A Paróquia Santo Afonso, por meio da Pastoral do Batismo, informa que continuam abertas até sábado, às 10h, as inscrições para o curso preparatório de Batismo. Os interessados devem procurar a Secretaria Paroquial dentro do prazo para garantir a participação.
O encontro com pais e padrinhos será realizado no mesmo sábado, às 18h, no Salão Paroquial. A formação é obrigatória e visa orientar os participantes sobre a importância do Batismo, considerado pela Igreja Católica como o início da vida cristã e o primeiro passo na caminhada de fé.
A Pastoral reforça que o curso é fundamental para que pais e padrinhos compreendam o compromisso assumido perante a criança e a comunidade cristã.
Mais informações podem ser obtidas diretamente na Secretaria da Paróquia.
Opção deliciosa e vegetariana para almoço ou janta
NHOQUE DE ABÓBORA COM MOLHO DE CLAYBOM E ALECRIM – CLAYBOM CREMOSA SEM SAL
Rendimento: 2 porções
Tempo de preparo: 2 horas
Nível de dificuldade:
( ) Fácil
(X) Médio
( ) Difícil
Tipo de receita:
( ) Doce
(X) Salgada
Ingredientes
– 500g de abóbora cabotiá descascada e cortada
– 2 colheres (sopa) de Claybom Cremosa Sem Sal derretida para a abóbora (20g)
– 1 batata asterix descascada e cortada (cerca de 200g)
– 1 colher (chá) de sal (5g)
– 1 pitada de noz-moscada
– ½ xícara (chá) de farinha de trigo (75g)
– 1 gema (20g)
– 2 colheres (sopa) de Claybom Cremosa Sem Sal (20g)
– Sal e pimenta-do-reino a gosto
– Folhas de alecrim para o molho
– ½ xícara (chá) de queijo parmesão ralado (55g)
Modo de Preparo
1- Coloque os pedaços de abóbora em uma assadeira. Regue com a Claybom Cremosa Sem Sal derretida e leve ao forno por cerca de 40 minutos, ou até que esteja macia.
2- Enquanto a abóbora está no forno, cozinhe a batata. Assim que estiver macia, escorra a água e coloque no espremedor de batata, fazendo um purê. Faça a mesma coisa com a abóbora assim que sair do forno, pois ela fica mais macia enquanto ainda está quente.
3- Quando o purê de abóbora e batata estiver frio, misture a ele a farinha de trigo, a gema, o sal e a noz-moscada, formando a massa do nhoque, que deve ser firme, mas ainda macia.
4- Divida a massa em porções e enrole em tiras. Corte em pedaços de cerca de 2 cm para formar os nhoques.
5- Cozinhe os nhoques em água fervente com sal até subirem à superfície. Retire com uma escumadeira e reserve.
6- Para o molho, derreta a Claybom Cremosa Sem Sal em uma frigideira e adicione as folhas de alecrim. Deixe perfumar por 1 minuto.
7- Adicione os nhoques cozidos e salteie por alguns minutos até ficarem levemente dourados. Sirva a seguir com o queijo parmesão.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) deu um passo histórico rumo à sustentabilidade e à eficiência na gestão pública. Nesta quarta-feira (25), foi inaugurada a usina fotovoltaica da Casa de Leis, tornando o Legislativo estadual 100% autossuficiente em energia limpa. Com potência de 1,30 MWp e uma produção média mensal de 159 mil kWh — o equivalente ao consumo de 800 residências —, a usina garantirá o abastecimento total da sede atual e ainda gerará uma sobra de 25%, projetada para atender a futura ampliação do prédio, como a construção do novo plenário.
“A Assembleia Legislativa está fazendo sua parte para garantir um futuro mais sustentável. Esta usina é símbolo de inovação, responsabilidade ambiental e compromisso com a boa aplicação do dinheiro público”, afirmou o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), 1º secretário da Casa e responsável pelas obras de modernização.
A usina ocupa uma área de 6.100 metros quadrados. A maior parte dos painéis solares já foi instalada no teto do edifício principal e o restante será fixado na cobertura do novo estacionamento vertical, que deve ser entregue à população logo após o recesso parlamentar. “Estamos falando de uma economia de mais de R$ 700 mil por ano na conta de energia. O investimento será recuperado em pouco mais de três anos e o benefício será permanente para o povo sul-mato-grossense”, completou.
