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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 14 de Setembro de 2026
Em Jardim, polícia cívil prende autor de homicídio de empresário, que estava foragido

Em Jardim, polícia cívil prende autor de homicídio de empresário, que estava foragido

CRIME: A Polícia Civil confirmou a prisão do acusado de assassinato de Gilber Maciel Nogueira, 60 anos, no começo da noite dessa quinta feira (06). Ele foi levado a 1° delegacia de polícia cívil de Jardim, para prestar depoimento e posteriormente ao presídio.

Relembre o CASO:
O crime aconteceu na manhã de sexta-feira (30), na chácara onde a vítima morava em Jardim, e o suspeito, também empresário, Adão Viapiana, está sendo procurado.
Gilber estava com diversas marcas de agressão no corpo e, a princípio, a polícia teria dito que ele havia sido morto a tiros. No entanto, a informação não foi confirmada.
O dono de malharia teria assassinado o empresário após descobrir um suposto relacionamento entre a vítima e sua esposa, com quem estaria em processo de divórcio.
Conforme apurou o CGN®, a esposa do suspeito e outras testemunhas foram ouvidas. Adão é empresário em Bonito, distante 297 quilômetros da Capital, para onde teria voltado logo após o crime.
A polícia também fez buscas nas duas cidades no mesmo dia da morte. O suspeito não foi encontrado e ainda não se apresentou em nenhuma das duas delegacias. A autoria já teria sido confirmada.
Ex-namorada é presa como ‘peça-chave’ na morte de jogador achado esquartejado em rio após festa no Paraguai

Ex-namorada é presa como ‘peça-chave’ na morte de jogador achado esquartejado em rio após festa no Paraguai

A ex-namorada de Hugo Vinicius Skulny Pedrosa foi presa, nesta terça-feira (4) pela Polícia Civil, que investiga o assassinato do jogador, encontrado esquartejado, no rio Iguatemi, em Sete Quedas (MS). De acordo com a investigação, o atleta, de 19 anos, foi morto na casa dela.

A delegada responsável pela investigação, Lucelia Constantino de Oliveira, afirmou que a ex-namorada de Hugo é a “peça-chave” para que o crime seja esclarecido. A identidade da suspeita não foi divulgada pela polícia. Em depoimento, a jovem negou participação no crime.

“A jovem de 21 anos é peça-chave para que o caso seja esclarecido. O jogador apareceu na casa dela e foi executado lá, algum tipo de envolvimento ela pode ter no caso. Durante todo depoimento a jovem negou. Hoje estamos fazendo novas buscas e perícia em objetos envolvidos com o crime”, comentou a delegada.

A delegada informou que o jovem foi morto com três tiros e para a ocultação do corpo os suspeitos teriam utilizado uma serra elétrica e uma serra fita para cortar o corpo.

Crime passional

De acordo com a Polícia Civil, o jogador Hugo Vinicius Skulny Pedrosa, de 19 anos, desaparecido por sete dias após ter ido a uma festa em Pindoty Porã, no Paraguai, foi vítima de um crime passional – crime que é cometido motivado por uma grande emoção ou sentimento de posse em relação à vítima.

“Ele já havia levado 3 tiros, utilizaram instrumentos para ocultação do corpo”, disse a delegada.

As investigações ainda apontam que o corpo foi esquartejado em pequenos pedaços. Nesta manhã de terça-feira (4), parte da cabeça do jogador foi encontrada.

“Estão tentando conseguir todas as partes, mas como as partes foram muito pequenas, estão ainda em busca; é provável que hoje, no máximo amanhã, terminem de encontrar. Nos três primeiros dias, as buscas são submersas, após isso, por conta da tendência dessas partes do corpo em boiar, seguem desde então em buscas na superfície”, informou o Corpo de Bombeiros.

Entenda o caso

O atleta de 19 anos desapareceu na madrugada do dia 25 de junho, após sair de uma festa no município vizinho de Pindoty Porã, no Paraguai e ser deixado por amigos próximo a casa da ex-namorada.

O sumiço do jovem foi registrado na segunda-feira (26), pela mãe de Hugo, Eliana Skulny.

