jan 6, 2026 | Diversos
O jornalista e escritor Wilson Aquino convida amigos, leitores e toda a comunidade para um momento muito especial de sua trajetória pessoal e profissional: o lançamento do livro “Reflexões e Memória”, que acontece no próximo dia 10 de janeiro, das 16h às 19h, no Café Doce Lembrança, localizado na Rua Dom Aquino, 2055, entre as ruas Padre João Crippa e Pedro Celestino, em Campo Grande.
A obra reúne uma seleção cuidadosa de artigos publicados ao longo dos últimos sete anos, de forma semanal e ininterrupta, no jornal O Estado MS e em outros veículos de comunicação do Mato Grosso do Sul e de diferentes regiões do país. São textos que dialogam diretamente com o cotidiano das pessoas, com suas dores, desafios, esperanças e sonhos, sempre à luz de valores humanos, morais e espirituais, que sustentam a vida em família e fortalecem o indivíduo.
Com cerca de 300 páginas, Reflexões e Memória é mais do que um livro de crônicas ou artigos: é um convite à pausa, à reflexão e ao reencontro com aquilo que realmente importa. Ao longo das páginas, o leitor encontrará temas como família, fé, relacionamento conjugal, educação dos filhos, superação, ética, honestidade, espiritualidade, sentido da vida, responsabilidade social e os desafios do mundo contemporâneo — tratados com sensibilidade, experiência e olhar humano de quem há décadas observa, escreve e dialoga com a sociedade.

Jornalista Wilson Aquino lança o livro ‘Reflexões e Memória’, dia 10 na Capital
Boa parte dos textos que compõem o livro está alicerçada nos ensinamentos e mandamentos de Deus, destacando a importância da espiritualidade como base para uma vida mais equilibrada, consciente e plena. O autor enfatiza, em diversos artigos, que os princípios divinos não limitam o ser humano, mas o libertam, oferecendo direção, propósito e segurança em meio às incertezas da vida moderna.
Nesse contexto, o caminho deixado por Jesus Cristo é apresentado como o melhor a ser seguido. Ao longo das reflexões, Wilson Aquino ressalta que é no exemplo do Senhor — em Sua humildade, amor, perdão e obediência a Deus — que encontramos força, fé e esperança para vencer os grandes desafios da vida. A mensagem central é clara: quando colocamos Deus no centro de nossas decisões, enfrentamos as dificuldades com mais serenidade, coragem e confiança.
Ao entrar nas páginas do livro, o leitor é convidado a desacelerar e olhar para dentro. Em reflexões diretas e profundas, o autor lembra que “nem tudo o que dói destrói — algumas dores nos constroem”, propondo uma nova forma de enxergar as dificuldades da vida: não como derrotas definitivas, mas como oportunidades de aprendizado, amadurecimento e fortalecimento interior, sempre amparados pela fé.
Outro eixo central da obra é a valorização da família e dos relacionamentos. Em um dos textos, Wilson Aquino afirma que “família não é lugar de perfeição, é lugar de perseverança”, conceito que atravessa toda a obra e dialoga com leitores que enfrentam conflitos, desafios conjugais e a complexa missão de educar filhos em um mundo cada vez mais exigente e acelerado.
O autor também aborda, com franqueza e empatia, temas sensíveis da vida moderna, como solidão, desânimo, crises emocionais e espirituais. Ao afirmar que “ninguém vence a vida sozinho, mas todos podem escolher pedir ajuda”, o livro oferece acolhimento, esperança e direção, sempre ancorado na fé, em experiências reais e na certeza de que Deus caminha ao lado daqueles que O buscam.
Mais do que um livro para ser apenas lido, Reflexões e Memória se propõe a ser vivido. Cada texto convida o leitor a ajustar valores, rever posturas e reencontrar propósito. Como resume uma das reflexões presentes na obra: “quando ajustamos nossos valores, a vida encontra um novo rumo” — uma mensagem simples, mas profundamente transformadora.
