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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 08 de Julho de 2026
1º transplante de fígado é realizado no Mato Grosso do Sul

1º transplante de fígado é realizado no Mato Grosso do Sul

Cirurgia teve o apoio da Fratello

No final do mês de julho, ocorreu o 1º transplante de fígado no Mato Grosso do Sul. A cirurgia aconteceu no Hospital Adventista e teve o apoio da Fratello – Associação de Apoio ao Transplante de Órgãos e Tecidos de MS, que tem como objetivo ser uma ponte entre o hospital, a gestão pública e a sociedade, conectando todos em prol do transplante.

Segundo o seu fundador, o médico Gustavo Rapassi (CRM-MS 7663/RQE 7140), quando se fala em transplante, diferente de qualquer outra modalidade de tratamento na área da saúde, não depende apenas de recursos financeiros, depende também de outras variantes, principalmente da doação de órgãos e de sangue, para que ele aconteça. “Por isso, o nosso objetivo como Fratello é difundir a ideia do transplante, conscientizar a população a respeito do assunto, discutir a questão da doação de órgãos e assim poder ajudar mais pessoas”.

A conscientização sobre a doação de órgãos é crucial para aumentar o número de transplantes. Muitas vezes, a falta de doadores não é por falta de interesse, mas sim por desconhecimento sobre o processo e a importância dessa escolha. Campanhas de esclarecimento, educação pública e informações acessíveis podem ajudar a desmistificar o processo de doação e incentivar mais pessoas a se tornarem doadoras.

Todo o trabalho desenvolvido pela Fratello já começa a dar frutos, como a participação no 1º transplante de fígado realizado no estado. “O serviço agora foi credenciado e acreditamos que esse será o primeiro de muitos transplantes, pois queremos encontrar pacientes que se encontram na mesma situação desse, que há 1 ano tinha indicação para transplante e agora está bem, se recuperando melhor do que imaginávamos”, conta o doutor Gustavo.

Os transplantes de órgãos são frequentemente a única alternativa para pessoas com doenças graves e terminais que afetam órgãos vitais, como o coração, fígado, rins e pulmões. A falta de órgãos disponíveis para transplante pode levar a um aumento nas taxas de mortalidade e a uma maior deterioração da saúde dos pacientes em lista de espera.

“Enquanto a gente não tinha realizado um transplante, todo esse projeto, era apenas um sonho, mas agora se tornou realidade. Então, a partir deste momento, queremos conectar mais pessoas, como o programa é estadual, chegar às cidades do interior e encontrar esses pacientes que tanto precisam de transplante”, enfatiza o doutor sobre as expectativas em relação ao futuro da Fratello.

Como surgiu a Fratello

A doação de órgãos é um ato de esperança e uma chance de proporcionar um futuro melhor para aqueles que enfrentam desafios de saúde graves. E por isso, o doutor Gustavo se inspirou num projeto de sucesso que existe no estado de São Paulo. “Em 2019, me mudei para Sorocaba para me especializar em transplante de fígado e um dia voltar aqui para Campo Grande, para o Mato Grosso do Sul e poder fazer. Morei 10 anos em Dourados, fiz faculdade lá, e também minha primeira especialidade, cirurgia geral.

“E agora esse trabalho começa a tomar forma. Ao apoiar e promover a doação de órgãos, estamos contribuindo para um sistema de saúde mais justo e eficaz, onde mais vidas podem ser salvas e transformadas”, conclui.

Saiba quais são as gírias da década de 1960 e o que significam

Saiba quais são as gírias da década de 1960 e o que significam

A linguagem é uma entidade viva, que evolui e se transforma ao longo do tempo. Na década de 1960, o Brasil viveu um período cultural intenso, que refletiu também no uso de gírias do Rio, São Paulo, Bahia, dentre outros estados brasileiros que, para muitos hoje, podem parecer incompreensíveis.

Estas expressões encapsulam a alma de uma época marcada por revoluções musicais, mudanças sociais e transformações políticas.

Os anos 1960 no Brasil marcaram o surgimento da Bossa Nova, a explosão do movimento Tropicália e a efervescência da Jovem Guarda.

