Vice-governadora participa de reunião ministerial sobre segurança nas fronteiras com cinco países
Campo Grande (MS) – A vice-governadora Rose Modesto embarcou nesta quarta-feira (16) rumo à Brasília (DF) para participar da Reunião Ministerial do Cone Sul sobre Segurança nas Fronteiras, agenda em que representará o governador Reinaldo Azambuja. O encontro acontecerá logo mais às 15h (horário DF) no Palácio Itamaraty.
Estarão presentes os responsáveis por órgãos diplomáticos e de segurança pública de cinco países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. Segundo o Itamaraty, o País será representado pelos ministros das Relações Exteriores, José Serra; da Defesa, Raul Jungmann; da Justiça, Alexandre de Moraes; e do Gabinete de Segurança Institucional, general Sergio Etchegoyen.
Foram convidados ainda os governadores da Região Sul do Brasil, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de mais um estado do Centro-Oeste: Mato Grosso.
“Essa é uma oportunidade para tratarmos de questões tão sensíveis à segurança pública que afetam diretamente a vida dos cidadãos, como o tráfico de drogas que gera violência nas cidades e o contrabando que retira empregos formais do mercado e diminui a arrecadação de impostos, entre outros assuntos”, explicou a vice-governadora ao embarcar para a Capital Federal.
Segundo a Agência Brasil, a reunião é uma iniciativa inédita nos últimos anos que visa aprimorar a cooperação entre os países do bloco. Os países sul-americanos, de forma geral, já possuem acordos bilaterais sobre o tema e, portanto, a proposta é incrementar os esforços conjuntos entre os países do Cone Sul.
Entre outros temas prioritários na pauta do Brasil, estão ainda a entrada de armas ilegais no País e tráfico de pessoas; além dos já citados pela vice-governadora: tráfico de drogas e contrabando. Como resultado desta reunião será redigido um documento oficial com declaração dos países sobre o tratado, tais como a realização de operações conjuntas entre países. Deve ser criada ainda uma instância integrada de gestão que deve reunir-se com periodicidade pré-determinada.
Michelle Rossi – Assessoria da Vice-Governadoria. Foto: Chico Ribeiro.
Arritmias cardíacas causam 320 mil mortes súbitas por ano, alerta entidade
Saúde – Mais 20 milhões de brasileiros sofrem algum tipo de arritmia cardíaca, doença responsável por mais de 320 mil mortes súbitas todos os anos no país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac). As palpitações são um dos principais sinais de que o ritmo do coração está fora do normal.
E, mesmo quando isso ocorre durante algum esforço ou exercício, é preciso estar alerta sobre sintomas mais fortes.
Além da palpitação, a alteração da frequência cardíaca para um ritmo mais acelerado ou mais lento também pode provocar tonturas, náuseas e vômitos.
A receita do médico Jairo Rocha, arritmologista e eletrofisiologista, membro da Sobrac, é buscar hábitos saudáveis de alimentação, exercícios frequentes e controle de doenças como obesidade e diabetes.
Mas, no momento da crise, a solução é tentar sentir o pulso quando os sintomas aparecem e procurar um especialista se verificar uma aceleração ou redução do ritmo.
“A pessoa pode sentir desde palpitações, mal-estar, tontura e cansaços e ser uma arritmia benigna. Mas existem as malignas e essas podem levar a morte.
Para saber se é grave ou não, o especialista tem que ver. Na grande parte das vezes, a arritmia é benigna mas tem que ter cuidado”, alertou Rocha em entrevista dia (12), Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita.
O registro dessa alteração no coração deve ser feito, segundo o médico, por um aparelho chamado eletrocardiograma, que pode identificar alterações até fora das situações de crise em alguns casos.
O ideal, segundo Rocha, é que, em caso de qualquer sintoma fora do normal, o paciente procure um hospital para fazer essa medição dos batimentos porque esse registro é fundamental para o diagnóstico do tipo de arritmia e tratamento.
Rocha lembrou o caso do zagueiro Serginho, jogador do São Caetano, que, aos 30 anos, caiu no gramado do Morumbi durante o jogo contra o São Paulo em outubro de 2004.
“O caso do Serginho que caiu e teve morte súbita foi uma arritmia maligna. Nunca se deve fazer atividade física sem passar por um eletrocardiogama, que é fundamental”, disse.
Segundo o especialista, com o diagnóstico é possível identificar casos benignos ou casos que podem ser controlados com uso de medicamentos ou tratados com intervenções médicas usando técnicas como a ablação.
“Nos casos que não conseguem tratamento curativo e de controle ou quem já tem arritmia maligna genética e o risco é muito grande, a gente indica o marcapasso com desfibrilador acoplado.
Esse equipamento detecta a arritmia e o marcapasso libera o choque salvando a vida do paciente. Se estivesse usando esse equipamento, Serginho talvez ainda estivesse aqui”, explicou.
Um dos tipos de arritmia é a fibrilação arterial, que atinge principalmente pessoas idosas e é uma das grandes responsáveis pelo aumento de casos de acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame.