Após sete dias de muitas buscas e mobilização até da cantora Ana Castela, para encontrar o jogador, partes do corpo de Hugo foi encontrado no domingo (2), no rio Iguatemi, em Sete Quedas (MS).

Os restos mortais foram encontradas durante uma operação de força-tarefa envolvendo as polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros e Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).

O reconhecimento foi feito a partir de uma tatuagem que o Hugo tinha no braço, com o nome do pai, falecido há cerca de 2 anos. As partes do corpo foram levadas para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) e ainda não foram liberadas.

Conselho de Comunicação Social denuncia violência contra jornalistas e radialistas

Conselho de Comunicação Social denuncia violência contra jornalistas e radialistas

Pesquisadores e trabalhadores da imprensa denunciaram nesta segunda-feira (3) o aumento do número de casos de violência contra profissionais de comunicação no Brasil. Eles participaram de audiência pública promovida pelo Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional.

A conselheira Maria José Braga, representante dos jornalistas no CCS, disse que a violência contra profissionais da imprensa “é cotidiana”.

— Os profissionais de comunicação sofrem cotidianamente violências no exercício da profissão. Violências que se caracterizam como tentativas de impedimento do exercício profissional e cerceamento da livre circulação da informação jornalística. São, portanto, tentativas de cerceamento do direito dos cidadãos à informação, que é essencial para o exercício da cidadania — afirmou.

Para Samira de Castro, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Brasil experimentou “um ápice de violência” contra profissionais de comunicação nos quatro anos de mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apenas em 2022, segundo a dirigente, houve 376 casos de agressão.

— Em 2022, tivemos o encerramento de um ciclo em que a violência foi perpetrada principalmente pelo Poder Executivo central, com a descredibilização da imprensa. A partir de 2019, foi inaugurado um novo tipo de violência, que constitui na estigmatização da imprensa e da atividade jornalística. Para alguns, pode parecer que a descredibilização da imprensa se confunde com a crítica ao jornalismo. Mas ela é mais grave: ela nega todos os fundamentos da atividade — disse.

O professor Rogério Christofoletti, da Universidade Federal de Santa Catarina, classifica a violência contra profissionais de comunicação como “diversificada, repetitiva, constante e permanente”. Para o pesquisador, o mandato de Jair Bolsonaro foi marcado por “uma violência de Estado” contra jornalistas.

— Ela foi exercida não só pelo presidente da República, mas também por outros órgãos do Estado, como a Advocacia Geral da União e a Polícia Federal. Quando você tem aparatos de Estado tentando enquadrar, constranger e impedir o trabalho dos jornalistas, há uma violência do Estado. É uma violência impune, e a impunidade é o combustível do crime — afirmou.

Para Christofoletti, a violência contra jornalistas não é um problema corporativo, mas uma ameaça à sociedade.

— Toda vez que jornalistas são interpelados, impedidos, xingados, ofendidos ou agredidos por uma autoridade ou por um poderoso empresário, lá na ponta da cadeia cidadãos são impedidos de saber o que se passa. Esse é um problema de todos nós. O jornalismo é o instrumento social para o debate, para a fiscalização dos Poderes e para a busca de soluções coletivas e pacíficas da sociedade — disse.

O radialista Ricardo Ortiz, dirigente da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão (Fitert), avalia que o aumento da violência em 2022 “foi mortal para membros da imprensa”. Ele lembrou que, segundo a organização Repórter Sem Fronteiras, o Brasil está em nono lugar no ranking de países mais violentos contra profissionais de imprensa. Das 1.688 mortes no exercícios da profissão registradas ao redor do mundo entre 2003 e 2022, o Brasil responde por 42 casos.

— Entre as múltiplas formas de violência usadas para ameaçar jornalistas, estão desaparecimentos forçados, sequestros, detenções arbitrárias, assédio e violência digital, principalmente contra mulheres. É fato. Precisamos agora chegar nas soluções — cobrou.

