set 13, 2021 | Economia
Instituição financeira cooperativa convida associados para prestação de contas do 1º semestre de 2021 e assembleia para eleição de coordenadores e suplentes de núcleo
A Sicredi Centro-Sul MS investe constantemente em ações que valorizam a participação dos associados para colocar em prática o papel como donos do negócio e trocar conhecimentos debatendo assuntos que irão nortear os caminhos da Cooperativa.O período de reuniões de prestação de contas do 1º semestre de 2021 da Sicredi Centro-Sul MS inicia dia 13 de setembro e vai até o dia 9 de dezembro, em que serão realizados 37 encontros em 32 municípios da área de atuação da Cooperativa – confira o calendário detalhado abaixo.
As reuniões voltarão a serem realizadas no formato presencial, mediante a flexibilização dos decretos municipais e contarão com todas as medidas e normas de biossegurança exigidas pelos órgãos oficiais saúde.
O encontro com os associados tem como objetivo realizar a prestação de contas do 1º semestre do ano de 2021, realizar a eleição dos coordenadores e suplentes de núcleo que tomarão posse nas Assembleias de Núcleo de 2022, entregar os certificados das entidades beneficiadas pelo Fundo Social 2021 e, também, disseminar informações sobre as futuras ações da Cooperativa para os seus associados, que diferentemente das instituições financeiras tradicionais, são os donos do negócio.
De acordo com o presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero, a participação é um dos maiores diferenciais do cooperativismo e é muito bom poder estar retomando as reuniões no formato presencial. “Somos uma instituição financeira cooperativa, em que o associado exerce o seu papel de dono do negócio, colaborando com a sua visão sobre os rumos do empreendimento coletivo, entre outras decisões fundamentais para o desenvolvimento da Cooperativa”, ressalta o presidente.
Para mais informações sobre as reuniões, os associados podem procurar a sua agência de atendimento da Sicredi Centro-Sul MS ou falar com o seu gerente de relacionamento.
Calendário das reuniões
Dia 13/09 – Ag. Nova Andradina
Dia 14/09 – Ag. Angélica
Dia 15/09 – Ag. Laguna Carapã
Dia 17/09 – Ag. Bataguassu
Dia 18/09 – Ag. Anaurilândia
Dia 20/09 – Ag. Novo Horizonte do Sul
Dia 21/09 – Ag. Fátima do Sul
Dia 22/09 – Ag. Eldorado
Dia 23/09 – Ag. Deodápolis
Dia 27/09 – Ag. Juti
Dia 01/10 – Ag. Iguatemi
Dia 02/10 – Ag. Sete Quedas
Dia 05/10 – Ag. Naviraí
Dia 06/10 – Ag. Caarapó
Dia 08/10 – Ag. Bela Vista
Dia 09/10 – Ag. Caracol
Dia 14/10 – Ag. Nova Alvorada do Sul
Dia 15/10 – Ag. Ponta Porã
Dia 16/10 – Ag. Aral Moreira
Dia 26/10 – Ag. Parque do Lago e Ag. Jequitibá (Dourados)
Dia 27/10 – Ag. Coronel Sapucaia
Dia 27/10 – Ag. Amambai
Dia 28/10 – Ag. Universitária (Dourados)
Dia 29/10 – Ag. Itaquiraí
Dia 03/11 – Ag. Integração (Dourados)
Dia 04/11 – Ag. Dourados
Dia 05/11 – Ag. Água Boa (Dourados)
Dia 08/11 – Ag. Rio Brilhante
Dia 19/11 – Ag. Glória de Dourados
Dia 22/11 – Ag. Mundo Novo
Dia 23/11 – Ag. Ivinhema
Dia 24/11 – Ag. Itaporã
Dia 30/11 – Ag. Vicentina
Dia 07/12 – Ag. Douradina
Dia 08/12 – Ag. Batayporã
Dia 09/12 – Ag. Antônio João
Sobre a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS
A Sicredi Centro-Sul MS está presente em 32 municípios da região sul do Estado: Amambai, Anaurilândia, Angélica, Antônio João, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caarapó, Caracol, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Douradina, Dourados (6), Eldorado, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Juti, Laguna Carapã, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã, Rio Brilhante, Sete Quedas e Vicentina. Atualmente, são mais de 100 mil associados atendidos pela Cooperativa.
set 10, 2021 | Economia
Na comparação com o mês anterior, o volume do comércio varejista brasileiro em julho deste ano cresceu 1,2%. Sendo a quarta alta consecutiva do indicador, batendo recorde na série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), iniciada em 2000.
Além disso, em comparação com julho de 2020, o comércio teve alta de 5,7%, na média móvel trimestral de 1,1%, crescendo 6,6% no acumulado do ano e 5,9% no acumulado de 12 meses.
Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Do mesmo modo, a receita nominal também apresentou altas de:
A alta de 1,2% no volume de vendas foi puxada por cinco das oito atividades pesquisadas:
-
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%)
Por outro lado, as vendas em três segmentos de mercado registraram recuo entre junho e julho: Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,2%), Móveis e eletrodomésticos (-1,4%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,3%).
Varejo ampliado
Contudo, no varejo ampliado, incluindo materiais de construção, por exemplo, o concreto e veículos, as vendas de junho a julho aumentaram 1,1%. O setor de automóveis, motocicletas, peças e componentes teve crescimento de 0,2% entre junho e julho, enquanto o material de construção registrou queda de 2,3%.
As vendas do varejo ampliado registraram crescimento de 0,7% na média móvel trimestral, de 7,1% em comparação com julho de 2020; de 11,4% no ano e 8,4% nos últimos 12 meses.
set 8, 2021 | Economia
A projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país, passou de 7,27% para 7,58% neste ano. Esta é a 22ª elevação consecutiva na projeção.
Essa estimativa consta do anúncio Focus de hoje (6), que é uma pesquisa semanal do Banco Central (BC), com as projeções dos principais indicadores econômicos.
A inflação em 2022 está estimada em 3,98%. Para 2023 e 2024, as projeções são de 3,25% e 3%, respectivamente.
Entretanto, a projeção para 2021 é superior à meta de inflação que o BC deve perseguir. A meta para este ano definida pelo Comitê Monetário Nacional é de 3,75%, uma oscilação de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o limite superior é 5,25%.
Em julho, a taxa de inflação subiu 0,96%, maior nível desde 2002, quando o aumento foi de 1,19%. Com isso, o IPCA acumula alta de 4,76% e alta de 8,99% nos últimos 12 meses.
Os dados de agosto serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na próxima semana, mas o (IPCA-15), que mede as projeções oficiais de inflação, registrou no mês passado inflação de 0,89%, sendo, a maior variação desde 2002 (1%).
Taxa de juros
Para cumprir a meta de inflação, o Banco Central tem como principal instrumento a taxa básica de juros Selic, que atualmente é fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em 5,25% ao ano.
Para o mercado financeiro, é esperado que a Selic seja fixada em 7,63% ao ano até o final de 2021. Até o final de 2022, estima-se que a taxa básica de juros subirá para 7,75% ao ano. Para 2023 e 2024, a previsão é de 6,5% ao ano.
Quando o Copom eleva a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, o que leva a reflexos nos preços, pois juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Portanto, taxas de juros mais altas dificultam a recuperação da economia.
Além disso, com uma Selic mais alta, os investimentos em renda fixa passam a render mais e com o btg pactual digital você consegue fazer o seu dinheiro render de forma fácil com diversas opções de investimento na palma da sua mão.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, estimulando a produção e o consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção de crescimento econômico do Brasil para este ano de 5,22% para 5,15%.
Para 2022, a expectativa de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de 1,93%. A expectativa do mercado financeiro é de que o crescimento do PIB em 2023 e 2024 seja de 2,35% e 2,5%, respectivamente.
No final deste ano, a expectativa para a taxa de câmbio do dólar passou de 5,15 reais para R$ 5,17. Ao final de 2022, a previsão é que o dólar permaneça em R$ 5,20.
set 1, 2021 | Economia
Somente em julho, instituição financeira cooperativa registra mais de R$ 4,8 bilhões em contratações; valor equivale a 18% do total contratado no mercado
Reforçando sua posição como uma das instituições financeiras que mais concedem crédito ao agronegócio no Brasil, o Sicredi já registrou a contratação de mais de R$ 4,8 bilhões em crédito rural apenas no primeiro mês do Plano Safra 2021/2022. O valor é 51% maior do que o registrado no mesmo período de 2020, quando foram contratados R$ 3,2 bilhões, e supera a média de alta verificada no mercado, que registrou aumento de 16% do valor contratado por produtores rurais, com um total de R$ 26,9 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Com esse desempenho, o Sicredi tem representatividade de 18% das contratações realizadas no mercado em julho.
Do total registrado pela instituição financeira cooperativa em contratações, R$ 3,5 bilhões serão destinados a operações de custeio (valor 30% maior do que o verificado em julho de 2020 e que representa 22% do montante contratado no mercado para esta finalidade). Cerca de R$ 1,2 bilhão foi contratado para investimentos (180% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado e equivalente a 18% do total contratado no mercado com esse objetivo), R$ 67 milhões foram contratados para comercialização (alta de 98% em relação a julho de 2020 e equivalente a 4% do verificado no mercado) e R$ 35 milhões para industrialização (146% a mais do que em julho de 2020 e que representa 2% do contratado no mercado para este fim).
