set 1, 2021 | Mato Grosso do Sul
Como podem crianças de apenas 6, 8 anos receberem nas escolas aulas de sexo anal, ménage, zoofilia e homossexualismo, entre outras “matérias” dessa natureza? Como pode o Estado tirar dos pais o direito de como educar seus próprios filhos e ele (Estado) é quem dita o que e como devem ser ensinadas às crianças? Como podem dizer a uma criança, um menino, por exemplo, que ele não é um menino? Que é apenas uma criança que pode escolher ser menino ou menina? Essas e outras aberrações fundamentam a ideologia de gênero que vem sendo propagada em todo o mundo, como uma praga, tentando se materializar nos países, inclusive no Brasil.
Em alguns países, onde já contaminou a sociedade ela está promovendo o caos. Na Alemanha, por exemplo, onde virou lei, recentemente os pais de uma menina de apenas 8 anos de idade foram presos porque a apoiaram a não assistir aulas de educação sexual. Como se não bastasse, o casal perdeu a guarda dos 4 filhos, inclusive de um bebê que estava sendo amamentado.
Na Suécia, onde foram implantados os banheiros de gênero, usados coletivamente por homens e mulheres, um lamentável recorde se instalou ali: O país tornou-se o segundo do mundo em número de estupros.
No Canadá, é o Estado que determina como os pais devem educar os filhos. Em caso de desobediência, podem ser severamente punidos com a perda da guarda. Nas escolas, professores que não seguem as regras são demitidos e no comércio, perda de alvarás. É a censura do pensamento a todo vapor doutrinando o povo para a sua destruição como família e como sociedade organizada.
E como a ideologia de gênero permite ao indivíduo ser absolutamente o que ele quiser, e não apenas homem ou mulher, Nova York já reconhece na sua legislação, 43 gêneros humanos. Ou seja, pessoas que se acham cavalo, cachorro, macaco, árvore… Um absurdo! Uma aberração!
Um verdadeiro exército de homens, mulheres e “outros bichos”, que lutam há décadas para destruírem a família, a igreja e a sociedade, com financiamentos milionários de organismos como as Fundações Ford e Rockfeller, já se infiltrou em organismos como ONU para ter mais respaldo e força para se estabelecer nos países. A luta vem desde a libertação sexual da mulher nos anos 60, até hoje, com a definição de “gênero” em lugar de “sexo” do indivíduo.
Ao longo dos anos cresceu o número de apoiadores e incentivadores dessas ideias que vão contra os princípios morais e espirituais, alicerçados nos Mandamentos e Ensinamentos de Deus, e que sempre deram a melhor sustentação para a família e à sociedade.
Já parou para pensar que de 3 anos para cá aumentaram drasticamente os números de filmes, novelas, livros, palestras… pregando a ideologia de gênero de maneira explícita e implícita? Todas as “peças” e investidas são para parecer “normal” as mudanças que estão procurando fazer com as pessoas, casais e famílias? E não só “normal”, como também legal, no sentido de “bacana”? Tudo isso não é por acaso. Não é, e nunca foi, uma transformação natural, pois vem sendo muito bem financiada e orquestrada há décadas para doutrinar as pessoas a aceitarem e viverem com essa “nova realidade” em que o casamento não é mais apenas um ato de união entre o homem e a mulher como Deus estabeleceu.
E para que ninguém pense que é exagero ressaltarmos essa “guerra silenciosa”, veja a evolução do que eles pregam, nas palavras de uma de suas grandes influenciadoras, a escritora Shulamit Firestone, no seu livro “A dialética do sexo”. Ela dá o passo a passo para a destruição da família. Observe alguns trechos de seu livro:
“1) A libertação das mulheres da tirania de sua biologia reprodutiva por todos os meios disponíveis e a ampliação da função reprodutiva e educativa a toda a sociedade considerada. (…) Estamos falando de uma mudança radical. Libertar as mulheres da sua biologia significa ameaçar a família, que é a unidade social organizada em torno da reprodução biológica e da sujeição das mulheres ao destino biológico.
2) (…) Eliminar estas condições já será suficiente para destruir a família, que produz a psicologia do poder. Contudo, nós a destruiremos ainda mais.