O livro, que terá um custo de R$ 60,00, também se propõe a ser um companheiro de leitura para diferentes momentos da vida: para quem busca conforto, orientação, inspiração ou reflexões capazes de fortalecer emocional e espiritualmente.

Jornalista Wilson Aquino lança o livro ‘Reflexões e Memória’, dia 10 na Capital
Como fechamento simbólico e afetivo, a obra traz ainda um caderno especial de fotos, reunindo memórias familiares, registros do início da carreira jornalística e momentos da trajetória profissional atual, compondo um mosaico de lembranças que ajudam o leitor a compreender o caminho percorrido pelo autor e as raízes de sua escrita.
O lançamento será um momento de encontro, conversa, afeto e celebração da palavra escrita — um convite aberto a todos que acreditam no poder da reflexão, da memória, da fé e da boa leitura como instrumentos de transformação pessoal e social.
Serviço
Lançamento do livro: “Reflexões e Memória – de Wilson Aquino”
Data: 10 de janeiro
Horário: das 16h às 19h
Local: Café Doce Lembrança – Rua Dom Aquino, 2055
(entre Padre João Crippa e Pedro Celestino)
Custo do exemplar: R$ 60,00
Encomendas: WhatsApp e chave PIX: (67) 99983-2896
jan 2, 2026 | Diversos
A rapper indígena da etnia Guarani Kaiowá MC Anarandà lançou dia (30), no YouTube, o videoclipe da música “Jasy Tatá”, que em português significa “A Lua de Fogo”. A obra marca um novo momento em sua trajetória artística ao apresentar uma experiência audiovisual construída integralmente em chroma key, com uso intensivo de VFX (efeitos visuais), onde tecnologia e ancestralidade se encontram para contar uma história potente, sensível e profundamente contemporânea.
Diferente de trabalhos anteriores como Feminicídio, As Lembranças da Minha Avó e Mãe — nos quais a estética estava diretamente ligada ao território da aldeia e a uma abordagem documental da realidade vivida pela artista —, “Jasy Tatá” aposta em novas linguagens visuais. O clipe abandona o registro realista para mergulhar em paisagens simbólicas, animações, grafismos e cenários digitais, ampliando o universo narrativo da obra.
A tecnologia, neste trabalho, deixa de ser apenas ferramenta e passa a ser linguagem, conduzindo o espectador por ambientes que dialogam com a força da música, da memória e da espiritualidade dos povos originários. O resultado é uma obra que aponta para novos futuros possíveis no audiovisual indígena, sem romper com suas raízes.

Novo clipe de MC Anarandà propõe encontro entre tecnologia e ancestralidade
Cantora indígena, Anarandà ocupa o centro da narrativa, reafirmando sua presença artística ao unir contemporaneidade e ancestralidade em uma estética visual imersiva. O videoclipe propõe um encontro entre corpo, voz e imagem, explorando novas formas de representação e expressão no rap indígena. “Eu compus essa música ouvindo a lua falar comigo. Jasy Tatá é o fogo sagrado que guia meus passos. Cada verso nasceu da memória da terra e da força dos meus ancestrais. Minha inspiração foram os jovens do meu território. Minha voz é canto, reza e resistência — uma voz que a lua reconhece “, confirma Anarandà.
A direção do videoclipe é assinada pela documentarista Marineti Pinheiro, que destaca o caráter experimental do projeto. “O clipe surgiu como uma folha em branco, onde algo novo precisava ser criado dentro da estética conceitual da Anarandà. O lugar da criação e da inovação é sempre um desafio. Em muitos momentos nos perguntamos se iria funcionar. Por isso, hoje, a opinião e a crítica do público são fundamentais. Não conseguimos validar esse trabalho sozinhos — precisamos do olhar de quem assiste”, afirma.