Com foco no atendimento aos pequenos e médios produtores, o Sicredi já observa, no primeiro mês do ciclo, crescimento de 48% nas contratações realizadas via Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), com um total de R$ 1,7 bilhão (equivalente a 26% do mercado), e de 37% via Pronamp (Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural), totalizando aproximadamente R$ 1 bilhão contratado neste curto período (26% do mercado). Outros R$ 2,1 bilhões foram contratados por produtores rurais junto à instituição financeira cooperativa por meio de outros programas, uma alta de 61% em relação ao valor verificado em julho de 2020 e que representa 13% do registrado pelo mercado.
“Nosso desempenho verificado somente no primeiro mês do ano-safra 2021/2022 supera as expectativas e mostra o apetite dos produtores rurais por crédito para diversas finalidades. São resultados parciais que expressam a força do Sicredi não apenas como fornecedor dos recursos, mas também como instituição financeira próxima desse público, capaz de orientá-lo para o desenvolvimento sustentável de seu negócio e disponibilizar as soluções mais adequadas para atendê-lo”, afirma Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito do Sicredi.
Associados interessados em contratar crédito rural no Sicredi podem procurar a sua agência ou utilizar os canais digitais da instituição financeira cooperativa, como o aplicativo ou o WhatsApp, para dar andamento ao processo.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
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ago 30, 2021 | Economia
Até junho deste ano arrecadação para os cofres públicos de MS com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) representou 83,62% do total do último ano, quando Mato Grosso do Sul recolheu R$ 800,74 milhões. A análise foi feita pelo Observatório Econômico, projeto ligado ao Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de MS – Sindifiscal/MS. Conforme o estudo, de janeiro a junho deste ano, o Estado recolheu R$ 669,56 milhões. Em 2020, o montante do período foi de R$ 601,10 milhões.
Até junho deste ano arrecadação para os cofres públicos de MS com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) representou 83,62% do total do último ano, quando Mato Grosso do Sul recolheu R$ 800,74 milhões. A análise foi feita pelo Observatório Econômico, projeto ligado ao Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de MS – Sindifiscal/MS. Conforme o estudo, de janeiro a junho deste ano, o Estado recolheu R$ 669,56 milhões. Em 2020, o montante do período foi de R$ 601,10 milhões.
O valor arrecadado em junho foi de R$ 36,07 milhões, enquanto no mesmo mês de 2020, o montante foi de R$ 35,28 milhões. A análise do primeiro semestre de 2021 mostra incremento real positivo em quase todos os meses, com exceção de junho, que apresentou incremento real negativo de -2,16%. O incremento real desconta a inflação do período. Já a maior arrecadação de IPVA de 2021 é de janeiro, que atingiu R$ 373,37 milhões, enquanto no ano passado, R$ 356,73.
A análise de dados do IPVA do Centro-Oeste mostra que, no primeiro semestre de 2021, Mato Grosso do Sul apresentou a segunda maior arrecadação da região, ficando atrás apenas do DF que recolheu R$ 1,03 bilhão.
Referências:
O artigo foi elaborado com base em dados do Boletim Foco, estudo feito pelo Observatório Econômico, postado no site https://fatogeradorsindifiscalms.blogspot.com/.
RREO: Relatório Resumido de Execução Orçamentária-SCGE (https://www.scge.ms.gov.br/arquivos-lrf/)
COTEP/CONFAZ-Boletim de Arrecadação do ICMS (https://www.confaz.fazenda.gov.br/boletim-de-arrecadacao-dos-tributos-estaduais)
Estudo Elaborado pela equipe do Observatório Econômico do Sindifiscal/MS
Diretor: Clauber Aguiar
Consultor: Aluízio Pires
Economista: Patrícia Ayala
Estagiárias: Mariana Gomes, Sílvia Regina
https://fatogeradorsindifiscalms.blogspot.com/
Diretor Presidente SINDIFISCAL: Francisco Carlos de Assis
https://sindifiscalms.org.br/
maio 14, 2021 | Economia
No Mato Grosso do Sul a modalidade tem concorrência quase inexistente e a conveniência impulsiona um crescimento constante.
Nenhum setor da economia passa por tantas inovações como o imobiliário. Como ele reflete a forma de viver das pessoas, as transformações acompanham e estão cada vez mais aceleradas impulsionadas pela tecnologia e a necessidade de praticidade. Nos últimos anos, surgiu uma nova mobilidade impensável há pouco tempo: locar um imóvel apenas por uma noite através de um contato remoto pelo celular, sem necessidade de maiores burocracias.
