fev 10, 2016 | Diversos

Fetracom afirma que a crise brasileira será superada com a força do trabalho
A crise econômica que o País atravessa desde o ano passado será superada com a força do trabalho do povo brasileiro. Nesse processo, cabe ao governo ser mais competente na contenção de gastos, fiscalizar e impedir a evasão de dinheiro público e interferir o mínimo possível na economia, com medidas que estimulem o investimento sem tirar direitos adquiridos dos trabalhadores e sem sobrecarregar o empresariado com elevadas cargas tributárias. A avaliação é de sindicalistas que integram a Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul- Fetracom/MS.
“A exemplo dos comerciários sul-mato-grossenses, que são um povo trabalhador, aguerrido, que luta para alcançar resultados cada vez melhores no desempenho de suas atividades, o trabalhador brasileiro em geral é da mesma forma: competente em tudo aquilo que faz e inclui-se aí, obviamente, o empregador, que também é empreendedor, ousado, um trabalhador de sucesso”, explica Pedro Lima, presidente da federação e do Sindicato dos Empregados no Comércio de Dourados – Secod-MS.
Idelmar da Mota Lima, presidente do Sindicato dos Comerciários de Campo Grande – SECCG e coordenador regional da Força Sindical MS, também acredita que a força do trabalho do povo brasileiro será a grande responsável pela saída da crise nacional o mais breve possível. Ele teme apenas que o governo atrapalhe esse processo com medidas que inibem o investimento e o trabalho no País. “Medidas como reforma trabalhista e previdenciária, que podem significar uma ameaça aos direitos conquistados pela classe trabalhadora brasileira ao longo de décadas, com suor e sangue”, afirma.
A região de fronteira com o Brasil e o Paraguai também está otimista com a força do trabalho de todos para tirar o país das dificuldades econômicas que enfrenta internamente e no exterior. “O trabalhador brasileiro já demonstrou sua força e capacidade de superar crises em outros tempos semelhantes ou até piores. Faremos o mesmo desta vez também. Só que ficam as lições como ao governo que deve ser mais competente nas suas ações”, afirma Divino José Martins, presidente do SEC-Ponta Porã.
Orlando Torredor, presidente do SEC-Corumbá, fronteira com a Bolívia, luta em defesa de quase 6 mil comerciários da cidade. Ele conhece bem a força de sua classe e acredita que ela representa o padrão do povo brasileiro que é forte e dedicado ao trabalho e que esta será a “receita para a saída da crise”.
Sidney Ribeiro, do SEC-Naviraí teme que o governo tente investir contra o trabalhador, retirando direitos adquiridos como forma de resolver os problemas econômicos que assolam a nação. “Esse não é o caminho. Deixe o trabalhador exercer bem sua função, com seus direitos para que o trabalhado floresça e dê os resultados que todos esperam e desejam. Vamos tirar o país da crise, graças à força de nosso trabalho e quanto menos o governo intervir, melhor”, afirmou.
“Sempre digo que se fizermos um corrente com o mesmo propósito, podemos superar qualquer dificuldade e isso serve para o momento econômico que estamos atravessando no País. A soma de esforços, de todos (empresários, trabalhadores, governo e demais poderes) sairemos logo da crise”, afirma Marcio Pessoa Albuquerque , presidente do SEC-Nova Andradina.
INFRAESTRUTURA – Sindicalistas da Fetracom/MS também afirmam que cabe ao governo dotar as medidas de infraestrutura necessárias para que o trabalho flua. Como exemplo, Claudemir Paulo da Silva, do SEC-Paranaíba cita o problema das estradas e rodovias em estado lastimável em quase todo o país, que dificulta enormemente o escoamento da produção agrícola, pecuária, industrial e abastecimento das cidades. “Isso é inconcebível para um país que produz tanto como o nosso e que depende quase que exclusivamente do transporte rodoviário”, critica.
“Não temos dúvida de que se cada um fizer a sua parte o país sairá logo dessa crise e voltará a crescer e gerar emprego e renda para todos os brasileiros”. A afirmação é de Eurídes Silveira, presidente do Sindicato dos Comerciários de Três Lagoas, cidade que tem sido um exemplo de desenvolvimento, graças à força do trabalho do homem principalmente na indústria. “Nossa classe comerciária, que hoje está em torno de 2 mil profissionais, tem crescido também a cada dia, fortalecendo a economia local e tornando Três Lagoas uma das cidades mais prósperas de Mato Grosso do Sul.
