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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 13 de Julho de 2026
PMA autua três turistas em R$ 2,7 mil por pesca ilegal e apreende 30 kg de pescado

PMA autua três turistas em R$ 2,7 mil por pesca ilegal e apreende 30 kg de pescado

PMA autua três turistas em R$ 2,7 mil por pesca ilegal e apreende 30 kg de pescado

Campo Grande (MS) – Policiais Ambientais de Aquidauana realizavam patrulhamento fluvial ontem (28) à tarde, nas proximidades do Pesqueiro Toca da Onça, no município e autuaram três pescadores, residentes em Cravinhos (SP), por pescar sem autorização ambiental.

Os pescadores, de 32, 34 e 62 anos, tinham no rio Aquidauana 30 kg de pescado das espécies pacu, cachara e piavuçu. O pescado foi apreendido. Cada infrator foi autuado administrativamente e multado em R$ 900,00, perfazendo R$ 2.700,00. O pescado será doado para instituições filantrópicas.

ALERTA – A pesca sem licença não é crime ambiental, porém, a PMA alerta que é documento necessário para a pesca no Estado e sua falta caracteriza-se como infração administrativa, que prevê, além da multa mínima de R$ 300,00 até a máxima de R$ 10.000,00, a apreensão de barco, motor, produto e material da pesca, bem como veículos utilizados.

Marquinhos pede Caminhão Pipa para molhar Alcebíades Bobadilha da Cunha

Marquinhos pede Caminhão Pipa para molhar Alcebíades Bobadilha da Cunha

Marquinhos pede Caminhão Pipa para molhar Alcebíades Bobadilha da Cunha

Bela Vista (MS) – O vereador Marquinhos Lino (PMDB) apresentou indicação verbal na sessão ordinária dia (25) de setembro, endereçado ao Secretario de Obras, com copia ao prefeito municipal, solicitando que providencie caminhão pipa para molhar a Rua Alcebíades Bobadilha da Cunha, pois a poeira e insuportável.

Os moradores da rua têm que manter janelas e portas sempre fechadas, mesmo nos dias quentes. A poeira que se acumula na via causa incômodo aos moradores e gera muitas queixas.

De acordo com Marquinhos recebeu inúmeras queixas de moradores, pois a grande movimentação de caminhão está causando transtornos aos moradores e comprometimento respiratório na saúde das crianças devido à poeira. Espero que o executivo providencie esse caminhão pipa para amenizar o sofrimento dos moradores, comentou o vereador.

PMA apreende 2 km de redes de pesca e liberta 50 kg de peixes dos petrechos ilegais

PMA apreende 2 km de redes de pesca e liberta 50 kg de peixes dos petrechos ilegais

PMA apreende 2 km de redes de pesca e liberta 50 kg de peixes dos petrechos ilegais

Campo Grande (MS) – Em fiscalização ambiental na madrugada e manhã de hoje (22) no lago da usina Sérgio Motta, no rio Paraná, nas proximidades do rio Pardo no município, Policiais Militares Ambientais de Bataguassu apreenderam 22 redes de pesca armadas de forma emendada, medindo 2.000 metros. Durante a retirada dos petrechos ilegais foram soltos 50 kg de pescado que estavam vivos e presos às redes. Os infratores proprietários dos petrechos proibidos não foram identificados.

O uso de petrechos proibidos do tipo redes de pesca é muito comum na região, pois, nos lagos das Usinas Hidrelétricas do rio Paraná, este petrecho é permitido para o pescador profissional, desde que identificado e com malha de tamanho a partir de 140 milímetros. Ocorre que muitos pescadores profissionais armam redes com malha menor à permitida e não identificam. A legislação só permite também no máximo 100 metros de redes armadas, localizadas pelo menos, a 150 metros de distância uma da outra, porém, muitas vezes, os pescadores profissionais emendam várias redes excedendo a metragem permitida.

Pescadores amadores que não podem por lei utilizarem esses petrechos também acabam os utilizando, o que caracteriza crime ambiental.

