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Bela Vista-MS Domingo, 05 de Julho de 2026

Evangelho de hoje: Jo 19,25-27 ou Lc 2,33-35

TEMPO COMUM
Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: “Mulher, eis aí teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Eis aí tua mãe”. E dessa hora em diante o discípulo a recebeu como sua.
Comentário

De tua mão venho, Mãe do Calvário. Sem ti, tudo em mim teria sido arrasado. Agora me resta esperar a teu lado. Sei que manterás minha fé e não deixarás meu coração decepcionado. Minha casa é tua casa, tua casa é minha casa, e juntos poderemos chorar e falar. Mãe, desperto em dores e em amores, em silêncios e desconcertos… Confio-me à tua fé. apoio-me em teu olhar firme e sereno neste instante de loucura e de absurdo.

Evangelho de hoje: Jo 3,13-17

“Ninguém subiu ao céu senão aquele que desceu do céu, o Filho do Homem que está no céu. Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem, para que todo homem que nele crer tenha a vida eterna”. Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele.
Comentário
Só um novo sentido da cruz pode convertê-la em símbolo do amor. Este é o gesto mais profundo e perene do amor de Deus para toda a humanidade. De nada nos serviria ter nascido e não ter sido redimidos. Pede a Jesus a graça de experimentar a alegria de ter sido amado gratuitamente por Deus. Busca ajuda para vencer toda a resistência que exista em teu coração a esta notícia e converte-te em sinal desse amor.

Evangelho de hoje: Lc 6,20-26

TEMPO COMUM
Ele ergueu os olhos para os seus discípulos e disse: “Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o Reino de Deus! Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis fartos! Bem-aventurados vós que agora chorais, porque vos alegrareis! […] Alegrai-vos naquele dia e exultai, porque grande é o vosso galardão no céu. Era assim que os pais deles tratavam os profetas. Mas ai de vós, ricos, porque tendes a vossa consolação! Ai de vós, que estais fartos, porque vireis a ter fome! Ai de vós, que agora rides, porque gemereis e chorareis! Ai de vós, quando vos louvarem os homens, porque assim faziam os pais deles aos falsos profetas!”.
Comentário
Senhor, eu vos louvo e vos agradeço pelas razões que me ofereceis para me enriquecer de alegria. Todas essas razões dependem de meu modo de proceder no meu abandono em vós, que sois meu consolo, e de alguns valores que fui descobrindo ao longo de minha vida. Peço-vos que me deis a graça de continuar me entusiasmando com vossa Palavra, com o que pretendeis de mim, com vossos juízos que iluminam meus passos e são luz do meu caminho.

Evangelho de hoje: Lc 6,12-19

TEMPO COMUM
Jesus retirou-se a uma montanha para rezar, e passou aí toda a noite orando a Deus. Ao amanhecer, chamou os seus discípulos e escolheu doze dentre eles que chamou de apóstolos: Simão, a quem deu o sobrenome de Pedro; André, seu irmão; Tiago, João, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu; Simão, chamado Zelador; Judas, irmão de Tiago; e Judas Iscariotes, aquele que foi o traidor. Descendo com eles, parou numa planície. Aí se achava um grande número de seus discípulos e uma grande multidão de pessoas vindas da Judeia, de Jerusalém, da região marítima, de Tiro e Sidônia, que tinham vindo para ouvi-lo e serem curadas de suas enfermidades.
Comentário
Antes de tomar suas decisões, Jesus ora e escuta seu Pai, escuta-se a si mesmo, escuta o clamor dos pobres. Busca a solidão, a intimidade, o silêncio, a distância. Alimenta seu amor em horas de oração. Sua presença irradia um poder que não se impõe, mas que se reflete e se oferece. Todos os enfermos e feridos, em corpo e alma, invadem seu espaço e querem tocá-lo, senti-lo, receber essa vida que transborda, essa paz que contagia e embriaga. Pede ao Senhor poder imitá-lo em sua solidão e a não rejeitar o necessitado que a ti vem.

Evangelho de hoje: Lc 6,6-11

TEMPO COMUM

 

Em outro dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e ensinava. Achava-se ali um homem que tinha a mão direita seca. Ora, os escribas e os fariseus observavam Jesus para ver se ele curaria no dia de sábado. […] Mas Jesus conhecia os pensamentos deles e disse ao homem que tinha a mão seca: “Levanta-te e põe-te em pé, aqui no meio”. Ele se levantou e ficou em pé. Disse-lhes Jesus: “Pergunto-vos se no sábado é permitido fazer o bem ou o mal; salvar a vida, ou deixá-la perecer”. E, relanceando os olhos sobre todos, disse ao homem: “Estende tua mão”. Ele a estendeu, e foi-lhe restabelecida a mão. Mas eles encheram-se de furor e indagavam uns aos outros o que fariam a Jesus.

Comentário

A autoridade de Jesus impõe-se por sua misericórdia, sensibilidade em face da dor, juízo diante das leis e conhecimento dos pensamentos humanos sem que se pronunciem. Para quem não o admira, Jesus é uma ameaça clara. Pede a Jesus a graça de ser curado de tuas áreas paralisadas, aquelas que matam tua ilusão e alegria, aquelas que te fazem agarrar-te ao transitório e recorda-te do preço de tua salvação.

 

Evangelho de hoje: Lc 6,1-5

TEMPO COMUM
Em dia de sábado, Jesus atravessava umas plantações; seus discípulos iam colhendo espigas (de trigo), debulhavam-nas na mão e comiam. Alguns dos fariseus lhes diziam: “Por que fazeis o que não é permitido no sábado?”. Jesus respondeu: “Acaso não tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele e os seus companheiros; como entrou na casa de Deus e tomou os pães da proposição e deles comeu e deu de comer aos seus companheiros, se bem que só aos sacerdotes era permitido comê-los?”. E ajuntou: “O Filho do Homem é senhor também do sábado”.
Comentário
As leis sagradas devem ajudar a viver o amor. Deve-se pedir a graça de compreender o equilíbrio justo entre a liberdade e a lei; não pecar nem por ingênuos ou imprudentes, nem por medrosos ou excessivamente observantes. Jesus nos dá o exemplo com sua atitude, defende o instinto básico de sobrevivência, uma necessidade indiscutível e ilumina nossa inteligência com a memória e a tradição.