Além disso, o contexto político da ditadura militar e a influência de movimentos internacionais de contracultura, como o movimento hippie, também contribuíram para o surgimento de uma linguagem própria.

Conheça 8 gírias da década de 1960

Boa pinta e borogodó

“Boa pinta” e “borogodó” são exemplos perfeitos das gírias da década de 1960. “Boa pinta” designava alguém de boa aparência, enquanto “borogodó” referia-se a uma pessoa charmosa ou sensual.

Broto e pão

“Broto” era utilizado para descrever um jovem atraente, tanto garoto quanto garota, enquanto “pão” era uma gíria específica para homens bonitos.

Dar tábua

“Dar tábua” significava recusar-se a dançar, uma atividade social essencial nos encontros juvenis.

Lelé da cuca

Gírias mais coloquiais e humorísticas como “lelé da cuca” tinham seus lugares garantidos nas conversas. “Lelé da cuca” era uma maneira divertida de dizer que alguém estava louco.

Papo furado

Conversas desimportantes eram chamadas de “papo furado”, destacando uma preocupação com a substância e a seriedade no discurso.

Fogo na roupa

A gíria “fogo na roupa” nos anos 1960 no Brasil era usada para descrever uma situação complicada ou desafiadora. Também poderia se referir a alguém que estava agindo de maneira muito intensa ou criando confusão.

Foto: https://www.pexels.com

IFMS abre 1.760 vagas em cursos técnicos integrados ao ensino médio gratuitos

IFMS abre 1.760 vagas em cursos técnicos integrados ao ensino médio gratuitos

Cursar o ensino médio e, ao mesmo tempo, fazer um curso técnico que prepara para o mundo do trabalho. Se esse é o plano para 2025, atenção: o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) publicou nesta quinta-feira, 1º, o edital que abre o processo seletivo para ingresso em cursos técnicos integrados gratuitos.

São oferecidas, ao todo, 1.760 vagas nos dez municípios onde o IFMS tem campus: Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Jardim, Naviraí, Nova Andradina e Ponta Porã, com início das aulas no 1º semestre letivo de 2025.

O edital oferta 11 opções de cursos técnicos integrados, todos com duração de três anos: Administração, Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Desenvolvimento de Sistemas, Edificações, Eletrotécnica, Informática, Informática para Internet, Mecânica e Metalurgia.

📱Assista a vídeos que explicam o que cada curso técnico ensina (disponíveis no @ifms.oficial).

Os interessados devem ter concluído o 9° ano do ensino fundamental até a data da matrícula no IFMS, prevista para janeiro de 2025. Outra regra é que o candidato deve ter o Cadastro de Pessoa Física (CPF) em seu próprio nome.

As regras e o cronograma do Exame de Seleção estão disponíveis no Edital nº 042/2024.

Mais informações na página do Exame de Seleção 2025!

Ação Afirmativa (cotas) – Metade das vagas ofertadas pelo IFMS é reservada a estudantes que cursaram todas as séries do ensino fundamental em escola pública. Essas vagas serão distribuídas para candidatos com renda familiar per capita menor que um salário mínimo e para candidatos com qualquer renda familiar.

Nesses dois grupos ainda há vagas reservadas para negros e pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

De acordo com a presidente da comissão organizadora do processo seletivo, a pedagoga do IFMS Glaucia Lima, todos os candidatos irão concorrer primeiro pela nota no Exame. Será ela a determinar a classificação final.

“Será publicada a classificação geral dos candidatos, que é obtida pela nota do Exame, observando os critérios de desempate, quando necessário. A chamada para matrícula é composta pelos 20 primeiros colocados na classificação geral, independentemente da cota escolhida, e os primeiros colocados de cada uma das cotas, conforme o quadro de vagas”, explica.

Inscrições – Deverão ser feitas na Página do Candidato da Central de Seleção, entre 6 de agosto e 26 de setembro.

O candidato que não tiver acesso à internet poderá ir até à Central de Relacionamento (Cerel) de qualquer campus do IFMS e solicitar um computador para fazer a inscrição. Para isso, deve consultar o endereço e horário de atendimento do campus.

