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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 09 de Julho de 2026
Esgotamento digital: relatório aponta que brasileiros passam mais de um terço do dia conectados; “Tudo tem que ter parcimônia”, diz médico  

Esgotamento digital: relatório aponta que brasileiros passam mais de um terço do dia conectados; “Tudo tem que ter parcimônia”, diz médico  

Psiquiatra alerta que tecnologia é essencial, mas que todos precisam enxergar o lado positivo e o negativo  

Despertador tocou e, para muitos, a primeira luz que raia não é a do sol, mas sim a do celular. Não é à toa que o Brasil quase que lidera o ranking quando o assunto é tempo de tela, perdendo apenas para a África do Sul. De acordo com relatório publicado em janeiro deste ano pela agência We Are Social em parceria com a empresa de monitoramento de mídia on-line Meltwater, os brasileiros passam nove horas e meia conectados à internet, ou seja, mais de um terço do dia é gasto on-line.  

O fato é que vivemos cercados de informação de alta velocidade que modificam e transformam nossa realidade, sem contar que a tecnologia está presente em cada momento da nossa vida. Mas como será o futuro? Qual o impacto disso tudo em nossa saúde?  

Esgotamento digital, o que é?  

A psicóloga Francisca Flávia Costa explica que o termo se refere a um esgotamento físico e emocional, causado pelo excesso do consumo de informações digitais, que aumenta a possibilidade do desenvolvimento de transtornos mentais, como:  

– Ansiedade  

– Depressão  

– Dependência tecnológica  

– Fobias  

“Por isso, é preciso estar atento a sinais como hiperconectividade (necessidade de estar sempre conectado), dificuldade de concentração, cansaço, estresse, tensão muscular, dores de cabeça e aumento dos sintomas de ansiedade”, acrescentou Francisca.  

A boa notícia, de acordo com a psicóloga, é que esse adoecimento pode ser prevenido e, para isso, é necessário um filtro, selecionar muito bem aquilo que vale a pena nos conectarmos na internet, tendo sempre acesso a fontes seguras de informação e focando em qualidade, não na quantidade. Fazer uma coisa por vez também é essencial para este processo.  

Até onde o uso da tecnologia é saudável?  

Psiquiatra da Unimed Campo Grande, Dr. Marcos Estevão explica que o mundo evolui e não tem como segurarmos essa evolução, pois a tecnologia vem a serviço do homem e o homem investe neste serviço. “O que precisamos ver é o lado positivo e o negativo”, pontua o especialista.  

Equilíbrio  

“O jovem de hoje não consegue imaginar como era a vida com orelhões e telefones fixos. Quantos de nós ficamos extremamente angustiados se esquecemos o celular em casa? É naquele aparelho que as pessoas pensam que tem o contato com o mundo. A pandemia piorou muito isso, as pessoas ficaram presas em casa e o consumo da tecnologia foi muito maior. Além disso, é preciso trabalhar essa questão desde a infância. Está começando a ficar fácil para a geração de pais novos deixarem os filhos na tecnologia, porque a casa fica calma, dá menos trabalho, e ali a interação entre família já começa a ser diminuída. Tudo tem que ter parcimônia! A tecnologia veio para ajudar, mas precisamos entender que às vezes ela nos atrapalha muito. Os pais precisam também entender que devem ter a relação de família, todos juntos em casa. Essa afetividade precisa ser estimulada para que essa criança possa depois partir para uma rede social podendo colocar um pouquinho desse afeto que recebeu para as outras pessoas”, concluiu Estevão.  

Dia Nacional da Cachaça: descubra curiosidades sobre a bebida e como preparar um drink exclusivo

Dia Nacional da Cachaça: descubra curiosidades sobre a bebida e como preparar um drink exclusivo

Além de carregar o DNA do país, a cachaça é uma bebida rica em histórias e curiosidades

De acordo com o Anuário da Cachaça, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Brasil possui mais de 930 estabelecimentos que produzem cachaça. A bebida criada pelos senhores de engenho para compensar o baixo valor do açúcar foi capaz de incomodar até a Corte Real Portuguesa, que detinha o monopólio de vinhos e aguardente no Brasil, e decidiu proibir a produção e venda da cachaça em 13 de setembro de 1649.

A proibição causou revolta nos produtores que eram perseguidos e tinham que pagar impostos. Sendo assim, no dia 13 de setembro de 1661, eles tomaram o poder no Rio de Janeiro durante cinco meses e com isso surgiu a Revolta da Cachaça. “O episódio foi tão marcante que desde 2010, no Brasil, no dia 13 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Cachaça”, explica Rafael Câmara, bartender parceiro da Weber Haus.