3) (…) Todas aquelas instituições que segregam os sexos ou separam as crianças da sociedade adulta, destruídas. Abaixo a escola (…) E se as distinções culturais entre homem e mulher e entre adultos e crianças forem destruídas, nós não precisaremos mais da repressão sexual que mantém essas classes diferenciadas, sendo pela primeira vez possível a liberdade sexual natural.
4) Assim chegaremos à liberdade sexual para que todas as mulheres e crianças possam usar a sua sexualidade como quiserem. Não haverá nenhuma razão para não ser assim(…) Em nossa nova sociedade a humanidade poderá finalmente voltar à sexualidade natural ‘polimorficamente diversa’: Serão permitidas e satisfeitas todas as formas de sexualidade. A mente plenamente sexuada tornar-se-ia universal, se a criança escolhesse a relação sexual com os adultos, ainda no caso que escolhesse a sua própria mãe genética, não existiriam razões, a priori, para que esta rejeitasse suas insinuações sexuais visto que o tabu do incesto teria perdido a sua função”.
A ameaça é grave! A família e a sociedade precisam se levantar e lutar, agora.
*Jornalista e Professor
ago 30, 2021 | Mato Grosso do Sul
Ela acordou acabrunhada, jururu, desarmada de vontades. Não conseguia desatar os nós de sua garganta. Os sorrisos escondidos. Não brigou com ninguém, os problemas comuns estavam descansados; no amor a reciprocidade era um aconchego no ritmo do seu coração. Sentia medo de tudo e questionava sua existência e de tantos pedaços de mundo. Queria chorar; seu coração ameaçava disparar, o peito doía, as mãos suavam. Pediu um abraço e saiu buscar sentido na vida que acontecia nas ruas.
Calçou qualquer coisa; vestiu roupas sem vaidades. Fechou a porta como quem encerrava um sonho com um ponto final e saiu descrente dos passos que sonhava dar. Deu um sorriso triste a vizinha que a viu sair. O dia ainda brincava tranquilo; nas ruas os carros se movimentavam trocando olhares coloridos e apressados. Por instantes se arrependeu do seu passado; porque lá é que o dia de hoje foi construído. Será mesmo? Ela apenas buscava justificativa.
O silêncio de sua voz e as confusões de sua alma comunicavam-se por idiomas barulhentos, incompreensíveis e teimosos. Com suas costas doídas com o peso do seu mundo, ela lamentou antigos caminhos pisados. Seus passos passados a angustiavam e o remédio parecia estar em novas caminhadas. Prosseguiu. Literalmente. Depois de mais alguns quarteirões, ela chegou à avenida principal; atravessou a rua e jogou-se no primeiro banco da praça bucólica que lhe estendeu o conforto.
Perdeu a noção do tempo. O dia já se dirigia para a porta de saída quando ela resolveu pegar uma carona e voltar para casa. Já estava melhor. Pareceu entender a importância de um dia de angústia; um dia que a fez pensar, entender melhor o seu próprio mundo e suas emoções. Forçou-se estudar outras possibilidades. Sequer pensou em matar sentimentos ou anestesia-los, fosse com música, literatura, esporte ou alguma felicidade artificial. Resolveu ser apenas ela!
ago 27, 2021 | Mato Grosso do Sul
O MERGULHO no passado talvez ajude parte do eleitorado a entender as barbaridades que assolam nosso cenário político e seus personagens desde o início desta República tão complicada. Aí o lamenta-se as frustradas invasões da Holanda e França lá atrás. Como lembrava Antonio Callado: “O Brasil tem sido uma série de falsas expectativas”.
RUY BARBOSA: Apenas ele teve 5 mandados consecutivos de senador, 1890 a1923, quando morreu aos 72 anos de idade. José Sarney também foi eleito 5 vezes mas não em mandatos contínuos. Com 4 mandatos: Filinto Muller, Rui Carneiro, Dinarte Mariz, Rui Costa, Pedro Simon, Edson Lobão, José Agripino, Álvaro Dias e Renan Calheiros. Um clube privado de tetas.
