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Bela Vista-MS Domingo, 13 de Setembro de 2026
DOF apreende mais de 6,5 toneladas de droga avaliada em aproximadamente R$ 13 milhões

DOF apreende mais de 6,5 toneladas de droga avaliada em aproximadamente R$ 13 milhões

O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreendeu nesta quinta-feira (12), na MS-166 em Sete Quedas, uma camionete F-4000 paraguaia carregada com mais 6,5 toneladas de drogas. Na ação ninguém foi preso.

Os policiais faziam policiamento na Linha Internacional, que liga os municípios de Sete Quedas a Paranhos, quando tentaram abordar o condutor do veículo, que não obedeceu a ordem de parada. Após alguns quilômetros ele arremessou a F-4000 em um barranco e fugiu a pé para o país vizinho.

No veículo, do tipo boiadeiro, os policiais encontraram 220 fardos de maconha, que após a pesagem totalizaram 6.530 quilos do entorpecente, além de 100 papelotes de haxixe, com peso total de dois quilos.

O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 13 milhões, foi encaminhado à Defron (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira) em Dourados.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Médico veterinário alvo do Gaeco recebia promissórias de traficantes e carros de luxo como garantia

Médico veterinário alvo do Gaeco recebia promissórias de traficantes e carros de luxo como garantia

médico veterinário preso em uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), em agosto deste ano, contra organização criminosa do tráfico de drogas tinha em sua casa em um condomínio de luxo, em , carros de luxo e notas promissórias como garantia pelo investimento feito de R$ 1 milhão no tráfico.

Na casa do médico foram localizadas duas notas promissórias no valor de R$ 242 mil em nome de um a agropecuária e outra no valor de R$ 300  mil. Ainda foi encontrada na residência outra nota promissória do dia 16 de maio de 2021, do traficante com quem o médico veterinário mantinha ‘negócios’.

O traficante era o responsável por levar os carros de luxo como garantia para o médico veterinário. Na residência do médico veterinário no escritório, havia uma pasta preta com a inscrição “DOC.DIEGO”6, na qual continha documentos referentes ao controle dos veículos providenciados pelo traficante, muitos dos quais autorizaram a realizar a transferência/venda/troca desses automóveis.

Uma dessas procurações era da empresa do CAC, preso na primeira fase da Operação Traquetos, outorgando, a partir do dia 28 de setembro de 2022, poderes para que o traficante na condição de procurador pudesse transferir para o nome do outorgante e posteriormente, vender, ceder, transferir, permutar, ou por qualquer outra forma ou título alienar, a quem quiser, pelo preço, prazo e condições que livremente ajustar.

A esposa do médico veterinário era a responsável por entrar com os carros de luxo dentro do condomínio sem levantar suspeitas. Assim, os veículos ficavam no local como garantia para o médico. A esposa do alvo do  teve uma das conversas interceptadas onde fala sobre o carro que deve ser entregue.

“(…) X, bom dia, tudo bem? O X falou que eu tenho que pegar uma encomenda contigo, né? (…)”. Em Resposta afirmativa, o primeiro instrui como deverá ser o recebimento do veículo:“ô X, bom dia! Vai ser em torno de uma e meia, por ai! eu vou falar pra ele ficar lá na frente, aí você só pula pra dentro, e tchau! Mas aí nós vamos falando aqui, mas vai ser em torno disso aí mesmo, uma e meia por ai”. E, continua: “Ô X! Ele disse que tá chegando aí já, ele tá numa  prata, cê vai catar a Hilux, só pergunta pra ele se tem documento, né! O porte, ai ele…ai ele se vira ai.”. “.

Prisão médico veterinário

O médico veterinário foi preso quando saía de seu condomínio de luxo, por volta das 9h40 em agosto deste ano. Ele é apontado pelo  (Ministério Público Estadual) como quem teria fornecido dinheiro para compra de cargas de drogas na fronteira do Brasil com o Paraguai. Um traficante, com condenação anterior na região de Jardim, que sabia como operar no esquema, é suspeito de ter intermediado a compra.

Organização sofisticada

Organização estruturada, articulada e com logística sofisticada: assim foi definido o grupo alvo da Operação Traquetos, deflagrada pelo Gaeco no dia 8 deste mês, na Capital.

A organização criminosa também traficava pedras preciosas e ouro, mas a base era o tráfico de drogas. As investigações mostram que o grupo chegou a transportar cerca de 10 toneladas de maconha.

Em interceptações telefônicas, investigadores do Gaeco descobriram a troca de 931 mensagens entre um dos líderes e outro membro do grupo. As mensagens foram trocadas em um período de 15 dias, entre 8 e 23 de junho. Os dois discutiam a retirada de 200 peças de maconha de uma garagem, que era usada por eles como ‘guarda-roupa’- termo usado para mencionar o local onde escondiam a droga.

“Já! Já retirou velho, eu já paguei tudo lá já, ai o GURI cobrou SETE CONTO, SETE PEÇA lá pra retirar e guardar lá, tem que ter DUZENTAS E DUAS PEÇAS lá certinho, ele já conferiu já, só falta o *** ligar o telefone e entrar em contato que o GURI lá vai buscar, eu já passei o telefone pro GURI só que chega aqui, chega lá ele não responde”, diz uma das mensagens interceptadas pelo Gaeco.

Em outra mensagem é possível perceber a preocupação dos membros da organização em relação à polícia que sempre estava na região. “Uma semana que é pra pegar o BAGULHO lá e ninguém pega mano, porra cara eu tô, é foda mano aqui toda hora tá POLÍCIA entrando aqui entendeu? Tá lotado aqui não dá pra ficar com o telefone em cima não”.

