Um homem chamado Edward Smith admitiu que mantém relações sexuais com carros. Ele disse que já fez sexo com mais de 1.000 veículos diferentes e que esse hábito começou quando ele tinha apenas 15 anos de idade.
Além de manter relações sexuais com os veículos, o homem também afirma ter sentimentos românticos pelos carros. Edward Smith disse que, atualmente, namora um Fusca Branco, chamado de Vanilla. Quando questionado sobre seus hábitos inusitados, o homem afirmou que não está doente e que não deseja mudar seus comportamentos.
Ele se considera uma pessoa romântica e disse que até escreve poesias sobre carros. Smith tem 57 anos de idade e fez sexo pela primeira vez com um carro aos 15 anos. Ele afirmou que nunca se sentiu atraído por mulheres ou por outros homens, mas apenas por carros.
Ele ainda disse que sua experiência sexual mais intensa foi “fazer amor” com o helicóptero da TV Airwolf, na década de 1980.
Assim como seu Fusca atual, chamado de Vanilla, ele também passa tempo com seus outros veículos: um Opala GT 1973, chamado Cinnamon, e um Ford Ranger Splash 1993, chamado Ginger.
Antes de Vanilla, ele teve um relacionamento de cinco anos com Victoria, um Fusca de 1969 que comprou de uma família de Testemunhas de Jeová. Mas ele confessa que muitos dos carros com os quais ele fez sexo pertenciam a estranhos ou estavam em showrooms de veículos.
Seu último relacionamento com uma mulher foi há 12 anos, e ele não conseguiu consumar o ato sexual. Ainda assim, Smith afirmou que não é virgem e que fez sexo com garotas na juventude.
Edward Smith vive no Estado de Washington, nos Estados Unidos. Ele manteve silêncio sobre seu fetiche secreto por anos, mas concordou em ser entrevistado por um canal de documentários. O homem explicou que, quando entrou na adolescência, passou a ter desejos sexuais em relação aos carros.
Atualmente, o Sr. Smith faz parte de uma comunidade global que possui mais de 500 “amantes de automóveis” reunidos em fóruns na Internet. Se essa moda pega, hein? É melhor deixar seu carro na garagem!
Há 150 anos o Paraguai foi cenário de “uma das mais terríveis batalhas da história militar do mundo”, a de Acosta Ñu.
Assim foi descrito o confronto pelo jornalista Julio José Chiavenato em Genocídio Americano: a Guerra do Paraguai, publicado há quase quatro décadas e considerado importante obra da historiografia regional.
No Brasil, o episódio ficou conhecido como a Batalha de Campo Grande.
Ainda que muitos de seus dados tenham sido posteriormente questionados ou desmentidos, o texto de Chiavenato serviu para lançar luz sobre o que hoje é amplamente reconhecido como o conflito mais sangrento da história da América Latina: a Guerra do Paraguai (ou “Guerra de la Triple Alianza”, como é conhecida no vizinho).
Entre 1865 e 1870, o Paraguai enfrentou os Exércitos do Brasil, da Argentina e do Uruguai.
Calcula-se que, em 5 anos, tenham morrido entre 200 mil e 300 mil paraguaios, que correspondiam na época à metade da população do país. Do total de mortos, 80% eram homens.
Mas o que aconteceu na Batalha de Acosta Ñu para que ela se tornasse, nas palavras de Chiavenato, o “símbolo mais terrível da crueldade dessa guerra”?
Travada em 16 de agosto de 1869, a batalha foi protagonizada, do lado paraguaio, crianças e adolescentes. Seu impacto foi tão forte que a data acabou virando o Dia da Criança no Paraguai.
Em memória aos combatentes e ao aniversário de 150 anos do episódio, o governo paraguaio inaugura nesta sexta-feira (16) um monumento na cidade de Eusebio Ayala.
A ‘guerra total’
“O ano de 1869 marca definitivamente o conceito de guerra total”, diz o historiador paraguaio Fabián Chamorro à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.
om o Exército paraguaio praticamente exterminado, explica Chamorro, figuras importantes dentro das forças aliadas chegaram a sinalizar que a guerra teria terminado e que seria o momento de deixar o país.
Conforme Chiavenato, uma dessas figuras era o general Luís Alves de Lima e Silva, futuro duque de Caxias, que liderava as tropas brasileiras no Paraguai.
“Quanto tempo, quantos homens, quantas vidas e de quantos recursos necessitaremos para terminar a guerra, quer dizer, para transformar em fumaça e pó toda a população paraguaia, para matar até os fetos no ventre das mulheres?”, argumentou com o imperador Dom Pedro 2º.