A concepção visual contou ainda com a colaboração de Éder Cadete, responsável pelo figurino, maquiagem, cabelo e preparação da artista. “Trabalhar com a Anarandà é entrar em um mundo encantado. Ela é muito talentosa e aberta às propostas, sempre com troca de opiniões e olhares. Esse diálogo torna o processo rico e produtivo para todos”, destaca.
A direção musical e a produção do álbum ficaram a cargo de Vinil Moraes, que ressalta o encontro entre tradição e inovação sonora. “Foi muito prazeroso fazer a direção musical e a produção do álbum da MC Anarandà. Reunimos o talento do produtor musical Wagner Bagão com instrumentos ancestrais gravados diretamente pelos Guarani Kaiowá. A versatilidade da Anarandà fez com que as músicas chegassem no ponto certo, para todo mundo curtir o rap indígena. Firmeza no caminho, rumo à direção certa”, afirma.
O videoclipe “Jasy Tatá” integra o projeto “Pehendu Ore NÊ’Ê – Escuta nossas vozes” e foi realizado com recursos do Fundo de Investimentos Culturais (FIC) do Governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.
🔗 O lançamento aconteceu às 20h, no YouTube: https://youtu.be/KNn8A236W80
Making off https://www.instagram.com/reel/DMbXPm5Sqwn/?igsh=cmM3ZHI5MHgwMmE2

Novo clipe de MC Anarandà propõe encontro entre tecnologia e ancestralidade
Ficha Técnica
Letras e interpretação: Anarandà
Produção Executiva e Direção: Marineti Pinheiro
Direção Musical e Produção: Vinil Moraes
Produção Musical, Mixagem e Masterização: Wagner Bagão
Gravação instrumentos tradicionais: Ray Clemente
Arte/Animação e edição: Pitter Marques
Desenhos/Grafismo: Anarandà
Estúdio: Fundo da Vila Films
Contadora: Maria Granjeiro
Maquiagem, Cabelo e preparação: Eder Cadete
Figurino: Fabio Mauricio
Making Off: Ligia Zacharias
Registros: Orum
Assessoria Jurídica: MGM
Assessoria de Imprensa: Sonhares Filmes
Recurso FIC/Fundação de Cultura/Governo MS
jan 2, 2026 | Diversos
O cantor campo-grandense Max Henrique viu seu nome ganhar projeção nacional nos últimos dias após um meme envolvendo sua música “Ex Que Se Preze” viralizar no Instagram. O conteúdo foi publicado logo após o anúncio do fim do relacionamento entre os cantores Zé Felipe e Ana Castela e rapidamente caiu no gosto do público, ultrapassando a marca de 2 milhões de visualizações na rede social.
No vídeo, Max brinca com a situação usando a própria música como trilha sonora, sugerindo de forma bem-humorada que, antes do término, Zé Felipe teria enviado a canção para Ana Castela. A associação entre o fim do namoro, o tom irônico do meme e a letra da música fez com que o vídeo se espalhasse rapidamente, rendendo comentários de internautas de diversas partes do Brasil.
A canção “Ex Que Se Preze”, interpretada por Max Henrique, é de autoria de Will Andrade e Rafinha Mattos e fala justamente sobre o fim de um relacionamento com maturidade e leveza, o que contribuiu ainda mais para a identificação do público com o meme.
Em entrevista, Max contou que a publicação foi totalmente espontânea e sem qualquer expectativa de repercussão. “Então, ontem, quando eu vi a postagem do término, foi bem recente, assim, tinha acabado de postar. Aí eu lembrei da minha música, Ex Que Se Preze, que fala bem do fim do relacionamento, vamos ser ex que se preze e tal. E aí quando eu vi, me veio ela na cabeça e eu fiz sem pretensão nenhuma”, relatou o cantor.
Segundo ele, a reação foi quase imediata. “Logo em seguida, coisa de minuto, já tinha mais de 100 mil visualizações e gente do Brasil inteiro comentando”, afirmou.