FRAUDES: Epitácio Pessoa, eleito Presidente da República em 13 de Abril de 1919 esteve em Paris durante toda campanha e obteve 71% dos votos. Não votou. Só retornou no fim de julho. Ruy Barbosa (29% dos votos) foi derrotado pela 2ª. vez ( a 1ª. em 2009). Detalhe: Eleito presidente em 2018 Rodrigues Alves morreu vítima da Gripe Espanhola antes da posse e Delfim Moreira provisoriamente ficou no cargo.
PODE ISSO? Epitácio não participou da articulação de sua candidatura. Aliás, ele foi comunicado por carta de sua candidatura em Paris. Voltou uma semana antes da posse ( 28 de julho) e indagado sobre os nomes de sua equipe, respondeu irritado: “Tenho pensado muito sobre o assunto, mas ainda nada decidi”. Ora! Três meses após eleito, nada tinha nada resolvido. Como diria o Galvão Bueno: “Pode isso Arnaldo?”
PERGUNTO: As escolas estão ensinando a nossa história? Claro que os tempos mudaram, a informática é importantes, mas preservar nosso passado é indispensável. Tenho minhas dúvidas – pois a nossa falta de memória é incrível. A juventude nem sabe que foi Getúlio Vargas e Collor de Melo – imagine então outros personagens da nossa história.
DEPUTADOS & AÇÕES: Paulo Corrêa (PSDB): Em evento n Escola Lúcia M. Coelho elogiou os investimentos do Governo na reforma de 250 escolas; recepcionou o delegado geral da Polícia Civil; cuida com zelo da pauta da sessões em tempos de Covid 19. José Teixeira (DEM):pede equipamentos de informática para escola estadual de Itaporã; reforma da pintura de escola em Angélica; investimentos na área da Saúde em Guia Lopes da Laguna. Lucas de Lima (Sol): sua emenda de R$60 mil para a CAPIS de Rio Verde possibilita a compra de veículo para a entidade; em sintonia com o Clube de Mães do Jd. Petrópolis para conquista de reivindicações da comunidade, Lídio Lopes (Patri): preocupado com as condições sanitárias das escolas na volta as aulas; recebe manifestações de entidades e igrejas pedindo a 3ª. vacina contra o Covid; ativo nas sessões da Comissão de Constituição, Justiça e Redação. Capitão Contar (PSL): após duras críticas votou contra a moção de apoio ao STF; tem projeto para conceder incentivos fiscais para aquisição de veículos elétricos e híbridos em prol do meio ambiente.
TUDO ERRADO. A harmonia dos poderes dando lugar a promiscuidade do ponto de vista institucional. Indicado por políticos e no centro dos debates, o ministro Alexandre Moraes é alvo de críticas e elogios oportunistas. Ora! Isso não ocorre em países sérios onde os ministros da Suprema Corte não ficam tomando cafezinho e nem trocando figurinhas com políticos.
PEDRA CANTADA: O ministro Alexandre sai do episódio devendo favores aos seus ‘defensores’ que um dia cobrarão a fatura da ‘solidariedade’. Mas Juízes devem manter distância dos políticos. Cada um no seu quadrado. A harmonia entre os poderes não inclui, por exemplo, a hipótese do Juiz de Direito frequentar a Câmara de Vereadores ou a Prefeitura Municipal. A opinião pública desaprovaria.
BICO CALADO: A sempre ácida esquerda radical brasileira não teve como criticar os Estados Unidos no episódio do Afeganistão, como fizera na invasão do Iraque. Mas como manifestar apoio ao radical e sanguinário Talibã? Nem mesmo a ex-presidente Dilma Roussef (PT) em seus delirantes discursos seria capaz desta loucura.
COROCOCÓ! Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) aproveita o ‘nat’ da capital para divulgar as obras aqui realizadas com e sem parceria junto a Prefeitura. As imagens na TV. dão a dimensão do grande volume dos recursos investidos pelo Governo em várias áreas e que as vezes passam despercebidas pela população. Isso é parte da política.