A ordem, entretanto, era de que a guerra só chegaria ao fim com a morte do presidente do Paraguai, o marechal Francisco Solano López, o que só aconteceria em 1º de março de 1870.
“Não tinha necessidade de fazer toda essa caçada, em que a população civil foi a principal prejudicada”, ressalta Chamorro.
Enquanto lutava pela própria sobrevivência, Solano López recrutava soldados cada vez mais jovens.
“Primeiro eles tinham 16 anos, depois 14, 13 anos”, relata Barbara Potthast, professora de História Ibérica e Latinoamericana na Universidade de Colônia, na Alemanha.
Mulheres e crianças acabaram integrando o Exército do Paraguai
A historiadora encontrou até registros de alistamento de meninos de 11 anos – que não chegavam a ir para a frente de batalha, mas se dedicavam a outras tarefas, como transportar materiais.
O mesmo acontecia com as mulheres, muitas vezes encarregadas da logística.
“Não era um exército profissional como conhecemos hoje”, pontua Potthast. “Como muitos dizem, era o ‘povo pegando em armas’.”
Escudo humano?
Solano López conseguiu escapar algumas vezes dos aliados. Sua última “fuga milagrosa” aconteceu quatro dias antes de batalha de Acosta Ñu, quando caiu Piribebuy.
“Em 12 de agosto (de 1869), as forças paraguaias se dividiram em duas: o marechal ia em uma coluna e, em outra, mulheres, crianças e idosos”, conta Chamorro.
O último grupo levava toda a logística do Exército em carros de boi: canhões, armas, vestuário, acessórios de cozinha.
A batalha de Acosta Ñu aconteceu há 150 anos em local próximo ao que hoje é a cidade de Eusebio Ayala, no centro do Paraguai
Segundo o historiador, eles foram alcançados pelos aliados – em sua maioria soldados brasileiros – e “não tiveram outra opção a não ser lutar”.
Já Potthast cita outra teoria. “O que se diz, e não tenho motivos para duvidar, é que nessa batalha a função das crianças e jovens era servir como uma espécie de barreira para o avanço do Exército.”
O fato é que Solano López conseguir mais uma vez fugir para o Norte com o restante das tropas, onde continuaram a resistência.
20 mil contra 3,5 mil
A batalha de Acosta Ñu aconteceu próximo ao que hoje é a cidade de Eusebio Ayala, no centro do Paraguai, e foi, nas palavras de Chamorro, “um verdadeiro massacre”.
“De um lado estavam os brasileiros, com 20 mil homens”, escreveu Chiavenato. “De outro, os paraguaios, com 3,5 mil soldados entre 9 e 15 anos, além de crianças de 6, 7 e 8 anos que também acompanhavam o grupo.”
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionPrisioneiro paraguaio e seu captor brasileiro: Guerra do Paraguai durou 5 anos
Ainda que não haja consenso sobre o número – e alguns relatos chegam à cifra de 700 -, os diferentes historiadores e registros destacam a crueldade que marcou a batalha.
As crianças e jovens lutaram ao lado de alguns veteranos de guerra, um contingente estimado em algo entre 500 e 3 mil, a depender da fonte.
De qualquer forma, existia uma assimetria grande entre os dois exércitos, que não só era númerica e etária, mas também tecnológica.
“As armas usadas pelos paraguaios tinham um alcance máximo de 50 metros”, diz Chamorro, enquanto “os rifles Spencer, usados sobretudo pela cavalaria imperial do Brasil, tinha um alcance de mais de 500 metros.”
“Ou seja, para que o paraguaio pudesse confrontar um brasileiro, tinha que encarar dez descargas de bala. Era impossível”, completa.
A isso se soma o fato de que os mais novos não tinham nem força física para empunhar as armas, muito menos nas condições em que estavam, com fome e muitas vezes doentes, acrescenta Potthast.
No campo de batalha
A batalha começou pela manhã e terminou cerca de 10 horas depois, com poucas baixas do lado brasileiro e quase nenhum sobrevivente do lado paraguaio.
Direito de imagemSECRETARIA NACIONAL DE CULTURA DO PARAGUAYImage captionMonumento em ‘honra aos heróis da pátria, os meninos mártires de Acosta Ñu’ durante sua construção
Os detalhes sobre o confronto, mais uma vez, divergem a depender da fonte.
Potthast afirma que, para que os soldados brasileiros não percebessem que lutavam contra crianças, foram colocadas barbas falsas nos meninos. Já Chamorro argumenta que não haveria tempo naquelas circunstâncias para que se preocupassem com esse tipo de detalhe.
Diz-se ainda que os pequenos iam armados com varas que simulavam rifles.
