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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 15 de Julho de 2026
Em proposta inédita no Brasil, Fórum de Mulheres Indígenas de MS aborda inserção da mulher na política

Em proposta inédita no Brasil, Fórum de Mulheres Indígenas de MS aborda inserção da mulher na política

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Em proposta inédita no Brasil, Fórum de Mulheres Indígenas de MS aborda inserção da mulher na política

Campo Grande (MS) – Em iniciativa inédita no Brasil, o I Fórum de Mulheres Indígenas de MS começa nesta quinta-feira (28), às 8 horas, no teatro Aracy Balabanian, na Capital, com a proposta de reunir mulheres indígenas e caciques para discussão do papel e a inserção dessas mulheres na política. O Fórum faz parte da programação da Semana Estadual dos Povos Indígenas 2016 e trará a vice-governadora, Rose Modesto, como palestrante no encerramento que acontece na próxima sexta-feira (29), às 10 horas, abordando a “Inserção da Mulher Indígena na Política”.

Conforme a subsecretária de Políticas Públicas para a População Indígena, Silvana Dias, reunir mulheres indígenas e debater política com caciques e lideranças indígenas é um fato inédito no Brasil. “Mesmo com as recomendações de organismos internacionais, como a Organizações das Nações Unidas (ONU), não existe nenhum mecanismo para a inserção dessas mulheres dentro desse meio”, enfatizou.

Na programação do Fórum estão previstas outras palestras que vão abordar a “Lei Maria da Penha”, “Mulheres Indígenas: Família, Educação e Saúde” e “Mulher Indígena e Globalização”, atrações culturais como a dança Siputrena Mulheres da aldeia Taunay/Ipegue e apresentação da Fanfarra da Escola Indígena Tekorá Guarani.

Haverá também apresentação e lançamento de ações e programas do Governo do Estado a serem efetivadas em 2016, dentre elas a alteração da resolução do Programa Vale Universidade Indígena (PVUI). Com a mudança o benefício social que antes era de R$ 300 passou para R$ 602,42, aumento de mais de 100%; e o fim da exigência de um indígena por família, ou seja, agora mais membros da mesma família poderão participar do programa. O Vale Universidade Indígena está com inscrições abertas até o dia 9 de maio.

Realizada por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para a População Indígena (SPPPI), que é ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei), o I Fórum de Mulheres Indígenas de MS, integra a programação da “Semana Estadual dos Povos Indígenas 2016” que acontece de 25 a 29 de abril, com apresentações culturais, mostra de cinema, palestras e minicursos.

Serviço: O Teatro Aracy Balabanian fica localizado na Rua 26 de agosto, nº 453, telefone 3317-1792; e o Museu da Imagem do Som (MIS), fica na Rua Fernando Corrêa da Costa, nº 559, telefone 3316-9174.

Confira a programação

Nova Programação completa Semana Indigena 2016

Solange Mori (Assessoria Sedhast) – Foto: Leca

Sicredi Pantanal encerra as Assembleias 2016 com a participação de mais de Mil associados

Sicredi Pantanal encerra as Assembleias 2016 com a participação de mais de Mil associados

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Sicredi Pantanal encerra as Assembleias 2016 com a participação de mais de Mil associados

Os encontros de 2016 registraram adesão 31% maior do que em 2015

A Sicredi Pantanal concluiu neste final de semana o seu período de assembleias, que contou com a participação de mais de Mil associados. O número representa uma adesão 31% maior do que nas reuniões de 2015. Na Assembleia Geral Ordinária (AGO), ocorrida no dia 23, o presidente da Sicredi Pantanal MS, Emerson Perosa, apresentou os resultados de 2015 e fez um balanço das seis AGN da Cooperativa, ressaltando os pontos fortes e avaliando o que pode ser melhorado para 2017.

Durante os encontros, foi decido a destinação dos R$ 6,2 Milhões correspondentes às sobras, resultados positivos originados nas operações financeiras ao longo do ano. Desse montante, 40% serão distribuídos aos associados proporcionalmente ao volume de suas operações realizadas em 2015, e 60% será investido no Fundo de Reserva, criado para atender o desenvolvimento das atividades e dar mais solidez à Cooperativa. O Fundo compõe o patrimônio da cooperativa, que define o quanto ela poderá emprestar para financiar as atividades de seus associados – quanto maior o patrimônio, mais forte é a cooperativa.

Para o Fates (Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social), utilizado para prestação de assistência aos associados, seus familiares e aos colaboradores da cooperativa, foi direcionado 5%, montante previsto no estatuto da Cooperativa. No encontro, também foram eleitos os novos integrantes dos órgãos de administração, do Conselho Fiscal e tratados outros assuntos de interesse do quadro social.

“Como sociedade de pessoas, a Cooperativa busca promover o crescimento dos seus associados. E nesse sentido, estamos atingindo o objetivo de forma democrática. O cooperativismo não visa lucros, os direitos e deveres de todos são iguais e o resultado alcançado é dividido entre os associados, proporcionalmente as suas operações”, conclui Perosa.