MEIA VOLTA: Políticos novatos com a natural sede de poder – diante da provável rejeição da volta das coligações que beneficiavam os pequenos partidos – estão revendo os planos. Muitos devem aproveitar a generosa janela partidária de Abril para tomada de decisão. Alguns ficarão em casa, outros contaminados pelo virus da vaidade – e ‘seja o que Deus quiser’.
AÇÕES & DEPUTADOS: Neno Razuk (PTB): pede sala especial de escuta na Delegacia de Polícia de Dourados para menores, idosos e mulheres vítimas de violência; votou pela moção de repúdio e criticou o ministro da educação pela sua fala sobre a inclusão dos alunos especiais. Pedro Kemp (PT): viu aprovada sua moção de repúdio contra o Ministro da Educação por sua fala televisiva sobre a educação dos alunos especiais; votou pela moção de apoio ao STF. Evander Vendramini (PP): pede revitalização do cartão postal de Corumbá; reabertura do Pelotão Militar do ‘Tiradentes’ e a inclusão dos indígenas no Programa de Segurança Alimentar. Gerson Claro (PP): pede reforma da agencia do Detran de Paranaíba; votou pela moção de apoio do STF; elogiou medida do Governo Estadual referente ao ICMS da tarifa energética. Marçal Filho (PSDB): na Câmara de Vereadores de Maracaju apresentou emenda parlamentar e prestou conta de suas ações em pról da cidade; aprovado seu projeto instituindo a Campanha Permanente de Vacinação no MS. Mara Caseiro (PSDB) ressalta importância de lei de sua autoria do alerta ‘Sinal Vermelho’ contra o feminicídio; pede a sinalização na MS-080 entre a capital e Rochedo; e sugere ações públicas pela saúde mental dos alunos na volta às aulas.
É ESPERAR: O prefeito Marcos Trad (PSD) não tem fugido dos questionamentos sobre sua eventual renúncia para tentar o Governo em 2022. Sem negar a possibilidade ele mostra firmeza sobre sua gestão, não tecendo críticas políticas, comuns em ano pré-eleitoral. Portanto, o hábil Marquinhos manterá a expectativa até Abril de 2022.Isso se chama política.
OS INGRATOS: Fazer política cada vez mais difícil e cara. Um deputado amigo reclamando de vereador interiorano que se elegeu graças também a sua ajuda financeira. Mas agora, o vereador sinaliza que quer dinheiro para pedir votos para a reeleição do deputado – tudo porque é cortejado por outros candidatos. Enfim, virou profissional, sem memória.
O PODER: Ele cega, mas quem tem o poder enxerga bem aquilo que lhe interessa. Evidente, não se deve generalizar, mas é incrível a conexão que o poder estabelece com a soberba, presunção, arrogância, vaidade e afins. O ‘salto alto’ cada vez mais usado nos 3 poderes, onde escasseiam o bom senso, simplicidade e modéstia. O pior é a tendência de continuidade.
PALPITES: Apimentam o cenário eleitoral. Veja os 11 nomes sugeridos ou tidos como favoritos para ser o companheiro de chapa de Lula em 2022: Eduardo Paes, Ciro Gomes, Luiza Trajano ( Magazine Luiza), Guilherme Boulos, Gilberto Kassab, João Dória, Manuel D’Ávila, Alexandre Kalil, Roberto Requião, Flavio Dino e Josué Gomes ( filho de José Alencar).
INTERIORANO: Sem dúvida, Nelsinho Trad (PSD) é o senador que mais tem liberado recursos, para cidades e entidades do Estado. Detalhe: o ex-prefeito de Campo Grande, além de receber os prefeitos em Brasília, visita o nosso interior ao seu estilo, ouvindo autoridades e pessoas das comunidades. Simplicidade e simpatia contam muito na política. Se conta…
DEPUTADOS EM AÇÃO: José C. Barbosa (DEM): elogiou o projeto que reduz a alíquota do ICMS da energia; atento aos investimentos estaduais em Dourados. Antônio Vaz (Rep): elogia o ritmo da vacinação anti Covid e atua pela 3ª. dose para idosos, e o pessoal da saúde, educação e segurança. Amarildo Cruz (PT); quer instituir feriado estadual no dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares; pede vacinação (3ª. dose) para o pessoal da segurança, saúde e educação. João H. Catan (PL): pela sua proposta quer proibir a exclusão de doador de sangue por etnia, cor, gênero ou orientação sexual, conforme a decisão do STF.