IFMS forma técnicos para um dos setores que mais empregam no Estado

IFMS forma técnicos para um dos setores que mais empregam no Estado

IFMS forma técnicos para um dos setores que mais empregam no Estado

A fim de formar mão de obra qualificada para o setor industrial – o terceiro que mais gera empregos no Estado, de acordo com o último Radar Industrial, levantamento mensal feito pela Federação das Indústrias (Fiems) – o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) oferece, em três regiões de MS, opções de cursos técnicos do eixo tecnológico Controles e Processos Industriais: Eletrotécnica, Mecânica e Metalurgia.

Em Corumbá, o curso técnico integrado em Metalurgia forma profissionais que podem atuar nos segmentos do extrativismo mineral, beneficiamento de minérios, metalurgia, siderurgia, além das indústrias naval, petrolífera, mecânica, entre outros.
“O IFMS tem parcerias com indústrias e instituições onde os estudantes fazem estágio e alguns conseguem emprego depois de formados, dentre as quais Votorantim, Vetorial, Embrapa e Marinha. O salário inicial varia de R$ 2 mil a R$ 2,8 mil, dependendo do porte da empresa”, explicou Maicon Martta, coordenador dos cursos do eixo tecnológico Controle e Processos Industriais do Campus Corumbá.

 

Indicadores do Setor Industrial – Região Oeste*

76

indústrias metalúrgica e extrativa mineral

R$ 2.464

média salarial**

 * Panorama MS Industrial 2016 (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul – Fiems)
** O salário médio da indústria da região Oeste é o maior de Mato Grosso do Sul, em comparação às outras regiões.

Na região Leste, o IFMS prepara técnicos na área da Eletrotécnica. O curso técnico integrado é oferecido pelo Campus Três Lagoas. O coordenador dos cursos do eixo tecnológico da unidade, Edson Mainardi Jr., explica que grande parte das ofertas de emprego na área está no setor industrial.
“Empresas como a Fibria e a Eldorado, do segmento da celulose, contribuem para a alocação de nossos egressos, assim como a Metal Frio e estatais, como é o caso da Petrobrás, que possui um polo em Três Lagoas e oferta vagas por meio de processos seletivos e concursos. A média salarial inicial gira em torno de R$ 1,8 mil a R$ 2 mil”, comentou Edson.

 

Indicadores do Setor Industrial – Região Leste*

1.370

empresas instaladas

27%

dos empregos com carteira assinada

 * Panorama MS Industrial 2016 (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul – Fiems)

Na Capital, o IFMS oferece duas opções de cursos técnicos voltados à indústria: Eletrotécnica e Mecânica.
O coordenador dos cursos do eixo tecnológico do Campus Campo Grande, Elton Valiente, pontua que empresas dos segmentos de metalmecânica, retíficas, manutenção industrial e no setor terciário são opções de trabalho para o técnico dessa área. O profissional sai do curso apto a trabalhar com usinagem, confecção de moldes, ferramentaria em geral, ente outras atividades do ramo industrial.
“Nossos alunos atuam como técnicos em Mecânica tanto na rede privada como no serviço público, por meio de concursos. Temos egressos na Marinha, por exemplo. O start da empregabilidade nessa área se dá, em geral, por meio do estágio. A remuneração em início de carreira varia de R$ 1,5 mil a R$ 2,5 mil”, destacou Elton.

 

Indicadores do Setor Industrial – Região Central*

3.177

empresas instaladas

44.588

trabalhadores empregados

 * Panorama MS Industrial 2016 (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul – Fiems)