“Acima dos 60 anos, a incidência começa a aumentar e é responsável pelo maior número de AVC nessa população. Muitas vezes é assintomática, a pessoa tem e não sabe que tem. Com o eletrocardiograma você identifica mesmo sem a crise na hora”, disse.
Apesar de destacar a faixa etária mais vulnerável, Rocha alertou que pessoas mais jovens podem sofrer com esse tipo de alteração da frequencia cardíaca e por isso devem redobrar atenções se identificarem qualquer alteração mais brusca.
Rocha explicou que, com o passar do tempo, a fibrilação pode evoluir para um aumento do coração ou facilitar formação de trombos no coração.
“Tem parte do coração que não se contrai, como o sangue não consegue passar, ele começa a acumular, e sangue parado coagula. Esse coágulo pode entrar na circulação sanguínea e obstruir circulação podendo levar à trombose, embolia pulmonar ou ao AVC”, explicou o médico.
Merial alerta para prevenção do “Verme do Coração”, doença comum nesta época do ano
A Dirofilariose canina, também conhecida como doença do Verme do Coração, pode levar o cão à morte se não for diagnosticada e tratada
Apesar de pouco conhecida entre os donos de pets, a Dirofilariose é uma doença silenciosa que acomete os cães e tem como agente transmissor os mosquitos, dentre eles o Aedes aegypti, tambémresponsável por transmitir a dengue aos humanos. Ao picar o animal, o mosquito infectado transmite o verme Dirofilaria immitis, parasita que se desenvolve no coração dos cães.
A partir do momento em que o verme se aloja no coração e nos grandes vasos sanguíneos, lesões importantes poderão ocorrer e dependendo da gravidade, levar o animal à morte. “Esses parasitas alcançam a corrente circulatória e se alojam nas artérias pulmonares e ventrículo direito do coração, iniciando sua fase reprodutiva, liberando assim, novos parasitas para a circulação”, alerta Jaime Dias, Gerente Técnico de Animais de Companhia da Merial.
Quando acometidos, os cães podem apresentar tosse, diminuição do apetite e cansaço ao praticar atividades físicas. “É fundamental que os donos levem seus pets ao médico veterinário regularmente, porque quanto mais cedo o animal for diagnosticado, menor será a gravidade do problema e maiores são as chances de responder positivamente ao tratamento”, explica Dias.
A prevenção é uma das armas para combater a Dirofilariose canina. A Merial oferece uma importante solução para a prevenção desta enfermidade, trata-se de Cardomec Plus, vermífugo à base de ivermectina e pirantel que, além da prevenção da doença, também trata e previne os principais vermes intestinais. Para que a prevenção seja feita de forma correta, Cardomec Plus deve ser utilizado mensalmente, pois assim impede que o verme alcance a fase adulta, o que pode trazer grandes prejuízos à saúde dos pets.
Sobre a Merial
Merial é uma empresa líder mundial, voltada à inovação em saúde animal, que fornece uma extensa gama de produtos para prevenção de doenças e cuidado com a saúde e o bem-estar dos animais. A Merial conta com três principais áreas de negócios: animais de estimação, animais de produção e saúde pública veterinária. As soluções da empresa atuam sobre mais de 200 doenças que acometem uma grande variedade de espécies animais. A Merial emprega 6.900 pessoas e opera em mais de 150 países em todo o mundo, com vendas superiores a € 2,5 bilhões, em 2015. A Merial é uma empresa Sanofi. Mais informações acesse: www.merial.com.br, Facebook.com/merialpets e Instagram.com/merialbrasil.
Semana começa com temperaturas altas em Mato Grosso do Sul. Pode chover a partir de terça-feira em diversas cidades do Estado. Na quarta-feira, essa chuva ganha intensidade e há possibilidade de causar transtornos. A informação é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No decorrer da semana, o cenário meteorológico não deve variar muito. As temperaturas mínimas e máximas não devem sofrer alteração, podendo ficar entre 22ºC e 35ºC, respectivamente.
Na quarta-feira, o tempo permanece nublado com pancadas de chuva e trovoadas. Na quinta e sexta-feira, o clima deve fechar e chuva pode vir com mais volume e intensidade. Apesar da chuva, não há previsão de frente fria para o Estado.
Nioaque (MS) – Com o processo em curso de capacitação dos municípios para implantação de coordenadorias locais de Igualdade Racial, a Subsecretaria de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial e Cidadania (Subpirc) amplia a presença no interior do Estado com ações de apoio às comunidades quilombolas de Nioaque e Corumbá.
As ações garantem que as reinvindicações das comunidades como o apoio a geração de renda, manutenção das festas tradicionais, legalização definitiva das áreas ocupadas, entre outras, sejam articuladas e resolvidas com o apoio dos demais órgãos da esfera estadual e também federal.
Ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), a equipe da Subpirc esteve durante a semana em Nioaque em articulação com as comunidades quilombolas das famílias Bulhões, Araújo Ribeiro, Cardoso e Romano Martins, e em Corumbá com as famílias Osório e Campos Corrêa.