Segundo as investigações, outra preocupação da organização era a necessidade de encontrar outro lugar para armazenar a droga.

Em outra interceptação telefônica entre um casal, também alvo da operação, a mulher questiona o marido sobre como ele estava ligando para ela de dentro do presídio e o homem responde que entrou na unidade prisional com o chip do celular embaixo da língua.

Na conversa, o casal fala da movimentação financeira das atividades ilícitas. A ligação dura pouco mais de 3 minutos e o homem pede à mulher que salve seu novo número.

Fonte: Midia Max

DOF apreende drogas em mocó de veículo que seguia para o RS

DOF apreende drogas em mocó de veículo que seguia para o RS

O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreendeu nesta segunda-feira (09), na MS-295 em Iguatemi, maconha e cocaína que seguiam em um compartimento oculto de um GM Onix, que tinha como destino o estado do Rio Grande do Sul. Um homem de 27 anos de idade foi preso em flagrante.

Os policiais faziam bloqueio na rodovia, zona rural do município, quando abordaram o condutor do Onix. Durante entrevista, o homem disse aos policiais que trabalharia como motorista de aplicativo e que teria levado uma família até Campo Grande.

Devido algumas contradições, os policiais realizaram uma busca minuciosa no carro e encontraram um ‘mocó’ onde as drogas estavam escondidas. Ao todo foram localizados diversos tabletes de maconha, que após a pesagem totalizaram 35 quilos do entorpecente, além de 500 gramas de cocaína.

Indagado, o autor disse que foi contratado na cidade de Santa Maria (RS), para deslocar até Ponta Porã e pegar os entorpecentes e retornar à cidade gaúcha. Pelo transporte ele afirmou que receberia R$ 10 mil. O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 170 mil, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Iguatemi.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Indígena é morto em Bella Vista Norte Paraguai

Indígena é morto em Bella Vista Norte Paraguai

Um indígena de 25 anos, pertencente à comunidade indígena Pa’i Renda Chirú Poty, de Bella Vista, foragido por suposto caso de homicídio, foi assassinado com 39 tiros de fuzil por três desconhecidos. Um deles usava roupas camufladas.

A vítima é Porfirio Benítez Romero, de 25 anos, que foi executado impiedosamente neste domingo por volta do meio-dia com 38 tiros de fuzil 5,56 e 7,62 na comunidade indígena Pa’i Renda Chirú Poty, localizada na área rural do município que faz fronteira com Bela Vista-MS-Brasil.


Quando os três sujeitos chegaram, Benítez Romero estava dentro de sua casa com sua esposa. Segundo depoimento da indígena, um dos atiradores usava roupa camuflada, enquanto os outros dois estavam totalmente vestidos de preto. Acrescentou que seu parceiro foi empurrado para o pátio e imediatamente atiraram nele e logo em seguida desapareceram do local.

A agente fiscal Reinalda Palácios interveio, juntamente com o médico legista Gustavo Galeano, encarregado do exame do corpo, registrando um total de 39 perfurações de projéteis de fuzil .5,56 e .7,62 milímetros.

Fontes do Ministério Público indicaram que Porfirio Benítez Romero tinha um mandado de prisão por sua suposta responsabilidade em um ato de homicídio doloso – e que se presume inclusive que ele tenha sido membro das brigadas indígenas do Exército Popular Paraguaio (EPP), não descartando que o próprio grupo criminoso o tenha executado.

Com informações de /amambay570am.com.py/

PF investiga suspeitos de conflito com indígenas em Mato Grosso do Sul

PF investiga suspeitos de conflito com indígenas em Mato Grosso do Sul

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta sexta-feira (6) a Operação Py’aguapy, para cumprir um mandado de prisão preventiva e sete de busca e apreensão em endereços nas cidades de Dourados, em Mato Grosso do Sul, e Nova Olímpia, em Mato Grosso.

Segundo a PF, a operação, ainda em andamento, investiga os suspeitos de participação de um conflito agrário entre indígenas e sitiantes, ocorrido em 13 de setembro deste ano, com indícios de utilização de armas de fogo e armas de fabricação artesanal, como flechas, armas brancas e coquetel molotov.

Ao menos dois indígenas foram hospitalizados com lesões decorrentes de disparos de arma de fogo. “Os investigados, na medida de sua participação, poderão responder por tentativa de homicídio e lesão corporal”, informou a PF.

A operação recebeu o nome Py’Aguapy, que significa paz ou pacificação em guarani.

Fonte: Ojacare

Pai nega emprestar carro e apanha do filho de 26 anos no Santa Fé

Pai nega emprestar carro e apanha do filho de 26 anos no Santa Fé

Homem de 59 anos acionou a Polícia Militar após ser agredido pelo filho de 26 anos, na noite desta quinta-feira (6), no bairro Santa Fé, em Campo Grande.

Segundo o boletim de ocorrência, eles brigaram porque o jovem queria o carro emprestado e o pai não autorizou.

A vítima levou socos no rosto e ficou com uma lesão no tornozelo esquerdo.

A PM foi ao local e prendeu o jovem nas imediações. Ele confessou ser usuário de drogas e tomar medicamentos contra esquizofrenia.

O pai destacou a necessidade de internação para o filho, mas decidiu não representar criminalmente por entender se tratar de um surto provocado pela doença.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol.

Fonte: Top Midia News