Secretário do Cimi admite apoio a boicote e se esquiva sobre invasões

Secretário do Cimi admite apoio a boicote e se esquiva sobre invasões

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Secretário do Cimi admite apoio a boicote e se esquiva sobre invasões

O secretário executivo do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), Cléber Buzatto, se esquivou da maioria das perguntas dos parlamentares integrantes da CPI que investiga se a organização incentiva e financia invasões de propriedades particulares em Mato Grosso do Sul.

Questionado sobre a presidente do colegiado, deputada Mara Caseiro (PSDB), sobre seu posicionamento e do próprio Cimi acerca das invasões, Buzatto disse que prefere não fazer juízo de valor sobre o tema. Ele garantiu que essa é uma iniciativa dos povos indígenas.

Entretanto, em uma entrevista concedida por ele na Alemanha, afirmou que os problemas dos indígenas devem ser solucionados com organização, enfrentamento, luta e forte mobilização. Também disse, na mesma ocasião, que o Cimi é parceiro nesse processo.

Ao ser indagado sobre tal entrevista, se esquivou mais uma vez e disse que talvez tenha feito tais declarações.

Também se esquivou ao ser perguntado sobre a aplicação de recursos recebidos, sobretudo de organismos internacionais. Alguns repasses, conforme documentos em poder da comissão, têm carimbo específico para “apoio a retomada de terras”, “apoio agrícola” e “manutenção de retomadas”.

Porém, limitou-se a afirmar que o referido contrato é datado de 2002 e que a gestão desses recursos foi feita pelos então dirigentes do Cimi em Mato Grosso do Sul, Nereu Schneider e Olívio Mangolin.

Buzatto também admitiu que o Cimi esteve envolvido diretamente na campanha de boicote à carne e à soja de Mato Grosso do Sul, que incentivava países estrangeiros a não consumir as commodities do Estado por estarem sujas com o sangue de crianças indígenas.

O executivo da instituição disse que o Cimi só parou de divulgar e participar da campanha a mando do comando da igreja católica em Mato Grosso do Sul.

“As pessoas têm direito de saber o que estão consumindo, de que há sofrimento dos povos indígenas. Apoiamos politicamente a campanha e fizemos divulgação. Então tivemos um processo de discussão que envolveu uma posição da diocese e da CNBB [Confederação Nacional dos Bispos], que aportou críticas a essa campanha. Vocês sabem que somos vinculados à Igreja, e nós respeitamos essa posição dos bispos locais, portanto acabamos não dando seqüência”, afirmou.

Para Mara Caseiro e Paulo Corrêa (PR), relator da CPI, trata-se de uma campanha sensacionalista e repugnante, que só trouxe prejuízos à imagem do agronegócio do Estado.

A deputada também questionou Buzatto sobre ações concretas do Cimi, sobretudo na área social, realizadas dentro das aldeias, uma vez que a maioria dos indígenas convocados a depor na comissão afirmou desconhecer qualquer projeto nesse sentido.

Além da participação do Cimi em comissões que apenas discutem a situação dos indígenas em âmbito nacional e internacional, o secretário do Cimi citou apenas um projeto desenvolvido na aldeia Panambizinho, em Dourados, onde há ações voltadas à segurança alimentar e sustentabilidade de 80 famílias.

“Nós fazemos muito com muito pouco”, limitou-se a explicar.

Mara Caseiro apresentou ainda ao secretário executivo do Cimi denúncias entregues à CPI por indígenas, envolvendo o advogado Luiz Henrique Eloy, que estaria promovendo discórdia em aldeias do Estado. Outra denúncia é de que o Cimi estaria financiando a compra de armamento no Paraguai para abastecer a aldeia Buriti, na região de Sidrolândia. Ele negou todas as informações.

PRÓXIMOS PASSOS

As duas últimas oitivas da CPI do Cimi devem acontecer nos dias 25 e 27. Na próxima segunda-feira, devem ser ouvidos Lindomar Pereira, Rogério Batalha, Flávio Machado, Ramiro Luiz Mendes, Enedino da Silva, Mauro Paes e as irmãs Joana Ortiz e Michael Mary Nolan.

Até o dia 11 de maio, deve ser apresentado o relatório final.

Foto: Wagner Guimarães – Texto: Fernanda França

Servidores federais lutam contra  nova e grave ameaça do Governo

Servidores federais lutam contra nova e grave ameaça do Governo

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Servidores federais lutam contra nova e grave ameaça do Governo

O Sindjufe/MS alerta para o perigo que representa o PLP 257/16, que tramita no Congresso Nacional em caráter de urgência

Como se não bastassem 8 anos sem reajuste salarial, servidores do poder judiciário federal e do Ministério Público da União em Mato Grosso do Sul e todo Brasil se veem agora ameaçados com o Projeto de Lei Complementar PLP 257/16, de autoria do Executivo, que tramita em caráter de urgência constitucional e que se aprovado, significará grave ataque aos ser4viços e servidores públicos, nas três esferas de Governo.