A advogada Taís Gasparian é fundadora e diretora do Instituto TornaVoz, entidade que arca com despesas de defesa judicial para jornalistas processados na área cível. Ela disse que, além das agressões físicas, os profissionais de comunicação no Brasil são vítimas de “violência processual”: o uso de processos judiciais para impedir que jornalistas apurem e publiquem reportagens.

— O assédio judicial se verifica quando há um abuso do direito de ação, com a finalidade específica de cercear a crítica. Isso constitui uma agressão extremamente difundida: processos movidos por indivíduos ou empresas poderosas que intimidam jornalistas e comunicadores, forçando-os a abandonarem suas investigações. Em alguns casos, só a ameaça de processo já é suficiente para provocar o efeito desejado: impedir a divulgação de uma matéria jornalística — explica.

A reunião do CCS foi presidida pela conselheira Patrícia Blanco, representante da sociedade civil. Na tarde desta segunda-feira, o órgão analisa uma proposta para realização de audiência pública sobre os impactos da inteligência artificial na comunicação social.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) – Foto:

Pedro França/Agência Senado – Fonte: Agência Senado

“Poderoso chefão” fugiu de helicóptero antes da chegada da PF

“Poderoso chefão” fugiu de helicóptero antes da chegada da PF

A Polícia Federal e autoridades paraguaias realizaram uma grande operação na sexta-feira, 30, para tentar prender o megatraficante de drogas Antônio Joaquim Mota, conhecido como Motinha ou Dom, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e em Pedro Juan Caballero, no país vizinho. Dias antes da operação, um vazamento de informações, na visão da PF, permitiu que Dom fugisse de helicóptero de sua fazenda no lado paraguaio. Mesmo assim, seis membros da grupo criminoso foram presos.

De acordo com a PF, o traficante coordena uma sofisticada organização criminosa paramilitar a serviço do tráfico internacional de drogas. O grupo conta com paramilitares brasileiros e estrangeiros com experiência em conflitos internacionais, recrutados pela sua experiência.

A Justiça Federal expediu 11 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão contra nove brasileiros, um italiano, um romeno e um grego, em uma operação policial simultânea no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Mesmo sem a prisão de Dom, a PF afirma que conseguiu desarticular

A operação foi chamada de Magnus Dominus (Todo Poderoso, em latim), referência ao líder do grupo criminoso que se autointitula “Dom”, uma referência a Dom Corleone, do filme “O Poderoso Chefão”. “Para viabilizar o cumprimento simultâneo de medidas no Paraguai, foi implementada intensa cooperação policial direta com as autoridades paraguaias, contando também com a participação do Ministério Público Federal”, diz a PF em nota.

O Estadão apurou que as autoridades brasileiras suspeitam de vazamento de informações do lado paraguaio da operação. Um dia antes, um helicóptero pousou no lado estrangeiro a fazenda e permitiu a fuga do traficante. É a segunda vez que ele consegue escapar às vésperas de uma grande operação.

PF suspeita que Motinha tenha recebido informações da policia paraguaia, que negou a informaçãoPF suspeita que Motinha tenha recebido informações da polícia paraguaia, que nega a informação

Antônio Joaquim Mota é o atual líder do chamado “clã Mota”, organização criminosa que já atuou no contrabando de cigarros, aparelhos eletrônicos e agora se especializou no tráfico internacional de drogas. Motinha teria negócios com grandes traficantes que atuavam na região e que estão presos, como Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, o Minotauro.

Durante as investigações, a Polícia Federal constatou que a organização criminosa possui grande poder bélico, com coletes balísticos, drones, óculos de visão noturna, granadas, além de armamento de grosso calibre, a exemplo de fuzis .556, 762 e .50, este capaz de perfurar blindagens e abater aeronaves.

Na operação, foram realizadas duas prisões em Minas Gerais, uma em São Paulo, uma no Rio Grande do Sul, e duas em Mato Grosso do Sul. Um dos presos em MS seria policial militar da ativa. Além dos suspeitos presos, a PF apreendeu cerca de 14 armas, além de 40 caixas de munição, seis granadas e colete balístico.