Clodoaldo Fernandes Alves, do SEC-Maracaju, Douglas Rodrigues, do SEC-Aquidauana e Estevão Rocha dos Santos, presidente do SEAAC/MS (Sind. dos Emp. Agentes Autônomos do Comércio e Empresas de Assessoramento, Auditoria, Perícia, Informação, Pesquisa e Empresas de Serviços Contábeis de MS) também integrantes da Fetracom/MS, entendem também que a força de trabalho do povo brasileiro vai sair triunfante nessa crise que o país atravessa desde o ano passado. “Sairemos muito breve, graças ao trabalho de todos e a ajuda de Deus”, afirma Estevão Rocha.
Reportagem – Wilson Aquino
fev 8, 2016 | Diversos

Neilson foi preso e o adolescente apreendido (Foto: Wendy Tonhati)
Neilson Dantas, de 20 anos, e o adolescente de 17 anos, apontados pela Polícia Civil como autores do homicídio de Sebastiana Corrêa Maciel, de 77 anos, teriam estuprado a idosa antes e depois de ela ser esfaqueada. O crime ocorreu na Rua Tokuei Nakao, no Bairro Aero Rancho, região sul da cidade, onde vítima e criminosos moravam.
De acordo com o delegado Cleverson Alves dos Santos, do SIG (Setor de Investigações Gerais), responsável pelo caso, a Polícia Civil ainda aguarda laudos da Perícia, mas é possível afirmar que os dois envolvidos estupraram Sebastiana. Segundo o delegado, eles invadiram a casa, encontraram Sebastiana nua, a agrediram, estupraram, cortaram a jugular da idosa e a estupraram novamente.
Ainda conforme o delegado, Neilson chegou a morder a coxa de Sebastiana, deixando uma marca, que também serviu para comprovar, por conta da arcada dentária, que ele foi o autor do crime. Após cometerem os crimes sexuais, Neilson e o adolescente de 17 anos ainda asfixiaram a vítima com um lençol e fugiram levando um aparelho de som da casa de Sebastiana e dinheiro. O adolescente chegou a afirmar que o jovem de 20 anos foi quem roubou o dinheiro, que a idosa havia sacado no dia anterior, mas Neilson negou o fato.
O aparelho de som roubado foi encontrado na casa de Neilson, escondido dentro do sofá, segundo o delegado Cleverson. O rapaz foi preso por latrocínio, roubo seguido de morte, estupro e corrupção de menores. O adolescente, que já está na Unei (Unidade Educacional de Internação) também responderá por latrocínio e estupro.
Transferência de cela
Segundo a polícia, Neilson foi detido e encaminhado para uma das celas da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga. No entanto, outros detentos estavam ameaçando invadir a cela onde o rapaz estava, para matá-lo. O jovem precisou ser transferido para a 4ª Delegacia de Polícia Civil da Capital.
Há informação de que a mãe de Neilson seria traficante no Bairro Aero Rancho, fato confirmado por vizinhos, que informaram o Jornal Midiamax que, na casa da família, funcionava uma boca de fumo. O adolescente, que é de Corumbá, estava morando na casa do rapaz de 20 anos e nenhum familiar dele foi encontrado pela polícia.
O crime
Sebastiana foi encontrada morta em casa com sinais de violência na manhã de sábado (6), por volta das 7 horas. Ela estava com um lençol amarrado na cabeça, perfurações de faca no pescoço e uma contusão na cabeça, possivelmente causada pela queda. Foram feitos os levantamentos e havia indícios que ela teria sido estuprada.
No final da tarde a polícia identificou os suspeitos do homicídio, Neilson e o adolescente de 17 anos. De acordo com o delegado Cleverson Alves, na noite anterior os jovens teriam usado drogas e consumido bebida alcoólica na casa de Neilson, que mora mora a aproximadamente 100 metros da residência de Sebastiana.