“Entre outras medidas, o PLP prevê a suspensão dos concursos públicos, o desligamento de servidores, o congelamento de salários, o não pagamento de progressões e outras vantagens, como gratificações, e a precarização dos regimes jurídicos e de previdência”, informa José Carlos Oliveira, coordenador do Sindjufe/MS (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em Mato Grosso do Sul).

Sindicatos em todos os estados estão somando forças com a federação nacional, a Fenajufe e outras entidades, inclusive centrais sindicais, para lutar contra esse famigerado projeto do governo.

O PLP 257/16, de autoria do Executivo, tramita em caráter de urgência constitucional e intensifica as medidas de ajuste fiscal, visando oferecer maiores garantias ao sistema financeiro e aumentar a arrecadação, além de prever um plano de renegociação das dívidas dos estados com contrapartida de retirada de vários direitos. Se aprovado, o projeto significará grave ataque aos serviços e servidores públicos, nas três esferas de governo. Entre outras medidas, o PLP prevê a suspensão dos concursos públicos, o desligamento de servidores, o congelamento de salários, o não pagamento de progressões e outras vantagens (como gratificações), e a precarização dos regimes jurídicos e de previdência.

A Fenajufe participou, na quinta-feira (14), de ato nacional contra o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016, em frente ao Ministério da Fazenda, em Brasília. Participaram da atividade representações de diversas categorias do serviço público federal, estaduais e municipais. Representantes sindicais também participaram da manifestação.

Além do ato, que envolveu sindicatos, centrais sindicais e movimentos, ocorreram mobilizações em diferentes estados do país. As ações foram organizadas pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), do qual a Fenajufe faz parte, em conjunto com outras entidades de servidores estaduais e municipais.

Apesar de ter recebido o Fonasefe e centrais sindicais na última terça-feira (12), e de ter declarado que admite a possibilidade de “separar” os itens condicionantes para aplicação do plano, que envolvem os ataques aos trabalhadores, em torno de salários, previdência, salário mínimo, concursos públicos, entre outros pontos, o governo não deu garantias, e não cogitou a retirada do projeto, que é parte do pacote de ajuste fiscal e continua em regime de urgência no Congresso.

Falando em nome da Fenajufe no ato, o coordenador Tarcisio Ferreira ressaltou que é fundamental a busca da unidade entre os trabalhadores dos vários entes federativos para denunciar e enfrentar mais este ataque do Governo Dilma. Mesmo enfraquecido e sob o processo de impeachment, ele soma esforços com a maioria dos partidos no Congresso para manter e aprofundar o ajuste fiscal que ataca duramente os direitos, empregos e salários dos trabalhadores, tanto no serviço público quanto no setor privado, além de precarizar ainda mais os serviços públicos e o atendimento aos cidadãos. Ele destacou ainda que a luta deve ser mantida e intensificada, como único meio para que o projeto seja retirado e os ataques anunciados possam ser barrados.

 

Nono Dígito no Mato Grosso do Sul

A Oi já está enviando mensagens aos clientes informando que haverá a alteração do número de telefone celular de oito para nove dígitos,  a partir de 29 maio de 2016, nos Estados do Distrito Federal (61), Goiás (62, 64), Tocantins (63), Mato Grosso (65, 66), Mato Grosso do Sul (67), Acre (68) e Rondônia (69).

A  companhia está trabalhando na alteração desde o início do ano e mobilizou equipe multidisciplinar das áreas de Engenharia, TI, Negócios, Comunicação e Relacionamento com o Cliente para garantir o bom funcionamento dos serviços e o atendimento durante a transição do sistema.

Na primeira fase de implantação, as chamadas para telefones celulares realizadas com apenas oito dígitos ainda serão completadas para adaptação das redes, mas o usuário ouvirá uma mensagem orientando sobre o novo formato de discagem. Numa segunda etapa, o cliente ainda ouvirá uma mensagem de orientação, porém a chamada não será completada. E após o período de transição, as discagens com oito dígitos não serão mais permitidas.  

A mudança, que já foi feita nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Roraima, Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, e atende a resolução nº 553 da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de 14 de dezembro de 2010. O nono dígito na telefonia móvel será implementado em todo o Brasil até o fim de 2016.

Texto: Jessika Machado

Duas Jovens são detidas por embriagues

Fornecer bebida alcoólica a menor de idade

Bela Vista – MS. Na data 09/04/2016, sábado, por volta das 19h15min uma guarnição da Polícia Militar apoiou o Conselho Tutelar após equipe daquele órgão ter flagrado duas adolescentes, uma com 12 e outra com 14 anos de idade que estavam em visível estado de embriaguez após ingerirem vinho. Uma das meninas teve de ser agarrada a força para adentrar na ambulância. O caso foi registrado na DP de Bela Vista que irá apurar quem forneceu bebida alcoólica às jovens.

Redação – fronteiranews