“As crianças de 6 a 8 anos, no calor da batalha, aterrorizadas, se agarravam às pernas dos soldados brasileiros, chorando, pedindo que não os matassem. E eram degoladas no ato”, escreveu Chiavenato em sua obra, conforme a tradução do Portal Guaraní.
À tarde, ele acrescenta, quando as mães recolhiam os corpos dos filhos e ainda havia feridos, os brasileiros teriam queimado todo o lugar.
O general brasileiro Dionísio Cerqueira, entretanto, que participou da batalha, deu outra perspectiva. “Que luta terrível entre a piedade cristã e o dever militar! Nossos soldados diziam que não lhes dava gosto lutar contra tantas crianças.”
“O campo ficou repleto de mortos e feridos do lado inimigo, entre os quais nos causava muita pena, pelo número elevado, os soldadinhos, cobertos de sangue, com as perninhas quebradas, alguns nem sequer haviam atingido a puberdade”, completou.
Potthast, por sua vez, encontrou relatos que afirmavam que, pelo contrário, os pequenos não choravam, mesmo quando eram feridos.
Nas palavras da historiadora alemã, o único ponto em comum entre os observadores e historiadores de todos os lados era o “valor e a coragem da luta dos paraguaios, inclusive dos meninos soldados”.
Identidade nacional
Tanto Chamorro quanto Potthast ressaltaram que o conceito de infância no século 19 não era o mesmo que hoje. Ainda assim, a ideia do “menino herói” que morreu defendendo sua nação é parte da identidade nacional paraguaia.
“Essa guerra é o acontecimento mais importante da história do Paraguai”, disse a historiadora alemã à BBC News Mundo. “É pedra fundamental do nacionalismo que se desenvolveu no século 20.”
A ideia difundida por uma parte dos acadêmicos e por vários governos, sobretudo militares, foi a de que os paraguaios “perderam a guerra, mas lutaram com heroísmo, e é desse heroísmo que tiram força”, destaca Potthast.
A batalha de Acosta Ñu foi usada como uma “excelente propaganda para transformar as crianças em futuros soldados”, acrescenta Chamorro, que lembra, porém, que o serviço militar no Paraguai é obrigatório.
O decreto que em 1948 fixou o 16 de agosto como Dia da Criança no Paraguai destacava a importância de “fomentar por todos os meios a difusão e intensificação do sentimento nacionalista por meio das grandes memórias”.
Sobre as crianças especificamente, destacava que elas deveriam ser educadas com base no patriotismo.
“Há trabalhos escolares escritos depois de 1948, por exemplo, em que se vê um garoto assistindo a um desfile militar e falando para o pai: ‘Papai, quero ser soldado’. Ao que ele responde: ‘Você já é um soldado’.”
Um século e meio depois, o monumento inaugurado neste 16 de agosto pelo presidente Mario Abdo Benítez é, segundo a Secretaria Nacional de Cultura, “em honra aos heróis da pátria, os meninos mártires de Acosta Ñu”.
Uma adolescente na Índia recebeu uma notícia que a deixou ao mesmo tempo aliviada e horrorizada: o “tumor” que ela tinha no abdome era, na verdade, a sua irmã gêmea.
De acordo com relato publicado na conceituada revista médica “BMJ”, o “tumor” (com dimensões de 25,4cm x 22,8cm x 15,2cm) vinha crescendo havia cinco anos. Exames de imagem mais detalhados mostraram que a adolescente carregava um “cadáver” na barriga, com espinha, costelas, cabelo, dentes e órgãos malformados.
O fetus in fetu (gêmea parasita) estava comprimindo órgãos da paciente, que não foi identificada, contaram médicos.
O episódio é raro e ocorre a cada 500 mil nascimentos. Menos de 200 casos foram reportados, segundo os autores do relato, Anil Kumar, Shiv Shankar Paswan, Bindey Kumar e Prem Kumar.
A gêmea parasita, que estava encapsulada, foi removida em delicada e demorada cirurgia.
“Estava muito preocupada com o caroço na barriga, mas, após a cirurgia, estou me sentindo bem. Meu abdome está reto e os meus pais estão felizes”, disse a paciente.
Um homem de 32 anos ficou “preso” enquanto fazia sexo com a mulher do melhor amigo na cidade de Nakuru, Quênia. Os dois foram filmados enrolados em um lençol enquanto os vizinhos gritavam e xingavam o casal.
Segundo o jornal Star Kenya, o homem informou que o melhor amigo sabia da traição e jogou um “feitiço” para que isso acontecesse. Tudo foi descoberto quando os dois começaram a gritar de dores genitais que atraiu a atenção dos vizinhos.
