dez 5, 2014 | Internacional
A obesidade pode reduzir em até oito anos a expectativa de vida das pessoas e em 19 os anos de vida sem doenças, segundo conclui um estudo publicado nesta quinta-feira (4) na revista médica “The Lancet”.
Uma equipe do Instituto de Pesquisa do Centro de Saúde da Universidade McGill de Montreal (Canadá) elaborou um modelo informático da incidência de doenças conforme o peso, com dados extraídos do estudo de nutrição e saúde nacional dos Estados Unidos.
Os especialistas calcularam o risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares para adultos de diferentes pesos e, depois, analisaram o efeito do sobrepeso e da obesidade nos anos de vida que perdiam –e nos anos de vida saudável perdidos– de adultos americanos com idades entre 20 e 79 anos, comparado com pessoas de peso normal. Eles comprovaram que as pessoas com sobrepeso (o índice de massa corporal, ou IMC, de 25) perdiam até três anos de expectativa de vida, dependendo de sua idade e gênero.
As pessoas obesas (IMC de 30) perdiam de um a seis anos, enquanto as muito obesas (IMC de 35) viam sua vida diminuída de um a oito anos, comparado com pessoas com um IMC ajustado a sua altura e dimensões.
Considera-se que um IMC abaixo de 18,5 indica desnutrição ou algum problema de saúde, enquanto um superior a 25 indica sobrepeso. Acima de 30 há obesidade leve, e acima de 40 há obesidade elevada.
Segundo seu estudo, o efeito do peso excessivo na perda de anos de vida é maior entre os jovens com idade entre 20 e 29 anos, ascendendo a 19 anos de vida a menos nos casos de obesidade extrema, e diminuindo com a idade.
O excesso de peso não apenas reduz a expectativa de vida, mas também os anos de vida saudável, definidos neste estudo como os anos sem doenças associadas ao peso, como o diabetes de tipo 2 e doenças cardiovasculares, apontam os especialistas.
Os dados são úteis para que as pessoas obesas e os profissionais da saúde “possam apreciar melhor a escala do problema e os benefícios de um estilo de vida mais saudável”.
Fonte: Redação
dez 5, 2014 | Internacional
O pastor norte-americano Steven Anderson disse que o mundo poderia “se livrar da Aids até o Natal caso todos os homossexuais fossem executados”. As palavras, segundo o jornal “The Indepentent”, foram ditas durante um sermão intitulado “Aids: o julgamento de Deus”.
Em um culto realizado na Igreja Batista em Tempe, Arizona (EUA), Anderson afirmou aos fiéis que a Bíblia defende o genocídio da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis). “Aos olhos de Deus, qualquer homo ou bi –é tudo a mesma coisa– é sodomita”, disse ele, ao classificar a opção sexual como perversões.
Em meios às celebrações do Dia Mundial da Aids, o pastor disse que o mundo teria passado por uma “lavagem cerebral” sobre a doença e que ele teria descoberto uma suposta “cura” no de Levítico –terceiro livro da Bíblia.
“Nós podemos ter um mundo livre da Aids até o Natal. Ok, não seria totalmente livre. Mas seria um mundo 90% livre da doença até o Natal se seguirmos as palavras do senhor”, disse ele, que leu na sequência um trecho do livro bíblico: “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse uma mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos”.
A cura da Aids, de acordo com ele, sempre esteve na Bíblia: “e eles estão a gastar bilhões de dólares em pesquisa e testes. É curável. Porque se você executasses os homens como Deus recomenda, você não teria tudo isso correndo solto”, acrescentou Anderson.
Ao justificar a proibição dos gays em sua igreja, o pastor afirmou que “todos os gays são pedófilos e que eles são uma ameaça para as crianças”.
Os comentários de Anderson dão força para reforçar a sua reputação de fundamentalista e de pregador do ódio. Em 2009, ele causou polêmica ao declarar seu ódio ao presidente Barack Obama e ao orar para ele morrer e ir para o inferno. Ele também já afirmou que as mulheres que tomam a pílula anticoncepcional são “putas, cujo sangue se tornou verde”.
Fonte: Uol
dez 1, 2014 | Internacional
As últimas palavras de uma menina britânica de 5 anos de idade foram “por que você está chorando, papai?”. Ela morreu devido a uma parada cardíaca, enquanto estava internada em um hospital de Winchester, na Inglaterra. As informações são do Daily Mail.
Segundo a publicação, Ward Alshammary havia sido levada ao hospital após passar mal, três dias antes da data da sua morte. Na situação, ela foi encaminhada de volta para casa e sua doença não foi identificada.
Dois dias depois, os pais de Ward retornaram ao hospital e ela ficou internada, após ser diagnosticada com uma infecção entre os pulmões e na cavidade torácica. Rapidamente, seu estado de saúde foi piorando e, no dia seguinte, ela morreu.
Antes de morrer, Ward olhou para seu pai, que chorava ao lado de seu leito no hospital e viu que ele chorava. “Por que você está chorando, papai?”, disse ela, após lhe dar um beijo na bochecha. Logo em seguida, sofreu uma parada cardíaca.
“Ela dizia que, quando crescesse, queria ser pediatra”, comentou Badr Alshammary, pai da criança. “Nós sabemos que nada pode trazer Ward de volta, mas esperamos descobrir exatamente o que aconteceu, para que não ocorra novamente com outras pessoas”, disse.
Os pais de Ward procuram saber se a vida da criança teria sido poupada, caso o primeiro diagnóstico fosse correto.
Fonte: Terra