Surpreso com a proporção que o meme tomou, Max destacou que sequer utilizou a música como estratégia de divulgação. “Eu não tinha noção nenhuma que ia viralizar desse tanto. Até porque eu postei com uma música que nem é a minha música de trabalho, coloquei só por conta do meme”, explicou.
O episódio reforça o poder das redes sociais na divulgação de artistas independentes e como o humor aliado ao timing certo pode transformar uma postagem simples em um fenômeno digital, ampliando o alcance da música e do artista para além das fronteiras de Mato Grosso do Sul.
dez 8, 2025 | Diversos
Com a fotografia que ilustra a reportagem “Grades não seguram o aprendizado e indústria é protagonista na formação social de detentos”, o fotógrafo Marcos Maluf de Souza, do jornal O Estado de Mato Grosso do Sul, foi o grande vencedor do Prêmio MS Industrial de Jornalismo 2025.
O profissional recebeu a premiação das mãos do presidente da Fiems, Sérgio Longen. A cerimônia foi realizada nesta sexta-feira (05/12), em uma festa no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande.
Pela fotografia vencedora no Grande Prêmio, o profissional recebeu R$ 25 mil em dinheiro, além de outros R$ 15 mil pelo primeiro lugar na categoria Foto.
O presidente da Fiems enalteceu o trabalho da imprensa na divulgação das ações da indústria sul-mato-grossense.
“Esses profissionais são responsáveis por mostrar a força da indústria, transmitindo a todos os cantos o que está sendo feito pelo desenvolvimento do Estado. O trabalho dos profissionais de imprensa é de extrema importância, e nessa noite estamos reconhecendo isso de uma maneira muito carinhosa, também agradecendo por estarmos juntos ao longo de 2025”, afirmou o líder empresarial.
De industriário a fotógrafo, e agora vencedor do Grande Prêmio
A fotografia retrata Antônio Paulino Leal, de 67 anos, apenado no sistema prisional e que encontrou na indústria o caminho para a liberdade. A reportagem, de autoria de Michelly Perez, foi vencedora na categoria Texto.
Com esta imagem, Maluf venceu pela terceira vez na história do Prêmio MS Industrial de Jornalismo – as demais vitórias foram em 2021 e 2023.
Antes de se tornar fotógrafo, Marcos Maluf trabalhou como industriário por 12 anos nos ramos de metalurgia e eletromecânica. Ele contou que teve um desafio triplo ao fotografar para esta reportagem, pois já estava familiarizado com o setor industrial.
“Tudo na indústria para mim era familiar, só que o ambiente do presídio para mim era totalmente desafiador. Eu não sabia o que podia esperar. Mas a única coisa que eu queria representar era a quebra do preconceito e do estigma em torno da prisão, não só física, mas mental também. Então me deparei com a cadeira de fio, que era algo flexível, e pedi para o rapaz romper como se fossem grades. Isso simboliza um milhão de coisas”, descreveu.
Menção honrosa
Neste ano, o Sistema Fiems prestou homenagem póstuma ao jornalista Alberto Gonçalves, editor de economia do Jornal O Estado, falecido aos 64 anos. Alberto chegou a produzir uma reportagem para concorrer ao prêmio na categoria Texto. Os filhos Felipe e Lucas Gonçalves receberam uma placa com a menção honrosa conferida ao pai.
