: divulgação/Polícia Civil)

Conforme informado por Regiane, que também mantinha um relacionamento com José, as duas haviam se desentendido meses antes e que no dia em que Nathália desapareceu, ela foi chamada na pousada pelo amante, que era administrador do local, onde já encontrou a vítima morta.

Regiane afirma que para e proteger o amante, ajudou no transporte do corpo para uma residência do Bairro Nossa Senhora Aparecida, no município. Local onde o cadáver foi incinerado pelo casal, sob forte combustão e por várias horas. Na sequência, as cinzas foram armazenadas em sacos e vasilhames e jogadas no rio Paraguai, na tentativa de ocultar o crime. O local onde o corpo foi queimado foi concretado, com a construção de uma área de lazer.

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Os vestígios coletados nesta quinta-feira foram encaminhados ao Imol (Foto: divulgação/Polícia Civil)

Durante a reprodução simulada realizada pelos delegados Márcio Shiro Obara, da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio) e João Cléber Dorneles, da Delegacia de Porto Murtinho, responsáveis pelo caso, o concreto foi quebrado e peneirado pelos peritos criminais, que localizaram fragmentos de ossos que podem ser restos mortais de Nathália.
Conforme os delegados, Regiane confessa somente parte do crime, alegando que apenas ajudou José Romero no transporte do corpo e na incineração. Ela afirma que foi o amante responsável pela morte da jovem. Porém, a Polícia Civil não descarta o envolvimento da acusada no assassinato.

Ainda conforme os delegados Shiro Obara e João Cléber, o suspeito José Romero nega qualquer envolvimento no crime, atribuindo a morte e a ocultação de cadáver à amante, que teria sido auxiliada por um terceiro. Regiane, presa temporariamente desde o dia 24 do mês passado, por suspeita de envolvimento no sumiço e morte de Nathália, foi indiciada por destruição, subtração e ocultação de cadáver. Já José Romero, também teve a prisão temporária decretada e segue preso, à disposição da Justiça.

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Local onde o corpo foi incinerado foi construído uma área de lazer para esconder o crime (Foto: divulgação/Polícia Civil)

Os vestígios coletados nesta quinta-feira foram encaminhados ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal de Mato Grosso do Sul) e ao Laboratório de Análises Laboratoriais Forenses, em Campo Grande, onde serão periciados. O caso só deve ser concluído quando os laudos periciais estiverem prontos e, após a realização de novas diligências, uma vez que não está descartado o envolvimento de outras pessoas no crime. Não há informação de como a jovem foi morta, antes de ter o corpo queimado.

Caso: Nathália Alves Corrêa Baptista – A trama existe um terceiro envolvido?

Caso: Nathália Alves Corrêa Baptista – A trama existe um terceiro envolvido?

Após semanas de investigação do desaparecimento de Nathália Alves Corrêa Baptista, 27 anos, realizadas em conjunto pela Delegacia da Polícia Civil de Porto Murtinho e a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio (DEH), nesta quinta-feira (5), foi realizada a reprodução simulada dos fatos, que comprovam a morte da servidora pública.

A reprodução realizada com a presença de peritos criminais do Instituto de Criminalística de Campo Grande, foi feita com base nos depoimentos de uma das suspeitas do crime, Regiane Marcondes Machado, 33 anos, que acabou confessando parcialmente seu envolvimento e dando alguns detalhes da morte.

A vítima foi vista pela última vez por volta das 20h30 do dia 15 de junho, na casa de uma amiga, para a qual teria dito que iria em uma pousada de Porto Murtinho, encontrar com José Romero, 37 anos, com quem mantinha um relacionamento. Depois disso, como Nathália não retornou para casa, a família procurou a polícia para denunciar o desaparecimento.

Conforme informado por Regiane, que também mantinha um relacionamento com José, as duas haviam se desentendido meses antes e que no dia em que Nathália desapareceu, ela foi chamada na pousada pelo amante, que era administrador do local, onde já teria encontrado a vítima sem vida.

Regiane afirma que para e proteger o amante, ajudou no transporte do corpo para uma residência do Bairro Nossa Senhora Aparecida, em Porto Murtinho, onde foi incinerado, pelo casal, sob forte combustão e por várias horas.

As cinzas mortuárias da vítima teriam sido armazenadas em sacos e vasilhames e em seguida jogadas no rio Paraguai, na tentativa de ocultar o crime. O local onde o corpo foi queimado foi concretado, com a construção de uma pequena área de lazer.

Durante a reprodução simulada realizada pelos delegados Márcio Shiro Obara, da DEH e João Cléber Dorneles, da DP de Porto Murtinho, responsáveis pelo caso, o concreto foi quebrado e peneirado pelos peritos criminais, que localizaram alguns vestígios que podem ser restos mortais de Nathália.