DIFICULDADES: Com toda a razão os prefeitos se queixam do excesso de normas (leia-se burocracia) quando se trata de investir dinheiro público em obras. Os trâmites são tantos de que quando se consegue formalizar o processo – já se passaram muitos meses e aquela verba federal ou estadual se torna insuficiente para atender seu objetivo.
SAÍDA: Para evitar críticas pela demora no inicio das obras, os prefeitos gostariam de construir com recursos próprios. Mas poucas cidades têm condições. O prefeito Ângelo Guerreiro (PSDB) de Três Lagoas, por exemplo, comprou equipamentos para fazer asfalto, mais rápido e barato. “Vale a pena”, diz ele. Mas, construir prédios com grana própria é quase impossível.
SINALIZAÇÃO: A votação na moção de apoio ao STF na Assembleia Legislativa, já reflete a posição de alguns deputados no cenário nacional. Marido da senadora Simone ( MDB) o deputado Eduardo Rocha (MDB) votou sim, a exemplo de Gerson Claro (PP), Amarildo Cruz (PT) e Pedro Kemp (PT). Mas 7 deputados votaram contra a moção com críticas severas do deputado Contar à proposta.
PILULAS DIGITAIS:
Se tem uma coisa que me deixa pessimista é o otimismo do brasileiro. (Carlos Castelo)
Entre a espiga e a mão, está o muro. (Machado de Assis)
A emoção mais antiga e mais forte é o medo, e o mais antigo e mais forte de todos os medos é o medo do desconhecido. (H.P. Lovecraft)
Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma. (Joseph Pulitzer)
O ensino a distância é a coisa mais próxima de não estudar. (Carlos Castelo)
Campo Grande, uma cidade boa para se morar, mas ruim para se viver.
ago 24, 2021 | Mato Grosso do Sul
Ideologia de gênero, que tem como base afirmações absurdas como a de que ser homem ou ser mulher não é biológico, mas gênero, “papel que cada um constrói, destrói e modifica como quer, de modo indefinido” (Judith Butler), teve grandes investidas no Brasil para se implantar nos governos do PT de Lula e Dilma Rousseff.
Embora desaprovado pela Câmara e Senado, a esquerda procurou mesmo assim seguir adiante com a proposta. Desrespeitando a decisão do Congresso Nacional, o Conselho Federal de Educação obrigou os conselhos estaduais de educação de todo país a difundirem essa doutrina que tem o objetivo implícito de destruir a família, a sociedade e a igreja.
Milhares de cartilhas foram produzidas pelo MEC – Ministério da Educação no Governo do PT e distribuídas nas escolas de todo país pregando a ideologia de gênero entre as crianças, que seriam mais fáceis de receber essa semente, até enraizar nas famílias e destruí-las.
Felizmente foram tiradas de circulação. Entretanto, sua ideologia permaneceu na mente e coração de alguns professores que insistem em doutrinar alunos para futuras investidas almejando perverter as pessoas para atingir as famílias. Eles querem levar a questão da sexualidade para as escolas e incutir na cabeça de crianças que elas não seriam meninos nem meninas apenas pelas condições físicas. A criança teria o direito de escolher o que gostaria de ser. Ou seja, um menino poderia decidir se queria ser menino ou menina e vice-versa.
Apoiados por partidos políticos e um fortíssimo poderio econômico internacional que tem por traz desses investimentos, objetivos sinistros, tenebrosos aliás, esses homens e mulheres batem de frente também com os ensinamentos e mandamentos de Deus. Assim sendo, estão a serviço do diabo que está aí para enganar, matar e destruir a humanidade e inclusive seus próprios seguidores.
E para quem acha que com a mudança de Governo eles desistiram de tentar implantar esse projeto de destruição, está muito enganado. Quem afirma isso é a juíza de Direito em São Paulo, Andrea Barcelos que, como muitos outros cidadãos e cidadãs, de bem têm denunciado as manobras da esquerda de tentar implantar a ideologia de gênero no Brasil.