Confira o resultado final do Prêmio MS Industrial de Jornalismo 2025:
ÁUDIO
1º – ‘Pré-Sal Caipira’ como a indústria e o agro de MS inovam com o biometano
Rodrigo do Nascimento Rodrigues – Rádio Cidade 97
2º – ‘Indústria com propósito’ mostra como o setor transforma vidas e impulsiona o desenvolvimento em MS
Carlos Guilherme – Podcast Jorna A Crítica
FOTO
1º – Grades não seguram o aprendizado e indústria é protagonista na formação social de detentos
Marcos Maluf de Souza – Jornal O Estado MS
2º – Construindo e empregando no MS
João Carlos Castro – Capital News
TEXTO
1º – Grades não seguram o aprendizado e indústria é protagonista na formação social de detentos
Michelly Perez – Jornal O Estado MS
2º – De Rio Negro para o mundo: a bolsa que conquistou uma princesa e virou símbolo de empoderamento e luxo
Anderson Cardoso Viegas – Portal Made In MS
VÍDEO
1º – Projeto de MS que transforma ‘lixo’ em novos produtos será apresentado na COP30
Cleber Gellio – SBT MS
2º – Os desafios da mão de obra na Indústria de Três Lagoas
Geysel Rodrigues da Silva – TV Morena
GRANDE PRÊMIO
Grades não seguram o aprendizado e indústria é protagonista na formação social de detentos Marcos Maluf de Souza – Jornal O Estado MS
nov 28, 2025 | Diversos
Entre riffs marcantes, palcos e muita estrada, O Bando do Velho Jack celebra três décadas de trajetória dedicadas ao Rock de Mato Grosso do Sul. E para celebrar a data, o grupo prepara um show histórico para este domingo. Dia 30 de novembro sobe ao palco da Concha Acústica Helena Meireles, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, para comemorar com o público sul-mato-grossense. Palco este que representa muito para a banda. Ali foram realizados vários shows com plateia lotada e muita energia.
Formada em Campo Grande, a banda é considerada um dos principais nomes do gênero no estado e chega aos 30 anos reafirmando o compromisso com a música autoral e a paixão pelo Rock N’Roll.
Atualmente formada por Rodrigo Tozzette (voz e guitarra), Fábio “Corvo” Terra (guitarra solo), Marcos Yallouz (baixo) e Alex Cavalheri (teclado), a banda mantém a mesma energia de quando começou em 1995. “Sabemos que o nosso som ajudou a formar uma geração que aprendeu a gostar de Rock com o Bando. A gente sempre trouxe clássicos e ‘Lados B’ que acabaram virando hinos nos shows”, comenta Yallouz, um dos fundadores.
A musicalidade da banda carrega influências do Classic Rock e da música sul-mato-grossense. “Nosso som tem muito do que o estado nos oferece, principalmente de grandes compositores como Almir Sater, Paulo Simões e Geraldo Espíndola”, explica Tozzette. A mistura de influências resultou em sucessos como Palavras Erradas, Gasolina e a versão Rock de Trem do Pantanal, que ganhou clipe e se tornou um dos momentos mais marcantes nos shows.
ESTRADA
O Bando nasceu da união de duas bandas atuantes na noite campo-grandense – Blues Band e Alta Tensão – e teve como vocalista original Alex Batata, assassinado em Campo Grande pouco mais de um ano após a formação. O episódio marcou profundamente o grupo e toda a cena cultural da cidade. Após a tragédia, Rodrigo Tozzette assumiu os vocais e, pouco depois, trouxe Alex Cavalheri para os teclados, consolidando parte da formação que permanece até hoje.
Ao longo de 30 anos, o Bando passou por palcos de praticamente todo o Mato Grosso do Sul, além de estados como São Paulo, Paraná e Minas Gerais. A banda soma uma história de superação, amizade e muita estrada — e continua firme com novos planos.
SHOW DE 30 ANOS!
O show está chegando e dia 30 de novembro o encontro está marcado. “Queremos celebrar com quem sempre esteve com a gente. Com quem hoje é pai e leva seus filhos para curtir e aprender a gostar do bom e velho Rock’N Roll. O Bando é uma banda de Rock de verdade. Seguimos fazendo o que amamos e levando esse som a novas gerações”, afirma Fábio Corvo.
Trinta anos se passaram, mas o espírito permanece o mesmo: energia no palco, amizade e muito Rock’N Roll. Que venham mais 30!