A taxa de inscrição é de R$ 20, e deve ser paga até 27 de setembro via PagTesouro, nas opções Pix, cartão de crédito ou boleto.

Poderão pedir a isenção da taxa de inscrição (gratuidade) candidatos matriculados no 9º ano de escolas públicas e/ou que tenham o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

A solicitação deverá ser feita até 6 de setembro, no momento em que o candidato se inscrever. Os documentos que irão comprovar a isenção deverão ser anexados no sistema, de acordo com as orientações descritas no subitem 4.5.4 do edital de abertura do processo seletivo.

Aquele que tiver a solicitação indeferida (negada), deverá pagar a taxa de inscrição até a data limite para poder fazer a prova.

Prova – Será aplicada no dia 20 de outubro, nos dez municípios onde o IFMS possui campus, e terá duração de 4 horas.

O Exame de Seleção é uma prova escrita composta por 30 questões, nas áreas de Língua Portuguesa (10), Matemática (10) e Conhecimentos Gerais (10).

O conteúdo programático (o que cai na prova) pode ser consultado no anexo X do edital de abertura do processo seletivo.

No dia da prova, o candidato deverá levar um documento oficial de identificação com foto, caneta azul ou preta de tubo transparente, lápis e borracha. Serão permitidos pequenos lanches e garrafa de água transparente e sem rótulo.

Dica: candidatos que queiram consultar provas e gabaritos de edições anteriores do Exame de Seleção para estudar podem acessar os arquivos na página do processo seletivo.

A previsão é que o resultado final do Exame de Seleção 2025 seja publicado no dia 17 de dezembro, com matrículas em janeiro e início das aulas previsto para março.

Para tirar dúvidas ou obter mais informações sobre o edital, o contato é processoseletivo@ifms.edu.br.

Vagas do Exame de Seleção 2025

Campus Curso Turno* Vagas
Aquidauana Edificações|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Informática|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Campo Grande Administração|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Eletrotécnica|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Informática|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 80
Mecânica|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Corumbá Informática|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Metalurgia|Saiba mais sobre o curso Vespertino 40
Coxim Agropecuária|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Alimentos|Saiba mais sobre o curso Vespertino 40
Desenvolvimento de Sistemas|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Dourados Administração|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Agropecuária|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Informática para Internet|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Jardim Edificações|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Informática|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Naviraí Agricultura|Saiba mais sobre o curso Matutino 80
Informática para Internet|Saiba mais sobre o curso Matutino 80
Nova Andradina Agropecuária|Saiba mais sobre o curso Matutino e Vespertino 80
Informática|Saiba mais sobre o curso Vespertino 80
Ponta Porã Agricultura|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Informática|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Três Lagoas Eletrotécnica|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Informática|Saiba mais sobre o curso Matutino 40
Vespertino 40
Total 1.760 vagas

 

Dupla sertaneja de MS aposta em música dos Engenheiros do Hawaii e lança o sucesso “Até o fim”

Dupla sertaneja de MS aposta em música dos Engenheiros do Hawaii e lança o sucesso “Até o fim”

A faixa dos sertanejos estará disponível em todas as plataformas digitais e  YouTube no dia 28 de julho de 2024.  

A dupla Elvis e Adriano trazem uma novidade espetacular para seus fãs.  Estamos falando do lançamento da faixa “Até o Fim”, um clássico de engenheiros  do Hawaii, que chega nas plataformas digitais e YouTube no dia 28 de julho. O  single conta com a produção musical do sul-mato-grossense de Fábio Adames,  que assina diversos projetos, entre eles João Carreiro, Gabi Luthai, Rapha e Léo  e outros.

O novo single, “Até o fim” é composição de Humberto Gessinger, o compositor  foi vocalista da Banda Engenheiros do Hawai, durante 23 anos, e na atualidade  segue carreira solo. O single faz parte do DVD gravado no dia 12 de março, no  Armazém Cultural, em Campo Grande/MS.