Além de carregar o DNA do país, a cachaça é uma bebida rica em histórias e curiosidades. Para quem quer conhecer um pouco mais sobre ela, Câmara listou algumas informações importantes sobre a cachaça e a sua trajetória, confira:

– Onde tudo começou

Essa é uma questão que sempre costuma ser motivo de dúvidas e discussões, já que existem algumas versões sobre o início da produção de cachaça no Brasil. A versão mais provável é que a cachaça tenha sido destilada pela primeira vez em 1516, na Feitoria de Itamaracá – Pernambuco.

– Origem da palavra

A palavra cachaça é um lusitanismo da palavra espanhola “cachaza”, que é um subproduto anterior à cristalização do açúcar. A palavra é, portanto, um brasileirismo usado no século XVI, para denominar nossa aguardente de cana.

– Primeiro destilado da América

Muitos não sabem, mas a cachaça surgiu antes do pisco, da tequila, do rum e do bourbon. Sendo assim, a cachaça é o primeiro destilado das Américas.

– A cachaça e as madeiras

A cachaça é o único destilado que utiliza mais de 30 tipos de madeira para armazenamento e envelhecimento, o que lhe confere uma rica variedade de cores, aromas e sabores.

– Seu uso na medicina empírica

Usada inicialmente contra o frio e a umidade, a cachaça foi ganhando vários empregos na medicina empírica: desde picada de cobra, fraqueza, constipação e malária.

– A caipirinha surgiu de um remédio caseiro na época da Gripe Espanhola

Um dos drinks mais populares no Brasil surgiu na verdade de um remédio caseiro na época da Gripe Espanhola. A pandemia que chegou no Brasil na metade de 1918, fez a população recorrer a uma mistura de aguardente com mel e limão para amenizar os sintomas da gripe. A partir dessa mistura surgiu o coquetel mais brasileiro que existe.

E para quem quer brindar o Dia da Cachaça apreciando um drink feito com a bebida, Câmara explica o passo a passo de uma receita exclusiva, confira:

Cachaça cravo e baunilha

Ingredientes

50ml Cachaça

25ml Jäegermeister

04 Gotas tintura de cravo e baunilha

Modo de preparo

Acrescente todos os ingredientes na coqueteleira. Bata com gelo por aproximadamente 10 segundos. Sirva coado com auxílio de uma peneira para uma taça de coupé. Finalize com uma folha de limoeiro.

Sobre a Weber Haus

A história da família Weber no Brasil tem início em 1824, quando saíram da cidade alemã de Hunsrück para morar no Lote 48 das encostas da Serra Gaúcha, hoje chamada Ivoti. Ao adquirir as terras, a família iniciou o plantio de batata inglesa. Foi só em 1848, com o plantio de cana-de-açúcar, que começaram a elaborar cachaças para consumo. O destilador foi construído após um século e era formado apenas por um galpão com um engenho de tração animal. Atualmente, a Weber Haus já coleciona mais de 100 premiações e certificados importantes para a agroindústria.

Saiba mais em www.weberhaus.com.br

Rodrigo Teixeira volta a trabalho solo com Projeto Inédito

Rodrigo Teixeira volta a trabalho solo com Projeto Inédito

RodTex e Os Coiotes estreia no dia 16 de setembro no Teatro do Mundo em Campo Grande

Rodrigo Teixeira vai ativar novamente a sua versão mais roqueira. É o que o público vai conferir no dia 16 de setembro, às 21h, no Teatro do Mundo, em Campo Grande (MS). RodTex e Os Coiotes é o novo projeto liderado por Rodrigo Teixeira, que desde 2010 só vem se dedicando a trabalhos coletivos. Ao lado de Simão Gandhy (guitarra), Zé Fiuza (bateria), Luciano de Sã (baixo) e Felipe de Castro (teclado), o cantor e compositor retorna a investir em um repertório de rock e blues, mesclando canções autorais, versões para músicas de bandas de MS e novos arranjos para clássicos brasileiros.

Rodrigo Teixeira e os “coiotes” tocaram pela primeira vez juntos no Bonito Blues e Jazz Festival 2023, quando o músico foi convidado a participar do show do guitarrista Luís Ávilla. Depois do encontro, Rodrigo Teixeira resolveu montar um novo projeto e chamou o quarteto para o acompanhá-lo. O objetivo é misturar o repertório autoral com composições de autores de MS como Geraldo Espíndola e Renato Fernandes, assim como compositores e bandas que influenciaram Rodrigo Teixeira, como Celso Blues Boy, Cazuza e Titãs.