Conforme os delegados, Regiane confessa somente parte do crime, alegando que apenas ajudou no transporte do corpo e na incineração, que segundo ela teve participação de José, o qual aponta como o responsável pela morte de Nathália. Porém, a Polícia Civil não descarta o envolvimento da acusada na morte da vítima.

Ainda conforme os delegados Shiro Obara e João Cléber, o suspeito José Romero, preliminarmente, nega qualquer envolvimento no crime, atribuindo morte e ocultação de cadáver à Regiane, que teria sido auxiliada por um terceiro desconhecido.

Diante dos fatos, Regiane que já estava presa temporariamente, por suspeita de envolvimento no sumiço e morte de Nathália, foi indiciada por destruição, subtração e ocultação de cadáver. O suspeito José Romero, também teve a prisão temporária decretada e segue preso, à disposição da Justiça.

Os vestígios coletados nesta quinta-feira serão encaminhados ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal de Mato Grosso do Sul (IMOL) e ao Laboratório de Análises Laboratoriais Forenses, em Campo Grande, onde serão periciados.

O caso só deve ser concluído quando os laudos periciais estiverem prontos e, após a realização de novas diligências, uma vez que não está descartado o envolvimento de outras pessoas no crime.

Publicado por: JOELMA BELCHIOR – Polícia Civil.

Polícia Militar apreende quatro adolescentes infratores por Furto de veículos em Jardim

Polícia Militar apreende quatro adolescentes infratores por Furto de veículos em Jardim

Durante o policiamento ostensivo e preventivo realizado ontem (01), a guarnição de serviço da Polícia Militar em Jardim localizou quatro adolescentes infratores, que haviam praticado furto de veículos durante a madrugada.

Dois dos adolescentes, um de 14 e outro de 17 anos, foram abordados pelos policiais na rua Manoel Irineu de Matos. Um deles estava com a chave de um dos veículos no bolso e o outro com um alicate. Ao serem questionados sobre os furtos, os jovens confessaram a autoria e indicaram a participação de outros dois adolescentes, de 14 e 16 anos. A guarnição logrou êxito em encontrar os outros dois infratores que, também, confirmaram a participação nos delitos.

Os jovens confessaram o furto de quatro veículos: um VW Gol, furtado na Cohab Aeroporto; um VW Parati e uma motocicleta Honda CG 125 Titan, furtados na área central; e outro VW Gol, que os jovens não souberam informar o local de onde foi subtraído. Todos os veículos foram abandonados após os delitos.

Diante dos fatos, os infratores foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com os produtos recuperados, para as providências cabíveis.

Atentado contra filho de vereadora em shopping na fronteira estaria ligado a Jarvis Pavão

Atentado contra filho de vereadora em shopping na fronteira estaria ligado a Jarvis Pavão

O atentado contra o filho de uma vereadora, no sábado (31) o estacionamento do Shopping China, em Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande, estaria ligado a sociedade que a vítima teria com o filho de Jarvis Pavão, Luan Pavão.

Informações obtidas pelo Jornal Midiamax são de que a vítima e Luan seriam sócios em uma empresa de shows, na região e que o atentado seria por causa dessa ligação entre eles, já que depois da prisão do narcotraficante todos quem de alguma forma teriam ligação com ele estão sendo executados na fronteira.

O atentado aconteceu após uma discussão na praça de alimentação do shopping, quando o suspeito sacou uma arma e fez ameaças ao rapaz. Começou um core corre dentro do estabelecimento comercial, que estava lotado de turistas e crianças.

A vítima correu para o estacionamento e foi perseguida pelo atirador, que fez vários disparos contra a camionete atingindo o rapaz, que ficou ferido na perna. O suspeito fugiu em seguida e ainda não foi encontrado. A vítima foi socorrida e levada para uma unidade de saúde, em Pedro Juan Caballero.

Pavão

Jarvis Gimenes Pavão é apontado como um dos maiores fornecedores de cocaína do Brasil e está cumprindo a pena de 17 anos e 8 meses de prisão por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

No ano passado ele teve uma nova condenação, desta vez por por tráfico internacional de drogas. Na nova sentença, o traficante foi condenado a 10 anos e 9 meses de reclusão pela 5ª Vara Federal de Caixas do Sul.

Pavão foi um dos investigados pela morte do traficante Jorge Rafaat, em junho de 2016, em Pedro Juan Caballero, que faz fronteira com Ponta Porã. A morte foi causada por disputa pelo controle da venda e produção de drogas na região.