A dupla conta que a música “Até o Fim” chegou até a dupla através do nosso  empresário Claudinei Magrelo na “época em estávamos escolhendo o repertório  do DVD. Ele a ouviu em uma viagem e sugeriu que a gravássemos assimilando  um dos trechos da música com a nossa trajetória. Quando gravamos a guia no  estúdio nos sentimos muito felizes e emocionados com a letra da música,  realmente foi um boa escolha, “Eu não vim até aqui, pra desistir agora” realmente  resume essa etapa da nossa carreira.

Carreira da dupla  

Destes encontros que só a música pode proporcionar, em maio de 2015 nasceu  a dupla Elvis e Adriano. Ambos, amigos de longa data, seguiam carreira solo e  tocavam seus destinos separados, mas o acaso, aquele responsável pelas  coisas mais maravilhosas da vida, os colocou no mesmo estúdio para ensaiar  seus respectivos shows, o papo foi inevitável e o assunto não poderia ser outro,  música.

Decidiram então fazer uma sessão para sentir como soariam juntos, e logo  depois das primeiras músicas ficou evidente a química entre os dois, entre as  vozes, aquela sintonia fina raríssima de se encontrar.

Um vídeo despretensioso deste encontro, foi gravado e postado nas redes  sociais do Elvis, de um feedback inesperado de amigos e fãs do seu trabalho  nasceu o pedido de que aquele encontro resultaria em uma nova dupla.

Depois de uma breve reunião entre os dois, mera formalidade diante de tudo o  que estava acontecendo, nasceu Elvis e Adriano. “Sorte, acaso, coincidência?  Nós chamamos de destino.”, indagou a dupla.

https://youtu.be/Estu3R6YOvU

Ficha Técnica:

Compositores: Gustavo Protasio / Henrique Tranquero / Henrique Moura / Tunico  Moura / Jadson

Direção Executiva: Os Movidos Promoções e Eventos / Claudinei Magrelo  Brambila

Direção Musical: Fábio Adames

Direção de Vídeo: Kleberson Cespede

Produtora de Vídeo: Núcleo D3

Direção de Fotografia: Davison Pedre / João Paulo Gonçalves  Gaffer: Emerson Fernandes

Eletricista: Edenilson Valenzuela (Edi)

Assistente Elétrica: Gabriel Lima

Cinegrafista: Téo Pini / Igor Foca / Victor Hugo

Fotografia Stilo: Matt

Roadie: Snow

Produção Geral: Ricardo Chocolate

Label Manager e Marketing: Renata Carvalho

Fotos: Matheus Ribeiro

Make e Cabelo: Su Martines

Figurino: Luiz Gugliatto

Local: Armazém Cultural

Reportagem: Jhoseff Bulhões – (Foto: Easy-Resize.com)

Rodrigo Teixeira conta história do Grupo Acaba em Biografia

Rodrigo Teixeira conta história do Grupo Acaba em Biografia

Livro contemplado pelo FIC-MS será lançado no dia 2 de agosto em Campo Grande no Instituto Histórico e Geográfico de MS 

O jornalista Rodrigo Teixeira vai lançar o terceiro livro de sua carreira como escritor nesta sexta-feira (02/08), às 19 horas, no auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande (MS). A cerimônia de lançamento vai contar com a presença do autor e dos integrantes do Grupo Acaba, assim como convidados e público em geral. O livro “Grupo Acaba – A História dos Canta-Dores do Pantanal” é um mergulho na trajetória de mais de 50 anos da banda sul-mato-grossense, uma das mais antigas do país em atividade ininterrupta. A publicação foi contemplada pelo Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do SUL (FIC-MS).

Rodrigo Teixeira. (Foto: Gabriela Dias)

Rodrigo Teixeira começou a se dedicar ao projeto em 2016, quando recebeu o convite do acabense Moacir Lacerda para escrever a biografia do grupo. O jornalista mapeou a história da banda e de seus integrantes, selecionou centenas de itens do vasto arquivos de Moacir Lacerda e montou este grande quebra-cabeça que é a trajetória do grupo. A banda tem sua fundação oficial em 1972 sob o nome de Associação dos Compositores Autônomos do Bairro Amambaí, título que reduzido resulta na sigla ACABA e que faz referência ao primeiro bairro de Campo Grande onde os integrantes moravam. A metamorfose do grupo em começar a se autodenominar os Cantadores do Pantanal, a participação vencedora nos festivais, a contratação da banda pelo mitológico empresário Marcus Pereira para gravar o primeiro disco e tantas passagens curiosas, polêmicas e marcantes do Acaba são esmiuçadas por Rodrigo Teixeira.

