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Bela Vista-MS Domingo, 12 de Julho de 2026
“O menino do pijama listrado”: história traz lição sobre amar acima das ideologias

“O menino do pijama listrado”: história traz lição sobre amar acima das ideologias

Imagino que você já tenha visto ou, pelo menos, ouvido falar do filme “O Menino do Pijama Listrado”. Ele é uma adaptação do livro de John Boyne, publicado em 2006. O livro narra a história de duas crianças que se encontram em um ambiente hostil. Um deles é filho de um soldado nazista de alto escalão (Bruno) e o outro é uma criança judia (Schmule). Obviamente ambos foram criados com ideologias totalmente opostas.

Mas em pleno holocausto, as crianças deixam essas ideologias de lado e trazem à tona as suas inocências para criar uma bela amizade. Tudo isso acontecendo num cenário que retrata o momento mais repudiado pela humanidade, e o contraste conquistou o público.

A visão de cada personagem

O garoto de pijama listrado – Bruno, 8 anos

Bruno é o personagem criado dentro de um ambiente nazista. Seus pais, tradicionais, eram a favor de atitudes bárbaras e susetentavam um sistema cruel.

No entanto, esperto como era, o garoto percebia os comportamentos da família e começou a se questionar sobre eles. E esses questionamentos aguçavam sua curiosidade, que fez com que ele fosse  ao fundo da fazenda, onde encontra Schmule, o garoto de pijama listrado.

Ao vê-lo, percebe junto dele outros seres com a cabeça raspada e desnutridos. Assim sendo, decide se aproximar mais do menino do pijama listrado e começa uma grande e bonita amizade com ele, cheia de questionamentos e pensamentos críticos.

Para as crianças esse processo de criar amizades é muito mais simples que pra nós adultos. Isso é muito bem retratado no filme, pois independente das circunstancias e de quem cada um era, os garotos estavam mais felizes e completos na companhia um do outro. Sem julgamentos e preconceitos, algo que nós adultos colocamos à frente sempre que conhecemos pessoas novas.

O garoto de pijama listrado – Schmule, 8 anos

Para Schmule, a vida era diferente. O menino tinha uma infância repleta de medo, e isso nunca se tornava um costume. Para ele, não havia espaço para planejamentos futuros.

Mas a amizade com Bruno fez com que ele escapasse um pouco da sua realidade cruel, e deu a ele um pouco mais de esperança. A amizade com Bruno fez com que se sentisse valioso, fora de perigo e com muita coragem.

“TEMOS QUE PROCURAR FAZER O MELHOR DE UMA SITUAÇÃO RUIM”.

Psicólogos recomendam que a infância não seja perturbada por ideologias que apenas confundem e moldam uma criança de forma errada. É importante que valores sejam transmitidos com dignidade e honestidade, sem influenciá-los a ser aquilo que os pais querem que sejam. O respeito ao próximo é essencial, é a base para a criação de um ser humano.

Texto originalmente publicado em revistapazes e adaptado pela equipe do blog Educadores.

Psicólogo fala sobre saúde mental após o diagnóstico de uma patologia

Psicólogo fala sobre saúde mental após o diagnóstico de uma patologia

Ao receber o diagnóstico de uma doença, seja ela qual for, é comum que a saúde física e mental do indivíduo sejam impactadas. Com as alterações no organismo trazidas pela patologia, os efeitos do tratamento e a mudança de hábitos necessária, não só a resistência corpórea da pessoa é afetada, como também a sua mente fica vulnerável.

O psicólogo Ricardo Takaki afirma que é necessário ter atenção para os aspectos emocionais de uma pessoa adoecida. “Qualquer diagnóstico que traga uma patologia de impacto para o sistema fisiológico de uma pessoa gera uma mudança de curso da sua rotina, na maneira em que ela olha para si e se entende como pessoa. Então, inicia-se uma rotina de tratamentos e exames que antes ela não tinha, traz uma mudança de hábitos e, automaticamente, interfere no estado mental”.

De acordo com Takaki, a humanização da equipe profissional que atende ao indivíduo adoecido é fundamental para diminuir os impactos emocionais do tratamento. “Provavelmente, aquela pessoa precisará se conhecer de novo, em uma nova ótica, entender o que acontece com o seu corpo. Neste sentido, os profissionais de saúde podem contribuir com o acolhimento e ajudar o paciente a compreender o seu quadro de saúde”.

O psicólogo explica que isso pode mudar a sua percepção de autoimagem. “Com essa situação, podem surgir sentimentos de frustração, raiva e tristeza. A pessoa pode se culpar por coisas que tenham acontecido antes do diagnóstico, mas esse pensamento não contribui em nada para a melhora do quadro de saúde. Então, ao se olhar no espelho, é possível que ela sinta-se desconfortável e, a longo prazo, isso prejudique a sua autoestima”.