O que é facilidade para uns é oportunidade para outros. O aluguel de temporada já é bastante popular no País, principalmente em municípios litorâneos e com grande apelo turístico, mas ainda tem espaço quase inexplorado em cidades do interior do Brasil, assim como Campo Grande, por exemplo.
“Campo Grande atrai todos os dias muita gente do interior, empresários ou executivos de outras regiões à trabalho e este é um público perfeito para a locação de temporada” afirma o economista Fábio Araújo, especialista em análise de mercado para o setor. Segundo ele, mesmo assim a cidade tem oferta quase inexistente de imóveis com este perfil e por isso indica como uma super oportunidade de investimento.
Fábio destaca que para o imóvel chamar atenção dos locatários temporários precisa ser moderno, com ótima localização. Para justificar sua indicação por este tipo de investimento, ele analisa os números, tomando como exemplo o Vista, que está sendo construído em Campo Grande pela SBS Empreendimentos e tem as características necessárias para este tipo de mercado. “Este edifício tem unidades de 41 a 91 metros quadrados. Vamos fazer uma comparação: na locação tradicional a menor unidade teria um aluguel mensal de 1200 reais, já que a média de cálculo é 30 reais por metro quadrado. Já para alugar por dia o valor de acordo com a qualidade do imóvel estaria entre 150 a 200 reais a diária, alcançando ainda valores maiores dependendo da época do ano. Mesmo assim, pelo menor valor, locando apenas 15 dias por mês você já vai ter uma receita de 2100 reais”, analisa.
Fábio lembra ainda que em Campo Grande a concorrência é absolutamente desprezível, já que é um segmento que está começando agora. “Todo trimestre pesquisamos o setor em 250 cidades brasileiras e o que mais o consumidor pede é qualidade de vida. Os investimentos obrigatoriamente estão associados a isso. Um empreendimento com inteligência dos serviços, boa localização, uma área de lazer realmente útil e localização que permita uma vida mais ágil é tudo que o mercado pede e precisa, seja para morar ou para investir. Esse é o retrato do mercado no momento. Quem optar por um imóvel com este perfil terá um grande ativo em mãos”, finaliza Fabio Araújo.
SOBRE INVESTIMENTO
O setor imobiliário no Brasil, historicamente, foi impulsionado pelo sonho da casa própria. Os brasileiros, prioritariamente, compravam imóveis para morar, porém o mercado vem se transformando com cada vez mais investidores entre os que adquirem imóveis.
Especialmente nos últimos anos com a queda expressiva da taxa Selic, que hoje está em 2,75%, muitos investidores migraram do mercado financeiro para o investimento real em imóveis. “O mercado imobiliário é o mais sólido, ele tem piso, o que significa que ele não vira zero nunca. Diferente de alguns papéis e ações de Bolsa. O fundamental agora é que estamos em uma redução recorde de taxa de juros, hoje o ganho é negativo. A inflação esperada este ano é de 4,5% bem maior que a Selic, o dinheiro pelo dinheiro vai perder valor. O imóvel nunca perde o valor, o máximo é desacelerar a valorização”, afirma Fábio.
Pensando em diversificar os investimentos, quem vem olhando para este tipo de negócio é o agropecuarista. “Sabemos que o homem do campo tem grande ímpeto de reinvestir na sua propriedade, fazer o dinheiro girar na produção. Porém, a alta do dólar e o crescimento das exportações vem permitindo essa expansão nos investimentos e os imóveis têm sido o produto preferido”, diz Phaena Spengler, executiva da SBS Empreendimentos.
Segundo Phaena, o setor imobiliário oferece ao produtor rural a tangibilidade que ele necessita para confiar no negócio. Por ser tão sólido como comprar terra, algo que é o perfil deste mercado agropecuário, acaba ganhando sua atenção. Além do mais, a facilidade de gestão dos imóveis podendo ficar no uso ou gerando renda é outro atrativo. “Com o aluguel de temporada, é possível ter o melhor das duas características: tanto usar o imóvel como gerar receita com ele. Muitos produtores rurais decidiram parar de pagar hotel e ter o próprio imóvel com este perfil”, afirma Phaena.
SOBRE A EMPRESA
A SBS Empreendimentos nasceu em Campo Grande (MS), em 1996, comandada pelo engenheiro civil, Celso Spengler. Tem grande atuação também na região Norte do Brasil, com um portfólio de mais de 100 mil metros quadrados em área construída, forte investimento em tecnologia construtiva, sustentabilidade e qualidade com certificação nível A do PBQPH.
Iniciou as obras do empreendimento Vista em 2021, localizado na rua 15 de Novembro com a Franklin Roosevelt e tem a previsão de conclusão para 2023.O empreendimento além de trazer desenvolvimento para a Capital irá gerar durante seu período de construção 200 empregos diretos e indiretos.