Andrea Barcelos conta que muitos professores de esquerda estão procurando doutrinar “a rodo” as crianças nas escolas em todo país. Essa denúncia deveria acender o alerta das famílias nos lares. É preciso que os pais se aproximem mais de seus filhos pequenos e também dos adolescentes, para saber detalhes do que se passa em sala de aula.
Essa semente do mal pode estar sendo plantada agora mesmo, também em escolas de Mato Grosso do Sul, de diversas e sutis formas, numa insistente missão de transformar e enfraquecer não apenas a família, mas toda a sociedade.
A juíza explica que a ideologia de gênero é um dos instrumentos da chamada “cultura da morte” que vem sendo trabalhada há décadas e financiada por grupos poderosíssimos como as Fundações Ford e Rockefeller e tantas outras. Na verdade o que eles realmente buscam é uma drástica redução populacional em todo o mundo e o controle dos povos por um governo único.
A “cultura da morte” já financiou ao longo de mais de 50 anos, em todo o mundo, campanhas permanentes em favor do aborto, clínicas clandestinas de aborto, fornecimento de medicamentos e métodos contraceptivos etc. Eles nunca pensaram no bem estar da mulher. Logo, nunca se importaram se elas morrem ou não numa clínica de aborto. O objetivo, insiste a juíza, é a redução populacional.
Com o passar dos anos, esse exército de homens e mulheres, conscientes ou não de que estavam a serviço do diabo, sempre procuraram inovar e se aperfeiçoar na guerra ideológica. Não foi à toa que conseguiram colonizar organizações como a ONU para poderem difundir a necessidade da legalização do aborto em todo o mundo e implementar também, agora, a ideologia de gênero.
Como parte dessa ideologia está também a luta pela legalização da pedofilia, do incesto e todo tipo de promiscuidade em torno de um terrível projeto. Ideologia de gênero é portanto uma arma usada numa grande guerra travada entre o bem e o mal. Daí a necessidade das famílias e da sociedade se levantarem e defenderem os princípios éticos, morais e espirituais que elevam o homem e fortalecem a família, a sociedade e a Nação.
*Jornalista e professor
ago 24, 2021 | Mato Grosso do Sul
Quanto mais se pratica, maiores são as chances de se cumprir corretamente determinada tarefa. No campo da segurança de trânsito, essa é uma máxima mais do que verdadeira. O estudo cotidiano e a repetição de protocolos determinam os avanços que levam à sofisticação da sinalização e das regras que definem boas práticas de direção defensiva.
No plano da operação de vias de tráfego, sejam elas municipais, estaduais ou federais, o treino das equipes envolvidas na operação é fundamental para o desenvolvimento de políticas públicas de segurança viária. Nesse sentido, temos realizado anualmente simulados de acidentes na BR-163/MS. Neste ano de 2021, o simulado aconteceu no início deste semestre, em Campo Grande (MS).
O evento reuniu instituições focadas no atendimento a acidentes e buscou aprimorar as práticas em ações conjuntas. Acidentes de grandes proporções tendem a exigir a presença e a atuação de diferentes órgãos, com protocolos que às vezes também são diferentes. Praticar em conjunto significa alinhar essas medidas e melhorar as ações coletivas. E a cada simulado, uma nova forma de agir pode surgir.
O Simulado é a sequência natural de uma política da Concessionária, que tem intensificado ações de capacitação, promovendo diversos treinamentos com temas como Direção Defensiva, Resgate Veicular, Técnicas de Destombamento de veículos leves e pesados, entre outros. As práticas contam com participação de especialistas em cada área, o que proporciona aos participantes novos conhecimentos teóricos e práticos, que são aplicados de forma ágil e segura.
A prática também é estimulada com a modernização constante de nossas ferramentas. Um exemplo disso foi a substituição de 16 viaturas do serviço de inspeção de tráfego na BR-163/MS. Com equipamentos de ponta, as viaturas estão munidas de câmeras de monitoramento e rádio transmissor para comunicação com o Centro de Controle Operacional da Concessionária, cones para sinalização, GPS e outros tipos de ferramentas que permitem realizar sinalização das pistas, apoio mecânico, troca de pneu, combate a focos de incêndio, remoção de motos e automóveis e demais ocorrências.