Quer saber mais sobre os cursos? – Nossos estudantes gravaram vídeos para explicar o que aprendem nos cursos técnicos do eixo Controle e Processos Industriais oferecidos pelo IFMS.
O técnico em Eletrotécnica é apresentado pela Giovana Brambila, aluna do Campus Três Lagoas. A estudante adora as aulas práticas e conta a que mais gostou até hoje. Olha só que legal: http://www.ifms.edu.br/centrais-de-conteudo/videos/tecnico-em-eletrotecnica.
De Campo Grande, veio o depoimento do Janderson Morinigo, aluno do técnico em Mecânica. O estudante entrou no curso meio sem saber o que encontraria. Agora, quer ser professor na área! Confira: http://www.ifms.edu.br/centrais-de-conteudo/videos/tecnico-em-mecanica.
Para saber mais sobre o curso técnico em Metalurgia oferecido pelo IFMS, assista ao vídeo gravado pela Ana Cláudia da Silva, estudante do Campus Corumbá: http://www.ifms.edu.br/centrais-de-conteudo/videos/tecnico-em-metalurgia.
Exame de Seleção 2018 – No processo seletivo para ingresso nos cursos técnicos integrados do IFMS, a seleção de novos estudantes é feita por meio de uma prova com questões de português, matemática e conhecimentos gerais.
Na modalidade integrada, o aluno cursa o ensino médio e o curso técnico ao mesmo tempo. Para concorrer a uma vaga, basta ter o ensino fundamental completo.
Para 2018, o IFMS abriu 1.390 vagas em nove opções de cursos oferecidos em dez municípios. No eixo tecnológico Controle e Processos Industriais, são 200 vagas ao todo. Confira a oferta por campus:

 

Campus

Curso Técnico Integrado

Vagas

Campo Grande

Eletrotécnica

40

Mecânica

40

Corumbá

Metalurgia

40

Três Lagoas

Eletrotécnica

80

As inscrições no Exame de Seleção 2018 devem ser feitas até 3 de novembro. O passo-a-passo de como se inscrever e todas as informações sobre o processo seletivo estão disponíveis na página do Exame: www.ifms.edu.br/exame.
Controle e Processos Industriais – Cursos técnicos integrados desse eixo são oferecidos pelo IFMS desde 2011.
Atualmente, são 855 estudantes matriculados nos campi Campo Grande, Corumbá e Três Lagoas. O dado, referente ao mês de agosto deste ano, é do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec).
Desde que começou a formar as primeiras turmas dos cursos técnicos em Eletrotécnica, Mecânica e Metalurgia, em 2014, o IFMS certificou mais de 160 técnicos nessas áreas.
Comecei a correr e a depressão ficou pata trás

Comecei a correr e a depressão ficou pata trás

remédio contra a depressão

O esporte transformou a vida de Ludmila

Hoje, posso afirmar que a corrida me trouxe a alegria de volta. Reconhecer que temos um problema e precisamos de ajuda não é uma tarefa tão fácil quanto parece. Mas é o primeiro passo para vencer todos os tormentos, enfrentar os obstáculos da vida e vencer. Correr me possibilitou isso.

Quando o Álvaro tinha nove meses, descobri que esperava outro filho. Algumas semanas depois, outra descoberta. Meu bebê não tinha mais batimentos cardíacos. Sofri um aborto espontâneo. Entre a culpa e o vazio pela perda, pensei: vou superar e seguir. Quatro meses depois um novo baque. Uma fatalidade levou nossa cachorra, a primeira filha. Belinha foi minha companheira, estava sempre ao lado do Álvaro, eram inseparáveis. Também vou superar isso, foi o que pensei outra vez.

Guardei os sentimentos dessas perdas comigo. Falar era muito dolorido. Só que eu não estava bem e encontrava alívio na comida. Já tinha ganhado quase 10 kg durante a amamentação e o ponteiro da balança continuou subindo. Deixei de tirar fotos de corpo inteiro e vivia no ortopedista, por causa de dores na coluna. Comecei a me afastar dos amigos. Parecia que a vida e tudo ao meu redor estavam sem cor. Sabia que precisa me mover, mas não tinha coragem. Sempre adiava a decisão e colocava muitos empecilhos para fazer qualquer tipo de atividade física.

OLTA POR CIMA

A força que precisava para começar a correr veio do meu terapeuta. Não esqueço quando ele me disse: “faça algo por você”. Eu só precisava dar o primeiro passo. Lembro que um dia estava com o Álvaro no colo e precisei voltar a pé para casa. Foram uns 200 metros de uma subida sofrida. Fiquei sem fôlego, tive de parar umas quatro vezes. Estava na hora de mudar!