O show é uma realização do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura e Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e conta com participações muito especiais para a banda: Paulo Simões, um dos compositores de “Trem do Pantanal”, que há quase 30 anos faz parte do repertório da banda; João Bosco, primeiro baterista da banda, com quem os integrantes dividem muita história e Matheus Mattos, que atualmente comanda as baquetas nervosas da banda.
Encontro marcado:
Data: 30/11/2025
Horário: 17h
Local: Concha Acústica Helena Meireles – Parque das Nações Indígenas – Campo Grande/MS.
A entrada é de graça!
nov 17, 2025 | Diversos
Na reta final de preparação para o Vestibular UEMS 2026 (UEMSVest), a Instituição promete dar um verdadeiro ‘gás’ nos estudos dos candidatos com o Esquenta Vestibular Online 2025. O evento será uma série de aulões 100% gratuitos e ao vivo. Os encontros serão realizados nos dias terça (18) e quarta-feira (19), sempre das 19h às 21h15 (horário de MS), pela plataforma Google Meet.
Durante dois dias intensos, os participantes irão revisar os principais conteúdos cobrados nas provas, com aulas dinâmicas e diretas ministradas por professores da UEMS e convidados de diferentes áreas.
A programação inclui as matérias: Química, Matemática, Física, Biologia, Redação, Língua Portuguesa, Atualidades e Literatura Brasileira, em uma sequência pensada para reforçar o aprendizado e aumentar a confiança dos participantes.
Conforme a chefe do setor de Formação Educacional da UEMS, Mônica Mattos, os aulões são mais do que um reforço de conteúdo, representam o compromisso da universidade com o acesso e a permanência dos estudantes no ensino superior.
“Nosso objetivo é acolher e motivar cada participante por meio desse gesto de incentivo e esperança. É uma forma de dizermos que é possível alcançar e realizar sonhos por meio da educação”, afirmou.
Confira a lista completa da programação dos Aulões UEMS – Esquenta Vestibular Online 2025:
DIA 18 DE NOVEMBRO (terça-feira)
19h às 19h30
Prof. Dr. Wagner Assen (Redação – Campo Grande)
Tema: Produção de Texto e Critérios de Avaliação e Produção
19h35 às 20h05
Prof. Esp. Fabis do Nascimento (Química – Campo Grande)
Tema: Reações Orgânicas, pH e pOH, Funções Orgânicas e Inorgânicas
20h10 às 20h40
Profa. Me. Lúcia Donizete Modesto (Língua Portuguesa – Vila Velha/ES)
Tema: Análise Sintática – Tipos de Sujeito
20h45 às 21h15
Prof. Esp. André Luiz (Atualidades – Campo Grande)
Tema: Geografia Regional e Geopolítica Mundial
DIA 19 DE NOVEMBRO (quarta-feira)
19h às 19h30
Prof. Me. Maurício Soares dos Reis (Matemática – Nova Andradina)
Tema: Medidas de Tendência Central: Média, Moda e Mediana.
19h35 às 20h05
Prof. Me. Raul Andrade (Biologia – Campo Grande)
Tema: Metabolismo Celular: Fotossíntese, Respiração e Fermentação.
20h10 às 20h40
Prof. Esp. Fabis do Nascimento (Física – Campo Grande)
Tema: Ondulatória, Eletricidade e Energia.
20h45 às 21h15
Prof. Dr. Daniel Abrão (Literatura – Campo Grande)
Tema: Linha do Tempo Literária Essencial: Autores e Obras-Chave, Literatura Contemporânea e Regionalismo.
O evento é uma iniciativa da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), com realização da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) e da Divisão de Acolhimento e Desenvolvimento Social (DADES).
Os interessados podem ingressar diretamente na sala de aula online por meio dos links disponibilizados na rede social oficial do cursinho @cursinho_uems. Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail cursinhouems@uems.br.
Comunicação UEMS