Ricardo continua explicando que a doença por si só não prejudica a autoestima da pessoa, mas uma série de fatores que, juntos, causam alterações na saúde mental. “Ao abordar a autoestima, falamos de como o indivíduo se percebe internamente, a crença nas suas próprias capacidades. Logo, a maneira como a patologia vai afetar depende, diretamente, de como aquele paciente já é, de toda a bagagem que ele traz consigo”.

De acordo com o psicólogo, em períodos de dificuldade, é importante que o indivíduo pratique o que é chamado de autocompaixão. “Às vezes, vemos a autoestima como algo pronto, simples e que todos deveriam ter. No entanto, também é preciso que a pessoa acolha a dor e o sofrimento para, a longo prazo, ressignificar e superar aquele quadro”.

Para vivenciar um quadro de saúde vulnerável e o tratamento, Takaki salienta a importância de uma boa rede de apoio. “Todos precisam ter um grupo a quem recorrer. Nós precisamos nos relacionar afetivamente com pessoas, isso nos traz sensações de sobrevivência, de força e de pertencimento. Sentimos que aquelas pessoas nos darão suporte quando precisarmos, da mesma forma que podemos fazer isso pelos outros. Precisamos pensar nisso, especialmente, quando falamos de família. Se os familiares estão próximos, unidos, olhando para o indivíduo como alguém completo e não com piedade, isso vai contribuir para o fortalecimento de quem ela já é”.

Este xarope da vovó vai limpar seus pulmões e ajudará contra asma, bronquite, gripe e tosse !

Este xarope da vovó vai limpar seus pulmões e ajudará contra asma, bronquite, gripe e tosse !

Se você está procurando uma receita natural para combater tosse, bronquite e pneumonia, pode ter certeza de que encontrou uma excelente.

O xarope “sereno de cebola” é um antigo remédio caseiro que trata com enorme sucesso diversos problemas respiratórios.

Em sua composição, substâncias extraídas da cebola aparecem concentradas.

E é isso que o torna um poderoso anti-inflamatório e antiviral natural, atuando de forma eficaz contra tosse, catarro, rouquidão, problemas de garganta, podendo até ser usado para auxiliar o tratamento de bronquite e pneumonia.

A receita é muito simples.

Há apenas dois ingredientes, cebola e açúcar mascavo.

E em poucos dias de tratamento você já se sentirá melhor.

É importante, no entanto, comprar um bom açúcar mascavo, pois há denuncias de que algumas marcas são na verdade açúcar comum pintado com corante.

Lamentável, não é, se isso for verdade?

Por via das dúvidas, procure uma marca mais conhecida e com boa reputação no mercado.

E o xarope “sereno de cebola”, como é que se faz?

Aprenda agora:

INGREDIENTES

-1 cebola

-Açúcar mascavo

MODO DE PREPARO

Corte a cebola em rodelas.

Coloque essas rodelas num pote largo, arrumando assim: uma fatia de cebola, uma camada de açúcar mascavo, outra fatia de cebola, outra de açúcar mascavo, e assim sucessivamente, terminando com uma camada de açúcar.

Tampe o pote para evitar a presença de formigas e outros insetos e deixe serenar (descansar) por uma noite.

No outro dia, você encontrará o vidro com um líquido da cor de mel, e este líquido é o xarope.

A dose é uma colherinha (chá) do xarope de 3 em 3 horas.

 

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Idosos também precisam de imunização: Veja quais são as principais vacinas nessa faixa etária

Dia 26 de julho é comemorado o dia dos avós. Os idosos também precisam de cuidados como a vacinação, que está diretamente relacionada com a melhor qualidade e expectativa de vida. Pessoas imunocompetentes têm mais condições de enfrentar adversidades associadas à ação de vírus e bactérias, portanto, é um grande equívoco negligenciar a prevenção de danos à saúde por meio de imunobiológicos, independentemente da faixa etária.

As alterações imunológicas associadas ao envelhecimento ou imunossenescência fazem aumentar o risco de infecções que, em idosos, podem ser associadas com declínio funcional inespecífico e comorbidades, com manifestações clínicas diversificadas, promovendo nesse grupo populacional maiores taxas de hospitalizações e morbimortalidade. Esses são alguns dos aspectos que justificam a imunização como parte fundamental dos programas de prevenção e promoção da saúde do idoso.

Além disso, muitos indivíduos com mais de 60 anos encontram-se ainda em franca atividade profissional, com responsabilidades e contribuindo na renda familiar. Portanto, seu adoecimento pode acarretar, além de absenteísmo e prejuízo financeiro, a transmissão de doenças infecciosas à sua família, situação que pode prejudicá-lo ainda mais no trabalho, devido à necessidade, muitas vezes, de acompanhar o familiar doente. Outros aspectos importantes são: a proximidade entre avós e netos, sendo as crianças importantes agentes transmissores de doenças infecciosas; e as mudanças nos padrões da sexualidade, com o consequente aumento da incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre os maiores de 60 anos.

Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização envelhecer não significa necessariamente adoecer. “Um indivíduo pode envelhecer de forma natural, convivendo bem com o passar dos anos e mantendo-se ativo em todas as fases da vida. Todos devem estar atentos ao Calendário Nacional de Vacinação, não só para as crianças, mas para a população idosa também, que corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública do país”, explica.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, até 2020 o número de pessoas com mais de 60 anos vai superar o de crianças menores de 5 anos pela primeira vez na história. No Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2013), realizada pelo IBGE, a população idosa alcançou 26,1 milhões, o que equivale a 13% da população total do país.

Uma das principais vacinas para essa faixa etária é a pneumo 13 que imuniza contra a pneumonia, uma das doenças que mais atingem os idosos. Também há outras como hepatite A e B, febre amarela, Herpes Zooster e etc.

 

Isolamento social e trabalho em casa geram reclamações de dores nas costas

Isolamento social e trabalho em casa geram reclamações de dores nas costas

Com a pandemia da Covid-19, o tempo passado dentro de casa aumentou e, para muitos, o sedentarismo também

O isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus mudou a realidade de muitas pessoas, fazendo com que passem mais tempo dentro de casa. Ainda, muitos indivíduos abandonaram as suas rotinas de atividades físicas e movimentação diária. Com o passar dos meses, essas práticas acarretaram algumas consequências físicas e mentais, como as dores nas costas. O coordenador de Fisioterapia da Cassems, José Roberto Faker, aborda esse assunto.

José Roberto salienta que, após a pandemia, tem recebido alguns pacientes com queixas de dores na região da coluna e lombar. “Isso tem ocorrido, principalmente, em decorrência do sedentarismo. O incômodo pode surgir da falta de atividade física e exercícios para promover a flexibilidade, alongamento e fortalecimento muscular”.

De acordo com o fisioterapeuta, a tendência de pessoas que trabalham, estudam e desenvolvem as suas demais atividades em casa, durante esse período, é permanecer algumas horas diárias sentadas em frente ao computador, às vezes, em espaços não apropriados para que o corpo fique devidamente alinhado. “Passar muito tempo na mesma posição, aliado à ausência de exercícios físicos devido ao isolamento social, pode acarretar em encurtamento muscular, o que traz as dores”.

José Roberto explica que existem maneiras preventivas para evitar dores lombares, em casa. “A melhor forma de prevenir os incômodos é, todo dia, ao acordar, fazer alongamentos das pernas e dos braços, se espreguiçar bastante, com o objetivo de preparar a musculatura para que, durante a rotina, seja possível fazer as atividades laborais sem muito desgaste”.

José Roberto conta, também, que caso a dor já esteja instalada, é possível amenizar com algumas técnicas. “Se a pessoa já estiver com dor, ela pode fazer compressas de água morna, pois a água quente faz uma vasodilatação na musculatura e promove o relaxamento muscular. Então, isso alivia bastante a tensão na região acometida”.

No entanto, caso a dor permaneça, é necessário buscar auxílio médico. Conforme explica o fisioterapeuta, a partir do momento em que o incômodo torna-se recorrente, pode significar que há complicações. “Caso os espasmos durem vários dias, causem perda de produtividade e limitações físicas, é preciso buscar assistência médica para realizar o diagnóstico correto e, posteriormente, tratamento clínico e fisioterapia”.

Médica brasileira com covid-19 é salva por método que ela criou

Médica brasileira com covid-19 é salva por método que ela criou

A médica pneumologista Carmen Valente Barbas, 60 anos, é uma das inúmeras profissionais de saúde que foram infectadas pelo novo coronavírus.

Carmen, que é uma sumidade internacional em ventilação mecânica –usada no tratamento de casos graves de covid-19–, começou a sentir os primeiros sintomas da doença em meados de março, bem no começo da pandemia no Brasil.

médica brasileira

Crédito: Reprodução/FacebookA médica  pneumologista Carmen Valente Barbas é uma sumidade mundial em ventilação mecânica

“Comecei a ter um pouquinho de dor de garganta, um pouquinho de tosse, uma dor no corpo bastante importante”, disse.

Carmen foi para o hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde trabalha há mais de 30 anos como intensivista. Inicialmente, seu estado não era crítico, então foi encaminhada à enfermaria. Mas como é comum em pacientes com covid-19, seu quadro se agravou rapidamente. Ela conta que dois dias depois de ser internada teve que ser transferida a UTI, onde entubada por conta do quadro de insuficiência respiratória grave.

A equipe que cuidou de Carmen seguiu os preceitos da Ventilação Protetora Pulmonar, técnica que ela criou e que consiste ajustar o respirador para ventilar gentilmente o pulmão da paciente – evitando danos para o órgão – e monitorar cuidadosamente seu progresso, 24 horas por dia.

Carmen Valente saiu da ventilação mecânica após uma semana, mas continuou internada mais 18 dias.

Ela diz que não sabe como contraiu a covid-19, mas não acha que foi durante atendimento. Leia aqui a reportagem completa da BBC News. 

FONTE: Catraca Livre