Para a nova empreitada, o músico adotou o apelido de seu perfil nas redes sociais, RodTex. A banda também vai lançar duas músicas ainda em setembro. A inédita “Esquecer Mesmo”, um blues de Rodrigo Teixeira, e uma versão roqueira de “Abre a Mente”, composição de Rodrigo com Jerry Espíndola e Ju Souc. O grupo irá também relembrar “Mala da Bolívia”, rock lançado pelo Fenícios, banda que Rodrigo participou no início dos anos 1990 em São Paulo, e que depois foi muito tocada nos bares de Campo Grande e pelas bandas como Vaticano 69 e Olho de Gato.

Rodrigo Teixeira iniciou a carreira no final dos anos 1980 e no início da década de 1990 já havia começado a trajetória como artista solo. Um dos fundadores da polca-rock, acompanhou os principais artistas de MS e já participou de diversas bandas e projetos, sendo o mais recente e duradouro o trabalho com o trio Hermanos Irmãos. Em sua discografia, dois discos solos, um com o grupo Mandioca Loca e três álbuns com o Hermanos Irmãos.

O Teatro do Mundo fica na Rua Barão de Melgaço, 177, no centro de Campo Grande (MS). O ingresso custa R$ 30 (antecipado) e R$ 40 (na hora). O link comprar ingresso é o http://wa.me/5567996969774

 

Transplantes salvam vidas, mas só ocorrem após doação de órgãos autorizada por famílias

Transplantes salvam vidas, mas só ocorrem após doação de órgãos autorizada por famílias

Para ser um doador de órgãos e tecidos basta comunicar a família sobre esse desejo. Em Mato Grosso do Sul, 406 pessoas aguardam pelo transplante de córneas e 171 pacientes por rim.

No Estado são realizados transplante de rim e de tecido músculo-esquelético (que inclui medula óssea) apenas em Campo Grande, e de córnea é feito na Capital e em Dourados. No caso de transplantes de órgãos e tecidos que não são realizados no Estado, o paciente é encaminhado para local onde o procedimento pode ser feito.

Neste ano, até o momento, Mato Grosso do Sul já realizou 139 transplantes de córnea e 22 transplantes renais, também foi realizado um transplante de coração – que na ocasião, havia equipe e estabelecimento autorizados. A lista para transplantes é única e vale tanto para os pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) quanto para os da rede privada.

No dia 27 de setembro é comemorado o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos e a intenção é conscientizar a população da importância de ser um doador. Em alusão à data, o mês também é lembrado como Setembro Verde, uma luta para que mais pessoas se tornem doadoras.

De acordo com a legislação brasileira, mesmo com a decisão da pessoa de doar os órgãos, em caso de morte, a palavra final é da família, ou seja, não é possível garantir efetivamente a vontade do doador. Sendo assim, o diálogo com a família e amigos é essencial para que o desejo seja respeitado.

A atitude simples, de informar ser doador, pode salvar inúmeras vidas. É o que garante a coordenadora da Central Estadual de Transplantes – da SES (Secretaria de Estado de Saúde) –, Claire Carmen Miozzo. “O transplante só existe se tiver doação de órgãos e tecidos. Que por sua vez acontece se a família da pessoa que morreu fizer a doação. Na maioria dos casos onde existe a negativa, os familiares dizem que o motivo é não saber se a pessoa era ou não doadora. Se isso fica claro, é conversado antes, a família sempre respeita a vontade e autoriza a doação”.

A aposentada Shelma Zaleski, 58 anos, tem ceratocone – doença que compromete a visão e pode levar a cegueira – e já realizou transplante em um dos olhos há 20 anos. Porém, há três meses voltou à fila de espera para fazer o transplante de córnea no outro olho.

“Recebi o diagnóstico e comecei a usar lentes de contato, porque os óculos não resolviam meu problema. Com o passar do tempo, a visão foi piorando rapidamente, principalmente do olho esquerdo, até culminar na necessidade de um transplante de córnea, que é um dos últimos recursos para o meu caso”.

Ela aguardou por três anos até conseguir fazer o transplante. “A recuperação foi longa, mas satisfatória, passei muito tempo enxergando bem, utilizando a lente somente no olho direito. Mas agora, já faz uns cinco anos, que tenho sentido dificuldade novamente em enxergar. E fui encaminhada novamente para o transplante. Estou esperando, mas não tão ansiosa como da primeira vez”, afirmou Shelma.

Após passar por três transplantes, Josiane fala da importância das doações de órgãos

Josiane Pereira Lima, 45 anos, é funcionária pública e também passou por transplante de córnea devido a ceratocone. “No segundo ano de faculdade eu fui submetida ao primeiro transplante de córnea do olho direito, mas não foi bem-sucedido. E oito anos atrás eu precisei refazer o transplante, porém foi bem mais rápido, em um mês e meio. E depois fiz o do olho esquerdo, e esperei uns seis meses para conseguir doador”.