“Grupo Acaba – A História dos Canta-Dores do Pantanal” tem o prefácio assinado pelo jornalista Pedro Alexandre Sanches, o design visual criado por Lula Ricardi e consultoria do acabense Moacir Lacerda. “Rodrigo Teixeira desvenda um punhado de evidências contundentes, que estavam bem diante de nossos olhos e não vimos. Como já fez em seus livros anteriores dedicados aos desbravadores musicais pioneiros dos anos 1950-1960 e à geração ‘Prata da Casa’ das décadas de 1970-1980, Teixeira nos ensina agora que a comunidade biografada por ele guarda, entre suas inúmeras belezas, a de sempre desmentir a profecia auto-apocalíptica que formulou lá no início do início do início”, escreve Pedro Alexandre Sanches no prefácio do livro.

A publicação possui 362 páginas e traz 227 imagens relacionadas a história do Acaba, sendo 142 fotos, 30 capas de discos, 28 matérias de jornais e 27 documentos. O leitor também poderá conferir a discografia do grupo, as letras das composições, registros fotográficos raros e inéditos, assim como críticas e reportagens publicadas por veículos de comunicação sobre a banda acabense e a cena cultural de Mato Grosso do Sul. Ao focar na história do Acaba, o autor também relata os principais acontecimentos da música de Mato Grosso do Sul, já que a banda participou de praticamente todas as iniciativas pioneiras do Estado em seus 52 anos de atividades completados em 2024.

Além do livro, o projeto também disponibiliza gratuitamente no Youtube uma versão da publicação em formato de audiobook. São dez episódios, adaptados do texto do livro, roteirizados e apresentados por Rodrigo Teixeira. O objetivo é democratizar a informação e atender o quesito acessibilidade, pois irá oportunizar a publicação também para públicos específicos, como as pessoas com algum tipo de deficiência visual.

Livro Grupo Acaba. (Capa – por Lula Ricardi)

Outra ação é a plantação e distribuição de mudas de árvores típicas do Pantanal, que deverá ocorrer em Campo Grande na manhã do dia 4 de agosto, na Feira Borogodó, realizada na Praça Coophafé, na rua das Garças, 3164, em Campo Grande (MS). O projeto ainda prevê a distribuição do livro para todas as escolas públicas vinculadas a Secretaria de Educação do Governo de MS (SED), além do fornecimento da publicação para a Fundação de Cultura de MS (FCMS), Fundação de Turismo de MS (Fundtur), Universidade Estadual de MS (UEMS), Secretaria Municipal de Educação de Corumbá e Memória Pantanal Casa de Cultura atingindo um total de 800 unidades.

A trajetória de Rodrigo Teixeira na literatura de MS o credencia como um escritor de Mato Grosso do Sul que dedica-se ao fortalecimento da memória musical do Estado. Ele é autor dos livros “Os Pioneiros – A Origem da Música Sertaneja de Mato Grosso do Sul” (2009 e 2014) e “Prata da Casa – Um Marco da Música Sul-mato-grossense” (2016). Com uma vasta experiência como jornalista, é mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e em 2024 tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de MS (IHGMS). Nos dias 5, 6 e 7 de agosto, ele irá ministrar na sede da Filarmônica Villa-Lobos, no bairro Amambaí, um curso sobre a história da música sul-mato-grossense com a renda revertida para a própria instituição.

No livro “Grupo Acaba – A História dos Canta-Dores do Pantanal”, Rodrigo Teixeira usa a sua experiência como repórter para mapear minuciosamente as várias fases do grupo. O autor não fica apenas nos fatos históricos e realiza um trabalho crítico musical da obra acabense. Desta maneira, trata o assunto de forma jornalística e distancia o livro de ser uma biografia autorizada, aproximando-se de um texto analítico. O escritor detalha como o Acaba construiu em seus mais de 50 anos uma obra inédita focada nos costumes e o modo de viver do “homem pantaneiro”, sendo os primeiros da música brasileira a destacar o Pantanal.