Eles foram encaminhados para um hospital local para serem separados, os médicos acreditam que a mulher sofra de vaginismo, uma contração involuntária dos músculos da vagina que prende o pênis.
O escritor, cantor e compositor Danny Polaris, que vive em Berlim, foi hospitalizado por dez dias com uma dolorosa ereção que não desaparecia. Em entrevista ao site Pink News, Danny explicou como tudo aconteceu. “Eu estava em uma festa em uma boate, mas tomei um viagra antes de ir”, disse o rapaz. “No clube, eu conheci um enfermeiro, com quem fui para casa, que acabou injetando um potenciador de ereção no meu pênis. Eu pensei, por que não, o que poderia dar errado?”.
Segundo Danny, essa foi uma das piores decisões da sua vida. Na manhã seguinte, o cantor notou que ele ainda tinha uma ereção, mas adiou a procura de ajuda médica, em vez disso, decidiu marcar presença na Parada LGBTQ+ de Berlin “com um recipiente térmico de vinho do meu colega de apartamento em volta do meu pênis, dentro do meu short”.
Mas um dia depois, quando a ereção ainda não havia diminuído, Polaris foi levado para o hospital em uma ambulância “gritando de dor”. No hospital, ele foi diagnosticado com um priapismo, que é uma ereção dolorosa de longa duração que pode causar danos permanentes ao pênis.
Médicos especialistas tentaram vários tratamentos para tentar reduzir o inchaço, utilizando agulhas para tentar remover o sangue. Os médicos também tentaram empurrar um prego de plástico pela sua uretra, sem anestesia, o que Polaris diz ser “dez em dez na escala de dor”.
Desesperados, os médicos até mesmo recorreram a uma cirurgia de emergência, tirando um vão da perna para tentar remover o sangue. No entanto, Polaris ainda tem sua ereção após uma semana e meia, e permanece no hospital. “Eu não sei se vou transar de novo”, disse. “Eu ainda tenho um pouco de ereção dez dias depois. Alguns dias eu acordo e só choro e penso o quão estúpido eu fui”.
Porta-voz do Vaticano diz que pontífice reza por Óscar Ramírez e sua bebê, Valeria, assim como por todos migrantes que perderam suas vidas tentando escapar da guerra e da miséria, e elogia mexicanos por serem ‘tão acolhedores’
“O Santo Padre viu, com imensa tristeza, a imagem do pai e de sua filha afogados no Rio Grande enquanto tentavam atravessar a fronteira”, afirmou o porta-voz do Vaticano, Alessandro Gisotti, em nota.
ATENÇÃO: IMAGEM FORTE ABAIXO
Óscar Alberto Martínez Ramírez, de 25 anos, e sua filha Valeria, de 1 ano e 11 meses, morreram afogados ao tentar cruzar trecho aparentemente calmo do Rio Bravo na cidade mexicana de Matamoros Foto: AP Photo/Julia Le Duc
“O papa está profundamente entristecido com as mortes e reza por eles e para todos os migrantes que perderam suas vidas tentando escapar da guerra e da miséria”, completou.
A imagem que percorreu o mundo mostra Óscar Alberto Martínez Ramírez, de 25 anos, e sua filha Valeria, de 1 ano e 11 meses, afogados em uma das margens do Rio Grande, perto da cidade mexicana de Matamoros.
Tânia Vanessa Ávalos, mulher de Oscar e mãe de Valeria, explicou às autoridades que a água levou a criança durante a travessia e que o pai tentou ajudá-la, mas ambos foram vencidos pela correnteza do rio e desapareceram.
Hoje, depois da audiência geral às quartas-feiras, o Papa agradeceu aos mexicanos por “serem tão acolhedores” com os migrantes, durante a saudação aos fiéis em espanhol na Praça de São Pedro.
Como de costume, Francisco cumprimentou os grupos de fiéis provenientes da Espanha e da América Latina, incluindo peregrinos de Tlalnepantla, no México, acompanhados por seu arcebispo, José Antonio Fernández Hurtado, e pediu ao Espírito Santo que “faça com que as comunidades sejam acolhedoras e solidárias, vivendo a liturgia como encontro com Deus e com os irmãos”.
Autoridades mexicanas isolaram área do Rio Bravo onde os corpos de Óscar e Valeria foram encontrados Foto: AP Photo/Julia Le Duc
E, dirigindo-se aos fiéis mexicanos, Francisco disse: “Quero parabenizar os mexicanos por serem tão receptivos aos migrantes. Que Deus lhes retribua por isso”.
Em abril, o pontífice doou US$ 500 mil para ajudar os migrantes no México, oferecendo assistência a projetos locais que fornecem alimentos, alojamento e necessidades básicas. / EFE e AP