Submetida a três transplantes, ela afirma que as cirurgias mudaram sua vida. “Eu já estava sem perspectiva de estudar. Eu acho que ia ser muito difícil para mim conseguir retomar a minha vida novamente se não fosse por essas doações. Uma parte importante é que as famílias das pessoas que doam córneas, que doam órgãos, não tem noção da amplitude do benefício que eles fazem na vida de alguém. Porque quando ajudam uma pessoa que é receptora de órgão, estão ajudando a família, todos que estão ao redor”, afirmou Josiane.

Espera

A lista de espera funciona baseada em critérios técnicos, na qual a ordem de pacientes a serem transplantados leva em consideração a tipagem sanguínea, compatibilidade de peso e altura, compatibilidade genética e critérios de gravidade distintos para cada órgão. No caso do cumprimento de forma semelhante pelos pacientes, a ordem cronológica de cadastro, ou seja, a ordem de chegada, funciona como desempate. Pacientes em estado crítico são atendidos com prioridade, em razão de sua condição clínica.

O Brasil, por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), tem o maior programa público de transplante do mundo, no qual cerca de 87% dos transplantes de órgãos são feitos com recursos públicos, permitindo que cada vez mais pessoas tenham uma vida melhor. A estrutura é gerenciada pelo Ministério da Saúde, que assegura que cirurgias de alta complexidade sejam realizadas para pacientes da rede pública e privada, em situação de igualdade.

A SES explica que todo o processo de doação de órgãos, desde a captação ao transplante é realizada de forma transparente e é acompanhado pelo Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde.

Para ser um doador, basta conversar com sua família sobre o seu desejo. No Brasil, a doação de órgãos só será feita após a autorização familiar. O Ministério da Saúde explica que existem dois tipos de doador – vivo e falecido. O doador vivo pode ser qualquer pessoa que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. Ele pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores e não parentes, só serão doadores com autorização judicial.

O segundo tipo é o doador falecido, que são pacientes com diagnóstico de morte encefálica, geralmente vítimas de catástrofes cerebrais, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral). Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado, e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes.

A Central Estadual de Transplante atende 24h por dia pelos telefones (67) 3312-1400 / 3321-8877.

Carlos Alberto de Nóbrega recebe homenagem de Alexandre Frota no podcast ‘O Pod É Nosso’

Carlos Alberto de Nóbrega recebe homenagem de Alexandre Frota no podcast ‘O Pod É Nosso’

Confira o que rolou nesse encontro memorável de muita conversa boa e histórias marcantes

Nesta última segunda-feira (28) duas figuras icônicas se encontraram em celebração e camaradagem. Alexandre Frota, renomado ator, diretor e empresário, conhecido não apenas por suas empreitadas artísticas, mas também por seus esforços políticos, assumiu um papel único como orgulhoso embaixador do clube de futebol Flamengo. O clube tinha uma surpresa guardada para outra celebridade querida, Carlos Alberto de Nóbrega, o veterano humorista e apresentador do programa humorístico ‘A Praça é Nossa’, o qual sempre compartilha com muito orgulho o amor que possui pelo Flamengo.

Foi uma cena notável quando os mundos do entretenimento e dos esportes se cruzaram, tudo no espírito do belo jogo. Carlos Alberto de Nóbrega, um verdadeiro Flamenguista de coração, foi honrado pelo clube Flamengo com uma camisa oficial personalizada, preparada especialmente para ele. E quem teve a tarefa especial de entregar essa camisa foi ninguém menos que Alexandre Frota, o embaixador flamenguista.

Carlos Alberto de Nóbrega não escondeu sua emoção ao receber essa homenagem, uma camisa com seu nome, a qual ele prometeu usar durante o jogo decisivo entre Flamengo e São Paulo na Copa do Brasil. Um gesto que simboliza a paixão e devoção que os torcedores têm por seus times.

Além disso, o encontro dessas duas personalidades não foi apenas um momento esportivo, mas também uma oportunidade para compartilhar histórias e risadas. Carlos Alberto de Nóbrega, junto com sua esposa Renata de Nóbrega, receberam em seu podcast, um toque extra de diversão ao episódio 57 do “O Pod É Nosso”, com os convidados especiais Alexandre Frota e sua esposa Fabi Frota, que proporcionando aos ouvintes uma visão única de sua vida e carreira.