O rapaz teria dito ao adolescente que queria dinheiro e teve a ideia de ir até a casa de Sebastiana para assaltá-la.
Midia Max
fev 7, 2016 | Diversos

Delídiio, preso, e Lula – o próximo?
Boatos ganham corpo com falta de explicações convincentes sobre sítio e tríplex. Roteiro na mídia parece seguir o de outras prisões impactantes.
No dia 19 de abril de 1980, um barbudo sindicalista era preso em São Paulo por descumprir a Lei de Segurança Nacional ao manter uma greve que já durava 17 dias e havia sido declarada ilegal. Luís Inácio da Silva, vulgo Lula, passaria 32 dias na cadeia. Muito bem tratado pelo delgado Romeu Tuma, que inclusive levou uma TV para que Lula pudesse assistir ao seu Corinthians jogar, ele ainda passou pela tristeza de participar do velório e enterro da mãe enquanto ainda se encontrava encarcerado. Tirando o dado triste, uma coisa é certa: a prisão o catapultou a outro patamar político. O então Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Erasmo Dias, cravou: “Ele tem agora um futuro político garantido e se elege tranqüilamente deputado ou senador”. Não podia imaginar que o barbudo chegaria ao topo do comando da República brasileira.
Passados quase 36 anos, o agora ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva se vê às voltas com a possibilidade de ir novamente para a cadeia. Desta vez, não por quebrar a Lei de Segurança Nacional, utilizada pela última vez por José Sarney em uma greve da ainda estatal Companhia Siderúrgica Nacional. Nem mesmo por liderar greves ou algo parecido. Tal e qual os políticos que criticou violentamente durante várias décadas até chegar ao poder, Lula é acusado de ocultar patrimônio adquirido através de tráfico de influência durante seu governo.
Não é a primeira vez que Brasília é tomada por boatos sobre uma iminente prisão de Lula. A diferença agora é a consistência do cenário. Antes, Lula depunha na condição de mero informante. Agora ele e Marisa Letícia são chamados a depor como investigados. Anteriormente, por mais que o maior esquema de corrupção da história do mundo tenha sido concebido e praticado no governo que ele chefiava, as investigações não conseguiam ligá-lo materialmente ao crime. Agora conseguem.
O sítio em Atibaia e o tríplex no Guarujá estão sendo a pedra no sapato que Lula não consegue tirar. Sobre o tríplex, ele tenta alegar que Marisa Letícia teria meramente comprado uma cota do empreendimento, de pouco mais de R$ 47 mil e que acabou desistindo do negócio. O fato é que o tríplex foi concluído, Marisa Letícia chegou a participar de reunião de condomínio no Solaris, a OAS fez toda uma decoração personalizada, coordenada pela mesma Marisa e entre decoração, mobília e acabamento lá se foram mais de R$ 800 mil. O tríplex é avaliado atualmente em mais de R$ 1,5 milhões de rais.
Já o sítio segue um roteiro ainda mais estranho. Está no nome de um sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Sua reforma teria sido acompanhada de perto pelo próprio Fábio. E ao que tudo indica, o que se tem não é um simples sítio: é um verdadeiro resort rural de luxo.
Junte-se a isso o roteiro seguido por Sérgio Moro anteriormente em prisões de amplo impacto. Moro é um obcecado estudioso da Operação Mani Pulite (Mãos Limpas), que desmantelou um vasto esquema de corrupção envolvendo políticos italianos e acabou por desmantelar todo o sistema partidário de então, da direita à esquerda, sem deixar nada de pé no começo dos anos 1990. Na tal Manu Pulite, um dos sustentáculos dos juízes envolvidos era justamente a imprensa.
A lógica era simples: com o sistema político-partidário completamente corrompido, apenas através da utilização da imprensa se poderia ganhar apoio popular para que a operação não fosse destruída pelos investigados. Deu certo. E o que vemos Moro e os desembargadores do Paraná praticarem? Justamente uma farta exposição midiática, buscando um canal de comunicação direto com a população, passando por cima de interlocutores políticos.