O livro valoriza a identidade, promove o cenário cultural de MS e a genuína cultura de Mato Grosso do Sul, incentiva o orgulho de ser sul-mato-grossense e serve como conteúdo para professores e estudantes, além de ser fonte para outras áreas artísticas. “Grupo Acaba – A História dos Canta-Dores do Pantanal” propicia a formação e o aperfeiçoamento de agentes culturais e de gestores públicos atuantes em âmbito estadual com um registro profundo feito por Rodrigo Teixeira da obra musical dos Canta-dores do Pantanal, conjunto único dentro do panorama da música popular brasileira e que é, autenticamente, sul-mato-grossense.

 AGENDA

Lançamento

02 de agosto / 19h – IHGMS

Av. Calógeras, 3000 – Campo Grande (MS) 

Feira Borogodó

04 de agosto / 9h – Praça da Coophafé

Rua das Garças, 3164 – Campo Grande (MS) 

Curso música

5, 6 e 7 de agosto / 19h – Filarmônica Villa-Lobos

Rua Visconde de Taunay, 455 – Campo Grande

Foto: Vaca Azul e Gabriela Dias

Ajude o Thiaguinho a recuperar sua visão e voltar aos campos

Ajude o Thiaguinho a recuperar sua visão e voltar aos campos

Todos podem ajudar através da Donativa

Nesse período de Olimpíadas, vemos diversas histórias de superação e de vidas transformadas pelo esporte. O Thiaguinho Esquerdinha, como é carinhosamente conhecido em Campo Grande/MS, vive um grande desafio para recuperar a capacidade de enxergar e voltar a jogar futebol.

Filho do já conhecido na cidade, o professor Esquerdinha, Thiaguinho é um jogador de futebol cuja carreira foi abruptamente interrompida há um ano devido a uma grave infecção ocular. Diagnosticado com toxoplasmose em um dos olhos, ele enfrentou um atraso no tratamento pela rede pública, resultando em um descolamento de retina. A demora e a hesitação dos médicos em realizar a cirurgia de emergência, quase custaram a visão completa de Thiaguinho.

Graças ao apoio de amigos e conhecidos, ele conseguiu realizar uma cirurgia de emergência de vitrectomia, onde, por um milagre e muita fé, recuperou parte da visão. No entanto, o caminho para a plena recuperação ainda é longo. Thiaguinho precisa enfrentar mais dois desafios cirúrgicos significativos para remover a cola de silicone que, embora tenha fixado sua retina, causou um alto grau de miopia e as cataratas nos dois olhos.

A realidade é dura, com a pouca renda da família e sem poder desenvolver sua profissão, ele ainda não conseguiu realizar as cirurgias necessárias para voltar aos gramados. Ele e a família estão sobrecarregados com dívidas do empréstimo para a cirurgia anterior e despesas contínuas com medicamentos e consultas privadas por todo esse tempo. Após as cirurgias, ele ainda ficará por cerca de seis meses de repouso até concluir todo procedimento de recuperação.

Todos podem ajudar através da Donativa, que é uma plataforma de crowdfunding, que não possui fins lucrativos e não cobra taxas. Atualmente tem mais de 100 projetos ativos do Brasil inteiro, que beneficiam milhares de pessoas. Todos podem ajudar, a partir de R$ 10,00 já é possível fazer uma doação.

A plataforma é on-line, segura, potente e estruturada para abrigar projetos em diversas modalidades. São diversa causas apoiadas pela Donativa, tratamento de doenças raras, de câncer, de síndromes, além de incentivo ao esporte, cultura e de proteção ao meio ambiente.

Conheça a plataforma, e faça parte dessa família, que ajuda muitos com um pouquinho de cada um. Acesse e ajude https://donativa.org.br/vaquinha/ajude-o-thiaguinho-a-recuperar-sua-visao-e-voltar-aos-campos