(Colaborou Leo Veras/Ponta Porã)

Polícia Militar Ambiental de Miranda surpreende caçadores e apreende dois rifles ilegais

Polícia Militar Ambiental de Miranda surpreende caçadores e apreende dois rifles ilegais

Campo Grande (MS) – Durante fiscalização ambiental na zona rural do município, na estrada de acesso à aldeia Lalima, Policiais Militares Ambientais de Miranda surpreenderam ontem (30) à tarde dois homens que praticavam caça ilegal. Eles estavam à margem de uma mata e, quando avistaram a viatura, adentraram à vegetação fechada em fuga.

Os Policiais perseguiram aos infratores e encontraram dois rifles sem as munições. Apesar de diligências no local por várias horas até o início da noite, os caçadores não foram localizados. As armas foram apreendidas e encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil de Miranda, que investigará a autoria do crime.

Após 8 anos de sumiço, Fahd Jamil pede atestado de morte do filho

Após 8 anos de sumiço, Fahd Jamil pede atestado de morte do filho

Oito anos após o desaparecimento de Daniel Alvarez Georges, o pai, empresário Fahd Jamil, entrou com processo de alteração no registro civil, para que o filho seja legalmente declarado morto. Daniel foi visto pela última vez, com vida, no dia 3 de maio de 2011, em Campo Grande. O inquérito policial atestou que ele foi assassinado, mas o corpo nunca foi localizado.

Fahd é empresário de nome polêmico, relacionado a crimes da fronteira. Chegou a ser conhecido como o “Padrinho do Paraguai’, sendo condenado, em 2005, a 20 anos de prisão por tráfico de drogas. O empresário nem chegou a ser preso e quatro anos depois foi absolvido pelo TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região).

O processo foi protocolado na 2ª Vara Cível de Ponta Porã em julho deste ano pelo advogado Augusto Derzi Rezende. Nele, Fahd Jamil alega que já se passaram mais de oito anos desde o desaparecimento do filho, sem que amigos ou familiares tivessem qualquer contato. “(…) as notícias são de que o filho foi vítima de homicídio doloso, por meio de emboscada e ocultação de cadáver (…) não encontrado até a presente data’.

Daniel desapareceu quando tinha 43 anos. Deixou quatro filhos, ainda menores, que moram com as respectivas mães e recebem assistência material e afetiva dos avós paternos. A situação judicial indefinida do pai causa transtornos a eles, como a privação de viagens, por conta da falta de autorização paterna ou na emissão de documentos.

Para resolver a situação, o empresário pede que conste a sentença declaratória de ausência e de morte presumida. “Deve ser declarada judicialmente a morte de Daniel, fazendo constar no registro público com a emissão da certidão de óbito’.

No dia 23 de agosto, a juíza Sabrina Rocha Margarido João, alegou que o processo é de competência da Vara de Família, por não se tratar de requerimento simples de retificação civil ou registro tardio de óbito, mas de ação declaratória de morte presumida, questão que afeta a alteração de “estado de pessoa’. Por esse motivo, declinou da competência e determinou que o processo fosse redistribuído.

Morte – Daniel Alvarez George desapareceu no dia 3 de maio de 2011. Naquele dia, ele havia sido visto no período da tarde, almoçando em uma churrascaria no bairro Chácara Cachoeira em companhia de dois homens, identificados como sendo Alberto Aparecido Nogueira, o “Betão’, Cláudio Rodrigues de Oliveira, o “Meia-Água’.

Betão era considerado um dos maiores pistoleiros de Mato Grosso do Sul, sendo suspeito de mortes na região de fronteira; Meia-Água foi investigado como sendo mandante da morte do jornalista Paulo Rocaro.

De lá, Daniel teria ido encontrar uma terceira pessoa no Shopping Campo Grande e não foi mais visto. Em depoimento, Betão e Meia-Água teriam dito que ele estava com dívida “no prazo’, jargão de quem deve dinheiro ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Porém, uma testemunha relatou que era Meia-Água quem devia R$ 100 mil a ele.

Daniel Georges havia saído do Presídio de Mirandópolis (SP), no dia 2 de abril de 2011, depois de cumprir pena por tráfico de drogas. Ele havia sido preso em agosto de 2010, em São Paulo, pela Denarc (Departamento de Investigações Sobre Narcóticos), após combinar encontro no Shopping Iguatemi. Em 2002, Daniel Georges foi preso por tráfico de drogas ao desembarcar no Aeroporto Internacional de São Paulo, vindo da Colômbia.

Alberto Aparecido Nogueira e Cláudio Rodrigues de Oliveira foram indicados pela morte de Daniel Alvarez Georges, mas nunca foram a julgamento: Cláudio Rodrigues foi morto a tiros, em São Paulo, no dia 18 de setembro de 2015; Betão foi assassinado no dia 21 de abril de 2016 e seu corpo foi encontrado carbonizado, no porta-malas do carro, em Bela Vista. O processos contra eles foi extinto pela 2ª Vara do Tribunal do Júri no 4 de junho de 2018.