Sirlene Ramos, de Nioaque, diz que comunidade quer extrair sustento da terra
Conforme o subsecretário da pasta, Carlos Alberto Versoza, o constante apoio as comunidades é essencial para a verificação in loco das reais necessidades de cada família e também pela busca das soluções dos problemas. “Respeitando a peculiaridade de cada comunidade e suas famílias, fortalecemos as articulações e atuação junto a elas, com o propósito maior de estabelecer continuidade das tradições e manutenção da história com a melhoria de vida em suas localidades”, pontuou.
Nioaque
Com famílias quilombolas tradicionais, em uma das mais antigas cidades do estado, a equipe da Subpirc esteve reunida com as quatro comunidades da cidade.
Em uma delas, a família Cardoso, o presidente da associação, Ramão Bezerra, 54 anos, conta que a maior dificuldade da localidade é a falta de espaço. “Hoje temos mais de 98 famílias em pouco mais de um hectare de área. Estamos reivindicando, por meio de estudos, mais 40 hectares”, diz.
Ramão Bezerra é um dos que mantém a tradição da festa de São Pedro na comunidade
Ramão enfatiza que o apoio da Subpirc é fator primordial para a comunidade. “Com o pessoal do Governo podemos ver mais caminhos junto aos órgãos competentes que nos ajudam nessa luta”, afirma o presidente que faz questão de ressaltar a festa de São Pedro, realizada todo mês de novembro, como maior patrimônio da comunidade com mais de 154 anos de realização.
Corumbá
Na cidade de Corumbá uma das principais demandas quilombolas é sobre a possibilidade de um projeto de implantação e melhoria da produção da agricultura familiar. Demanda pautada pela comunidade da Família Osório, que também é ribeirinha e tem cerca de 80 moradores e desenvolve trabalho de plantio de verduras e hortaliças as margens do rio Paraguai.
A equipe da Subpirc visitou ainda o Instituto da Mulher Negra do Pantanal (IMNEGRA) para acompanhar o andamento do processo de reforma do prédio, conquistado em 2015, que será executado pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) com recursos da Sedhast.
Ainda em Corumbá, a agenda se deu na colônia de pescadores Z1 para verificar a situação da emissão de carteiras novas de pesca, que permite ao pescador profissional o acesso ao seguro-defeso e na comunidade Campos Corrêa, que possui 25 famílias, com o principal encaminhamento sendo a melhoria de acesso para entrada da comunidade, bem como a melhora na rede de energia, água e esgoto.
Subsecretário Carlos Versoza (camiseta preta) em conversa com moradores da comunidade que margeia o rio Paraguai
“Buscar pontuar os problemas e ainda dar a devolutiva com as soluções, como no caso do IMNEGRA, é de suma importância e que será realizada também com as demais comunidades sejam elas de resoluções de concessionárias como água e energia, ou ainda dentro do próprio executivo municipal, estadual ou federal”, finaliza o subsecretário.
Subpirc – Criada em janeiro de 2015, a Subsecretaria de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial e Cidadania (Subpirc), reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul no combate às desigualdades raciais, dando maior autonomia e poder de ação na execução dos trabalhos.
Leomar Alves Rosa, assessoria Sedhast | Fotos: Leomar Alves Rosa e Leonardo Melo
Especialistas apontam vontades são iguais para ambos
Libido em baixa, falta de vontade em ter momentos íntimos com o parceiro ou qualquer interesse em sexo podem ser sinais de que a mulher simplesmente não está em sintonia com o próprio corpo e, portanto, com dificuldades em sentir prazer ou mesmo se tocar.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, a psicóloga Tatiana Presser, autora do livro “Vem Transar Comigo”, falou sobre a importância da masturbação para as relações sexuais e afirma que quanto mais a mulher se masturba, maior a vontade de transar. Segundo a profissional, “um vibradorzinho sempre ajuda a mulher”.
Benefícios da masturbação
Ao contrário do que muita gente imagina, os homens não se masturbam mais que as mulheres por uma questão de desejo ou necessidade supostamente maior de ter prazer sexual. Especialistas apontam vontades são iguais para ambos, mas que tabus sociais e repressão na educação é que costumam afastar as mulheres do contato íntimo solitário.
Mulheres que não se masturbam ou raramente se tocam por culpa ou acreditarem que podem estar fazendo algo errado são prejudicadas nos relacionamentos sexuais com um parceiro, pois não conhecem bem o próprio corpo e não sabem quais são os pontos em que gostam de ser tocadas e acariciadas.
Como se masturbar: dicas para mulheres
Fotos: Reprodução / Internet
Mulheres que nunca se masturbaram ou conseguiram ter prazer nos toques solitários podem começar explorar a própria sexualidade, abandonando culpas e preconceitos, através de exercícios simples e que podem ser trabalhados pouco a pouco. Conheça aqui dicas para se soltar e ter prazer na masturbação 7 sete passos.
Vale lembrar ainda que ter uma vida sexual ativa e plena não significa que a pessoa deva abrir mão da masturbação. Tanto o sexo quanto o prazer solitário podem ser realizados juntos, em preliminares ou como parte da transa, ou individualmente, em um momento de desejo individual.