Fonte: Correio do Estado

Polícia procura por cabeça de jogador achado esquartejado 7 dias após desaparecer em festa no Paraguai

Polícia procura por cabeça de jogador achado esquartejado 7 dias após desaparecer em festa no Paraguai

A polícia ainda procura pela cabeça do jogador Hugo Vinicius Skulny Pedrosa, de 19 anos, que teve parte do corpo encontrado esquartejado no rio Iguatemi, em Sete Quedas, nesse domingo (2). O jovem ficou desaparecido por sete dias após ter ido a uma festa em Pindoty Porã, no Paraguai.

“A gente não esperava que isso teria acontecido. As partes do corpo foram encontradas, mas a polícia não encontrou a cabeça do meu irmão, a polícia disse que não vão parar até encontrar. Como alguém tem coragem de fazer isso? Isso é cruel e sem escrúpulos”, disse a prima do jovem e que considerava o jogador como irmão, Andressa Skulny.

A Polícia Civil ainda faz buscas pelas outras partes do corpo de Hugo. As investigações do caso apuram a motivação para o crime brutal.

O reconhecimento do corpo do jogador de futebol foi feito a partir de uma tatuagem que o Hugo tinha no braço, com o nome do pai, falecido há cerca de 2 anos. As partes do corpo encontradas foram levadas para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) e ainda não foram liberadas.

Corpo encontrado

O corpo do jogador de futebol Hugo Vinicius Skulny Pedrosa foi encontrado nesse domingo (2), no rio Iguatemi, em Sete Quedas (MS). O atleta de 19 anos estava desaparecido desde o dia 25 de junho, quando foi a uma festa no município vizinho de Pindoty Porã, no Paraguai.

De acordo com a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), Hugo foi esquartejado e teve as partes do corpo lançadas no leito do rio.

Os restos mortais foram encontradas durante uma operação de força-tarefa envolvendo as polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros e Defron.

Quem era o jovem?

Apaixonado pelo futebol desde criança, e flamenguista roxo, foi na posição de atacante que o jovem se descobriu. De acordo com a prima do jogador, Andressa Skulny, o jovem morava com a avó materna e o irmão e não tinha atrito com ninguém.

“Moramos na fronteira seca, então ele só atravessou a rua e foi para essa festa, às 3h da manhã nossa avó ligou para ele, ele disse que a noite estava muito tranquila e legal e que logo chegaria em casa, que era para ela não se preocupar, mas ele não voltou, ele nunca mais vai voltar”, relata a prima, emocionada.

Em 2021, o atleta disputou o sub-17, pelo Seduc, onde foi destaque de partidas e até campeão na Copa Itu de Futebol Menores, em São Paulo.

“Ele fez parte do elenco de 2021, ele foi campeão da Copa Itu de Futebol Menores, em São Paulo. Ele também disputou a competição Ramom Pereira, em Campo Grande, por dois jogos ele foi considerado o melhor da partida. Era um garoto promissor, estava correndo atrás do sonho, sempre fazendo avaliações, tinha um comportamento exemplar”, relatou o presidente do Seduc, Wilson Lima.

 

Defron recupera veículo roubado na Bahia e prende dois homens em Caarapó

Defron recupera veículo roubado na Bahia e prende dois homens em Caarapó

A Polícia Civil, por intermédio da Defron (Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira), recuperou nesta sexta-feira (30/06), na cidade de Carapó, um veículo roubado no Estado da Bahia e prendeu dois homens em flagrante.

Os policiais deslocavam pela Avenida Presidente Vargas, perímetro urbano do município, quando abordaram o Honda/HRV, de cor preta com os dois suspeitos.

Durante entrevista, ambos apresentaram nervosismo excessivo e respostas desconexas, motivando a equipe a realizar vistoria minuciosa, bem como a realização de checagem dos agregados, que possuíam vestígios de adulteração.

Nas buscas, a Defron conseguiu encontrar a numeraçã da placa verdadeira do veículo e constatou que o automóvel havia sido roubado na Bahia. Questionada, a bupla confessou que havia sido contratada para realizar o transporte do carro até o Paraguai. Ambos foram conduzidos à sede da Defron e autuados em flagrante.