A conversa entre essas personalidades foi um verdadeiro mergulho nas histórias e experiências que moldaram suas jornadas até o presente. Desde os primeiros passos em suas respectivas carreiras até os momentos mais engraçados e inesquecíveis, a atmosfera descontraída do podcast permitiu que os ouvintes vislumbrassem o lado humano dessas figuras.

Alexandre Frota compartilhou detalhes sobre os desafios e triunfos que moldaram sua jornada. Desde o sucesso em telenovelas até sua notável incursão em suas outras áreas da vida, a conversa destacou a essência multifacetada de Alexandre, que tem desbravado territórios tão diversos com uma paixão contagiante.

Enquanto isso, Fabi Frota, a Musa Fitness, trouxe uma perspectiva inspiradora sobre sua própria trajetória. Além de suas grandes conquistas, Fabi revelou sua abordagem à vida como empresária e apresentadora. Sua capacidade de equilibrar múltiplos papéis enquanto permanece enérgica e autêntica deixou uma impressão duradoura na conversa, refletindo a determinação e a força que são a marca registrada de sua personalidade.

A entrega da camisa do Flamengo a Carlos Alberto de Nóbrega e a cativante conversa no podcast O Pod É Nosso, superaram as fronteiras do campo e dos estúdios, refletindo como um lembrete de que, por trás das figuras públicas, existem indivíduos repletos de histórias, sonhos e risos, em um momento único, onde o passado e o presente se uniram em um encontro especial.

Crédito das Fotos: Renato Cipriano / Divulgação

Como “passar bem” em dias de temperaturas elevadas?  

Como “passar bem” em dias de temperaturas elevadas?  

Médica dicas para evitar que forte calor cause grandes impactos à saúde  

Dias quentes e, muitas vezes, secos. Uma combinação que pode causar mal-estar, além de impactos mais sérios à saúde. Isso acontece porque o forte calor eleva a temperatura corporal e, como consequência, há o aumento da transpiração, que em alguns casos, provoca quadro de desidratação e alterações cardiovasculares.  

“A principal complicação causada pelo forte calor é a desidratação, uma condição que pode evoluir para casos mais graves, necessitando até mesmo de internação hospitalar e, em algumas situações ainda mais sérias, pode levar a óbito, principalmente de idosos e crianças”, explica a Dra. Carolina Albuquerque Arroyo, especialista em clínica médica da Unimed Campo Grande.  

A médica alerta que o calor excessivo pode provocar também insolação, problemas respiratórios, além de alterações na pele, e ressalta “em dias de forte calor, vale investir em alguns cuidados importantes para que a saúde não seja tão impactada”.  

Dicas de cuidado em dias muito quentes:  

– Aumentar a ingesta de líquidos, especialmente de água. Um bom parâmetro para saber se está tomando a quantidade adequada de líquidos é avaliar a cor da urina, que deve estar transparente ou amarelo claro. Se estiver mais escura é sinal de que você precisa se hidratar mais.  

– Evitar a exposição ao sol entre às 10h e 16h.  

– Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.  

-Aumentar o consumo de frutas ricas em água, como melão e melancia, além de legumes e verduras.  

– Evite fazer atividade física entre às 10h e 15h da tarde, pois neste período a incidência solar é maior.  

– Use um protetor solar de alta proteção. Isso melhora a hidratação da pele e evita danos da radiação ultravioleta sobre a pele. Também vale usar boné, chapéu e óculos de sol.  

– Em ambientes fechados, procure umidificar o ambiente, com umidificadores de ar, ou, na falta desse, um refratário com água ou uma toalha molhada.  

-Prefira roupas mais leves, preferencialmente de algodão e de cores mais claras, e evite tecidos que dificultam a transpiração.  

-Em caso de ressecamento nos olhos e nariz, aplique soro fisiológico para amenizar o desconforto.   

Pronto Atendimento Digital   

Acompanhando uma tendência tecnológica na área da saúde, especialmente em instituições renomadas do país, a Unimed Campo Grande implantou o Pronto Atendimento Digital como uma opção a mais de atendimento para os beneficiários da cooperativa. Prático, seguro e eficiente, o serviço tem o intuito de absorver demandas de baixa complexidade (que não sejam casos de urgência e emergência) de pacientes e pode ser acessado de qualquer lugar, sem necessidade de deslocamento.   

Gratuito e exclusivo para beneficiários Unimed CG, o PA Digital disponibiliza atendimento adulto e pediátrico, de segunda a sexta-feira (exceto aos feriados), das 7h às 18 horas. Para ter acesso, basta clicar no link https://bit.ly/ProntoAtendimentoDigital_UCG   

Aqui tem vida. Aqui tem saúde. Aqui tem Unimed.