Convidei meus colegas de trabalho – que também passavam por seus tormentos – para entrar em um grupo de corrida. A reposta foi rápida: “Vamos”. Isso me estimulou muito. No início, um dava força para o outro. Trabalhava até às 18h, ia para casa, me trocava numa velocidade alucinante, deixava o Álvaro com a avó, a tia ou a babá, e seguia para treinar numa cidade vizinha. Só voltava a ver meu filho às 22h. Tinha que valer a pena, né?

Na segunda aula na assessoria, chorei baixinho, sozinha. Havia tempo que não fazia algo por mim, e para mim. Eu estava reagindo! Claro que foi complicado no início. Tinha vergonha do meu corpo. Pesava 94 kg. Precisei perder 10 kg para ser liberada para correr. Mas estava tão focada que, em 40 dias, emagreci 11 kg. Finalmente eu podia ser uma corredora, e não parei mais!

CADA VEZ MAIS LONGE

Voltei a chorar quando consegui correr 4 km sem caminhar. E foi a mesma coisa ao fazer 8 km, 15 km, 18 km… Minha percepção da vida mudou. Tinha recuperado a autoestima. A angústia, a tristeza e a falta de vontade ficaram para trás.

Já estou no grupo de corrida há mais de um ano. Fiz novos amigos, rodei muitos quilômetros, completei duas meias maratonas e estou me preparando para a terceira. No final do ano passado, realizei o sonho de correr a São Silvestre. Foi minha glória. Tenho uma vida diferente hoje em dia. Em casa, respiramos esporte. Fez bem para mim, contaminou o Murillo, minha irmã e vários amigos.

Se é batalha vencida? Não, não é. Luto diariamente contra a balança. E sinto que será para a vida toda. Aquela angústia? Dizem que ela sempre fica à espreita, só esperando um momento de agir novamenta. Mas não deixo ela me pegar e a corrida tem papel fundamental nisso.

Sim, correr é meu remédio contra a depressão. O esporte me livra dos sintomas desse mal. É a minha cura. É onde me sinto viva, capaz, relaxada, feliz. E isso irradia em todos os outros aspectos da vida. Ainda tenho muitos quilômetros para rodar e sonhar. Em 2018, quero subir os 25 km da Mizuno Uphill Marathon, na Serra do Rio do Rastro (SC). Se não rolar? Tudo bem. Ainda há uma vida inteira para fazer isso. Não estou com pressa.

SEMPRE EM FRENTE

O mais incrível é que até hoje a corrida me emociona. Gosto de assistir às provas. De ver a expressão das pessoas. Muitos também estão vencendo seus medos e dificuldades. Testando seus limites. Tem muitas histórias de superação ali. Histórias talvez como a minha, e eu digo: mesmo que pareça difícil, olhe para a frente e corra. Corra para a vida, corra por você. Vá deixando a carga pesada pelo caminho e continue sempre em frente.

Uma vez ouvi que “pedras que rolam não criam limo”. Encaixa-se perfeitamente na minha vida.

Fonte: Suacorrida

PMA autua pecuarista em R$ 22,5 mil por degradar 4,5 hectares de áreas protegidas de matas ciliares e nascentes de córrego

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Campo Grande (MS) – Durante fiscalização em uma fazenda, localizada no município de Amambai, a 20 km da cidade, nas proximidades da rodovia MS 485, Policiais Militares Ambientais de Naviraí autuaram hoje (17) um proprietário rural por degradação de matas ciliares e nascentes de um córrego que corta a propriedade. O infrator mantinha gado degradando as áreas protegidas de nascentes e matas ciliares do corpo d’água na propriedade (Área de Preservação Permanente – APP).

Foi degradada uma área de 4,5 hectares de matas ciliares de um córrego e óleos d’água e pisoteio de várzea, que era utilizada para dessedentação e forrageamento do rebanho e se encontrava degradada por processos erosivos, devido ao pisoteio dos animais, causando assoreamento do córrego.

O infrator (64), residente em Amambai, foi autuado administrativamente por danificar área considerada de preservação permanente (matas ciliares) e foi multado em R$ 22.500,00. Ele também responderá por crime ambiental e poderá pegar uma pena de detenção de um a três anos.

As atividades foram interditadas e o proprietário rural foi notificado a retirar o gado das áreas e a realizar um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradas (PRADA), junto ao órgão ambiental.