Sendo assim, Moro e os procuradores tem sido sistematicamente acusados de vazamentos de informações sobre a operação para a imprensa. Não podemos negar que isso, de fato, parece estar ocorrendo. Então, basta ver a Folha de S. Paulo da última sexta-feira para começar a sentir o cheiro da fritura fervendo. Matéria de Marina Dias e Daniela Lima, da sucursal de Brasília, afirma: “Lula é aconselhado a admitir que reforma de sítio foi um ‘presente'”. A estratégia já esta sendo ensaiada de público pelo homem de confiança de Lula, o ex-ministro Gilberto Carvalho, para quem é “absolutamente normal” empreiteiras presentearem um ex-Presidente da República que as beneficiou largamente em seu governo.
O que isso indica? Que o desespero bateu às portas do velho líder sindical. Às vésperas de ser enquadrado na Lei 9.613/1998, que fala da ocultação de patrimônio e prevê penas de três a 10 anos de cadeia, Lula optaria por reduzir danos. Admitiria a reforma, talvez até mesmo admita a compra do tríplex e tentaria escapar do pior. Algo como alegar o crime de caixa 2 no mensalão para escapar do crime de responsabilidade ao tentar comprar o Congresso, o que fatalmente levaria ao impeachment.
O problema é que admitir, agora, a propriedade do tríplex ou mesmo a reforma do sítio por empreiteiras como um presente para si, abriria o flanco para que Moro pedisse a prisão de Lula por outro crime: obstrução da justiça. Em diversos depoimentos Lula negou ter recebido favores, ser dono do tríplex e manter este tipo de relação com seus amigos empreiteiros. O que estaria tentando ocultar, quando estes mesmos empreiteiros estão presos por sua participação na Lava-Jato?
Se cair em ocultação de patrimônio, igualmente Lula estará ainda mais enrolado. Ocultou por que? Da onde foi oriundo o dinheiro para a compra do tríplex e a reforma do sítio? Tais gastos eram compatíveis com seus rendimentos? Ainda segundo a matéria da Folha, quem esteve com Lula recentemente notou-o “abatido” e “estarrecido” com o andamento das investigações. Motivos não faltam. (Sul Connection)
fev 5, 2016 | Diversos
Sanesul deu início à perfuração de dois super poços e à instalação da rede de distribuição primária. Cada poço, com profundidade de 600 metros, tem previsão de vazão de 250 mil litros de água por hora
Campo Grande (MS) – A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) deu início às obras de ampliação do sistema de abastecimento de água de Dourados. Serão investidos R$ 93,2 milhões, visando atender o crescimento da segunda cidade mais populosa de Mato Grosso do Sul, com 212.870 habitantes, de acordo com levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Além dos moradores, Dourados tem muita população transitória, por ser um importante polo agropecuário e fornecedor de produtos e serviços para cerca de um milhão de habitantes, incluindo o Paraguai.
Atenta a este crescimento, a Sanesul deu início à perfuração de dois superpoços e à instalação da rede de distribuição primária de 600 milímetros de ferro dúctil. Cada poço, com profundidade de 600 metros, tem previsão de vazão de 250 mil litros de água por hora. Nesta etapa da obra, já em execução, estão sendo investidos cerca de R$ 30 milhões, recursos próprios da Sanesul via Caixa Econômica Federal. Serão construídos ainda reservatório enterrado, com capacidade para reservar 4 milhões de litros de água e estação elevatória (deslocam água de um nível mais baixo para um mais elevado) com capacidade de 500 litros por segundo.
Além disso, está prevista a construção de mais um superpoço, com capacidade também de 250 mil litros de água por hora e dois módulos da Estação de Tratamento de Água (ETA), perfazendo um total de oito módulos, com capacidade para tratar 250 mil litros de água por hora cada uma.
Ao todo, o abastecimento de água em Dourados será incrementado em cerca de 1,2 milhão de litros de água por hora, que aumentarão em 50% a produção de água na cidade. A produção atual de água em Dourados é de 2,5 milhões de litros por hora, consumidos em sua totalidade pela população.
A obra está dividida em etapas. A primeira já está em execução e as outras ainda serão licitadas. O investimento total será de R$ 93,2 milhões de reais, recursos da Sanesul via financiamento da Caixa Econômica Federal e englobará ainda a construção de redes de distribuição, reservatórios de água, reformas nas instalações atuais entre outras melhorias.