O presidente da ALEMS, deputado Gerson Claro (PP), destacou a importância do investimento para a política ambiental do Estado. “Mato Grosso do Sul tem o compromisso de se tornar carbono neutro até 2030, e a Assembleia Legislativa está fazendo a sua parte com atitude e exemplo. Esta usina representa não só economia e sustentabilidade, mas também um legado para as futuras gerações. É uma demonstração clara de que é possível fazer mais com menos, com inteligência e responsabilidade”, declarou.
Com uma produção anual estimada em mais de 1,9 milhão de kWh, a nova estrutura posiciona a Assembleia como referência em sustentabilidade no setor público brasileiro. A iniciativa reforça o papel do Legislativo na liderança de ações que combinam tecnologia, economia e proteção ambiental.
“Aqui, estamos cuidando do presente e preparando o futuro. Um futuro mais verde, mais eficiente e mais responsável com o uso dos recursos públicos”, finalizou Paulo Corrêa.
Em meio às rotinas de cuidados com a saúde infantil, um pequeno detalhe pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento e bem-estar das crianças: a suplementação de vitamina A. Muitas vezes esquecida ou subestimada, essa vitamina desempenha um papel fundamental na prevenção de doenças, no fortalecimento do sistema imunológico e na proteção da visão. Embora sua ausência nem sempre seja percebida de imediato, os impactos da deficiência podem ser graves e, em alguns casos, irreversíveis.
Pensando nisso, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da gerência de Alimentação e Nutrição, reforça a importância de manter em dia a suplementação de vitamina A em crianças de 6 meses a 59 meses. A iniciativa integra o PNSVA (Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A), coordenado pelo Ministério da Saúde, e visa garantir que todas as crianças nessa faixa etária recebam a dose certa, no tempo certo.
A deficiência dessa vitamina pode trazer sérias consequências à saúde infantil, como aumento da suscetibilidade a doenças respiratórias e diarreias, além de problemas oculares, como a xeroftalmia — condição que pode levar à cegueira irreversível. Por isso, manter a administração das doses em dia é fundamental para garantir um desenvolvimento saudável às crianças.
Cápsulas de Vitamina A com 100.000 UI (Divulgação/Farmanguinhos-Fiocruz)
Segundo o gerente de Alimentação e Nutrição da SES, Anderson Holsbach, a suplementação de vitamina A deve ser tratada como prioridade na atenção à saúde da criança.
“A vitamina A é um recurso simples, seguro e altamente eficaz na prevenção de agravos à saúde infantil. Nosso papel, enquanto gestão estadual, é apoiar os municípios com o fornecimento, orientações técnicas e estratégias para ampliar a cobertura. É essencial que os profissionais de saúde e as famílias estejam atentos ao esquema de suplementação e façam o registro correto na Caderneta da Criança. Garantir essa dose na idade certa é uma forma concreta de cuidar do presente e do futuro das nossas crianças”, garante Anderson.
A operacionalização do PNSVA no estado segue um fluxo rigoroso: o Ministério da Saúde envia as cápsulas de megadoses (100.000 UI e 200.000 UI), que são distribuídas aos municípios conforme metas definidas, estoques locais e histórico de perdas. A entrega ocorre semestralmente e os municípios ainda podem solicitar doses extras para campanhas ou ações específicas.
Para a nutricionista e responsável técnica pelo Programa de Micronutrientes da SES, Gláucia da Silva Nunes, a vitamina A é um micronutriente essencial que precisa ser garantido desde os primeiros anos de vida.
“Do ponto de vista nutricional, a vitamina A é fundamental para o crescimento, a integridade da pele e das mucosas, e a proteção contra infecções. Além disso, ela atua diretamente na saúde ocular, sendo indispensável para o bom funcionamento da visão, especialmente em ambientes com pouca luz. Quando a alimentação não supre as necessidades da criança a suplementação torna-se uma medida de segurança nutricional. É uma estratégia simples, mas com grande impacto na saúde pública”, explica.
A administração da vitamina A pode ser feita durante as consultas de puericultura ou nas salas de vacinação, e a equipe de saúde pode definir as melhores estratégias conforme a realidade local — incluindo visitas domiciliares ou ações de busca ativa.
Esquema para administração de Vitamina A em crianças de 6 a 59 meses:
A suplementação é registrada na Caderneta da Criança e acompanhada por meio do sistema SISAB (Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica). É responsabilidade dos municípios monitorar o cumprimento da meta de cobertura, desenvolvendo estratégias de busca ativa quando necessário.