As inspeções de tráfego representam a linha de frente dos atendimentos, identificando potenciais riscos e agindo imediatamente no local, seja sinalizando pontos de interferência no tráfego, apoiando os motoristas em ocorrências na pista ou agilizando o acionamento de outros recursos necessários.
Os treinamentos feitos em cada área, somados às reuniões periódicas que acontecem na Sede e em unidades de trabalho ao longo da rodovia para discussão dos casos de acidentes, de maneira a buscar soluções que evitem sua reincidência e melhorem o desempenho das equipes no atendimento, geram um novo cenário de confiança pelo usuário. Todas as manifestações registradas pelo 0800 têm algum tipo de resposta, seja no momento do atendimento ou, posteriormente, após avaliação de cada caso.
Dessa forma, podemos notar a relevância do aprimoramento das equipes e a análise contínua das ocorrências registradas. Esse pacote de conteúdos permite a identificação de percursos que ainda não foram trilhados, além de auxiliar na descoberta de parâmetros que podem ser explorados para a solução de um determinado problema. Disseminando novos conhecimentos, a execução das atividades apresenta menos erros, o que gera custos menores e a garantia de mais vidas salvas.
A atuação precisa nas ocorrências é fruto desse investimento em formações e exercícios, que inspiram ainda mais nossas equipes. Profissionais motivados e cientes da importância do trabalho em conjunto geram resultados ainda mais eficazes e isso se reflete consideravelmente na qualidade do atendimento prestado às vítimas de acidentes nas rodovias.
E assim, seguimos firmes com nosso propósito de continuar trabalhando para salvar vidas na BR-163/MS. Não existe uma receita de bolo para isso, mas há muito trabalho em conjunto, empenho e comprometimento de cada envolvido nesta missão tão importante para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.
(*) Luiz Fernando V. De Donno é engenheiro civil com MBA em Gestão Empresarial e atua como Gestor de Atendimento da CCR MSVia
Luiz Fernando V. De Donno*
ago 23, 2021 | Mato Grosso do Sul
Dormiu pouco, pensou muito. Acordou cedo, engoliu apenas um café antes de pisar na rua e mastigar o cheiro de uma manhã que recém se arreganhava. A cidade era tão grande quanto a sua angústia em entender o que realmente acontecia com seu corpo. Sua saúde tinha trejeitos de doença. Pegou o ônibus. Sua idade lhe dava preferência; porém, depois do percurso em pé, porque muitos fingiam dormir para não ceder o lugar sentado, desceu em um ponto próximo a sua consulta.
O local abrigava uma sala grande, com cadeiras distribuídas de maneira a caber o maior número de angústias possíveis. Uma enorme janela, antiga, de madeira, fazia companhia a uma porta com quem dividia o mesmo estilo. Ambas denunciavam que por ali já passaram muitos desgostos e que já foram ombros para muitos choros. Através delas era possível ver qual era a cara do dia; se sorria ou mostrava-se emburrado.
Ao lado da porta de entrada, abraçada a uma mesa simples, uma secretária se atrapalhava com agendas e fingia arrotar conhecimentos e informações que não dispunha. Passava o tempo vivendo um mundo que não lhe dava bolas. O local cheirava a burocracia, assinaturas gritavam insatisfações enquanto se trombavam no vai e vem interminável de documentos mal escritos, fingindo formalidades.
Sinceridade ali encontrava-se apenas nos chás e cafés disponíveis em garrafas térmicas doentes do tempo. Em meio a todos os tipos de dores e expressões, passou quase toda a manhã; sua vez foi anunciada quando o almoço já se avizinhava. Entrou. Após pouca conversa e quase nenhum interesse, foi encaminhada para que as máquinas tentem dar as respostas que procura. Elas andam muito mais humanizadas! Ainda aguarda um retorno. Deus queira que dê tempo de voltar a sorrir!