Sanesul
fev 2, 2016 | Diversos
No dia 30/01/2016, sábado, por volta das 01h00 da madrugada a PM foi chamada a Rua João Martins, vila Serradinho, onde a vítima, adolescente de 16 anos de idade relatou que havia se separado do companheiro e teve um romance com outro rapaz nesse tempo, e que naquela data e horário estava dormindo em casa quando esse rapaz chegou e desferiu vários socos contra a porta de entrada da residência e em seguida sumiu na escuridão. Não foi localizado nas diligências policiais. A vítima foi orientada sobre as medidas legais que deveria tomar.
Redação – fronteiranews
jan 29, 2016 | Diversos

Sicredi Centro-Sul MS promove Assembleias 2016
Encontros vão reunir os donos do negócio, de 1 de fevereiro a 10 de março, para a prestação de contas do último ano e apresentação do planejamento para 2016
Como instituição financeira cooperativa, o Sicredi tem como diferencial um modelo de gestão que valoriza a participação, no qual os associados votam e decidem os rumos do negócio. Nas assembleias, a decisão coletiva ocorre na prática. Para isso, a participação dos associados é fundamental, não somente para conhecer as ações que foram executadas no ano anterior, como também para definir os rumos a serem tomados em 2016.
Na Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS, o período de diálogos com os associados ocorrerá de 1 de fevereiro a 10 de março. Ao todo, serão realizados 22 encontros nos 20 municípios da área de atuação da Cooperativa e devem reunir 4.500 associados. Em 2015, as assembleias mobilizaram 3.570 associados da Sicredi Centro-Sul MS.
As assembleias marcam a gestão democrática e participativa do Sicredi, na qual os associados, têm voz ativa para decidir os rumos das cooperativas. Este momento representa o modelo de gestão financeira transparente, democrática e eficaz, que respeita a natureza do empreendimento cooperativo.
“Por operar com um sistema de distribuição de sobras, resultados positivos originados nas operações financeiras ao longo do ano, as cooperativas de crédito contribuem para o fortalecimento da economia local, pois os recursos permanecem na região, aumentando a capacidade de desenvolvimento. A divisão entre os associados é realizada na proporção da utilização de serviços e produtos. Quem mais contribuiu para gerar recursos, recebe um retorno maior”, afirma o presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero.
A participação coletiva e a cooperação estão na essência do cooperativismo. E ambas só seriam possíveis por meio do “Diálogo”, tema das assembleias deste ano, que representa a interação e a voz das pessoas que participam do Sicredi. “Nas assembleias, também temos a oportunidade de ouvir as necessidades, captar contribuições diretas de quem vivencia o dia a dia da Sicredi Centro-Sul MS, o nosso associado”, acrescenta o presidente.
Calendário de Assembleias 2016 – Sicredi Centro-Sul MS
Dia 01/02 – Amambai
Dia 02/02 – Deodápolis
Dia 03/02 – Ponta Porã
Dia 04/02 – Laguna Carapã
Dia 11/02 – Ivinhema
Dia 12/02 – Iguatemi
Dia 15/02 – Dourados – Unidade Água Boa
Dia 16/02 – Naviraí
Dia 17/02 – Nova Andradina
Dia 18/02 – Aral Moreira
Dia 19/02 – Coronel Sapucaia
Dia 22/02 – Fátima do Sul
Dia 23/02 – Dourados – Unidade Dourados
Dia 26/02 – Mundo Novo
Dia 27/02 – Novo Horizonte do Sul
Dia 01/03 – Bela Vista
Dia 02/03 – Dourados – Unidade Integração
Dia 03/03 – Caarapó
Dia 04/03 – Itaporã
Dia 08/03 – Itaquiraí
Dia 09/03 – Nova Alvorada do Sul
Dia 10/03 – Rio Brilhante
Sobre a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS
A Sicredi Centro-Sul MS está presente em 20 municípios da região sul do Estado: Amambai, Aral Moreira, Bela Vista, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Dourados (5), Fátima do Sul, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Laguna Carapã, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã e Rio Brilhante. Atualmente são mais de 60 mil associados atendidos pela Cooperativa.