O suplemento é oferecido por via oral, nunca por via intramuscular ou endovenosa. O intervalo mínimo entre as doses é de quatro meses, e o esquema correto deve ser seguido para garantir a eficácia da suplementação.
A SES destaca ainda que a atualização constante dos dados no sistema e o correto registro da suplementação são fundamentais para o acompanhamento efetivo do programa. O passo a passo para o monitoramento está disponível no site: www.nutricao.saude.ms.gov.br .
A saúde das crianças começa com prevenção — e a vitamina A é um passo essencial nesse caminho.
Kamilla Ratier, Comunicação SES
Foto: Divulgação/Unicef (capa)
O magnésio é um dos minerais mais importantes para a saúde humana e desempenha papel fundamental no tratamento de pacientes oncológicos. Quem explica é o cardiologista e médico foco em práticas integrativas, Dr. João Jackson Duarte. O especialista defende que a suplementação correta pode ajudar a reduzir efeitos colaterais da quimioterapia, melhorar a resposta imunológica e auxiliar no combate à fadiga e à inflamação — sintomas frequentes entre pessoas com câncer.
“Trata-se de um modulador celular essencial. Pacientes oncológicos frequentemente enfrentam exaustão física, perda de apetite, constipação e neuropatias. O magnésio atua em várias frentes, desde a proteção mitocondrial até o equilíbrio neurológico. Suplementar de forma adequada pode melhorar não só o quadro clínico, mas também a qualidade de vida desses pacientes”, explica o médico.
De acordo com o Dr. João Jackson, medicamentos quimioterápicos da classe das platinas, como a cisplatina e a oxaliplatina, são conhecidos por depletar os níveis de magnésio no organismo. Esse esgotamento, se não corrigido, pode agravar os efeitos colaterais da quimioterapia, como neurotoxicidade, perda de memória, câimbras e alterações cardíacas.
Além disso, ele ressalta que o exame mais comum para avaliar os níveis de magnésio — o de sangue — não é confiável na maioria dos casos. “Apenas 1% do magnésio corporal está presente no sangue. A análise mais precisa é o magnésio intraeritrocitário, que mostra os níveis dentro das células, onde de fato o mineral atua”, afirma.
Durante uma transmissão ao vivo realizada em seu canal no YouTube, o especialista dedicou mais de uma hora para abordar as funções do magnésio no contexto da medicina integrativa, especialmente em cardiologia e oncologia. A live faz parte de uma série semanal realizada sempre às quartas-feiras, às 19h30, com o objetivo de levar informação qualificada ao público e reforçar a importância de decisões clínicas baseadas em evidências.
“O magnésio não substitui a quimioterapia nem os medicamentos prescritos. Mas ele pode ser um grande aliado para aumentar a eficácia do tratamento e proteger o organismo durante a jornada oncológica”, reforça Dr. João Jackson.
Já este ano, até o mês de maio, um total de 12 mil bolsas de sangue foi arrecadado no estado. Ministério da Saúde iniciou, no último sábado (14), campanha para incentivar a doação em todo o país
Nos últimos dois anos, o Brasil registrou um aumento de 1,9% no número de bolsas de sangue coletadas, saindo de 3,25 milhões em 2023 para 3,31 milhões em 2024. Esse crescimento também pode ser observado em Mato Grosso do Sul, onde no mesmo período, a quantidade de bolsas coletadas passou de 49.666 para 52.654, um crescimento de 6%. Até maio deste ano, já foram coletadas mais 830 mil bolsas de sangue em todo o país, sendo 12,3 mil no estado sul-mato-grossense.
Para incentivar a doação regular de sangue voluntária, o Ministério da Saúde lançou a campanha “Doe Sangue. Você Pode”, no último sábado (14), que é lembrado como o Dia Mundial do Doador de Sangue. Com veiculação prevista durante todo o ano, a campanha objetiva conscientizar a população sobre a importância de manter os estoques de sangue em níveis seguros, já que dependem desse ato solidário pessoas que se submetem a intervenções médicas urgentes de grande porte e complexidade, como transfusões, transplantes e procedimentos oncológicos.
Embora o número de doações realizadas no Brasil esteja dentro do parâmetro recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde realiza campanhas anuais para captar mais doadores e manter estoques de sangue e de hemoderivados. Em 2024, 1,6% da população fez doação de sangue no país.
A pasta também acompanha, diariamente, o estoque nos hemocentros estaduais. Vale destacar que a doação de sangue também é importante para a produção de medicamentos essenciais derivados do plasma.